Piadas de Joãozinho

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Oito Cachorrinhos.

Joãozinho, chega cedo ao colégio e diz à professora:

— Tia lá em casa nasceram oito cachorrinhos e todos vão votar na Dilma.

— É mesmo? Que bom Joãozinho.Diz a professora.

Uns quatro ou cinco dias após, Joãozinho novamente chega à professora e diz:

— Tia lá em casa nasceram oito cachorrinhos e apenas cinco vão votar na Dilma.

Então a professora intrigada pergunta:

— Ué? Não eram os oito?

— Eram, mas três já abriram os olhinhos!

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Uma Em Cima da Outra

Joãozinho ainda no auge dos seus 6 anos foi passar uns dias a casa da avó. Ele brincava na rua com alguns amigos e foi a casa tirar uma dúvida com a avó:

— Vovó, como se chama aquilo quando duas pessoas dormem no mesmo quarto e ficam uma em cima da outra?

A avó assustou-se com a pergunta, pensou e achou que seria melhor dizer a verdade:

— Bem, Joãozinho, a isso chama-se uma relação sexual...

Joãozinho ficou satisfeito com a resposta e voltou para a rua brincar. Passados alguns instantes entra em casa novamente, todo esbaforido, e diz:

— Vó, vó... aquilo que eu perguntei se chama é beliche... e a mãe do Zezinho agora quer falar com você!

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Alguma Matéria

A professora vê o Joãozinho sentado quieto e pergunta:

— Joãozinho o que houve? É alguma matéria que eu ensino? Português, Matemática?

— É química professora.

— Mas eu não ensino química.

— Por isso mesmo, não há química entre nós...

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Joãozinho e a Dilma

Dilma Rousseff foi visitar uma escola para conversar com as criancinhas, acompanhada de uma comitiva. Depois de apresentar todas as maravilhosas propostas para seu governo, disse às criancinhas que iria responder perguntas. Uma das crianças levantou a mão e, Dilma perguntou:

— Qual é o seu nome, meu filho?

— Paulinho.

— Qual é a sua pergunta, Paulinho?

— Eu tenho 3 perguntas para a senhora: "Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?" , "Quem matou o Prefeito Celso Daniel?" e "A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?".

Dilma fica desnorteada, mas neste momento toca a campainha para o recreio e ela aproveita e diz que continuará a responder depois do recreio. Após o recreio, Dilma diz:

— OK, onde estávamos? Acho que ia responder perguntas. Quem tem perguntas?
Um outro garotinho levanta a mão e Dilma aponta para ele.

— Pode perguntar meu filho. Como é o seu nome?

— Joãozinho, e tenho 5 perguntas.

— Quais, Joãozinho?

— As perguntas são: "Onde estão os milhões de empregos prometidos na campanha presidencial passada?" , "Quem matou o Prefeito Celso Daniel?" , "A senhora sabia dos escândalos do mensalão ou não?" , "Por que o sino do recreio tocou meia hora mais cedo?" e "Cadê o Paulinho?".

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Uma Pergunta Pessoal

O professor estava aplicando uma prova numa turma de ensino médio. Já perto de terminar o horário Joãozinho diz:

— Fessor, posso fazer uma pergunta?

— Se for sobre a prova, pode.

— Ah Fessor, não é sobre a prova não.

— Então, não pode.

— Ah Fessor, deixe aí vai...

Ele insistiu tanto que o professor concordou:

— Tá bom, Joãozinho, pergunte.

— Fessor, quando você faz amor, o senhor beija na boca?

Ele sem entender nada, repreendeu o aluno:

— Isso não é coisa que se fale, Joãozinho.

— Fessor, responda ai. É importante pra mim.

Percebendo que a turma toda estava atenta a conversa, ele resolveu responder a pergunta.

— Sim, Joãozinho. Quando eu faço amor eu beijo na boca.

— Fessor, me beije na boca!

E o professor ficou completamente encabulado:

— Que é isso, Joãozinho? Por que eu beijaria você?

— Ah Fessor, é que sua prova me fudeu todinho!

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Pergunta Sacana do Professor

— Um professor de Física quis pregar uma peça em seus alunos e lhes disse:

— Aqui vai um problema: Um avião saiu de Amsterdam com uma velocidade de 800 km/h, à pressão de 1.004,5 milibares; a umidade relativa do ar era de 66% e a temperatura 20,4 graus Celsius. A tripulação era composta por 2 pilotos e 5 aeromoças; a capacidade era de 145 assentos para passageiros e o banheiro estava ocupado. A pergunta é... Quantos anos eu tenho? — E deu aquele risinho de quem se sente superior.

— Os alunos ficam assombrados. O silêncio é total.

Então o Joãozinho lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:

— 44 anos, professor!

— O professor, muito surpreso, o olha e diz:

— Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos.

— Mas como você calculou?

— E Joãozinho:

— Bem, eu deduzi porque eu tenho um primo que é meio viado, e ele tem 22 anos...

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Interpretando Drummond

Na sala de aula, o professor estava analisando, com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”

Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:

— Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?

— Uai, professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário...

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Origem da Vida

Após ouvir a explicação sobre a origem da vida, o nascimento de uma criança e a história da cegonha, Joãozinho diz à professora:

— Humm... Então quer dizer que meu pai transou com uma cegonha, né? Então, por que ele faz tanta confusão quando me pega com uma galinha?

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Joãozinho no Banheiro

É uma festa muito animada e a garotada se diverte a valer. Numa das mesas, estão Joãozinho e sua mãe, dona Maria. Dona Maria conversa animadamente com as amigas. Lá pelas tantas, Joãozinho diz à mãe:

— Mãe, quero ir ao banheiro.

— Peraí, menino. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Joãozinho insiste:

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi.

Dona Maria não quer perder a conversa que está muito animada.

— Peraí, menino. Daqui a pouco a gente vai.

Joãozinho insiste.

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi. Não dá para esperar mais.

Percebendo o aperto do Joãozinho, uma das das amigas se oferece para levá-lo. Pega na mão dele e os dois saem. Meia hora depois, voltam os dois. A amiga que foi levar Joãozinho ajeita o penteado, e fala pra dona Maria.

— Esse seu filho é bem crescidinho, não é dona Maria? Qual a idade dele?

— Vinte e oito anos.

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Chocolates no Armário

A mãe do Joãozinho entra subitamente na cozinha e pega o filho tirando chocolates de dentro do armário, para comer escondido. Ela exclama, com surpresa:

— Francamente, Joãozinho! Estou admirada de encontrar você aqui!

— Pois saiba, mãe, que eu estou muito mais surpreso que você! Pensei que a senhora tinha saído...

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Palavra Mais Bonita

A turma de alfabetização da escola vai receber a visita do secretário de educação e a professora está preocupadíssima com o Joãozinho que é sempre o desbocado.

— Joãozinho, atenção, não vai me envergonhar na presença do secretário, hein? É melhor ficar de boca fechada.

— Tá bem, professora!

O secretário chega e conversa com os alunos, pergunta se já sabem ler, se gostam da professora etc e tal. Dirigindo-se a Joãozinho, fala:

— E você, já lê bem?

— Leio sim senhor.

— E qual a palavra mais bonita que você aprendeu?

A professora gela, e Joãozinho responde:

— Cubanos.

Ela respira aliviada.

— E por quê? — insiste o secretário.

— Porque começa com cu, acaba com anus, e ninguém me tira da cabeça que esse B do meio não seja de bunda.

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Redação Sobre Sexo

A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson "falava" da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!

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Joãozinho Gosta de Buceta

A professora estava perguntando na turma de que cada uma das crianças mais gostava.

— Ritinha, do que é que você mais gosta?

— Das flores, professora.

— Que gracinha, e você, Mariazinha?

— Do céu, professora.

— Que lindo... E você, Soninha?

— Das borboletas, professora.

— Que maravilha... E você Joãozinho?

— Ah, professora, eu gosto é de buceta!

— O quê? — assustou-se a professora.

— É professora. Eu gosto mesmo é de buceta!

— Seu sem-vergonha! Vem cá!

A professora pegou Joãozinho pela orelha e foi arrastando o garoto até a sala da diretora:

— Imagine só: eu estava fazendo uma brincadeira com as crianças na sala, perguntando do que elas mais gostavam, e esse menino vem e me diz que gosta de buceta!

— Como é que é, Joãozinho?

— É, diretora. Eu gosto é de buceta!

— Seu mal-educado! Vou já chamar o seu pai!

E chamou o pai de Joãozinho na escola. O homem chegou lá apavorado, querendo saber o que tinha acontecido. E a diretora:

— Imagine o senhor que a professora estava fazendo uma brincadeira com as crianças, perguntando do que elas mais gostavam, e seu filho me responde que gosta de buceta!

— Ah, é isso? Liga não, o garoto é novo... Nunca comeu um cu!

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Feijoada da Mãe

O Joãozinho liga para o açougue e diz:

— Minha mãe vai fazer uma feijoada. O senhor tem pé de porco?

— Tenho.

— Tem orelha de porco?

— Tenho.

— Tem costela de porco?

— Tenho.

— Tem rabo de porco?

— Tenho.

— Tem focinho de porco?

— Tenho.

— Nossa, o senhor deve ser feio pra caralho!

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Único Desejo de Joãozinho

Joãozinho caminha por uma trilha e encontra uma lâmpada mágica. De início vê que lâmpada está um pouco suja, e decide limpá-la... Imediatamente uma fumaça começa a sair até que um gênio se forma e diz:

— Você tem direito a um só pedido. Seja sábio!

Joãozinho imediatamente responde:

— Quero acordar com a melhor mulher do mudo!

Joãozinho acordou com Madre Tereza de Calcutá.

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Quero Um Bebê

Certa noite Joãozinho desperta ouvindo estranhos barulhos vindos do quarto de seus pais e vai checar. Olhando pela fechadura ele vê a mãe nua, de quatro a dizer:

— Vai meu tesão, eu quero um bebê! Eu quero um bebê!

Ao ver aquela horrível cena ele decide ir dormir…

Cinco meses depois, Joãozinho pergunta a mãe:

— Mãe, por que sua barriga está crescendo?

E a mãe:

— É porque vou ter um bebê.

Joãozinho vai até a sala, e frente ao pai, arria as calças e exclama:

— Vai meu tesão, eu quero uma bicicleta! Eu quero uma bicicleta!

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Coisa Que o Pai Gosta

— Mãe, que é isso que você tem no meio das pernas?

— É... uma coisa que seu pai gosta muito, meu filho — respondeu a mãe, morrendo de vergonha.

Uns dias depois, na hora da janta, o pai de Joãozinho pergunta para a esposa:

— Querida, que vai ter pra jantar?

— Ah, uma coisa que você gosta muito!

E o Joãozinho:

— Credo, mãe! Com cabelo e tudo?

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Preces do Joãozinho

A mãe do Joãozinho sabia que ele não ligava muito pra religião, por isso se assustou quando viu o menino ajoelhado ao pé da cama, com as mãos juntas e rezando fervorosamente. Então ela perguntou:

— Meu filho, por que você está rezando tanto?

E o Joãozinho responde:

— Pro Rio Amazonas ir para o Ceará.

— Como? Rio Amazonas no Ceará? — pergunta a mãe, não entendendo nada — Por que você está rezando para isto?

— Porque foi o que eu coloquei na prova de Geografia!

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Último Dia de Aula

Era o último dia de aula e a professora estava doida para dispensar a turma e ir para suas merecidas férias. Então inventou um jogo: ela dava uma dica e quem adivinhasse o que era, poderia ir embora.

A professora deu a primeira dica:

— Qual é o bicho que faz miau?

A Mariazinha respondeu:

— É o gatinho professora!

— Muito bem, pode ir para casa!

Nesse momento, o Joãozinho que estava no fundo da sala mascando chicletes fez uma bola e estourou-a!

— Qual é o bicho que faz au au? — continuava a professora.

— O cachorro! — respondeu o Paulinho!

— Muito bem! pode ir...

Novamente o Joãozinho estourou outra bola de chiclete e a professora começou a ficar irritada.

— Qual o bicho que faz mééé?

— O bode professora! — disse a Aninha.

— Muito bem, pode ir para casa!

Nesse instante o Joãozinho fazia uma bola enorme que quando rebentou fez um baita estrondo.

A professora indignada perdeu a paciência e gritou:

— Joãozinho, levanta e cospe!

— É o caralho, professora! Posso ir embora?

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Joãozinho Sacana

Um sujeito estava parado na porta de um boteco, quando vê Joãozinho com um cachorro enorme, todo pintado de vermelho, sendo puxado por uma corda amarrada nos seus testículos.

Comovido com o sofrimento do cachorro, o sujeito aborda o garoto:

— O que é isso, meu filho? O que você está fazendo?

— Estou brincando de bombeiro!

Achando que seria mais fácil se entrasse na do garoto, o cara sugere:

— Então, por que você não amarra a corda no pescoço do cachorro? O seu carro vai ficar muito mais rápido!

— Eu sei — responde Joãozinho — mas aí eu fico sem a sirene!

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Visita à Fazenda

Joãozinho estava entusiasmado com sua primeira visita a uma fazenda no interior. Ao explorar o terreno ao redor da sede da fazenda, ele encontrou um monte de caixas vazias de leite. Imediatamente voltou correndo para a casa, chamando a avó:

— Vovó, vovó, venha depressa! Encontrei um ninho de vaca!

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Mão Suja

A professora fala sobre higiene, limpeza, banhos e essas coisas nem sempre muito apreciadas pelas crianças. Ela chama o Joãozinho e pede para ele mostrar as mãos. Ele mostra a mão esquerda que está sujíssima. A professora aproveita a oportunidade para uma lição.

— Aposto que essa é a mão mais suja da escola.

— Perdeu, professora. Veja só a minha direita como está.

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Joãozinho Xingando

— Oh, mãezinha!

Joãozinho, bem pequeno ainda, discutiu com a mãe. Ficou furioso. Descontrolou-se.

— Sua filha da puta! — disse ele.

— O quê? Quem é filha da puta seu...?

E o Joãozinho meio assustado, meio arrependido abraça carinhosamente as pernas da mãe e diz quase a chorar:

— Sou eu, mãezinha. Sou eu!

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Consertando um Rádio

Joãozinho chega perto de um homem que está consertando um rádio e pergunta:

— O senhor é o técnico que conserta telefones?

— Não, menino. Eu sou um técnico que conserta rádios.

— Mas o senhor não conserta telefones?

— Não. Eu só conserto rádios.

— Mas o senhor tem certeza de que não conserta telefones?

— É claro que eu tenho. Eu só conserto rádios.

— E telefone? Por que o senhor não conserta telefones?

O homem começa a ficar impaciente:

— Escuta aqui, ó menino: eu sou radiotécnico e só conserto rádios.

— Mas é que me disseram que o senhor consertava telefones.

Aí o homem perde a paciência:

— Está bem! Eu sou um radiotécnico que conserta telefones. Agora está satisfeito?

— Ah, bom... Então me diga uma coisa: e o que é que o senhor tá fazendo aí com esse rádio?

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Joãozinho Gênio

A professora estava tendo dificuldades com um dos alunos.

— Joãozinho, qual é o problema?

— Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!

A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e o manda para a diretoria. Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que ele vai fazer um teste com o garoto, e como ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano.

A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita.

Então o diretor começa:

— Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?

— 9.

— E quanto é 6 vezes 6?

— 36.

E o diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Joãozinho não comete erro algum. O diretor, então, diz para a professora:

— Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.

— Posso fazer algumas perguntas também? — fala a professora.

O diretor e o Joãozinho concordam. A professora pergunta:

— O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?

Joãozinho pensa um instante e responde:

— Pernas.

Ela faz outra pergunta:

— O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?

O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...

— Bolsos — responde Joãozinho.

— O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?

Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração...

— A letra "M". — responde o garoto.

A professora continua a arguição:

— Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?

— Na África. — responde Joãozinho de primeira.

— O que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?

— Esmalte. — responde Joãozinho sem pestanejar

— O que as mulheres têm no meio das pernas?

— O joelho. — Joãozinho responde mais rápido ainda.

— O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

— A cama.

— Qual o monossílabo tônico que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo ora está limpo?

O Diretor começa a suar frio.

— O céu, professora.

— O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei para várias pessoas?

— CD.

Não mais se contendo, o diretor interrompe, respira aliviado e diz para a professora:

— Coloque logo o Joãozinho no quarto ano. Eu mesmo teria errado todas!