Piadas de Joãozinho

Na sala de aula, o professor estava analisando, com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”

Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:

— Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?

— Uai, professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário...

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Após ouvir a explicação sobre a origem da vida, o nascimento de uma criança e a história da cegonha, Joãozinho diz à professora:

— Humm... Então quer dizer que meu pai transou com uma cegonha, né? Então, por que ele faz tanta confusão quando me pega com uma galinha?

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É uma festa muito animada e a garotada se diverte a valer. Numa das mesas, estão Joãozinho e sua mãe, dona Maria. Dona Maria conversa animadamente com as amigas. Lá pelas tantas, Joãozinho diz à mãe:

— Mãe, quero ir ao banheiro.

— Peraí, menino. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Joãozinho insiste:

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi.

Dona Maria não quer perder a conversa que está muito animada.

— Peraí, menino. Daqui a pouco a gente vai.

Joãozinho insiste.

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi. Não dá para esperar mais.

Percebendo o aperto do Joãozinho, uma das das amigas se oferece para levá-lo. Pega na mão dele e os dois saem. Meia hora depois, voltam os dois. A amiga que foi levar Joãozinho ajeita o penteado, e fala pra dona Maria.

— Esse seu filho é bem crescidinho, não é dona Maria? Qual a idade dele?

— Vinte e oito anos.

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A mãe do Joãozinho entra subitamente na cozinha e pega o filho tirando chocolates de dentro do armário, para comer escondido. Ela exclama, com surpresa:

— Francamente, Joãozinho! Estou admirada de encontrar você aqui!

— Pois saiba, mãe, que eu estou muito mais surpreso que você! Pensei que a senhora tinha saído...

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A turma de alfabetização da escola vai receber a visita do secretário de educação e a professora está preocupadíssima com o Joãozinho que é sempre o desbocado.

— Joãozinho, atenção, não vai me envergonhar na presença do secretário, hein? É melhor ficar de boca fechada.

— Tá bem, professora!

O secretário chega e conversa com os alunos, pergunta se já sabem ler, se gostam da professora etc e tal. Dirigindo-se a Joãozinho, fala:

— E você, já lê bem?

— Leio sim senhor.

— E qual a palavra mais bonita que você aprendeu?

A professora gela, e Joãozinho responde:

— Cubanos.

Ela respira aliviada.

— E por quê? — insiste o secretário.

— Porque começa com cu, acaba com anus, e ninguém me tira da cabeça que esse B do meio não seja de bunda.

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A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson "falava" da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!

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A professora estava perguntando na turma de que cada uma das crianças mais gostava.

— Ritinha, do que é que você mais gosta?

— Das flores, professora.

— Que gracinha, e você, Mariazinha?

— Do céu, professora.

— Que lindo... E você, Soninha?

— Das borboletas, professora.

— Que maravilha... E você Joãozinho?

— Ah, professora, eu gosto é de buceta!

— O quê? — assustou-se a professora.

— É professora. Eu gosto mesmo é de buceta!

— Seu sem-vergonha! Vem cá!

A professora pegou Joãozinho pela orelha e foi arrastando o garoto até a sala da diretora:

— Imagine só: eu estava fazendo uma brincadeira com as crianças na sala, perguntando do que elas mais gostavam, e esse menino vem e me diz que gosta de buceta!

— Como é que é, Joãozinho?

— É, diretora. Eu gosto é de buceta!

— Seu mal-educado! Vou já chamar o seu pai!

E chamou o pai de Joãozinho na escola. O homem chegou lá apavorado, querendo saber o que tinha acontecido. E a diretora:

— Imagine o senhor que a professora estava fazendo uma brincadeira com as crianças, perguntando do que elas mais gostavam, e seu filho me responde que gosta de buceta!

— Ah, é isso? Liga não, o garoto é novo... Nunca comeu um cu!

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O Joãozinho liga para o açougue e diz:

— Minha mãe vai fazer uma feijoada. O senhor tem pé de porco?

— Tenho.

— Tem orelha de porco?

— Tenho.

— Tem costela de porco?

— Tenho.

— Tem rabo de porco?

— Tenho.

— Tem focinho de porco?

— Tenho.

— Nossa, o senhor deve ser feio pra caralho!

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Joãozinho caminha por uma trilha e encontra uma lâmpada mágica. De início vê que lâmpada está um pouco suja, e decide limpá-la... Imediatamente uma fumaça começa a sair até que um gênio se forma e diz:

— Você tem direito a um só pedido. Seja sábio!

Joãozinho imediatamente responde:

— Quero acordar com a melhor mulher do mudo!

Joãozinho acordou com Madre Tereza de Calcutá.

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Joãozinho pergunta para o pai:

— Pai você é o Diabo?

— Claro que não! Por que você está me perguntando isso?

— Porque quando você sai minha mãe grita para o vizinho assim: "Pode vir que o Chifrudo já foi!"

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Certa noite Joãozinho desperta ouvindo estranhos barulhos vindos do quarto de seus pais e vai checar. Olhando pela fechadura ele vê a mãe nua, de quatro a dizer:

— Vai meu tesão, eu quero um bebê! Eu quero um bebê!

Ao ver aquela horrível cena ele decide ir dormir…

Cinco meses depois, Joãozinho pergunta a mãe:

— Mãe, por que sua barriga está crescendo?

E a mãe:

— É porque vou ter um bebê.

Joãozinho vai até a sala, e frente ao pai, arria as calças e exclama:

— Vai meu tesão, eu quero uma bicicleta! Eu quero uma bicicleta!

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— Mãe, que é isso que você tem no meio das pernas?

— É... uma coisa que seu pai gosta muito, meu filho — respondeu a mãe, morrendo de vergonha.

Uns dias depois, na hora da janta, o pai de Joãozinho pergunta para a esposa:

— Querida, que vai ter pra jantar?

— Ah, uma coisa que você gosta muito!

E o Joãozinho:

— Credo, mãe! Com cabelo e tudo?

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A mãe do Joãozinho sabia que ele não ligava muito pra religião, por isso se assustou quando viu o menino ajoelhado ao pé da cama, com as mãos juntas e rezando fervorosamente. Então ela perguntou:

— Meu filho, por que você está rezando tanto?

E o Joãozinho responde:

— Pro Rio Amazonas ir para o Ceará.

— Como? Rio Amazonas no Ceará? — pergunta a mãe, não entendendo nada — Por que você está rezando para isto?

— Porque foi o que eu coloquei na prova de Geografia!

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Joãozinho estava entusiasmado com sua primeira visita a uma fazenda no interior. Ao explorar o terreno ao redor da sede da fazenda, ele encontrou um monte de caixas vazias de leite. Imediatamente voltou correndo para a casa, chamando a avó:

— Vovó, vovó, venha depressa! Encontrei um ninho de vaca!

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