Piadas de Médicos

O médico olha para o resultado do exame, torce o nariz, vira-se para o paciente, um sujeito franzino, humilde de dar dó, e fala:

— Huummm... esta sua doença não está me agradando nem um pouco!

E o sujeito, cabisbaixo:

— Sinto muito, seu dotô. Mas eu só tenho esta!

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O sujeito entra no consultório:

— Do-do-doutor, o se-senhor pre-pre-cisa me me aju-ju-dar... essa-sa ga-ga-gueira está me ma-ma-mata-ta-ndo.

Depois de examiná-lo durante alguns minutos, o médico vira-se para ele e diz:

— O seu problema é muito simples, rapaz. Você tem o pênis muito grande. O peso dele força a sua coluna para a frente e isso afeta suas cordas vocais.

— É-é-é me-mesmo?

— Mas isso é muito fácil de resolver. Vamos cortar uns 30 centímetros do seu pênis e tudo ficará resolvido.

O sujeito concorda e duas semanas depois da operação ele volta ao consultório:

— Doutor, o senhor tinha razão. A minha gagueira desapareceu completamente, mas sabe o que está acontecendo agora? É a minha mulher! Ela não consegue mais se satisfazer com o meu pênis atual!

Será que o senhor poderia fazer um reimplante daquele pedaço que foi cortado?

— In-in-fe-felizmente nã-não é po-po-possível!

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O cara estava andando pela rua e viu uma placa dizendo: "Clínica Médica: Tratamos qualquer doença. Resultado garantido ou seu dinheiro de volta em dobro.".

E pensou: "Esses caras tão se achando espertos, vou enganá-los e ainda tirar uma grana".

Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico o recebeu sorridente:

— Pois não, o que o traz até aqui?

— Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi meu paladar, não consigo sentir mais o gosto e nada. Água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto.

E o médico:

— Ah, pois não. Enfermeira, por favor o pote número 13.

E veio o pote cheio de merda. O médico encheu uma colher e enfiou na boca do paciente.

— O que é isso? O senhor me deu merda? Tá doido?

E o médico imediatamente:

— Pronto, recuperou seu paladar, está curado!

O cara saiu puto da vida pensado:

— Desgraçado, me pegou dessa vez, mas agora tenho que recuperar minha grana. Dessa vez vou meter uma infalível!

Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e...

— Ora, ora, o senhor aqui de novo?

E o paciente:

— Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou fazendo aqui?

O médico sem pestanejar:

— Ah, pois não, enfermeira, o pote 13.

— O pote 13 de novo não!

— Maravilha, recuperou a memória, está curado!

E o cara, puto da vida:

Mas que filho-da-puta! Levou meu dinheiro de novo. Não é possível!

Dessa vez não vou dar chance...

Uma semana depois tava ele de novo:

Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez?

— Pois é doutor, estou acabado dessa vez, perdi o tesão. Não tenho mais vontade de comer ninguém. Vejo a Luize Altenhofen, a Carla Perez, a dançarina do Latino e nada... não tenho mais vontade nenhuma.

O médico pensou um pouco e solicitou:

— Enfermeira, o pote...

— Se vier com essa porra de pote 13 mais uma vez vou foder você e essa enfermeira filha-da-puta!

— Pronto, recuperou seu tesão novamente, já está curado!

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O padre está saindo da igreja e surpreende um de seus coroinhas se masturbando.

— Meu filho, não faça isso! Você está cometendo um pecado muito grave!

— Mas por que isso é pecado, seu padre?

— Porque você está matando uma vida. Desses espermatozoides que você está desperdiçando poderia nascer um grande homem, um pai de família honrado, um escritor, um médico...

O menino abaixa a cabeça parecendo arrependido, mas assim que o padre sai, ele volta a se masturbar. E fala baixinho consigo mesmo:

— Tenho a impressão de que esse iria ser um assaltante...

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O caipira entra no consultório médico, com a esposa e 9 crianças à tira-colo, querendo saber um jeito de não ter mais nenhum filho.

— O senhor usa preservativos? — pergunta o médico.

— Preservativo? Qui negócio é esse, Dotô?

Muito prestativo, o médico explicou o que era e até deu algumas camisinhas para o caipira, que saiu de lá feliz da vida.

Seis meses depois, ele volta ao consultório com a esposa grávida, reclamando:

— Seu Dotô! O seu remédio é uma porcaria! Nóis já vamo tê otra criança...

— Mas o senhor usou os preservativos? — perguntou o médico, preocupado.

— Craro que sim, dotô... Eu usava todo santo dia! Só tirava pra mijá e pra trepá!

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O homem entra no consultório do médico:

— Doutor, vim aqui mais por causa da minha mulher que insistiu muito. Eu tenho um certo problema de gases, mas que não tem cheiro algum. Agora há pouco enquanto estava na sua sala de espera já soltei cinco!

— Muito bem. Vou lhe receitar este remédio e o senhor volte daqui há uma semana para continuarmos o tratamento.

Uma semana depois, retorna o nosso paciente gasoso...

— E então, como o senhor está se sentindo?

— Doutor, que remédio é aquele? Continuo com os gases, só que agora eles estão cheirando terrivelmente mal!

— Muito bem! Agora que já curamos sua rinite, vamos tratar do seu problema de gases!

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O casal estava prestes a ter o seu primeiro bebê. Ele estava ansiosíssimo, ela enjoadíssima e cheia de desejos esquisitos. Enfim, tudo estava normal. Só pra animar e dar um motivo pra essa piada, o médico chegou com uma novidade:

— Vocês não vão acreditar! Acabo de inventar uma máquina que transfere toda dor do parto para o pai da criança. Vocês querem experimentar esta novidade?

— Ah, nem pensar — disse ela, preocupada. — o Jorge não sabe o que é a dor de um parto...

— O quê? — zombou o marido — Doutor, pode transferir essa dor pra mim que eu vou tirar de letra! Não vou sem sentir!

Então o médico preparou os equipamentos e iniciou-se o parto. Pra começar, ele transferiu a dor do parto em 10% para o marido, já que ele, teoricamente, os homens não agüentariam tamanha dor.

Porém o marido continuava sentindo-se muito bem e então pediu ao médico que aumentasse a porcentagem de dor transferida para ele. O médico aumentou para 20%, checou a pulsação e a pressão do marido e ficou impressionado com a forma como ele estava reagindo.

Em 50% o marido ainda estava se segurando bem e, vendo que aquilo estava ajudando sua
mulher, pediu ao médico que transferisse para ele toda a dor.

Assim ele fez e o pai da criança, todo orgulhoso, não esboçou grandes reações de dor até o final do parto.

Veio ao mundo um lindo bebê e a mulher, que não sentira nenhuma dor, estava ainda mais radiante do que normalmente estaria.

Pouco tempo depois os pais decidiram voltar pra casa, felizes da vida. O marido ainda zombava com ela sobre a insignificância da dor do parto, tão comentada pelas mulheres, quando eles estavam chegando em casa e se depararam com uma cena chocante: O carteiro, que estava morto em frente ao portão.

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Um homem estava sentido uma forte dor no braço direito e resolveu ir ao médico. Chegando lá, o médico anunciou:

— Estou fazendo uso de uma técnica revolucionária, utilizando um computador de última geração que dá o diagnóstico de qualquer doença pelo exame de urina, que é colocado em um dispositivo da máquina.

O paciente olhou para o médico rindo e disse:

— O senhor me desculpe Doutor, mas eu sou analista de sistemas e nunca ouvi falar nesta nova máquina. Mas, para todos os efeitos, vamos fazer o exame.

O paciente entrou para o banheiro do consultório, e trouxe um vidrinho com a amostra da urina. O médico calmamente colocou uma pequena porção na máquina e em 30 segundos saiu uma fita da impressora com o resultado, que o médico leu em alta voz:

— João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito.

O paciente espantado disse:

— Mas eu nem lhe disse o meu nome... Não é possível... Não estou acreditando neste exame. Gostaria de repeti-lo com uma nova amostra.

O paciente colheu a amostra novamente, passou para o médico que colocou no computador e este deu novamente o resultado. "João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito."

O paciente virou para o médico e disse:

— Doutor, o Senhor não me leve a mal, mas eu gostaria de fazer o exame novamente, mas trazer a urina coletada após o jejum.

O médico concordou e combinou encontrá-lo no dia seguinte, naquele mesmo horário.

Chegando em casa, o paciente pegou o potinho de urina, pediu a esposa para colocar um pouquinho da sua urina no pote, pediu também à filha, pegou um pouquinho do óleo do motor do carro, bateu uma punhetinha e misturou tudo.

Foi para o consultório do médico rindo e pensando:

— Agora eu quero ver se este computador funciona mesmo. Heh, heh, heh, heh!

Ao chegar, o médico pegou a amostra, colocou na máquina e então o resultado demorou um pouquinho mais para sair, cerca de 45 segundos.

O médico então leu calmamente:

— João da Silva, 34 anos, analista de sistemas, corno, filha grávida de 3 meses, o carro vai pifar e da próxima vez que bater punheta, bata com o braço esquerdo, porque o direito está com artrite.

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Dois sujeitos muito ricos viajaram de férias para a selva Amazônica e resolveram caçar no meio do mato. De repente, um deles se apertou e precisou mijar quando inesperadamente foi abordado por uma cobra que acabou lhe dando uma picada naquele lugar. Enquanto gritava de dor, seu amigo pegou o celular e ligou para um médico de família, que certamente iria ajudá-los naquela situação pra lá de complicada.

O sujeito contou a história para o médico e perguntou o que deveria ser feito. Aflito, o doutor respondeu:

— Olha, tem uma solução, mas você tem que ser rápido.

— Fala logo, doutor! O meu amigo está morrendo!

— Bem, a amizade de vocês tem que ser muito forte mesmo, pois é preciso chupar o local da picada para tirar o veneno e então trazê-lo para o Pronto Socorro. Caso contrário, não há chances de vida!

— Está bem doutor, muito obrigado pela ajuda — respondeu ele, desligando o telefone.

— E então? O que o médico disse? — perguntou o amigo, agonizando.

E o outro respondeu:

— Ele disse que você vai morrer!

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Uma linda mulher vai ao psiquiatra porque estava tendo graves problemas em sua vida sexual.

— Olha, doutor... — diz a mulher — por mim eu nem viria. Mas meu marido não está feliz e disse que eu preciso de ajuda.

O médico faz uma série de perguntas sobre a performance da mulher. Ele fica intrigado ao ver que, aparentemente, ela era fogosa e bastante liberal. Já sem muitas perguntas a fazer, o psiquiatra finalmente indaga:

— Você costuma olhar para o rosto do seu marido quando está fazendo sexo?

— Bem, sim, uma vez eu vi.

— E como ele estava?

— Muito zangado — respondeu ela.

Neste momento o psiquiatra sentiu que estava realmente conseguindo algo e disse:

— Acho que estamos tocando num ponto muito interessante. Vamos mais a fundo. Você disse que só viu o rosto de seu marido uma vez enquanto fazia sexo. Isso me parece inusitado. Como foi que aconteceu?

— Ele estava nos espiando pela janela!

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Joãozinho, Pedrinho e Juquinha apostavam quem tinha uma memória melhor.

— Eu consigo me lembrar perfeitamente — gabava-se o Pedrinho — do tempo que a minha mãe me dava de mamar. Se eu fecho os olhos sou capaz de sentir o calor do seu peito.

— Isso não é nada — retrucou Juquinha. — Pois eu me lembro no dia em que eu nasci... Aquele túnel escuro e o médico me segurando pelas pernas.

— Isso não é nada — argumentou Joãozinho. — Eu me lembro de ter ido num piquenique com o meu pai e voltado com a minha mãe!

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Uma mulher foi picada no rosto por abelhas e teve que ir pro hospital, com o rosto todo inchado. No terceiro dia, o médico vai ao quarto dela, examina seu rosto e diz:

— Tenho boas notícias pra você.

— Já estou boa, doutor?

— Quase. Suas rugas já estão voltando...

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A professora pergunta pra Mariazinha:

— Mariazinha, qual é a profissão do seu pai?

— Ele é médico, cura as pessoas!

— Muito bem — disse a professora.

— E você, Zezinho, qual a profissão do seu pai?

— Ele é engenheiro, professora, projeta prédios e casas.

— Muito bem! E você, Joãozinho, o que faz o seu pai?

O Joãozinho, meio encabulado, fica vermelho, abaixa a cabeça e responde com vergonha:

— Ele é stripper numa casa de shows para gays no bairro do Morumbi, professora.

— Como? — Pergunta a professora, incrédula.

— É, professora, ele tira a roupa e fica um monte de gays passando a mão na bunda dele e botando dinheiro na sunga dele.

A professora, meio constrangida, encerra a aula e chama o Joãozinho no particular.

— Joãozinho, é verdade o que você disse sobre o seu pai? Ele me pareceu uma pessoa tão séria e trabalhadora.

— Não, professora, na verdade ele é jogador do Corinthians, mas eu fiquei com vergonha de falar na frente dos meus colegas!

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Um juiz, um médico, um arquiteto e um analista de sistemas estavam contando vantagens sobre as respectivas profissões.

O juiz disse:

— Antes de expulsar Adão e Eva do Paraíso, Deus os julgou. Foi o primeiro julgamento da história e portanto, minha profissão é a mais antiga de todas.

O analista tentou contra-argumentar , mas antes que pudesse falar, o médico disse:

— Sim, mas antes disso, lembre-se que Eva foi criada da costela de Adão. Foi a primeira cirurgia da história e, portanto, a minha profissão é a mais antiga de todas.

O analista de sistemas já ia entrar na briga, mas o arquiteto foi mais rápido:

— Ambos têm razão, mas antes da cirurgia e do julgamento, Deus criou o Universo. Foi o primeiro projeto de arquitetura da história e portanto, minha profissão é a mais antiga de todas. Antes disso só existia o caos.

E o analista de sistemas:

— Arrá! E quem foi que criou o caos?

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O pirralho estava brincando pelo apartamento com um destes balõezinhos de festa de aniversário. Chutava pra cá, chutava pra lá, até que o balão acabou entrando no banheiro e foi cair justamente dentro da privada. Ele chegou, espiou a bola molhada, ficou com nojo e deixou a danada ali mesmo.

Tempo depois o seu pai entra para se "desocupar" e nem notou a bola. Ficou ali, lendo, enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, pelo celular, para o seu amigo que era médico:

— Geraldo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!

— Que isso, Anselmo, cê tá exagerando!

— Que exagerando, o quê, meu! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo! Eu devo estar doente!

— Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!

O médico chega e vai direto ao encontro do amigo, que estava na porta do banheiro esperando.

— Olá, Anselmo, cadê o negócio que vô... Nossa mãe do céu! Que é isso? O que você comeu, criatura?

— Não falei? Agora tá acreditando, né?

— Nossa! Isso é inacreditável!

— E então, será que eu tenho algum problema sério?

— Olha, o melhor é eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!

O médico saca uma pequena espátula e um frasco esterilizado de sua maleta e quando espeta o "bolo" para coletar uma amostra do material... e BUMMM! A bexiga estoura e vôa merda pra tudo que é lado!

Seguem-se instantes de absoluto silêncio. Os dois, embosteados, se olham e, estupefato, o médico berra:

— Puta que pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo nesta vida, mas peido com casca, nunca!

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