Piadas de Joãozinho

O professor do colégio estava dando uma aula sobre o Amor. Para ilustrar, pede aos seus alunos que deem exemplos de atos de amor.

A Claudinha apresenta o seguinte:

— No dia do aniversário da minha tia, o titio deu a ela uma caixa de bombons!

O Paulinho conta:

— Um dia meu pai chegou em casa com um buquê de rosas para a minha mãe.

Foi quando o Joãozinho pediu para falar:

— No mês passado, meu primo comprou uma moto nova e começou azarar a filha do vizinho. Conversa pra lá, conversa pra cá; ele convenceu a garota a ir dar uma volta de moto. Ela subiu na garupa e eles desceram a rua.

Como a conversa estória estava comprida, o professor pergunta:

— Joãozinho, mas cadê o ato de amor dessa historia?

E o Joãozinho responde:

— Mas eu ainda não terminei! — e toca a história para frente — No fim da ladeira ele virou para pegar a outra rua, só que entrou na mão errada. Quando viu, vinha vindo um ônibus pra cima deles. Assustado ele desgoverna a moto e os dois se arrebentam num muro.

— Mas Joãozinho, onde é que está o ato de amor da sua história? Eu não vi nenhum. — pergunta o professor.

Mas o Joãozinho imediatamente responde:

— É... Eu também não vi o tal ato de amor, mas que eles se fuderam, se fuderam!

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Um dia o Joãozinho pergunta ao seu pai:

— Pai, como eu nasci?

O pai curto e grosso, responde:

— Eu e a tua mãe estávamos andando e te encontramos num alface.

— E como o meu irmão nasceu?

— Eu e a tua mãe achamos ele em um pé de couve.

A noite o Joãozinho levanta para ir ao banheiro e vê os pais transando. Ele entra no quarto e fala:

— É pai, regando a horta!

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A professora diz para o Joãozinho:

— Joãozinho, cite três partes do corpo que comecem com a letra "z"!

— Essa é fácil, fessôra! É zóio, zouvido e zorelha.

— Ah, é? Por essa resposta eu vou lhe dar uma nota que também começa por "z". Sabe qual é?

— Deixa eu pensar... Já sei, um zoito!

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Na aula de matemática:

— Joãozinho, quanto é um menos um?

— Sei não, fessora!

— Vou dar um exemplo: Faz de conta que em cima dessa mesa tem um pêssego. Se eu comer o pêssego, o que é que fica?

— O caroço, fessora!

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Joãozinho está chorando e o avô vem consolar:

— Por que você está chorando, Joãozinho?

— Eu perdi uma nota de um real.

— Não chore mais. Tome aqui duas notas de um real.

— Buáaááááá!!!

— E agora, meu filho, por que você está chorando?

— Eu devia ter dito que tinha perdido uma de cinco reais...

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Joãozinho entra na sala de aula rindo muito, atrapalhando a aula de tanto rir. A professora então pergunta:

— O que foi Joãozinho, qual o problema? Por que você está rindo tanto?

— Ah, professora, vi uma coisa muita engraçada.

— O que foi?

— Eu vi um gato comendo um rato.

— E o que é que tem? Nunca viu um gato comendo um rato?

— De camisinha, não!

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O Joãozinho entra correndo em casa, pega a mãe, e a tranca no armário por duas horas. Quando ele destranca, ela sai furiosa e grita:

— Seu moleque! Por que me trancou no guarda-roupa?

— Eu só tava salvando a senhora, mãe! Tinha dois homens carregando um piano na rua acima e vim correndo pra salvar a senhora.

— Como assim, Joãozinho? Ficou maluco? Salvar do quê?

— É que eu perguntei onde eles iam enfiar o piano, daí eles me disseram que iam...

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Alguns minutos depois de tocado o sinal, a professora entra na classe, toda afobada, coloca o material em cima da mesa, gira o corpo pra dar início à aula, quando pisa em falso e leva o maior tombo.

Levanta-se rapidamente, ajeita a saia e com um sorriso sem graça, brinca:

— Vocês viram a minha ligeireza?

E o Joãozinho:

— Vimos sim, professora! Só que a gente conhecia isto por outro nome!

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Vendo o boletim do neto com muitas notas vermelhas, o avô resolve dar-lhe um tremendo de um sermão:

— No meu tempo, Joãozinho, eu era o melhor aluno em História. Só tirava nota dez...

— Tudo bem, vô, só que tem um negócio!

— Que negócio, Joãozinho?

— No seu tempo havia 60 anos a menos de História para estudar, né?

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A professora pergunta para a Mariazinha:

— Qual a capital de Sergipe?

Depois de pensar um pouquinho, ela responde:

— Não sei, professora!

E a professora:

— Eu vou lhe dar uma dica: uma parte do nome é uma coisa que a gente come.

Ela pensa mais um pouquinho.

— Já sei! Aracaju!

— Isso mesmo! Parabéns!

E o Joãozinho:

— Eu pensei que fosse Cuiabá, professora!

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