Piadas de Médicos

Tinha uma bicha campineira, que cansou de dar o rabo e foi até um médico amigo dela para pedir uma ajuda.

— Doutor, não quero mais ser bicha, como faço para parar de dar a bundinha?.

— Faça o seguinte, mude para o Rio de Janeiro, na praia de Copacabana e todas as manhãs você vai até o calçadão e fique olhando aquelas cariocas praticando cooper, mas só fique olhando para as mulheres, fique notando aquele bumbum arrebitado, aquele corpinho violão, e esquece homem, e se caso você tiver uma recaída ou algo parecido, eu tenho um amigo médico que mora lá e eu lhe dou o endereço — anotando o endereço num pedaço de papel.

Dito isto, lá foi a bicha morar no Rio de Janeiro, levantava todo dia cedo, ia até o calçadão e ficava vendo aquelas gostosas praticando cooper e assim foi esquecendo dos homens. Um certo dia ao acordar, notou que estava com uma dor terrível no saco, mais como o seu médico tinha recomendado um amigo dele, foi até o consultório e explicou que estava com uma puta dor no saco.

O médico como um primeiro diagnóstico:

— Você deve ter alguma coisa na próstata, vamos fazer um exame.

— Abaixe a calça — disse o médico, colocando aquela luvas de borracha na mão.

Ele abaixou as calças, sentiu um friozinho no cu e arrebitou a bundinha. O médico vai com o "pai de todos" e vai introduzindo devagarinho. Aí a bichinha

— Aaaaiiiii!

O médico vira o dedo lá dentro e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii!

— Está doendo? — diz o médico.

— Nãããooooo... — diz a bicha.

Aí o médico tira o dedo, põe de novo, um pouco mais fundo e a bicha:

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que puta saudade de Campinas!

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Quando João percebeu que seu pinto estava crescendo a cada dia, ficou muito contente, bem como sua esposa. Mas algumas semanas depois seu pinto havia crescido quase meio metro. Preocupado, o casal
procurou um urologista.

Após um pré-exame, o médico explicou que, embora raro, o problema de João poderia ser curado com uma pequena cirurgia corretiva.

— Por quanto tempo meu amor ficar de muletas, doutor? — perguntou a mulher ansiosamente.

— Muletas? Por que ele iria precisar de muletas? — perguntou surpreso o médico.

— Ora, disse a mulher, o senhor vai aumentar as pernas dele, não vai?

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Luiza estava fazendo compras no shopping. Na primeira loja em que entrou, achou um par de sapatos fantástico. Na segunda, um lindo vestido com 50% de desconto. Nesse momento, seu celular tocou: era a médica avisando que seu marido, João, tinha sofrido um acidente de carro e estava no CTI.

— Diga a ele onde estou e, assim que puder, vou para o hospital!

Ela foi ao estacionamento para pegar o carro, mas outra promoção chamou a sua atenção. Sem se dar conta, passou a tarde inteira no shopping. Ao chegar ao CTI, a médica gritou:

— Conseguiu fazer suas compras? Espero que tenha aproveitado bastante, porque seu marido piorou enquanto esperava você chegar. A partir de agora, vai precisar que você fique ao lado dele 24 horas por dia.

Cheia de remorso, Luiza se debulhou em lágrimas. A médica sorriu e disse:

— Calma, eu estava só brincando. Ele está morto. Agora vamos ver o que você comprou!

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Um homem vai ao médico reclamando de fortes dores de estômago. O médico pergunta:

— O que é que você acha que pode ter causado este problema?

O homem responde:

— Acho que foi o meu almoço de ontem.

O médico pergunta:

— O que você comeu?

— Ostras.

— E de que cor elas estavam quando você as abriu? — perguntou o médico.

O homem olhou para o médico assustado, e respondeu:

— Era pra abrir?

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Um senhor de 80 anos entra na sala de espera superlotada de um consultório médico.

Quando ele se aproxima da mesa da recepção, a mocinha indaga:

— Pois não, senhor, qual é o seu problema?

— Bem, tem alguma coisa errada com meu pênis...

A recepcionista se irrita:

— O senhor não devia dizer uma coisa dessas numa sala de espera tão cheia!

— Por quê não? Você me perguntou o que havia de errado e eu respondi!

— Mas desse jeito o senhor causa embaraço aos presentes! O senhor devia ter dito que está com um problema na orelha ou qualquer coisa assim e depois explicar para o médico, lá dentro do consultório.

O homem se retira da sala, espera alguns instantes e entra de novo.

A recepcionista sorri e pergunta:

— Qual é o seu problema?

— Tem alguma coisa errada com a minha orelha...

A recepcionista faz um aceno de aprovação e sorri triunfante, saboreando o momento:

— E o que está errado com a sua orelha, senhor?

— Não consigo mijar!

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O veterinário precisou se consultar com um médico. Assim que chegou, após dizer sua profissão, foi logo falando:

— Eu, quando trato meus pacientes, sou obrigado a descobrir a doença sem fazer nenhuma pergunta. Experimente fazer o mesmo comigo.

O médico concordou e depois de um exame cuidadoso, sentou-se para redigir a receita, após o que falou ao veterinário:

— Tome esses remédios, se dentro de uma semana o senhor não tiver melhorado, sinto muito, mas vamos ter que sacrifica-lo.

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— Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorroidas. Fico privado das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado.

Após o exame do médico:

— Seu caso realmente e bem grave. Não ha nenhuma esperança de resolve-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Existem 99% de chance de cura total.

— Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?

— Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorroidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vitimas de acidentes e assim que eu encontrar um ânus em condições marco o transplante.

Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.

Três meses depois, apos um exame de controle de transplante.

— Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor esta satisfeito?

— Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorroidas. O rabo esta novinho. Beleza pura!

— Mas, hummm, o senhor não esta estranhando nada? Esta tudo 100% mesmo?

— Bem, tem uma coisinha acontecendo, nem sei se vale a pena comentar.

— Fale.

— Bem, e que de vez em quando me da uma agonia, uma coceirinha estranha, uma vontade de dar...

— Eu tinha medo disto. Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gay. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?

— Ora doutor, já que o rabo não e meu mesmo, eu dou, né?

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Em um daqueles testes de sanidade, o doutor pergunta ao primeiro louco:

— O que o senhor faria se ganhasse 1 milhão de reais?

— Eu ajudaria minha mãe que está muito doente e compraria um bom sítio na Bahia!

O doutor libera o homem e analisa o segundo louco com a mesma pergunta, então o louco responde:

— E investiria nos meus estudos, compraria uma casa na praia e viajaria pelo mundo...

O médico libera o moço e observa que o terceiro louco está pelado olhando para baixo com um espelho entre as pernas. O doutor fica espantado mas mesmo assim faz a mesma pergunta:

— E o senhor, o que faria com 1 milhão de reais?

— Seu Doutor, eu compraria outro cu, porque o meu tá furado!

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No hospital, o médico está assinando a alta do paciente. Vai assinando e falando:

— A partir de hoje, nada de mulheres, nada de uísque nem de vinhos importados. Nada de restaurantes caros, nada de carro novo, nada de viagens de férias...

— Até eu ficar totalmente curado, doutor?

— Não, não. É só até você terminar de pagar o que me deve.

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O velhinho entra no consultório e vai falando para o médico:

— Doutor, preciso de sua ajuda, doutor. O senhor sabe que eu já tenho noventa e cinco anos, não é? Acontece que eu não paro de correr atrás das mulheres.

— Mas isso é muito bom. Mostra que o senhor ainda gosta das boas coisas da vida. Não vejo mau nenhum nisso.

— O problema, doutor é que quando eu consigo uma mulher nem me lembro mais pra que é que ela serve.

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O homem está no apartamento do hospital esperando a hora de entrar na sala de cirurgia. Sua mulher chega para conversar com ele. Ela sente que o marido está muito tenso.

— O que houve? — pergunta ela.

— Estou muito preocupado. É que o médico que vai fazer a cirurgia e a enfermeira-chefe estiveram aqui ainda há pouco. Durante todo tempo a enfermeira dizia coisas como "Não fique assim", "O que aconteceu de ruim das outras vezes não vai se repetir hoje", "Foi o destino que quis assim", "Essa cirurgia vai ser diferente", "Dessa vez vai dar tudo certo", "Faça pensamento positivo"...

— Você devia era agradecer a ela por estar lhe dando força, por demonstrar confiança.

— É, mas ela estava falando era com o médico.

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A rica madame chama o médico para ver a empregada, muito bonitinha, que há uma semana não sai da cama. O médico examina a empregada e pergunta:

— O que você tá sentindo?

— Nada não, doutor. É que faz muito tempo que não me pagam o salário e eu só me levanto daqui quando
pagarem o atrasado.

— Então dá uma chegadinha pra lá pra eu me deitar aqui junto. Da outra vez que me chamaram também não me pagaram nada.

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O médico-chefe da emergência está ao lado de uma mulher acidentada e vai falando para a enfermeira:

— Duas costelas quebradas, contusão no tórax, fratura na mão esquerda...

Nisso, a mulher recupera a consciência.

— Qual a sua idade? — pergunta o médico.

— Vinte e oito.

— Memória comprometida... — continua o médico.

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Um homem entra esbaforido na emergência do hospital com uma faca enfiada na barriga. Encontra um médico e vai falando:

— Doutor, me acuda, doutor. Estou morrendo, doutor. Minha mulher enfiou essa faca na minha barriga, doutor.

— O senhor me desculpe, mas meu expediente já acabou e hoje eu não posso fazer hora extra.

— Doutor, eu vou morrer, doutor. Me ajude.

— Já disse que hoje, não. O senhor devia ter chegado mais cedo. Volte amanhã.

— Doutor, por favor, doutor. Se o senhor não tirar essa faca daí eu morro.

Impaciente com todo aquele transtorno, o médico arranca a faca da barriga, espeta ela no olho do homem e diz apontando para uma porta:

— Ali naquela sala tem um oculista de plantão. Vá lá falar com ele.

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