Piadas de Loucos

O rapaz, excelente funcionário de uma lojinha pequena, reclama com o patrão:

— Seu Osvaldo, o senhor me desculpe, mas assim não dá! Somos eu e o Jonas para cuidar da loja. Só que eutrabalho que nem um louco, enquanto ele fica lendo o jornal o ia inteiro. Além do mais, ele ganha o dobro do que eu!

— O Jonas é meu filho! — protesta o dono da loja.

Indignado, o rapaz responde:

— Sim... e qual a diferença?

Calmamente, o patrão diz:

— É simples. A diferença é que a sua mãe não me põe para dormir no sofá se você trabalhar demais.

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Em um belo dia ensolarado, os diretores de um hospício decidiram liberar a piscina para os loucos nadarem, e ficaram do alto de um prédio apenas observando o comportamento.

Quando todos estavam se divertindo, um deles começou a se afogar. Do nada surge outro louco, que tira sua camisa e pula na piscina e salva seu amigo. No dia seguinte os diretores do hospício vão falar com o herói:

— Viemos te parabenizar por você ter salvo a vida do seu colega... mas infelizmente ele se matou enforcado no varal.

— Não se matou não. É que ele estava todo molhado, então coloquei ele pra secar no varal!

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Todo ano acontecia uma competição no hospício para ver qual louco conseguia bater palmas.

O primeiro louco chegou, deu um nó entre os braços e não conseguiu.

O segundo chegou, suando frio, com muito esforço bateu na própria cabeça.

O terceiro chegou, enquanto isso todos olhavam ansiosos, pois, era o campeão do ano anterior que estava no palco. Com muita facilidade ele bateu palmas... então todos os louco o aplaudiram.

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O português foi pro Japão e comprou um par de óculos cheio de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas. Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas, ele se encanta. Põe os óculos, pelada. Tira os óculos, vestidas. E assim foi Manuel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a Maria, sua mulher.
Quando chega em casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada. Abre a porta e vê Maria e um homem no sofá pelados. Tira os óculos, pelados. Põe os óculos, pelados. Tira, pelados. Põe, pelados.

E Manuel diz:

- Puta que pariu! Essa merda já quebrou!

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Um louco pensava ser um milho. Toda vez que perguntavam a ele o que ele era, ele dizia:

— Sou um milho!

Foi para o Sanatório para se recuperar e depois de 6 meses, estava praticamente recuperado. O agora ex-louco foi conduzido a sala do diretor do sanatório, onde o diretor perguntou:

— O que você é?

— Sou um homem, diretor!

— Tem certeza?

— Perfeitamente!

— Parabéns! Você está curado, pode ir para casa!

E o louco sai do sanatório todo satisfeito. Minutos depois ele retorna desesperado e ofegante, fechando a porta rapidamente, tentando mante-la fechada. O diretor vendo aquela cena pergunta:

— O que houve, rapaz?

— Tem uma galinha lá fora!

— Mas você não é um milho!

— Eu sei doutor, mas será que a galinha sabe?

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Em um daqueles testes de sanidade, o doutor pergunta ao primeiro louco:

— O que o senhor faria se ganhasse 1 milhão de reais?

— Eu ajudaria minha mãe que está muito doente e compraria um bom sítio na Bahia!

O doutor libera o homem e analisa o segundo louco com a mesma pergunta, então o louco responde:

— E investiria nos meus estudos, compraria uma casa na praia e viajaria pelo mundo...

O médico libera o moço e observa que o terceiro louco está pelado olhando para baixo com um espelho entre as pernas. O doutor fica espantado mas mesmo assim faz a mesma pergunta:

— E o senhor, o que faria com 1 milhão de reais?

— Seu Doutor, eu compraria outro cu, porque o meu tá furado!

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Um papagaio está dando umas voltas e se surpreende com um velho amigo, também papagaio, agora todo enviadado:

— Que é isso, cara? — Grita ele, bravo.

— O que foi, louro? Nunca viu não, é?

— É você mesmo, Zé?

— Zé não! Agora meu nome é Josefa! Muito prazer!

— Sai pra lá, Zé! Tá louco!? Usando batom no bico, com uma mecha das penas tingida de loiro...

— Fiz luzes! Você gostou?

— Cê tá horrível, cara! Fica aí rebolando, falando com essa voz fina, desmunhecando a asa! Posso saber o que aconteceu com você?

— É muito simples, cansei desse negócio de ficar dando só o pé!

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Dois loucos estão num quarto escuro do hospício, brincando com uma lanterna. Um deles aponta a luz para o teto e diz:

— Aposto que você não consegue subir até o teto, se agarrando na luz!

— Você acha que eu sou trouxa, é? Se eu fizer isso, quando eu estiver na metade, você desliga a lanterna e eu me esborracho no chão!

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Um caminhão que vem transportando os loucos de um hospício para o outro vira na pista. O médico que vinha na cabine com o motorista sobrevive, vê vários loucos feridos e se desespera, chama pelo motorista, mas o motorista estava morto. Então vê um louco saindo dos destroços e chama-o para ajuda-lo a separar os mortos dos vivos. O médico explica para ele:

— Quando eu disser que está morto você joga no buraco, se eu disser que está vivo você deita ele no chão.

Então o médico começa a examinar os loucos... Após analisar o primeiro ele diz:

— Morto!

O louco joga no buraco. O médico analisa o próximo e diz:

— Vivo!

E o louco deita o outro no chão, até que o médico diz novamente:

— Morto!

O louco pega o corpo nos braços e o leva para jogar no buraco, quando escuta um gemido do louco que está em seus braços:

— Me ajude, me ajude, eu ainda estou vivo...

E o louco responde:

— Deixa de conversa! Quer saber mais que o doutor?

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O marido, como todos os maridos, tinha lá seus códigos com a mulher. Uma noite, louco para transar, pede para o filho levar uma mensagem à mãe:

— Diga a ela que eu quero "escrever uma carta".

Minutos depois, o garoto volta:

— Ela mandou dizer que não dá, porque "a fita da máquina está vermelha".

Passados aqueles tais dias críticos, o menino traz ao pai nova mensagem codificada:

— A mamãe mandou avisar que, se o senhor quiser escrever aquela carta, tudo bem: "A fita já está azul outra vez."

— Ah, diz para ela que agora eu já escrevi à mão mesmo!

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Um homem estava passando na frente de um hospício, quando de repente olha para o muro e vê a metade da cabeça de um louco olhando para ele. O louco então fala:

— Eu vou te pegar!

O homem nem liga e continua andando. O louco fala de novo:

— Eu vou te pegar! Cuidado!

O homem fica meio apreensivo e apressa o passo, até que ele fala de novo:

— Eu vou te pegar! — e então pula o muro do hospício.

O homem corre e o louco segue atrás. Começa uma verdadeira perseguição, o homem fugindo do louco e o atrás dele cada vez mais perto. Até que chega uma hora em que o homem se vê encurralado num beco sem saída, e o louco vai chegando cada vez mais perto. Então o homem fica desesperado e começa a gritar:

— Por favor não me mate! Por favor!

O louco chega perto do homem, toca nele e diz:

— Te peguei, agora tá com você! — e sai correndo...

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O pai estava bebendo cerveja, comendo amendoim e vendo TV na sala, vigiando a filhinha que namorava na varanda. Sono chegando, cerveja fazendo efeito, ouvido começa a coçar e o babaca começa cutucar o ouvido com um amendoim até que a casca do amendoim quebra e o caroço de amendoim entala no ouvido.

Ele fica desesperado, começa a tentar tirar o amendoim com o dedo e empurra mais prá dentro. Pega uma tampinha de caneta Bic e merda, o amendoim entrou mais ainda. Nisso o sujeito já estava louco, gritando, chamando a mulher, que veio correndo, que apavorou e já queria levar o maridão bêbado para o hospital, mas ele não queria.

— Sou um cara de posição, não posso me expor ao ridículo, etc...

A filha e o namorado entram na sala pra ver o que estava acontecendo.

— Pai, que é isso! Que vergonha!

O namorado da filha diz:

— Calma, que eu dou um jeito! Quando era escoteiro, era eu que socorria os amigos!

O entalado, que estava sem graça, apavorado, e agora puto com aquele sujeitinho dando palpite, acabou aceitando ajuda.

O sujeitinho mete dois dedos no nariz do sogrão, e diz:

— Fecha a boca e sopra pelo nariz com bastante força!

E não é que o maldito amendoim saiu do ouvido? O namoradinho sai todo convencido, a filha toda apaixonada, e a mulher encantada com o eficientíssimo rapaz, diz pro maridão:

— Viu que gracinha? Tão calmo, tão controlado nas emergências. O que será que ele vai ser?

E o maridão responde:

— Pelo cheiro dos dedos dele, vai ser ginecologista!

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O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:

— Qual foi seu último salário?

— Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.

— Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!

— Jura?

— Que carro o senhor tem?

— Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!

— Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!

— Jura?

— O senhor viaja muito para o exterior?

— Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...

— Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...

— Jura?

— E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.

Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um cachorro uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!

— Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?

— Si, sim, sim, so, so, sou eu...

A multidão não resistiu...

— Ooooohhhhhhhhhhhhh!

— Telegrama para o senhor...

Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...

— E agora? Quem vai pagar essa festa toda?

Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:

— Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!

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No hospício, resolve-se fazer uma limpa nos loucos. Então os médicos resolvem encher a piscina de areia e avisam-nos que poderiam nadar. Isso para mandar pra casa os que já estão bons. Ao abrir o portão, todos os loucos pulam na piscina. Só um fica de fora. Então os médicos surpresos resolvem perguntar o por que dele não ter pulado.

— Por que você não esta se divertindo com os outros?

Então o louco responde, sentado ao lado da piscina:

— Eu sou o salva-vidas.

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