Piadas de Joãozinho

Joãozinho fica vidrado no relógio do padre.

Pede, implora:

— Padre me dá esse relógio, me dá esse relógio!

Semanas, meses a fio. Não agüentando mais o aluguel, um dia o padre tira o relógio do pulso e dá pro Joãozinho. Dias depois a Mariazinha vem se confessar e diz:

— Padre, o Joãozinho quer que eu dê pra ele.

E o padre:

— Ih, minha filha, dá logo, que esse menino é chato pra burro.

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Todos os dia a professora chegava na sala de aula e dizia:

— Bom dia meus aluninhos...

Em seguida ouvia o coro:

— Bom dia professoraaaaêêêêê!

E todos os dias a rotina se seguia:

— Bom dia meus aluninhos!

— Bom dia professoraaaaaêêêêê!

Até que um dia a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos.

E o coro se seguiu:

— Bom dia professoraaaaaa!

Percebendo a diferença, a professora falou de novo:

— Bom dia meus aluninhos!

E ouviu novamente:

— Bom dia professoraaaaaa!

Como percebeu que o Joãozinho havia faltado neste dia, combinou com os outros alunos que no dia seguinte, quando ela desse bom dia todos, ficariam calados. Então no dia seguinte a professora chegou:

— Bom dia meus aluninhos!

E somente o Joãozinho:

— Vai se fudêêêêêê!

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Ao iniciar a aula a professora chama Mariazinha e pede que ela diga uma palavra que começa com a letra B.

O Joãozinho safado fala baixinho:

— Fala bunda, bundaaaa!

Mariazinha responde:

— Boneca professora. Muito bem Mariazinha!

Professora:

— Agora Juquinha, diga uma palavra que começa com a letra C.

E o Joãozinho safado:

— Fala cu, cuu!

Mas o Juquinha responde:

— Cachorro, professora!

— Muito bem Juquinha! Agora vou chamar o Joãozinho.

O pilantra morre de prazer, é agora!

— Joãozinho me diga uma palavra que começa com a letra A!

E o Joãozinho:

— A, a , a... Anão fessora, mas com um cacete deste tamanhooo!

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Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:

Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:

— Biscreta.

A universitária disse:

Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:

— Pedrinho, pode me falar um substantivo?

— Sim, fessora, azurrr.

A universitária:

— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.

Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:

— Joãozinho, pode me dizer um verbo?

Joãozinho responde:

— Hospedar.

A universitária:

— Muito bem, você acertou.

E então a universitária, entusiasmada completa:

— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.

Joãozinho:

— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.

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Joãozinho, da 5° série, escreveu uma poesia para a aula de redação, chamada "A primeira vez". No início da aula a professora pede para que ele leia a poesia e ele inicia a leitura:

"O céu estava claro,
a lua quase dourada,
ali no campo eu e ela,
não se via mais nada.

A pele suave,
as ancas expostas,
eu tocando de leve,
o macio de suas costas.

Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio,
e decidi por as mãos,
no seu peito macio.

Eu sentia medo,
meu coração forte batia,
enquanto bem lentamente,
as firmes pernas abria.

Vitória! Eu consegui,
tudo então melhorou,
pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.

Finalmente tudo acabou,
e saio quase de maca,
foi assim a primeira vez
que eu tirei leite de vaca."

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Joãozinho falava tanta besteira na sala de aula que um dia a professora combinou com as garotas:

— A próxima vez que o Joãozinho falar besteira, vocês saem imediatamente da sala!

E no dia seguinte, logo no começo da aula a professora começou:

— Pedrinho, o que você vai ser quando crescer?

— Vou ser médico, professora! Para ajudar os doentes!

— Muito bem! E você, Marquinho?

— Vou ser advogado, professora!

— E você, Joãozinho?

— Quando crescer eu vou ser dono de um puteiro, professora!

Imediatamente as meninas começaram a sair da sala.

— Calma, calma aí suas putas! As vagas ainda não estão abertas!

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A professora chega na classe e pede para os alunos fazerem uma frase com Urubu. Depois de um tempo ela começa a perguntar as freses,e começa pela Letícia:

— Qual foi sua frase Letícia?

E ela responde:

— O Urubu tem penas pretas e bonitas!

— Muito bem Letícia. — elogia a professora.

— E a sua Joãozinho? — ela pergunta.

E ele responde:

— Urubu tem pena no cu!

A professora fica muito brava e pede para ele fazer outra. E quando ela terminou de perguntar as frases dos outros alunos, pediu para ouvir a nova frase do Joãozinho.

E ele fala:

— O Urubu tem pena no pé, porque no cu a professora não quer.

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— Estava a professora, aquela bem angelical e pura, a dar aulas na sala em que o Joãozinho freqüentava, e perguntou ao próprio:

— Joãozinho, o que é que você mais gosta?

— Eu gosto de tu, professora, de tu!

A professora ficou toda comovida com a resposta do Joãozinho e disse:

— Joãozinho, pela tua resposta, que me deixou muito orgulhosa, vou lhe dar um refrigerante na hora do recreio, qual o seu refrigerante preferido?

— Eu gosto de Tota-Tola, professora!

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Joãozinho estava na escola e depois dos deveres a professora disse:

— Vai ter um trabalho de saúde para amanhã, tragam alguma coisa sobre saúde e eu vou perguntar algumas coisas sobre isso depois.

No dia seguinte Joãozinho chegou na escola e a professora mandou apresentarem os seus trabalhos:

— Mariazinha, o que você trouxe?

— Um bandeide.

— Pra que serve?

— Pra colocar no machucado.

— Quem te deu?

— Minha Mãe.

— O que ela disse?

— Que ia ser o melhor trabalho!

— Joãozinho o que você trouxe?

— Uma mascara de oxigênio.

— Pra que serve isso Joãozinho?

— Pra respirar a força!

— Quem te deu isso menino?

— Minha avó.

— O que ela disse?

— Ela disse: Devolve, peste!

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A professora no final da aula pergunta para Mariazinha:

— Do que você tem medo Mariazinha?

A menina responde:

— Do lobisomem professora.

— E você Pedrinho?

— Do bicho-papão, fessora.

— E você Joãozinho?

— Do Malamen.

— Malamen? O que que é esse Malamen?

— Sabe fessora, todas as noites quando minha mãe está rezando ela fala: "E livrai-nos do Mal-amém".

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O Joãozinho tinha fama de ter a cara muito parecida com um cu. Todo dia quando andava na rua seus amiguinhos gritavam:

— Cara de cu!

Continuava sua caminhada e também recebia xingamentos dos adultos:

— Olha que menino com cara de cu!

Até que um dia o Joãozinho triste já caindo na depressão perguntou da sua mãe:

— Mãe, eu tenho cara de cu?

A Mãe toda protetora:

— Claro que não meu filho, você tem a carinha mais bonita do mundo... seu rosto é muito bonito meu filho... dê mais valor a ele!

Então Joãozinho todo feliz e alegre sai de sua casa e vai dar uma caminhada na rua, mostrando sua cara para todo mundo. Sai de nariz empinado pois estava muito feliz, não se considerava mais cara de cu.

De repente em sua caminhada ele vê um bueiro de esgoto que estava aberto e foi olhar pra ver se tinha alguém trabalhando. Joãozinho olha pra baixo e vê um operário. O trabalhador assustado fala:

— Ei menino não caga aí não!

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Certo dia o pai do Joãozinho chega mais cedo do trabalho e diz:

— Joãozinho, hoje o chefe do papai vai vir aqui em casa pra jantar com seu filho. Dependendo do resultado do jantar o papai pode até ser promovido, mas como eu te conheço moleque, vou te pedir pelo amor de Deus não me apronte nada!

Quando era umas oito horas a campainha tocou e o pai do Joãozinho foi atender a porta, quando ele olhou viu seu chefe e seu filho, mas o filhinho do chefe não tinha as duas orelhas!

Logo ele pensou: Meu Deus, quando o Joãozinho vir isto...

O pai do Joãozinho tentou disfarçar e pediu-lhe para entrar perguntando se estava tudo bem, se tinha pego transito, quando de repente o Joãozinho chega e olha aquilo e arregala aquele olhão!

O pai de Joãozinho tentando consertar a situação fala pra todos vamos jantar! Todos se sentam a mesa e o Joãozinho não para de olhar pro filho do chefe. O pai do Joãozinho percebendo as olhadas do Joãozinho da-lhe um pontapé por debaixo da mesa e olha feio pra ele, quando sem mais nem menos o Joãozinho olha pro chefe do seu pai e solta:

— Que Deus ilumine os olhos do seu filho!

Todos da mesa olham pro Joãozinho sem reação diante daquelas palavras tão bonitas. O pai do moleque sem orelhas olha pro Joãozinho com lágrimas nos olhos de emoção e diz:

— Nossa garoto, nunca ninguém disse algo sobre meu filho tão bonito pra mim, mas me diga uma coisa, por que, que Deus ilumine os olhos do meu filho? E então o Joãozinho responde:

— Ah, tio, porque se ele precisar usar óculos ele tá fudido!

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Chegou o Natal, Joãozinho estava radiante porque tinha acabado de ganhar uma bicicleta.

Ele esperou durante o ano todo aquele seu presente... Se comportou muito bem com os mais velhos, foi um bom aluno e finalmente conseguiu ganhar a sua desejada bicicleta. No dia seguinte, o garoto já começou a andar com o tão sonhado presente:

— Olha, papai... Sem uma mão!

— Cuidado, menino! Você nem sabe andar direito com as duas mãos e já quer andar sem uma?

— Olha só, papai... Sem as duas mãos!

— Cuidado, moleque, você vai se machucar!

De repente, escuta-se um barulho e então Joãozinho diz:

— Olha só, papai... Sem os dentes!

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