Piadas de Médicos

O sujeito vai ao médico desesperado:

— Doutor, tenho um sério problema de ejaculação precoce.

— Não se preocupe, eu tenho um ótimo método para curar isto. O senhor tem alguma arma?

— Tenho um revólver 38... Mas por que a pergunta?

— Eu tenho uma tática que sempre dá certo: Quando estiver fazendo amor com sua esposa e sentir que vai ejacular, o senhor dá dois tiros pra cima. Assim a cabeça desanuvia um pouco e o senhor não ejacula tão precocemente!

O sujeito acha um pouco estranho, mas agradece e resolve tentar, afinal tudo é válido para satisfazer sexualmente a sua esposa.

Um mês depois ele volta ao consultório e o doutor o recepciona:

— E então, a terapia deu certo? — pergunta o doutor.

— Que nada. Foi um desastre!

— Como? O que aconteceu?

— Uma noite eu cheguei em casa e a minha mulher estava cheia de fogo, pelada na cama.

Nós começamos fazendo um 69. Quando eu senti que ia gozar, fiz como o senhor mandou, peguei o revólver e dei dois tiros pra cima.

— E então? — pergunta o médico, curioso.

— Aí minha mulher tomou um susto, mordeu meu pinto, peidou na minha cara e pra completar saiu de dentro do armário um cara gritando:

— Não me mate! Não me mate!

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O sujeito tinha um pau deste tamanhinho e resolve procurar um médico. Após um rápido exame o doutor anuncia:

— Tenho boas e más noticias.

— Me dá logo a boa, doutor! — diz o rapaz ansioso.

— Seu pênis vai ficar enorme, vai engrossar quase o dobro e aumentar uns dez centímetros.

— Que maravilha! E qual é a má notícia?

— É maligno!

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A bichinha vai ao médico, este encosta o estetoscópio em suas costas e diz:

— Por favor, diga 33!

— Trinta e três! — responde a bichinha, com voz afetada.

— Muito bem, — ele muda a posição do estetoscópio. — Novamente.

— Trinta e três!

O médico coloca o estetoscópio no peito do seu cliente:

— Diga 33!

— Trinta e três!

— Ótimo! Mais uma vez!

— Trinta e três!

— Perfeito, agora vamos examinar a próstata!

A bichinha se põe de quatro, abaixa as calças e o médico mete o dedo no rabo dela.

— Diga 33! — diz ele, descuidado.

— Um... dois... três... quatro...

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Um bêbado chega em casa e vê a mesa toda desarrumada com alguns restos de comida do dia anterior.

Morrendo de fome ele resolve fazer uma boquinha, ou melhor, devorar tudo que vê pela frente. Como o seu estado não era dos melhores ele acaba comendo um pequeno rato que estava em cima na mesa. Percebendo a burrada que fez, ele sai a procura de um hospital.

Depois de rodar alguns quilômetros em zigue-zague ele vê um muro branco, estaciona e entra correndo, sem saber que aquilo na verdade era um hospício.

— Me ajuda, Doutor! — ele grita para o primeiro homem vestido de branco que vê — Eu engoli um rato, Doutor! (hic) O que eu faço?

Então o louco de plantão resolveu examinar o bêbado e lhe prescreveu uma receita.

O bêbado saiu de lá e foi direto pra farmácia.

— Seu farmacêutico! — gritou ele, entrando no estabelecimento — Eu engoli um rato (hic) e o médico me deu essa receita! Traz esse remédio pra mim! (hic) Urgente!

O farmacêutico olhou pra receita e começou a rir.

— O que foi? — perguntou o bêbado — Tá rindo do quê, cara?

— Olha só o que tá escrito na receita! — disse ele, sem parar de rir — "Tomar um gato de duas em duas horas e colocar uma ratoeira na bunda!"

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Três amigos foram para o pantanal para desestressar. Um deles era médico, o outro botânico e o terceiro, coitado, era cômico.

No meio da selva, eles encontraram um índio e, tentando esconder o medo de serem devorados ou coisa assim, eles puxaram conversa:

— Bom dia, seu Índio! — disse o médico — Nós somos de Brasília!

— Brasília ser cidade feia! — disse o Índio — Brasília queimar índio!

Os três viajantes, que já tinham esquecido do caso do índio queimado em 97, ficaram com medo que o nativo quisesse descontar a raiva neles então tentaram se enturmar mais:

— Mas nós não somos maus, seu Índio! — disse o botânico.

— É nós somos legais! — disse o cômico — Nós viemos aqui pra respirar ar puro, relaxar, curtir a natureza...

— O que vocês fazer no Brasília? — perguntou o índio, ainda desconfiado.

— Eu sou cômico! — disse o cômico.

— Eu sou botânico! Eu sou médico! — disseram os outros.

O índio ficou pensativo por alguns instantes e disse:

— Comicu? Botanicu? Medicu?

— Isso mesmo! — concordaram os três.

Então o índio pulou no rio e saiu nadando que nem louco. Depois que estava há uns 20 metros de distância, ele gritou:

— Se vocês ser comicu, botanicu e medicu... Índio ser salvacu!

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O médico liga para o paciente.

— Alfredo, seus exames ficaram prontos.

— E aí, doutor? Tudo bem?

— Bem nada, rapaz! Tenho duas notícias para te dar: uma ruim e uma péssima.

— Diz logo, qual a ruim?

— Você tem apenas 24 horas de vida!

— 24 horas? Meu Deus, não pode ser! — e depois de alguns segundos.

— E a péssima?

— Tentei te ligar ontem o dia todo, mas só dava ocupado!

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Numa escola primária, uma das turmas tirou uma foto da classe.

A professora queria convencer os alunos a comprarem uma cópia da fotografia e tentou vender seu peixe:

— Já pensaram como será daqui a uns anos? Vocês olhando a foto e dizendo "Ali está a Joana, agora é advogada!" ou "Olha o Luís, que agora é médico!".

Nessa hora um aluno grita no fundo da sala:

— E ali está professora, que agora está morta!

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O gaúcho, muito macho, foi fazer o seu exame de próstata. A sala de espera estava lotada de homens que, como ele, estavam condenados à maior humilhação da vida de um macho. Depois de entrar na sala e ficar de quatro em cima da mesa o médico colocou a luva e — pimba! — tacou o dedo pra dentro.

— Ai, tchê! — gemeu o gaúcho.

— Está doendo? — perguntou o médico.

— Eu não tô agüentando, Doutor... Eu vou gritar!

— Olha, eu acho melhor você se segurar! A recepção está lotada de pacientes e vai ficar uma situação embaraçosa...

— Bah! Mas eu não estou agüentando, Doutor! Vou gritar! Vou gritar!

— Calma, rapaz... Já está acabando...

— Mas eu não agüento, Doutor... Eu vou gritar! Eu vou gritar...

O doutor, já ficando de saco cheio de toda essa ladainha, consentiu:

— Então grita!

E o gaúcho:

— Bah! Mas que coisa deliciosa, tchê!

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— Tô gamadão em você, enfermeira! — disse o paciente para a enfermeira mais gostosa do hospital — Por mim eu nem saía mais desse hospital! Nem quero ficar bom!

— E não vai ficar bom mesmo! — advertiu ela — Sabe aquele médico que acabou de ver você passando a mão na minha bunda? É o meu marido!

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Aquele sujeito teve uma de suas pernas amputadas. No dia seguinte o médico vai visitá-lo:

— Tenho uma notícia boa e uma ruim!

— Me dê primeiro a ruim, doutor!

— Nós lhe amputamos a perna errada.

— Ah, não! E qual é a notícia boa?

— A outra perna está bem melhor.

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O sujeito é apresentado a um médico numa festa. Começam a conversar e de repente o médico vira-se para ele e pergunta:

— Eu já não tirei as suas amídalas?

— Não, doutor! Eu ainda as tenho!

— Eu já não tirei o seu apêndice?

— Não, doutor! Quando eu tirei o apêndice ainda morava no interior!

— Você já não foi casado com a Sônia?

— Fui, sim!

— Eu sabia que já tinha tirado alguma coisa de você!

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Aquela senhora, asmática, numa consulta de retorno.

— A senhora está se sentindo melhor? — pergunta o médico.

— Não, senhor!

— A senhora seguiu a minha recomendação de dormir com a janela aberta!

— Sim, senhor!

— E a dor no peito não sumiu?

— Não, senhor! Mas sumiu a televisão e o dvd!

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O sujeito telefona para o médico da família, apavorado:

— Doutor, tô ferrado!

— O que foi? — pergunta o médico, com ar preocupado.

— É que o meu filho pegou uma gonorréia!

— Mas isso não é grave! Atualmente, essa doença é muito fácil de curar!

— Pois é, doutor! Mas acontece que depois ele transou com a empregada!

— Então é bom avisá-la o quanto antes!

— Mas doutor! Acontece que eu também transei com a empregada!

— Tudo bem, então o senhor também vai ter de se tratar!

— É que depois disso, eu transei com a minha mulher!

— Putz! Tá ferrado!

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O sujeito tem um chilique e a família vai correndo chamar um médico. Uma hora depois, o médico sai do quarto sem dizer absolutamente nada.

— E então, doutor? — pergunta a esposa, apreensiva.

— São duzentos reais! — diz o médico, friamente.

— Mas o senhor não vai receitar nada para eu dar a ele?

— Ah, sim! Se amanhã, quando a senhora acordar, ele ainda estiver vivo, dê-lhe um bom-dia!

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