Piadas de Joãozinho

Após ouvir a explicação sobre a origem da vida, o nascimento de uma criança e a história da cegonha, Joãozinho diz à professora:

— Humm... Então quer dizer que meu pai transou com uma cegonha, né? Então, por que ele faz tanta confusão quando me pega com uma galinha?

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É uma festa muito animada e a garotada se diverte a valer. Numa das mesas, estão Joãozinho e sua mãe, dona Maria. Dona Maria conversa animadamente com as amigas. Lá pelas tantas, Joãozinho diz à mãe:

— Mãe, quero ir ao banheiro.

— Peraí, menino. Espera um pouco.

Cinco minutos depois, Joãozinho insiste:

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi.

Dona Maria não quer perder a conversa que está muito animada.

— Peraí, menino. Daqui a pouco a gente vai.

Joãozinho insiste.

— Mãe, quero ir ao banheiro fazer pipi. Não dá para esperar mais.

Percebendo o aperto do Joãozinho, uma das das amigas se oferece para levá-lo. Pega na mão dele e os dois saem. Meia hora depois, voltam os dois. A amiga que foi levar Joãozinho ajeita o penteado, e fala pra dona Maria.

— Esse seu filho é bem crescidinho, não é dona Maria? Qual a idade dele?

— Vinte e oito anos.

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A mãe do Joãozinho entra subitamente na cozinha e pega o filho tirando chocolates de dentro do armário, para comer escondido. Ela exclama, com surpresa:

— Francamente, Joãozinho! Estou admirada de encontrar você aqui!

— Pois saiba, mãe, que eu estou muito mais surpreso que você! Pensei que a senhora tinha saído...

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A turma de alfabetização da escola vai receber a visita do secretário de educação e a professora está preocupadíssima com o Joãozinho que é sempre o desbocado.

— Joãozinho, atenção, não vai me envergonhar na presença do secretário, hein? É melhor ficar de boca fechada.

— Tá bem, professora!

O secretário chega e conversa com os alunos, pergunta se já sabem ler, se gostam da professora etc e tal. Dirigindo-se a Joãozinho, fala:

— E você, já lê bem?

— Leio sim senhor.

— E qual a palavra mais bonita que você aprendeu?

A professora gela, e Joãozinho responde:

— Cubanos.

Ela respira aliviada.

— E por quê? — insiste o secretário.

— Porque começa com cu, acaba com anus, e ninguém me tira da cabeça que esse B do meio não seja de bunda.

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A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson "falava" da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!

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A professora estava perguntando na turma de que cada uma das crianças mais gostava.

— Ritinha, do que é que você mais gosta?

— Das flores, professora.

— Que gracinha, e você, Mariazinha?

— Do céu, professora.

— Que lindo... E você, Soninha?

— Das borboletas, professora.

— Que maravilha... E você Joãozinho?

— Ah, professora, eu gosto é de buceta!

— O quê? — assustou-se a professora.

— É professora. Eu gosto mesmo é de buceta!

— Seu sem-vergonha! Vem cá!

A professora pegou Joãozinho pela orelha e foi arrastando o garoto até a sala da diretora:

— Imagine só: eu estava fazendo uma brincadeira com as crianças na sala, perguntando do que elas mais gostavam, e esse menino vem e me diz que gosta de buceta!

— Como é que é, Joãozinho?

— É, diretora. Eu gosto é de buceta!

— Seu mal-educado! Vou já chamar o seu pai!

E chamou o pai de Joãozinho na escola. O homem chegou lá apavorado, querendo saber o que tinha acontecido. E a diretora:

— Imagine o senhor que a professora estava fazendo uma brincadeira com as crianças, perguntando do que elas mais gostavam, e seu filho me responde que gosta de buceta!

— Ah, é isso? Liga não, o garoto é novo... Nunca comeu um cu!

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O Joãozinho liga para o açougue e diz:

— Minha mãe vai fazer uma feijoada. O senhor tem pé de porco?

— Tenho.

— Tem orelha de porco?

— Tenho.

— Tem costela de porco?

— Tenho.

— Tem rabo de porco?

— Tenho.

— Tem focinho de porco?

— Tenho.

— Nossa, o senhor deve ser feio pra caralho!

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Joãozinho caminha por uma trilha e encontra uma lâmpada mágica. De início vê que lâmpada está um pouco suja, e decide limpá-la... Imediatamente uma fumaça começa a sair até que um gênio se forma e diz:

— Você tem direito a um só pedido. Seja sábio!

Joãozinho imediatamente responde:

— Quero acordar com a melhor mulher do mudo!

Joãozinho acordou com Madre Tereza de Calcutá.

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Joãozinho pergunta para o pai:

— Pai você é o Diabo?

— Claro que não! Por que você está me perguntando isso?

— Porque quando você sai minha mãe grita para o vizinho assim: "Pode vir que o Chifrudo já foi!"

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Certa noite Joãozinho desperta ouvindo estranhos barulhos vindos do quarto de seus pais e vai checar. Olhando pela fechadura ele vê a mãe nua, de quatro a dizer:

— Vai meu tesão, eu quero um bebê! Eu quero um bebê!

Ao ver aquela horrível cena ele decide ir dormir…

Cinco meses depois, Joãozinho pergunta a mãe:

— Mãe, por que sua barriga está crescendo?

E a mãe:

— É porque vou ter um bebê.

Joãozinho vai até a sala, e frente ao pai, arria as calças e exclama:

— Vai meu tesão, eu quero uma bicicleta! Eu quero uma bicicleta!

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— Mãe, que é isso que você tem no meio das pernas?

— É... uma coisa que seu pai gosta muito, meu filho — respondeu a mãe, morrendo de vergonha.

Uns dias depois, na hora da janta, o pai de Joãozinho pergunta para a esposa:

— Querida, que vai ter pra jantar?

— Ah, uma coisa que você gosta muito!

E o Joãozinho:

— Credo, mãe! Com cabelo e tudo?

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A mãe do Joãozinho sabia que ele não ligava muito pra religião, por isso se assustou quando viu o menino ajoelhado ao pé da cama, com as mãos juntas e rezando fervorosamente. Então ela perguntou:

— Meu filho, por que você está rezando tanto?

E o Joãozinho responde:

— Pro Rio Amazonas ir para o Ceará.

— Como? Rio Amazonas no Ceará? — pergunta a mãe, não entendendo nada — Por que você está rezando para isto?

— Porque foi o que eu coloquei na prova de Geografia!

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Joãozinho estava entusiasmado com sua primeira visita a uma fazenda no interior. Ao explorar o terreno ao redor da sede da fazenda, ele encontrou um monte de caixas vazias de leite. Imediatamente voltou correndo para a casa, chamando a avó:

— Vovó, vovó, venha depressa! Encontrei um ninho de vaca!

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Era o último dia de aula e a professora estava doida para dispensar a turma e ir para suas merecidas férias. Então inventou um jogo: ela dava uma dica e quem adivinhasse o que era, poderia ir embora.

A professora deu a primeira dica:

— Qual é o bicho que faz miau?

A Mariazinha respondeu:

— É o gatinho professora!

— Muito bem, pode ir para casa!

Nesse momento, o Joãozinho que estava no fundo da sala mascando chicletes fez uma bola e estourou-a!

— Qual é o bicho que faz au au? — continuava a professora.

— O cachorro! — respondeu o Paulinho!

— Muito bem! pode ir...

Novamente o Joãozinho estourou outra bola de chiclete e a professora começou a ficar irritada.

— Qual o bicho que faz mééé?

— O bode professora! — disse a Aninha.

— Muito bem, pode ir para casa!

Nesse instante o Joãozinho fazia uma bola enorme que quando rebentou fez um baita estrondo.

A professora indignada perdeu a paciência e gritou:

— Joãozinho, levanta e cospe!

— É o caralho, professora! Posso ir embora?

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