Piadas de Médicos

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo esbaforido na casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.

— Com licença — diz ele, expulsando todo mundo do quarto. — Preciso ficar só, com a paciente!

Apreensivo o marido fica do lado de fora do quarto! Ouve alguns barulhos estranhos e depois de alguns minutos enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:

— O senhor tem um alicate?

O marido vai buscar um alicate. A porta torna a se fechar. Mais barulho estranhos e alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:

— O senhor tem uma chave de fenda?

Espantado o marido vai buscar a chave de fenda. Passam-se mais alguns minutos:

— O senhor tem um serrote?

E o marido, desesperado:

— Serrote? O caso dela é tão grave assim?

— Ainda não sei — sentencia o médico. — Não consigo abrir a minha maleta!

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— Doutor, estou apaixonada por meu cavalo — diz ao psiquiatra a jovem amazona.

— Problema nenhum — tranquiliza o médico. — É muito comum as pessoas se afeiçoarem a animais. Eu e minha mulher, por exemplo, adoramos nossa cadelinha poodle...

— O senhor não entendeu, doutor, eu me sinto atraída fisicamente por ele.

— Hum, vejamos — raciocina o médico. — E se você o trocasse por uma égua?

— Quê? O senhor está pensando que eu sou uma desviada sexual?

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Um caminhão que vem transportando os loucos de um hospício para o outro vira na pista. O médico que vinha na cabine com o motorista sobrevive, vê vários loucos feridos e se desespera, chama pelo motorista, mas o motorista estava morto. Então vê um louco saindo dos destroços e chama-o para ajuda-lo a separar os mortos dos vivos. O médico explica para ele:

— Quando eu disser que está morto você joga no buraco, se eu disser que está vivo você deita ele no chão.

Então o médico começa a examinar os loucos... Após analisar o primeiro ele diz:

— Morto!

O louco joga no buraco. O médico analisa o próximo e diz:

— Vivo!

E o louco deita o outro no chão, até que o médico diz novamente:

— Morto!

O louco pega o corpo nos braços e o leva para jogar no buraco, quando escuta um gemido do louco que está em seus braços:

— Me ajude, me ajude, eu ainda estou vivo...

E o louco responde:

— Deixa de conversa! Quer saber mais que o doutor?

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Antes da operação, o paciente, muito nervoso, faz uma bateria de perguntas ao médico:

— Doutor, depois da cirurgia eu vou poder desenhar?

— Claro que sim! Em poucos dias o senhor estará trabalhando normalmente!

Então o paciente abraça o médico e começa a beijá-lo.

— O que é isso, rapaz? — estranha o doutor.

— O senhor é um anjo! — diz o paciente, empolgado — Vai me ensinar a desenhar e ainda por cima vai me arrumar um emprego!

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É um casal de 80 anos, que está começando a ter problemas de memória. Eles vão ao médico para ser examinados. O médico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas.

À noite, quando estão os dois assistindo TV, o velhinho levanta e a mulher pergunta:

— Onde você vai?

— À cozinha — responde ele.

— Você não quer me trazer uma bola de sorvete? — pede ela.

— Lógico! — responde o marido solícito.

— Você não acha que seria bom escrever isso no caderno? — pergunta ela.

— Ah, vamos! Qualé? Ironiza o velhinho — Eu vou me lembrar disso!

Então ela acrescenta:

— Então coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer.

— Eu lembro disso, você quer uma bola de sorvete com calda de morango.

— Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantili em cima! — pede a velha — Mas lembre-se do que o médico nos disse... escreva isso no caderno!

Irritado, o velhinho exclama:

— Eu já disse que vou me lembrar!

Em seguida vai para a cozinha. Depois de uns vinte minutos, ele volta com um prato com uma omelete. A mulher olha para o prato e diz:

— Eu não disse que você iria esquecer? Cadê a torrada?

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A barriga do padre de Pelotas crescia cada vez mais. Descartada a hipótese de cirrose, os médicos concluíram que seria melhor realizar uma cirurgia exploratória, já que era preciso fazer alguma coisa.

A cirurgia mostrou que era um mero acúmulo de líquidos e gases, e o problema foi sanado. Porém, alguns estudantes de medicina resolveram aprontar e, quando o padre estava acordando da recuperação pós-cirúrgica, colocaram um bebê em seus braços. O padre, espantado, perguntou o que era aquilo e os rapazes disseram que era o que havia saído de sua barriga...

Passado o espanto e tomado de intensa ternura, o padre abraçou a criança e não quis mais se separar dela. Como se tratava do filho de uma mãe solteira que morrera durante o parto, os rapazes se empenharam para que o padre ficasse com a criança. Os anos se passaram e a criança se transformou num homem, que se formou em medicina.

Um dia, o padre já velhinho e sentindo que estava chegando sua hora de partir chamou o rapaz e disse:

— Meu filho! Tenho o maior segredo do mundo pra te contar, mas tenho medo que fique chocado.

O rapaz, que já havia intuído do que se tratava, disse, compreensivo:

— Já sei. Adivinhei há muito tempo. O senhor vai me dizer que é meu pai, né?

— Não, sou tua mãe! Teu pai é o bispo de Passo Fundo!

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— A senhora jura que não vai rir? — perguntou o paciente japonês à médica urologista.

— Claro que sim! — respondeu exaltada. — Sou uma profissional da saúde. Existe um código de ética em questão. Em mais de 20 anos de profissão nunca ri de nenhum paciente!

— Tudo bem, então, — disse o paciente.

E deixou cair as calças, revelando o menor órgão sexual masculino que ela havia visto na vida. Considerados o comprimento e o diâmetro, não era maior do que uma bateria pilha palito. Incapaz de controlar-se, a médica começou a dar risadinhas e não conseguia mais segurar o ataque de riso. Poucos minutos depois ela conseguiu recuperar a compostura.

— Sinto muitíssimo, — disse ela. — Não sei o que aconteceu comigo. Dou minha palavra de honra de médica e de dama que isso nunca mais acontecerá. Agora diga-me, qual é o problema?

— Tá inchado!

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Uma velhinha vai ao médico pedindo para que ele ajude a revigorar o apetite sexual de seu marido para reviver os bons e velhos tempos.

— Que tal se tentarmos o Viagra? — arrisca o médico.

— Ah, não tem jeito, doutor... Meu marido não toma nem Aspirina para dor de cabeça.

— Não tem problema! — retruca ele — Misture o Viagra no lanche que ele mais gosta, sem que ele perceba e volte daqui a uma semana para me contar como foi.

Na semana seguinte, a velhinha volta ao médico dizendo:

— Ai, doutor! Foi horrível! Foi horrível!

— Mas o que aconteceu? — pergunta ele, assustado — A senhora seguiu minhas instruções?

— Sim, doutor... Fiz tudo como o senhor disse, misturei o Viagra no lanche sem que ele soubesse... Mas, doutor, o efeito desse negócio é muito rápido! No meio do lanche ele já levantou da cadeira, me jogou em cima da mesa, tirou minha roupa e transou comigo loucamente... Mas foi horrível, doutor... Horrível...

— Mas por que foi horrível? — insiste o médico — O sexo não foi bom?

— Foi o melhor sexo que já tivemos em 35 anos, doutor...

— Então qual o problema, minha senhora?

— Ai, doutor... Depois dessa acho que nunca mais vou ter cara pra entrar no McDonald's!

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Uma mulher, do alto dos seus bem conservados 50 anos, foi ao ginecologista com uma reclamação muito comum entre as mulheres dessa idade:

— Doutor, meu marido, depois de quase vinte anos de casamento, perdeu o interesse por min e não me procura mais. O que eu faço?

— Está vendo este frasco? É um remédio experimental, muito mais concentrado que o Viagra e, que por vir na forma líquida, é mais prático para ser administrado sem o conhecimento da pessoa. Agora faça o seguinte: pingue apenas uma gota no jantar do seu marido e você verá resultados em breve. Mas é importante: apenas uma gota!

— Volte daqui a duas semanas para me informar os resultados.

A mulher foi toda esperançosa para sua casa e, naquela mesma noite, colocou uma gotinha no prato de seu marido. Milagre! Aquela noite ele a procurou e transaram como coelhos!

Na segunda noite, excitada demais para se conter, resolveu experimentar duas gotinhas... E foi recompensada com a melhor noite de sua vida toda!

Na terceira noite, virou o conteúdo todo do frasco na comida...

Quinze dias depois, como não tinha notícias de sua paciente, o médico resolveu ligar para sua casa. Quem atendeu foi o filhinho:

— Bom dia, garoto. Sou o médico de sua mamãe, estou ligando para saber se está tudo bem aí na sua casa.

O menino respondeu:

— Bem não está não. A mamãe morreu com um sorriso estranho na cara, minha irmã fugiu, a empregada está grávida e o papai está no quintal há 2 horas falando: "Vem Totó, vem..."

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Doutor, o senhor tem de me ajudar — diz a mulher, desesperada, ao psiquiatra. — Meu marido pensa que está numa ópera. Canta dia e noite, a plenos pulmões, e já está me deixando louca!

— Traga-o aqui amanhã, no primeiro horário — responde o médico.

Um semana depois, a mulher liga para o consultório:

— Doutor, não sei que milagre o senhor fez, mas o Emílio parou de cantar como antes, canta apenas vez por outra. O senhor conseguiu curar aquela sua ilusão?

— Não exatamente, minha senhora — diz, solene, o psiquiatra. — Eu apenas lhe transferi para um papel secundário na ópera.

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Aquele septuagenário estava vestindo o casaco quando sua esposa perguntou:

— Onde você vai?

— Vou ao médico, respondeu ele.

E ela:

— Por que? Você está doente?.

— Não. Vou ver se ele me receita esse tal de Viagra.

A esposa levantou-se da cadeira de balanço e tratou de vestir o casaco.

Ele perguntou:

— Onde você vai?

— Ver o médico também.

— Por que?

— Porque se você vai começar a usar essa coisa velha e enferrujada acho melhor tomar uma antitetânica.

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O cara vai ao médico.

— Doutor, eu estou com um problema...

— Pode dizer meu senhor, sinta-se à vontade.

— Sabe o que é doutor?

— Pode dizer amigo, ficará entre nós.

— É que eu estou com o pênis laranja.

— Deve haver algum engano, amigo. Pênis laranja? Eu nunca li isso em nenhum livro.

— Mas é verdade doutor.

— Mostre-me por favor.

Aí o cara abaixa a calça e mostra o membro laranja.

— Mas não é que é laranja mesmo? - disse o médico assustadíssimo - Me diga, você utiliza algum medicamento?

— Não, saúde perfeita.

— E drogas?

— Também não, doutor. Sou esportista.

— Me conte, como é seu relacionamento com sua esposa?

— Normal. Eu respeito minha esposa, só o básico.

— E quanto à sua intimidade, quando você fica sozinho.

— Normal. Eu alugo um filme, coloco no vídeo, assisto comendo um pacote de Doritos...

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