Piadas de Médicos

O médico após ter feito o parto, virou o bebê de cabeça para baixo, segurando-o pelos pezinhos e deu-lhe um tapinha na bunda!

— Chora!

O nenê permaneceu em silêncio.

Outro tapinha um pouco mais forte:

— Chora!

Silêncio.

Outro tapinha ainda mais forte:

— Chora!

Nada, o menino não dava um gemido sequer.

— Ah, é? Você não quer chorar? — exclamou o médico, caminhando até a janela. — Chora logo senão eu te jogo pela janela!

E, como o nenê não chorou, jogou-o pela janela.

Vendo aquilo, a mãe desesperada começou a gritar:

— Meu filho! Meu filho! O que você fez com o meu filho?

E o médico:

— É brincadeira! Ele já nasceu morto!

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A velha chama os filhos para reclamar do comportamento anormal do marido. A coitada desabafa:

— Ultimamente, ele vem me procurando de manhã, à tarde e à noite! Eu já não aguento mais e queria
que vocês tomassem uma providência, urgentemente.

Prontamente os filhos foram conversar com o pai e ouviram dele a seguinte justificativa:

— Meu procedimento mudou conforme orientação médica! — e mostrou uma receita do médico.

Os filhos leram a receita e disseram:

— Pai, o senhor está interpretando mal! O doutor recomendou que o senhor comesse "AVEIA" de manhã, à tarde e à noite...

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Depois do bebê nascer, o pai, aflito, foi falar com o obstetra:

— Senhor doutor, estou muito preocupado porque a minha filha nasceu com cabelos ruivos. Não pode ser minha!

— Que disparate! — disse o médico.

— Mesmo que tu a tua mulher ambos tiverem cabelo preto, podem ter cabelos ruivos nos genes da vossa família.

— Não é possível! — insistiu o pai.

— Ambas as nossas famílias têm tido cabelos pretos há muitas gerações.

— Bem, — disse o médico — tenho de perguntar... Com que frequência tu e a tua mulher praticam sexo?

O homem, envergonhado, respondeu:

— Este ano tenho andado cansado de trabalhar muito. Só fizemos amor uma ou duas vezes nos últimos meses.

— Então aí está! — respondeu o médico confiante — É ferrugem!

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O sujeito vai a médico... exames de rotina. O médico, depois de ver a história clínica do paciente:

— Fuma?

— Pouco.

— Tem que parar de fumar.

— Bebe?

— Pouco.

— Tem que parar de beber.

— Faz sexo?

— Pouco.

— Tem que fazer muito, mas muito sexo, isto irá ajudá-lo!

Sujeito vai para casa, conta a mulher e, imediatamente, vai pro banho. A mulher, se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e... fica na espera. O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e mulher, surpresa, pergunta:

— Aonde é que você pensa que vai?

— Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?

— Sim, mas, aqui estou eu prontinha...

— Ah, mulher! Lá vem você com sua mania de remédio caseiro!

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— Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre os pacientes. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou...

— Qual e o nome do paciente?

— Chama-se Celso e está no quarto 302.

— Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem...

— Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

— Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!

— Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

— Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?

— Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.

— Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário da paciente... Um instante só!

— Hummm, aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

— Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

— Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?

— Não, sou o próprio Celso, telefonando aqui do 302. É que todo mundo entra e sai do quarto e ninguém me diz droga nenhuma ... só queria saber!

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O Seu Antônio, aproveitando a viagem a Belzonte, foi ao médico fazer um 'xecápi'. Pergunta ao médico:

— Seu Antônio, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.

— E eu disse ter 40 anos?

— Quantos anos o senhor tem?

— Fiz 57 em maio que passou.

— Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?

— E eu disse que meu pai morreu?

— Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?

— O véio tem 81.

— 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?

— E eu disse que ele morreu?

— Sinto muito. E quantos anos ele tem?

— 103, e anda de bicicleta até hoje.

— Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?

— E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem.

— Agora já é demais! — Diz o médico revoltado.

— Por que um homem de 124 anos iria querer casar?

— E eu disse que ele queria se casar? Queria nada, ele engravidou a moça...

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O sujeito vai ao médico para ver se resolve de vez este problema de dependência que ele tem com charutos. O médico, adepto dos "métodos antigos", lhe aconselha a técnica da aversão:

— Já que o senhor adora um charuto — diz ele — vou fazer com que tenha nojo dele. Toda noite, antes de ir deitar, o senhor vai pegar um de seus charutos e vai enfiá-lo na bunda. Em seguida, vai colocar o charuto de novo na caixa, e vai agitá-la de modo que não consiga distinguir o charuto dos demais. É vidente que, deste modo, o senhor não ousará mais fumar nenhum, de medo de estar pegando o charuto errado!

— Obrigado pelo conselho, doutor. Vou tentar hoje mesmo.

E é o que ele faz. Mas três semanas depois o paciente volta ao consultório.

— O quê? O senhor outra vez? Não me diga que meu conselho não funcionou? Este método sempre funcionou, mesmo nos piores casos de dependência.

— Bem, de fato funcionou. Pelo menos, consegui transferir a dependência... — hesita o paciente.

— O que o senhor quer dizer? — pergunta o médico.

— Pois bem, eu não fumo mais charutos. Mas agora eu não consigo ir deitar sem antes enfiar um charuto na bunda!

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Alencar era um velhinho legal, simpático e boa pinta. Um dia ele vai ao médico fazer sua consulta mensal. Chegando lá, ele diz:

— Doutor, aquele remédio que o senhor passou é ótimo! Eu me lembro de várias coisas do meu antigo trabalho. É uma experiência incrível!

— É mesmo? Saiba que fico muito feliz com isso. Mas o que o senhor fazia?

— Ah, doutor, eu era chefe de departamento, trabalhei 30 anos numa multinacional, uma empresa que tinha mais de cinco mil funcionários. Viu como minha memória está cada vez melhor?

— Está sim, parabéns! Logo logo o senhor estará 100%.

E o velhinho, como se mudasse de assunto:

— Pois é... mas afinal de contas, o senhor trabalha em que?

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O camarada leva o cachorro ao veterinário e pede para cortar o rabo do bicho. O médico corta e o sujeito reclama que ainda ficou um pedacinho. O veterinário tenta argumentar que se cortar tudo fica muito feio, mas não adianta, o cara é inflexível. Quer que corte tudo, tudinho. O doutor acaba concordando, mas pergunta:

— Posso ao menos saber o motivo de tanta implicância com o rabo do pobrezinho?

— Não é implicância não, doutor! Acontece que minha sogra vai passar uns dias conosco, e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria lá em casa!

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Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:

— Precisamos de mais um jogador de sinuca para completar o quadro.

— Estou a caminho.

Enquanto ele veste uma blusa, sua mulher pergunta:

— O caso é grave?

— É sim, responde ele, muito sério — Tão grave que já há três outros médicos no local.

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