Piadas de Loucos

Depois de 6 meses viajando, o marinheiro desembarca no porto. Louco pra afogar o ganso ele vai até um forró animado que tem ali perto. Encontra uma morena fenomenal, puxa ela pra dançar e, no meio da música, diz no ouvido dela:

— Vamos dar uma trepada?

A moça dá o maior tapa na cara do marinheiro que vai desabafar pro barman. Ele aconselha:

— Olha cara, aqui é um baile decente, você não pode chegar desse jeito. Você tem que ser educado, tem que ir devagarinho, começar a conversar, paquerar...

— Pô! Mas eu vou falar o quê?

— Ué, você não é marinheiro? Fala das viagens que você fez, dos lugares que conheceu...

O marinheiro agradece os conselhos e tira outra garota pra dançar.

No meio da dança ele pergunta:

— Você conhece a África?

— Não... — responde a moça.

— Que pena... Mas então, vamos dar uma trepada.

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Três sujeitos estavam no andaime lavando os vidros de um grande edifício, quando um deles deu um gemido, virou para os outros dois e disse:

— Ai, preciso cagar e vou cagar aqui mesmo!

— Você é louco? Vai sujar todo mundo lá embaixo! — disse o mais precavido.

— Não tô agüentando mais, não dá tempo de descer!

— Então bate na janela e peça pra alguém deixar você usar o banheiro. — aconselhou novamente o amigo.

Assim ele fez e quando abriram a janela, ele voou pro banheiro!

Quando ele estava tranqüilo batendo aquele barro quando ouviu uma gritaria danada. Ao sair, viu que o andaime tinha quebrado e seus dois colegas se espatifaram.

Dia seguinte, no velório, estavam os amigos, o sobrevivente, sua esposa e as viúvas inconsoladas, quando chega o dono da Empresa e diz às viúvas:

— Sei que foi uma perda irreparável, mas posso pelo menos tentar aliviar o sofrimento das senhoras. Sei que vocês pagam aluguel e por este motivo darei uma casa pra cada uma. Sei também que vocês dependem de ônibus, por isso darei um carro para cada uma. Quanto aos estudos de seus filhos, não se preocupem mais: será por conta da Empresa até a faculdade.

A mulher do felizardo não se contendo mais falou no ouvido do marido:

— E o bonitão cagando, né?

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O cara era louco pra levar aquela loira gostosona pra cama. E por mais que ele insistisse ela nada. Depois de pedir umas mil vezes, ela aceita, mas impôs uma condição:

— Só se você fizer um exame e prove que não tem AIDS.

O cara se animou todo. Primeiro, porque sabia que não tinha, segundo por saber que a mina, além de gostosa, se preocupava com a saúde.

Ele correu ao laboratório e, após terem tido a comprovação concreta de que o cara não tinha AIDS, foram a um motel.

Depois de cerca de duas horas de sexo maravilhoso e selvagem, que ele se deu ao luxo de fazer sem culpa e sem camisinha, a loira agradeceu:

— Desculpe por ter pedido que você fizesse o exame... É que eu morro de medo de pegar AIDS de novo!

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Fascinado por carros, o sujeito acaba de comprar uma Ferrari. Louco para testar o seu possante motor, pega uma estrada e logo está a quase 200 km por hora. Neste instante, olha pelo retrovisor e vê um camponês numa bicicleta, a poucos metros de sua traseira. Espantado, ele afunda o pé no acelerador e vê o camponês ali, colado.

Momentos depois, boquiaberto, ele vê o sujeito na bicicleta ultrapassá-lo feito uma bala. Pisa no acelerador novamente, ultrapassa o ciclista, mas logo em seguida, este toma a dianteira.

Irritado, encosta no acostamento, nesta hora o ciclista pára ao seu lado e diz, desesperado:

— Graças a Deus o senhor parou! A porcaria do meu suspensório ficou presa no seu retrovisor.

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No hospício, o louco estava jogando paciência, quando um outro parou e ficou observando-o por alguns instantes.

— Ei , você está roubando! — comentou o bicão.

— Sim, mas não conta pra ninguém!

— Mas você nunca descobre?

— Não, eu sou muito esperto!

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Dois loucos tomavam sol na beira da piscina do manicômio até que um deles se jogou na água e afundou. Mais do que depressa o seu amigo, num ato heróico, pulou para salvá-lo.

No dia seguinte o diretor do manicômio foi falar com o "louco salva-vidas":

— Meu rapaz, eu tenho duas notícias para lhe dar! Uma boa e outra ruim: A boa é que você finalmente vai ter alta! Você salvou uma vida e então nós concluímos que você está curado!

O louco deu um sorriso de agradecimento.

— A notícia ruim é que o rapaz que você salvou ontem se enforcou!

— Não Doutor, ele não se enforcou...

— Como não? Nós o encontramos enforcado com o seu próprio cinto, hoje de manhã!

— Ah, mas fui eu que pendurei ele pra secar!

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No meio da madrugada, o dono do bar é acordado pelo barulho do telefone.

— Alô! — atende, preocupado!

Do outro lado, ele ouve a voz pastosa de um sujeito:

— Ô moço... me diga uma coisa... a que horas que abre o bar.

— As oito horas — respondeu ele rispidamente e desligou. — Mas que ousadia, me acordar para perguntar que horas que o bar vai abrir.

Dez minutos depois o telefone toca novamente:

— Ô moço... eu entedi direito? O bar só vai... abrir às oito horas?

— Sim, senhor, às oito horas. — e bate o telefone, novamente.

Cinco minutos depois, o telefone toca novamente:

— Ô moço... mas não dá pra senhor abrir... um pouco antes?

— Não, não dá! O senhor não consegue esperar até as oito?

— Bem... conseguir eu consigo, mas eu estou trancado dentro aqui desde ontem... e tô louco pra ir embora!

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A mulher foi ao médico:

— Doutor, o meu marido está completamente louco! Vira e mexe ele começa a conversar com o abajur!

— E o que ele diz?

— Eu não sei!

— Como não sabe? A senhora não disse que viu ele conversando com o abajur?

— Não, eu não disse isso... eu disse apenas que ele conversa com o abajur.

— Mas, então, como foi que a senhora descobriu?

— Foi o abajur que me contou!

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Dois amigos conversando:

— Sabe o que eu dei de aniversário pra minha mulher?

— Claro que não, né! — respondeu o amigo, impaciente — O que você deu?

— Um anel de brilhantes!

— Caramba! Você deve ter gasto uma fortuna! Por que você não deu uma coisa mais barata pra ela? Uma TV, por exemplo!

— Tá louco? Onde é que eu ia arrumar uma TV falsa?

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Claudinei era casado com uma mulher loira, de olhos azuis, um corpão... Uma mulher de parar o quarteirão. E o pai de Claudinei, Seu Alcides, tinha a maior fama de velho tarado.

Certo dia Seu Alcides foi até a casa do filho e a mulher atendeu a porta vestindo uma camisola transparente. O velho ficou louco e, pra completar, Claudinei não estava em casa.

— É hoje — pensou ele.

Depois de insistir por alguns minutos ele estava na cama com a nora. Ela estava se sentia um pouco culpada, mas o velho era bom no xaveco.

Pra tirar e culpa ele ficava repetindo, enquanto fazia o trabalho:

— Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora... Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora!

Ele estava empolgadíssimo e cada vez repetia com mais vontade:
– Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora! Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora!

E assim foi se repetindo, até que Claudinei surpreendeu Seu Alcides, por trás, dizendo:

– Entra e sai! Não faz mal que é meu pai! Entra e sai! Não faz mal que é meu pai!

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A família inteira estava no carro voltando do feriadão na praia. Quase chegando em casa, um policial rodoviário manda o carro parar:

— Por favor, os documentos, do senhor e do veículo. Sabia que estava a cento e quarenta por hora e que a velocidade permitida aqui é apenas noventa?

— Não seu guarda, eu estava a noventa, tenho certeza disto.

A sogra, sentada no banco de trás entre as crianças, começa a participar da conversa:

— Ah, Paulo Ricardo, que é isso! Você estava a 140 ou mais!

O cara olha para a sogra vermelho de raiva. O policial continua:

— E sua lanterna direita não está funcionando...

— Minha lanterna? Nem sabia disso. Acho que queimou durante a viajem.

E a sogra corrige:

— Ah, Paulo Ricardo, que mentira! Faz quase um mês que você está falando que precisa trocar a lâmpada da lanterna!

O cara fica quase louco e faz sinal à sogra para ficar quieta. O policial:

— E o senhor está sem o cinto de segurança.

— Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!

— Ah, Paulo Ricardo, mentindo de novo? Você nunca usa o cinto!

O cara explode e grita com a velha:

— Cacete! Dá pra calar a boca?

O policial chega perto da janela da sogra e pergunta:

— Esse sujeito sempre grita assim com a senhora?

E a sogra que colabora responde:

— Não, não senhor, seu guarda. Só quando bebe!

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O louco se atira do terceiro andar do hospício. Logo, junta uma multidão em volta dele e um sujeito, percebendo que ele ainda está vivo, pergunta:

— O que aconteceu, cara?

E o louco:

— Não sei! Eu tô chegando agora!

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Um bêbado chega em casa e vê a mesa toda desarrumada com alguns restos de comida do dia anterior.

Morrendo de fome ele resolve fazer uma boquinha, ou melhor, devorar tudo que vê pela frente. Como o seu estado não era dos melhores ele acaba comendo um pequeno rato que estava em cima na mesa. Percebendo a burrada que fez, ele sai a procura de um hospital.

Depois de rodar alguns quilômetros em zigue-zague ele vê um muro branco, estaciona e entra correndo, sem saber que aquilo na verdade era um hospício.

— Me ajuda, Doutor! — ele grita para o primeiro homem vestido de branco que vê — Eu engoli um rato, Doutor! (hic) O que eu faço?

Então o louco de plantão resolveu examinar o bêbado e lhe prescreveu uma receita.

O bêbado saiu de lá e foi direto pra farmácia.

— Seu farmacêutico! — gritou ele, entrando no estabelecimento — Eu engoli um rato (hic) e o médico me deu essa receita! Traz esse remédio pra mim! (hic) Urgente!

O farmacêutico olhou pra receita e começou a rir.

— O que foi? — perguntou o bêbado — Tá rindo do quê, cara?

— Olha só o que tá escrito na receita! — disse ele, sem parar de rir — "Tomar um gato de duas em duas horas e colocar uma ratoeira na bunda!"

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Três amigos foram para o pantanal para desestressar. Um deles era médico, o outro botânico e o terceiro, coitado, era cômico.

No meio da selva, eles encontraram um índio e, tentando esconder o medo de serem devorados ou coisa assim, eles puxaram conversa:

— Bom dia, seu Índio! — disse o médico — Nós somos de Brasília!

— Brasília ser cidade feia! — disse o Índio — Brasília queimar índio!

Os três viajantes, que já tinham esquecido do caso do índio queimado em 97, ficaram com medo que o nativo quisesse descontar a raiva neles então tentaram se enturmar mais:

— Mas nós não somos maus, seu Índio! — disse o botânico.

— É nós somos legais! — disse o cômico — Nós viemos aqui pra respirar ar puro, relaxar, curtir a natureza...

— O que vocês fazer no Brasília? — perguntou o índio, ainda desconfiado.

— Eu sou cômico! — disse o cômico.

— Eu sou botânico! Eu sou médico! — disseram os outros.

O índio ficou pensativo por alguns instantes e disse:

— Comicu? Botanicu? Medicu?

— Isso mesmo! — concordaram os três.

Então o índio pulou no rio e saiu nadando que nem louco. Depois que estava há uns 20 metros de distância, ele gritou:

— Se vocês ser comicu, botanicu e medicu... Índio ser salvacu!

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O sujeito desabafa no psiquiatra:

— Ai, Doutor... Eu tô ficando louco! Minha mulher é loira, tem 1.70 de altura, olhos verdes, seios fantásticos... Uma delícia!

— Até aí não vejo problema nenhum! — diagnostica o psiquiatra.

— Calma, Doutor... Deixa eu terminar... Ela tá me deixando maluco porque todas as noites vai no Bar do Pedro e dá o maior mole pra todos os homens! Vai pra cama com o primeiro homem que falar com ela! Eu não tô agüentando isso, Doutor! Pelo amor de Deus, o que eu faço?

— Relaxe! — aconselha ele — Respire fundo... E agora, diga pra mim, aonde exatamente fica esse Bar do Pedro?

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