Piadas de Ladrão

Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:

— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.

O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:

— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.

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O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada:

— Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda!

— O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?

— Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!

— Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado?

— Sim, este mesmo!

— Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele... mas ele morreu de quê?

— Comeu carne estragada!

— Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?

— Ninguém... ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.

— Que cavalos?

— Dos seus cavalos puro-sangue! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça d'água.

— Puxando a carroça d'água? Que água?

— Para apagar o fogo!

— Fogo? Onde?

— Na sua casa... uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.

— Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade?

— Foi uma das velas do velório!

— Velório?

— É... o velório da sua mãe... ela chegou lá de madrugada sem avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!

— Ah, meu Deus...

O sujeito não aguentou e caiu duro no chão. O caseiro então comenta:

— Nunca vi alguém gostar tanto de um papagaio...

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O Manuel vinha andando pelo zoológico, que estava visitando pela primeira vez, espantado com os bichos estranhos que via ali. O bicho-preguiça, por exemplo, que o Manuel achou que tinha as patas viradas para cima...

Pois o Manuel ia comendo amendoim pelo caminho, quando passa pela jaula do elefante. Intrigado, o Manuel se aproxima:

— Ora raios e coriscos, onde ficara a cabeça deste animal?

Quando o elefante vapt e toma-lhe o saco de amendoins com a tromba e o enfia na boca. Dali a alguns minutos estava o Manuel na sala da gerência do zoológico, exigindo que o elefante fosse imediatamente tirado de exibição.

— E uma afronta! — dizia o Manuel — Um duplo mau exemplo!

— Duplo? — Perguntou curioso o gerente.

— Além de ladrão, pervertido! — respondeu o Manuel — Roubou-me o saco de amendoins com o rabo e nem lhe conto onde o enfiou!

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O ladrão avança em silêncio pela casa.

— Jesus está vendo você — diz uma voz.

O ladrão se detém, apavorado. Olha ao redor, em desespero. Num canto escuro, vê uma gaiola com um papagaio dentro e pergunta à ave:

— Foi você quem disse que Jesus está me vendo?

— Foi — responde o papagaio.

O ladrão, aliviado, pergunta:

— Qual é o seu nome?

— Moisés.

— Que nome ridículo para um papagaio. Quem foi o idiota que pôs esse nome em você?

— O mesmo que pôs o nome de Jesus no rottweiler.

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A loura gostosíssima vai à Delegacia dar queixa de roubo de um brilhante.

— Como foi o roubo? — Pergunta o delegado.

— Eu estava voltando para casa, de metrô.

— Bom, e onde estava o brilhante?

— Por dentro da minha blusa, bem no decote...

— E a senhorita não sentiu a mão do ladrão?!

— Bom, doutor, sentir eu senti, Só que pensei que ele estava com boas intenções.

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