Piadas de Médicos

A gestante chega ao médico e diz:

— Doutor! Nos últimos dias, meu marido resolveu me pendurar no teto para fazermos amor. Eu até cheguei a pensar que fosse alguma tara, mas ele me disse que era recomendação sua.

— Recomendação minha? Eu apenas disse a ele que depois do oitavo mês de gravidez, as relações deveriam ser suspensas!

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Dois gêmeos conversam no útero da mãe:

— E aí, o que você vai ser quando crescer?

— Ah... Eu vou ser médico!

— Pô, maneiro!

— E você?

— Eu vou ser caçador!

— Caçador?

— É...

— Mas por que uma profissão tão diferente se nós somos gêmeos?

— Eu até gosto de medicina, mas eu quero matar essa cobra que vem aqui todo dia me cutucar!

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Depois de alguns dias internado, sem mostrar nenhuma melhora, o paciente recebe uma visita do médico, que tenta animá-lo:

— Meus parabéns! Eu não disse que sua tosse estaria bem melhor de manhã?

— É claro, doutor. Eu passei a noite toda ensaiando!

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Na frente do lojinha do Salim, Papai Noel distribui balas para a garotada. Balas que sobraram do ano passado, diga-se de passagem.

— Olha a balinha!

— Bligado, Papai Noel!

— De nada, o que você vai ser quando crescer, meu filho?

— Vou ser médico!

— Ho, ho, ho! Olha a balinha!

— Bligado, Papai Noel!

— De nada, o que você vai ser quando crescer?

— Vou ser redator do astronauta!

— Ai, ai, ai! Olha a balinha!

— Bligado, Papai Noel!

— De nada, o que você vai ser quando crescer?

— Vô sê puto!

— Não diga isso, meu filho! Pelo amor de Deus! Pode até ser bailarino, mas puto não!

— Mas eu quelo sê puto e ganhar muito dinhelo!

Aí o Papai Noel que já estava estressado com aquela criançada lhe aporrinhando o dia inteiro, manda um cascudo na cabeça do menino.

— Isso é pra você aprender a nunca mais dizer essa bobagem!

O menino abre o maior berreiro e o Vilão Noel pergunta novamente:

— O que você vai ser quando crescer?

— Buáááá... eu vô... sniff... eu vô... sê o Micky!

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George Bush é levado para o hospital em estado grave. Depois de examiná-lo, o médico informa aos que o acompanham:

— Infelizmente, não temos esperanças.

Jeb, irmão de George, pergunta ansioso:

— Doutor, então ele morrerá rapidamente?

— Não — responde o médico — ele sobreviverá.

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A bichinha vai ao proctologista.

— Ai Doutor, estou com uma dor no meu buraquinho...

O médico pede para ele tirar a roupa e ficar de quatro para fazer o exame.

— É aqui? — pergunta.

— Não doutor, é mais lá dentro.

— Aqui?

— Não doutor, é mais lá dentro.

O médico examina mais fundo e encontra um objeto estranho. Começa a tirá-lo.

— Ué... uma flor?

— É para o senhor... com muito amor!

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Num exame de rotina, o médico do hospício pergunta para um dos seus pacientes:

— E então, Napoleão, o que foi que você inventou dessa vez?

— Eu inventei um objeto que permite que você veja através das paredes.

— É mesmo? — pergunta o médico, cético. — E como se chama esse objeto?

— Janela.

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Se você...

Começa o dia sem cafeína, nicotina ou tranqüilizantes;

Come, dia após dia, a mesma comida sem se queixar;

Entende que água é a melhor coisa para lhe matar a sede;

É capaz de ficar indiferente diante da alta do dólar e da inflação;

É capaz de compreender quando todos estão muito ocupados para te atender;

Aceita a crítica;

Acalma sua tensão sem precisar de auxílio médico;

Tem pique para passar noites em claro, numa boa;

Dorme tranqüilamente a qualquer hora, em qualquer lugar;

Relaxa ao final do dia;

Desfruta da carícia de uma mão querida em tua cabeça;

Então, é quase certo que você é...

...o cachorro da casa!

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Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal.

Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado. Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva de um escorpiano, com ascendente em câncer, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. O Rei pediu para que Birbal encontrasse alguém que pudesse preencher estes requisitos e, depois de alguns minutos, ele trouxe Amit. Então Amit, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar à vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo, apertando... Ele fez o que sempre sonhou!

Com seu desejo plenamente realizado e seu libido satisfeito, ele se encontrou com Birbal e se não só se recusou a pagar ao conselheiro como também o escorraçou. Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei, então não quis cumprir o trato das moedas de ouro.

No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei que, imediatamente, mandou chamar Amit!

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A loira entra no consultório e o médico pergunta:

— Então, como estão os banhos que eu lhe receitei?

— Ah, doutor... Eu estou sentindo o corpo um pouco pegajoso...

— Pegajoso? — pergunta o médico, assustado — Como assim?

— Ah, doutor... Acho que é por causa do açúcar...

— Que açúcar?

— Ué, doutor! Você não mandou eu tomar banhos de água doce?

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Ao chegar mais cedo em casa, o sujeito encontrou a mulher nua deitada na cama, com a respiração ofegante.

— O que houve, querida? Você não está passando bem?

— Acho que é um ataque do coração.

Então o marido correu para o telefone para chamar o médico. Nisso, o filho mais novo chegou perto dele e avisou:

— Pai, tem um homem pelado no banheiro!

O marido foi até lá, abriu a porta e deu de cara com o seu melhor amigo.

— Pelo amor de Deus, Alfredo! Minha mulher está tendo um enfarte e você fica por aí assustando as crianças...

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— Qual seu nome?

— Raimundo Nonato, seu dotô.

— Doutor não. Sou um oficial da Legião Estrangeira. Sou um combatente, não um médico. Trate-me por comandante.

— Sim, senhô, seu comandante.

— Por que você está se alistando na legião? Sabe que aqui a vida é muito dura? Poucos aguentam as primeiras semanas e você me parece muito franzino.

— Problema não, seu do... comandante. Eu quero vim pra cá pru que não tenho mais nada na vida. Perdi muié e fios no pau-darara Qui virô quando nóis ia pra Sum Paulo. Em Sum Paulo não arrumei nem imprego di serventi nem nada. Eu num sou home di pidi nada prus otru, di modi qui vim assunta se póssu trabáia aqui. Mi falaru qui a genti ganha pocu mas que cumida num farta. Di trabaio eu num tenho medo i nem di briga também não, se comandante. Si o sinhô quisé ieu posso inté mostra...

— Chega de conversa. De qualquer modo você vai ter que ser aprovado em três testes antes de ser admitido: está vendo aquele vidro? Tem dois litros de óleo de rícino. Você tem que beber tudo de uma só vez, sem deixar nada no fundo. Está vendo aquela jaula? Dentro tem um urso bravo de quase dois metros de altura. Você vai ter que entrar na jaula e apertar a mão do urso. Se passar nestes dois testes, vai para o terceiro, que é ter relações sexuais três vezes seguidas com uma cigana de oitenta anos que não toma banho a mais ou menos dez anos. A primeira relação deve ser normal, a Segunda deve ser anal e a terceira oral. As relações devem ser seguidas, sem intervalo de tempo. Entendeu? Sabe bem do que falei?

— Sei sim sinhô. Mais Filismina num sabi...

— Não quero saber de sua vida íntima passada. Pode começar os testes.

Raimundo partiu para o vidro e, faminto como estava, tomou todo o óleo de uma virada só e correu para a jaula ainda lambendo os beiços. Só pensava que tinha que conseguir o emprego de qualquer jeito. Entrou na jaula e se jogou em cima do urso. Foi uma luta ferrenha que durou mais de quinze minutos. Da luta em si nada poidia se ver, tal a poeira que levantava. O barulho era medonho. Os urros do urso eram apavorantes. De repente, silêncio quase que total, quebrado apenas por gemidos do Raimundo. O resultado não se podia ainda ver por causa da poeira.

Mais uns cinco minutos de gemidos, e a poeira foi baixando. O urso, caído no fundo da jaula, parecia uma vítima de atropelamento. Raimundo, todo arranhado e sorridente, saiu da jaula arrumando suas roupas rasgadas, endireitando as calças e gritou para o comandante:

— Foi trêis viiz, seu comandanti. Agora, cadê a ciganinha pru modi eu apertar a mão dela?

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