Piadas de Médicos

Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Um dia três homens estão esperando sua execução, um advogado, um médico e um engenheiro. O advogado vai ser executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e pára na metade do percurso. O padre, aproveitando a oportunidade, diz imediatamente:

— Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.

O carrasco concorda e o advogado é solto. O médico é o segundo. Mesmo ritual, e quando a lâmina é solta, ela também pára na metade do percurso. O padre, mais do que depressa, pede para libertá-lo e o carrasco também o atende.

Enfim, a vez do engenheiro. O padre o abençoa mas o engenheiro, ao colocar a cabeça no cadafalso, dá uma olhada para cima e diz:

— Ah! Já descobri qual é o problema!

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Nasceu o bebê e a mãe queria vê-lo, mas o médico estava receoso e então falou para ela:

— Seu filho nasceu sem um braço.

E a mãe:

— Oh meu Deus! Meu filho não tem um braço... Mas vou amá-lo assim mesmo, eu quero vê-lo.

E o médico disse:

— Bem... na verdade ele não tem os dois braços.

A mãe desesperada:

— Oh! Mas não tem problema, irei cuidar dele, irei dar comida na boca dele, brincar com ele, não é porque ele não tem os braços que vou deixar de amá-lo.

— Bem... — disse o médico — na verdade ele também não tem uma perna...

E a mãe:

— Mesmo assim doutor... Eu vou amar meu filho mesmo ele sendo perneta.

E o médico:

— Na verdade ele não tem nenhuma das pernas. Minha senhora, para encuntar a conversar, seu filho não tem o tronco.

E a mãe:

— Doutor, traga a cabeça... Quero ver a cabeça do meu filho...

— Minha senhora — falou o médico — Seu filho é somente uma orelha.

— Então traga a orelha... Quero vê-la. — disse a mãe.

O médico trouxer a orelha e a mãe começou a acaricia-la, e a falar:

— Meu filho... Meu querido filho... Mamãe te ama...

E o médico:

— Fala mais alto... Ele é surdo!

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No céu, os anjos separavam os recém-chegados conforme as profissões:

— O próximo!

— Marceneiro.

— Por aqui.

— Próximo!

— Advogado.

— Por aqui.

— Próximo!

— Médico.

— Por favor, fornecedor é pela porta dos fundos!

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Estavam um carioca, um paulista e um baiano no boteco do Mercado Modelo, quando o carioca diz aos outros:

— Mermão, esse cara que entrou aí é igual a Jesus Cristo.

— Tás brincando! – dizem os outros.

— Tô te falando! A barba, a túnica, o olhar...

O carioca levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:

— Mermão, digo, Senhor, tu é Jesus Cristo, não é verdade?

— Eu? Que idéia!

— Eu acho que sim. Aí, tu é Jesus Cristo!

— Já disse que não! Mas fale mais baixo.

— Pô, eu sei que tu é Jesus Cristo.

E tanto insiste, que o homem lhe diz baixinho:

— Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fale baixo e não diga a ninguém, senão isto aqui vira um pandemônio.

— Mas eu tenho uma lesão no joelho desde pequeno. Me cura aí, brother, digo, Senhor!

— Milagres não, pelo amor de Papai. Tu vais contar aos teus amigos, e eu passo a tarde fazendo milagres.

O carioca tanto insiste, que Jesus Cristo põe a mão sobre o joelho dele e o cura.

— Valeu, viu! Ficarei eternamente grato!

— Sim, sim, mas não grite! Vá embora e não conte a ninguém.

Logo em seguida chega o paulista.

— Aí, ô meu! O meu amigo disse-me que és Jesus Cristo, e que o curaste. Tenho um olho de vidro, cura-me também!

— Não sou Jesus Cristo! Mas fale baixo.

O paulista tanto insistiu, que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.

— Ô lôco, meu! Obrigado mesmo!

— Agora vá embora e não conte a ninguém.

Mas Jesus Cristo bem o viu contando a história aos outros dois, e ficou à espera de ver o baiano ir ter com ele. O tempo foi passando, e nada. Mordido pela curiosidade, dirigiu-se à mesa dos três amigos, e pondo a mão sobre o ombro do baiano, perguntou:

— E tu, não queres que...

O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:

— Aê, meu rei! Tira as mãozinhas de mim, que eu ainda tenho seis meses de licença médica!

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Um velho doutor que sempre trabalhara no meio rural, achou que tinha chegado a hora de se aposentar, após ter exercido a medicina por mais de 50 anos.

Ele encontrou um jovem médico para o seu lugar e sugeriu ao novo diplomado que o acompanhasse nas visitas domiciliares para que as pessoas se habituassem a ele progressivamente.

Na primeira casa uma mulher queixou-se que lhe doía muito o estômago.

O velho doutor respondeu-lhe:

— Sabe, a causa provável é que você abusou das frutas frescas... Por que não reduz a quantidade que consome?

Quando eles saíram da casa o jovem disse:

— O senhor nem sequer examinou aquela mulher... Como conseguiu chegar ao diagnóstico assim tão rápido?

— Oh, nem valia a pena examiná-la... Você notou que eu deixei cair o estetoscópio no chão? Quando me abaixei para apanhá-lo, notei que havia meia dúzia de cascas de mangas, um pouco verdes, no balde do lixo. É provável que isso tenha lhe causado as dores. Na próxima visita você se encarrega do exame.

— Humm! Que esperteza! Eu vou tentar empregar essa técnica.

Na casa seguinte, eles passam vários minutos a falar com uma mulher ainda jovem.

Ela queixava-se de uma grande fadiga:

— Eu me sinto completamente sem forças....

O jovem doutor disse-lhe então :

— Você deu provavelmente muito de si para a igreja... Se reduzir essa atividade, talvez recupere um pouco de sua energia.

Assim que deixaram aquela casa, o velho doutor questionou o novato:

— O seu diagnóstico surpreendeu-me... Como é que chegou à conclusão de que aquela mulher se dava de corpo e alma aos trabalhos religiosos?

— Eu apliquei a mesma técnica que o senhor me indicou: deixei cair o meu estetoscópio e, quando me abaixei para o apanhar, vi o padre debaixo da cama!

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Quatro homens estavam discutindo quem tinha o cachorro mais esperto. Um Engenheiro, um Contador, um Químico e um Funcionário Público.

Para se exibir, o engenheiro chama a sua cadelinha:

— Régua T, faça aquilo!

Prontamente, a cadela sobe numa mesa, pega papel, caneta e desenha um círculo, um quadrado e um triângulo. Todos, assustados, concordaram que era uma cadela bastante esperta. Mas o Contador disse que o seu fazia melhor. Chamou sua cadelinha e disse:

— Planilha, vai fundo!

A cadela entrou na cozinha e de lá saiu com 12 biscoitos, os quais dividiu em 3 pilhas de 4. Ainda mais assustados, todos concordaram que aquilo era surpreendente… Mas o Químico disse que a sua era melhor:

— Molécula, vai lá!

A cadela levantou-se, abriu a geladeira, pegou um litro de leite, um copo de 300 ml e colocou exatamente 200 ml de leite nele sem derramar uma gota sequer. Silêncio… Todo mundo ficou abismado. Num instante, alguém virou para o funcionário público e disse:

— E o seu cachorro, o que faz?

— Descanso, sua vez!

Descanso pulou do seu canto, comeu os biscoitos, tomou o leite, fez cocô no papel, transou com as 3 cadelas, alegou que machucou as costas ao fazer isso, protocolou um relatório de dispensa por falta de condições de trabalho e foi para casa o resto do dia por dispensa médica.

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O sujeito vai no médico, com o rabo todo regaçado, e o médico pergunta:

— O que aconteceu?

— Caí sentado num toco — responde o paciente.

— Isso aí não foi toco não, isso aí é pinto que faz!

— Que isso doutor, sou homem, isso foi toco! — responde o paciente irritado.

— Isso é pinto, e dos grandes — retruca o médico.

— É toco!

— É pinto!

— É toco!

— Vou te provar que isso é pinto: aqui tem dois remédios, um para pinto e outro para toco, se tomar o remédio errado você morre, qual você escolhe?

— Vou tomar o de pinto, mas que era toco era.

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Dois velhos, ambos já bem surdos, vão a um médico pois um deles não estava bem. O médico constata:

— O problema do senhor é sífilis e deve tomar elixir 914!

O velho doente após sair do consultório pergunta:

— O que foi mesmo que ele disse?

O amigo responde:

— Ele disse que sua doença é chifre. E é desde 1914!

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O rapaz resolve reunir toda a família para revelar uma informação de extrema importância. No dia combinado, chegam tios, tias, primos e avós que se espremem na sala, aguardando ansiosamente a notícia. Na hora H, ele aparece e diz:

— É o seguinte, gente! Vou ser curto e grosso: é que o meu médico falou que eu vou morrer daqui a seis meses!

Foi uma choradeira terrível, todos queriam abraçá-lo, beijá-lo e dizer o quanto o amavam, até que alguns minutos depois, outra revelação:

— Gente, calma! Era brincadeira! Eu só queria dizer que eu sou gay!

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Num hospital lotado, o médico do SUS chama por um dos seus pacientes:

— Ulton da Silva!

Nada do paciente se manifestar...

— Ulton, por favor, Ulton, sua vez!

Nada ainda. Depois de uns 10 minutos, e já sem paciência, o médico grita irritado:

— Ulton da Silva!!!

De repente, levanta uma senhora e diz:

— Tem que falar o L doutor... U-ele-ton!

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Em um quarto hospital, o médico acaba de fazer o parto de uma criança. O pai é o primeiro a ver o recém nascido e pensa: "Puxa vida, mas que menino feio!"

A mãe ao ver o filho fala:

— Mas é um tesouro!

O pai retruca:

— Ótimo, então vamos enterrá-lo!

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Uma velhinha de 82 anos, em uma consulta médica de retorno, ouve seu médico:

— A senhora precisa de mais atividade cardiovascular, mais atividades físicas, então eu recomendo que a senhora faça mais sexo, pelo menos 3 vezes por semana.

— Doutor, o senhor poderia dizer isso ao meu marido, ele está ali na sala de espera? Pergunta a velhinha.

— Claro que sim, mande-o entrar.

O velhinho de 85 anos foi chamado e, ao entrar no consultório ouve a explicação do médico:

— A sua senhora precisa de mais atividade cardiovascular e eu recomendo que ela faça sexo pelo menos 3 vezes por semana.

O velhinho pergunta:

— E quais seriam esses dias?

— Olha, eu acho que segunda, quarta e sexta-feira seria o ideal. Responde o médico.

O velhinho para, pensa um pouco e conclui:

— Olha doutor, na segunda e na quarta-feira eu posso trazê-la, agora na sexta ela vai ter que vir sozinha de ônibus.

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Tinha uma bicha campineira, que cansou de dar o rabo e foi até um médico amigo dela para pedir uma ajuda.

— Doutor, não quero mais ser bicha, como faço para parar de dar a bundinha?.

— Faça o seguinte, mude para o Rio de Janeiro, na praia de Copacabana e todas as manhãs você vai até o calçadão e fique olhando aquelas cariocas praticando cooper, mas só fique olhando para as mulheres, fique notando aquele bumbum arrebitado, aquele corpinho violão, e esquece homem, e se caso você tiver uma recaída ou algo parecido, eu tenho um amigo médico que mora lá e eu lhe dou o endereço — anotando o endereço num pedaço de papel.

Dito isto, lá foi a bicha morar no Rio de Janeiro, levantava todo dia cedo, ia até o calçadão e ficava vendo aquelas gostosas praticando cooper e assim foi esquecendo dos homens. Um certo dia ao acordar, notou que estava com uma dor terrível no saco, mais como o seu médico tinha recomendado um amigo dele, foi até o consultório e explicou que estava com uma puta dor no saco.

O médico como um primeiro diagnóstico:

— Você deve ter alguma coisa na próstata, vamos fazer um exame.

— Abaixe a calça — disse o médico, colocando aquela luvas de borracha na mão.

Ele abaixou as calças, sentiu um friozinho no cu e arrebitou a bundinha. O médico vai com o "pai de todos" e vai introduzindo devagarinho. Aí a bichinha

— Aaaaiiiii!

O médico vira o dedo lá dentro e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii!

— Está doendo? — diz o médico.

— Nãããooooo... — diz a bicha.

Aí o médico tira o dedo, põe de novo, um pouco mais fundo e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que puta saudade de Campinas!

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