Piadas de Joãozinho

Um sujeito estava parado na porta de um boteco, quando vê Joãozinho com um cachorro enorme, todo pintado de vermelho, sendo puxado por uma corda amarrada nos seus testículos.

Comovido com o sofrimento do cachorro, o sujeito aborda o garoto:

— O que é isso, meu filho? O que você está fazendo?

— Estou brincando de bombeiro!

Achando que seria mais fácil se entrasse na do garoto, o cara sugere:

— Então, por que você não amarra a corda no pescoço do cachorro? O seu carro vai ficar muito mais rápido!

— Eu sei — responde Joãozinho — mas aí eu fico sem a sirene!

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A professora fala sobre higiene, limpeza, banhos e essas coisas nem sempre muito apreciadas pelas crianças. Ela chama o Joãozinho e pede para ele mostrar as mãos. Ele mostra a mão esquerda que está sujíssima. A professora aproveita a oportunidade para uma lição.

— Aposto que essa é a mão mais suja da escola.

— Perdeu, professora. Veja só a minha direita como está.

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— Oh, mãezinha!

Joãozinho, bem pequeno ainda, discutiu com a mãe. Ficou furioso. Descontrolou-se.

— Sua filha da puta! — disse ele.

— O quê? Quem é filha da puta seu...?

E o Joãozinho meio assustado, meio arrependido abraça carinhosamente as pernas da mãe e diz quase a chorar:

— Sou eu, mãezinha. Sou eu!

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Joãozinho chega perto de um homem que está consertando um rádio e pergunta:

— O senhor é o técnico que conserta telefones?

— Não, menino. Eu sou um técnico que conserta rádios.

— Mas o senhor não conserta telefones?

— Não. Eu só conserto rádios.

— Mas o senhor tem certeza de que não conserta telefones?

— É claro que eu tenho. Eu só conserto rádios.

— E telefone? Por que o senhor não conserta telefones?

O homem começa a ficar impaciente:

— Escuta aqui, ó menino: eu sou radiotécnico e só conserto rádios.

— Mas é que me disseram que o senhor consertava telefones.

Aí o homem perde a paciência:

— Está bem! Eu sou um radiotécnico que conserta telefones. Agora está satisfeito?

— Ah, bom... Então me diga uma coisa: e o que é que o senhor tá fazendo aí com esse rádio?

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A professora estava tendo dificuldades com um dos alunos.

— Joãozinho, qual é o problema?

— Sou muito inteligente para estar no primeiro ano. Minha irmã está no terceiro ano e eu sou mais inteligente do que ela. Eu quero ir para o terceiro ano também!

A professora vê que não vai conseguir resolver este problema e o manda para a diretoria. Enquanto o Joãozinho espera na ante-sala, a professora explica a situação ao diretor. O diretor diz para a professora que ele vai fazer um teste com o garoto, e como ele não vai conseguir responder a todas as perguntas, vai mesmo ficar no primeiro ano.

A professora concorda. Chama o Joãozinho e explica-lhe que ele vai ter que passar por um teste e o menino aceita.

Então o diretor começa:

— Joãozinho, quanto é 3 vezes 3?

— 9.

— E quanto é 6 vezes 6?

— 36.

E o diretor continua com a bateria de perguntas que um aluno do terceiro ano deve saber responder e Joãozinho não comete erro algum. O diretor, então, diz para a professora:

— Acho que temos mesmo que colocar o Joãozinho no terceiro ano.

— Posso fazer algumas perguntas também? — fala a professora.

O diretor e o Joãozinho concordam. A professora pergunta:

— O que é que a vaca tem quatro e eu só tenho duas?

Joãozinho pensa um instante e responde:

— Pernas.

Ela faz outra pergunta:

— O que é que há nas suas calças que não há nas minhas?

O diretor arregala os olhos, mas não tem tempo de interromper...

— Bolsos — responde Joãozinho.

— O que é que entra na frente da mulher e que só pode entrar atrás do homem?

Estupefato com os questionamentos, o diretor prende a respiração...

— A letra "M". — responde o garoto.

A professora continua a arguição:

— Onde é que a mulher tem o cabelo mais enroladinho?

— Na África. — responde Joãozinho de primeira.

— O que é mole, mas na mão das mulheres fica duro?

— Esmalte. — responde Joãozinho sem pestanejar

— O que as mulheres têm no meio das pernas?

— O joelho. — Joãozinho responde mais rápido ainda.

— O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira?

— A cama.

— Qual o monossílabo tônico que começa com a letra C e termina com a letra U e ora está sujo ora está limpo?

O Diretor começa a suar frio.

— O céu, professora.

— O que é que começa com C tem duas letras, um buraco no meio e eu já dei para várias pessoas?

— CD.

Não mais se contendo, o diretor interrompe, respira aliviado e diz para a professora:

— Coloque logo o Joãozinho no quarto ano. Eu mesmo teria errado todas!

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A mando de seu pai Joãozinho vai a mercearia comprar papel higiênico. Chegando lá ele pergunta ao português:

— O senhor tem papel pra limpar o cu?

O português todo constrangido, pois a mercearia estava cheia, o chama de canto:

— Ô Joãozinho, não é assim que se fala, você tem que pedir papel higiênico...

Joãozinho todo educado lhe pede:

— O senhor me vê dois rolos de papel higiênico então.

O português todo feliz por ver que o menino tinha aprendido a lição lhe pergunta:

— É pra embrulhar?

E Joãozinho:

— Não, é pra limpar o cu!

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Dia de prova oral. A professora chama o primeiro aluno e explica as regras:

– Joãozinho! Não sei se você conhece as regras, mas na prova oral você não pode olhar para os lados, nem consultar nenhum material. Pra cada pergunta que eu fizer a sua resposta tem que ser oral. Entendeu?

– Entendi, fessora...

– Então vamos começar: quem descobriu o Brasil?

– Oral...

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Joãozinho vivia no sertão e na cidadezinha que ele vivia, não tinha nenhum médico. Sem contar que ele era a única criança que "estudava"... O filho da sua vizinha estava muito doente, mas não tinha como levá-lo ao médico. Então consultou o "estudioso" Joãozinho.

— Dona Maria, seu filhinho tá com solitária!

— Nossa, menino! Será que meu bebê vai morrer?

— Não, se ele vir aqui fizer um tratamento! Todo dia, traga leite e biscoito! Durante quinze dias! Assim vou matar a maldita!

No primeiro dia, Joãozinho pegou o leite e derramou no bumbum no bebê. Depois, colocou exatamente "lá", os biscoitinhos. E foi repetindo isso até que no décimo quinto dia, disse:

— Dona Maria, amanhã traga apenas o leite e um pedaço de madeira enoooorme!

A mulher não entendeu, mas obedeceu. Chegando lá, Joãozinho derramou como de costume o leite no bumbum da criança. Então esperou um pouco.

— Sim, e agora, para que serve o pedaço de pau?

— Vou usar já já, Dona Maria, para matar a desgraçada!

— Êpa, vai fazer o que esse pedaço de pau?

No mesmo instante, a solitária cansada de esperar,colocou-se pela metade para fora:

— E aí, galera? Beleza, meus chapas? Hoje não tem biscoitinhos não?

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A mãe de Joãozinho estava grávida, então Joãozinho perguntou:

— Mãe, o que você tem na barriga?

— Seu irmãozinho, meu filho!

E Joãozinho diz:

— Você gosta dele?

— Tanto quanto amo você, meu filho!

— Se ama ele, por que você o engoliu?

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A mãe do Joãozinho mandou ele ir comprar maracujá e como truque para não se esquecer ele foi o caminho todo repetindo:

— Maracujá, maracujá, maracujá...

Até que Joãozinho bateu a cabeça num poste e continuou:

— Marajá, marajá, marajá...

Quando chegou na quitanda perguntou:

— Moça tem marajá?

A moça estranha e responde:

— Não! Só tem maracujá!

E o Joãozinho responde:

— Ah, desculpe. É que eu esqueci o "cu" no poste!

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Joãozinho chega chorando na escola e Pedrinho assustadamente pergunta:

— Mas o que aconteceu Joãozinho?

— Ah Pedrinho, meu primo...

— O que ele tem?

Joãozinho ainda mais desesperado responde:

— Ele vai fazer muita falta!

— Por que? Ele falecera?

— Não, virou zagueiro...

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O professor do colégio estava dando uma aula sobre o Amor. Para ilustrar, pede aos seus alunos que deem exemplos de atos de amor.

A Claudinha apresenta o seguinte:

— No dia do aniversário da minha tia, o titio deu a ela uma caixa de bombons!

O Paulinho conta:

— Um dia meu pai chegou em casa com um buquê de rosas para a minha mãe.

Foi quando o Joãozinho pediu para falar:

— No mês passado, meu primo comprou uma moto nova e começou azarar a filha do vizinho. Conversa pra lá, conversa pra cá; ele convenceu a garota a ir dar uma volta de moto. Ela subiu na garupa e eles desceram a rua.

Como a conversa estória estava comprida, o professor pergunta:

— Joãozinho, mas cadê o ato de amor dessa historia?

E o Joãozinho responde:

— Mas eu ainda não terminei! — e toca a história para frente — No fim da ladeira ele virou para pegar a outra rua, só que entrou na mão errada. Quando viu, vinha vindo um ônibus pra cima deles. Assustado ele desgoverna a moto e os dois se arrebentam num muro.

— Mas Joãozinho, onde é que está o ato de amor da sua história? Eu não vi nenhum. — pergunta o professor.

Mas o Joãozinho imediatamente responde:

— É... Eu também não vi o tal ato de amor, mas que eles se fuderam, se fuderam!

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