Piadas de Médicos

Um homem está muito perturbado e vai consultar o médico...

— Doutor, já fazem quatro semanas que eu não durmo direito. É um pesadelo. É terrível, doutor. É toda noite a mesma coisa, o mesmo pesadelo. Não estou mais aguentando isso. Acordo de noite assustado, molhado de suor. Não sei mais o que fazer.

— Como é esse pesadelo?

— É o seguinte: eu vejo a minha sogra. Ela vem me comer. Vem montada num monstro medonho. Aqueles olhos vermelhos saltando da cara, aquele corpo peludo, os dentes afiados, umas ventas horríveis, uma boca enorme ameaçando me engolir...

— Deve ser muito amedrontador — diz o médico.

— O senhor ainda não viu nada, agora deixa eu contar como era o monstro, doutor.

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O caipira entrou no consultório e meio sem jeito foi falando:

— Dotô, o negócio não sobe mais. Já tomei de tudo quanto foi chá de pranta mas não sobe mais memo.

— Ah não, meu amigo. Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha. São cinquenta comprimidos, um por dia.

— Mais dotô, eu sou um home simpris da roça. Só sei conta inté deiz nos dedos e mais nada.

— Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinquenta folhas. Cada folha um comprimido. Quando o caderno acabar você já vai estar curado. A receita está aqui.

— Brigado dotô. Vô ingora memo compra o tar caderno.

E logo que saiu do prédio avistou de fato uma papelaria ali perto. Entrou, a moça veio atender.

— Eu precisava de um caderno de cinquenta fôia.

— É brochura?

— Médico fio da puta. Já andou espaiando meu pobrema por aí...

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O médico diz todo animado para seu paciente:

— O senhor está completamente curado da sua surdez. Podemos encerrar o seu tratamento.

— Que ótima notícia, doutor. E quanto eu lhe devo?

— São seis mil reais!

E o cliente espantado:

— Três mil reais, doutor?

— Não... são seeeeis miiiil reais!

E novamente o paciente:

— Dezesseis mil reais, doutor?

E o médico:

- EXATAMENTE!

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Um marinheiro entra desesperado no consultório médico:

— Doutor, acho que peguei uma doença venérea daquelas!

O doutor, pacientemente, o examina e dá o diagnóstico cruel.

— Realmente, você tem razão. Você está com KAI-KAI, uma doença africana, sem cura. Vai ter que amputar o pênis.

— Amputar? O senhor está ficando maluco? Vou já procurar outro médico!

E lá foi o marinheiro à procura de um diagnóstico menos duro. Chegou no consultório de outro urologista, explicou tudo direitinho. Após minucioso exame, o médico concordou com ele e disse:

— É claro, não precisa amputar mesmo! Faça o seguinte: suba naquele banquinho.

O marinheiro obedeceu.

— Isso mesmo... agora pula para o chão.

O marinheiro obedeceu:

— Viu só? Não precisou amputar! Caiu sozinho!

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O médico dá uma bronca no paciente:

— Não estou entendendo “qual é a sua”... Você vive pedindo remédio para dormir, mas não sai daquela boate perto da sua casa!

— O senhor não entendeu mesmo... Os remédios são para minha mulher!

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Uma mulher chegou em casa e disse para o marido:

— Lembra as enxaquecas que eu costumara ter toda vez que nós íamos fazer amor? Estou curada.

— Não tem mais dor de cabeça? — O marido perguntou.

A esposa respondeu:

— Minha amiga Margarete me indicou um terapeuta que me hipnotizou. O médico me disse para ir para frente do espelho, me olhar bem no espelho e repetir para mim mesma.

— Não tenho mais dor de cabeça. Não tenho mais dor de cabeça. Não tenho mais dor de cabeça. Fiz isso e a dor de cabeça parece que sumiu.

O marido respondeu:

— Que maravilha!

Então a esposa falou para o marido.

— Nos últimos anos você não anda muito interessado em sexo e nesse período eu não tenho tido dor de cabeça. Por que você não vai ao terapeuta e tenta ver se ele te ajuda a ter interesse em sexo novamente.

O marido concordou, marcou uma consulta e alguns dias depois estava todo fogoso para uma noite de amor com a esposa. Então foi correndo para casa e entrou arrancando a roupa e arrastando a esposa para o quarto. Colocou a esposa na cama e disse para ela:

— Não se mova que eu já volto.

Ele foi ao banheiro e voltou logo depois, pulou na cama e fez amor de maneira muito apaixonada, como nunca tinha feito com a esposa antes. A esposa falou:

— Juca, foi maravilhoso!

O marido disse novamente para a esposa.

— Não saia dai que eu volto logo.

Foi ao banheiro e a segunda vez foi muito melhor que a primeira. A mulher sentou-se na cama, a cabeça girando em êxtase com a experiência. O Marido disse outra vez:

– Não saia daí que eu volto logo.

Foi ao banheiro. Desta vez a esposa foi silenciosamente atrás dele e quando chegou lá o marido olhava para o espelho e dizia:

— Não é minha esposa. Não é minha esposa. Não é minha esposa.

O velório será amanhã na capela 13 do Cemitério da Saudade…

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O Nôno foi hospitalizado e os filhos, netos e bisnetos vieram de todos os cantos do mundo. Os médicos deixaram que os parentes levassem-no para a sua casa, para cumprir seu último desejo: o de morrer em casa, ao lado de seus queridos parentes.

Foi para o quarto e as visitas foram se revezando para tentar consolar e dar conforto ao Nôno em seu derradeiro momento. De repente, o Nôno sentiu um aroma maravilhoso que vinha da cozinha. Era a Nona tirando do forno uma fornada de pastiére de grani italiani. Os olhos do Nôno brilharam e ele se reanimou. Então, o Nôno pediu ao bisneto que estava ao lado da cama dele:

— Piccolo mio, vai na cojina e pede um pedaxo de pastiére pra Nona.

O guri foi e voltou muito rápido.

— E o pastiére ? — perguntou o Nôno.

— A Nona disse que non!

— Ma per que non, porca miséria, ma que vécchia desgraciata! Quê que esta putana falô?

— A Nona disse que é pro velório!

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No hospício, resolve-se fazer uma limpa nos loucos. Então os médicos resolvem encher a piscina de areia e avisam-nos que poderiam nadar. Isso para mandar pra casa os que já estão bons. Ao abrir o portão, todos os loucos pulam na piscina. Só um fica de fora. Então os médicos surpresos resolvem perguntar o por que dele não ter pulado.

— Por que você não esta se divertindo com os outros?

Então o louco responde, sentado ao lado da piscina:

— Eu sou o salva-vidas.

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Uma senhora levou a filha de 17 anos ao médico, queixando-se que a miúda andava com vómitos… tonturas… que tinha perdido o apetite…

O médico, observada a menina, concluiu:

— Minha senhora, a sua filha esta grávida de 3 meses!

— A minha filha? Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não é verdade, minha filha?

— Eu nem sequer beijei ainda um homem, mãe!

O médico armou-se de um binóculo que tirou da gaveta, aproximou-se da janela e ficou calado, a perscrutar o infinito… Passados minutos, a mãe, admirada e farta, perguntou ao médico o que se passava.

O médico respondeu:

— Da última vez que isto sucedeu, nasceu uma estrela no Oriente e chegaram três reis magos. Desta vez não vou perder o espectáculo!

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Um jovem ginecologista, recém-formado, atende uma garota de fechar o comércio. Ele pede para ela se despir, mas abandona a ética profissional imediatamente quando a vê nua sobre a cama ginecológica. Não resiste e passa a mão sobre aquela pele lisa e sensual.

— Você entende o que estou fazendo?

A moça responde:

— O senhor está fazendo um teste dermatológico?

— Exatamente, diz o médico.

Depois ele acaricia aqueles seios duros e empinados.

E novamente pergunta:

— Você entende o que estou fazendo?

— O senhor está verificando se eu tenho algum tumor no seio?

O médico mente mais uma vez:

— Exato!

Não resistindo, vendo aquelas pernas abertas, ele abaixa as calças e enfia seu membro nela.

— E agora, você entende o que estou fazendo?

— Sim, doutor.

O senhor está contraindo herpes e HIV que é o motivo pelo qual estou aqui.

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O cego vai no médico fazer exame de próstata e lá chegando pergunta pro médico:

— Doutor, este exame dói?

O médico responde:

— Só um pouquinho...

O cego pergunta:

— Doutor, posso pedir uma coisa?

— Sim! Responde o médico.

— Eu posso pegar no seu pênis enquanto o senhor faz o exame?

O médico fica intrigado e pergunta:

— Mas porque você quer segurar o meu pênis?

O cego responde:

— É para ter certeza que o senhor vai colocar o dedo…

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A garota entra no consultório do Doutor Silva:

— Doutor, meus seios estão murchos e caídos...

— Não se preocupe! — diz o médico — Agora temos uma nova cirurgia, revolucionária e mais barata que a prótese tradicional, a senhorita vai adorar.

Entusiasmada, a garota faz a operação e fica com os seios fartos e empinados, como queria.

Mas um dia, ao acordar, ela percebe que seus seios murcharam e caíram. Desesperada liga para o Doutor Silva:

— Meus peitos despencaram, doutor!

— Calma — diz ele — Eu disse que era um tratamento novo, e ainda está sujeito a alguns problemas. Às vezes isso acontece, mas é fácil de resolver.

— Como?

— Basta colocar as mãos sobre o peito e movimentar rápida e vigorosamente os braços para cima e para baixo por uns cinco minutos, e os seios voltarão ao lugar certo — responde o médico.

A garota faz o tal exercício e, de fato, os seios sobem novamente. Ela respira aliviada...

À noite, ela conhece um rapaz e os dois resolvem ir para um motel. Ele pede licença para ir ao banheiro.

Ela fica sozinha no quarto, e, de repente, os seios começam a despencar...

— Oh, não, agora não! Desespera-se ela, e começa a sacudir vigorosamente os braços, até os peitos subirem de novo.

— Ufa, que susto!

Passam-se mais dez, quinze, vinte minutos e nada de o rapaz sair do banheiro... a garota fica impaciente e resolve ir ver o que está havendo.

Quando abre a porta do banheiro, depara-se com o rapaz nu, sacudindo vigorosamente as pernas e olhando para o bilal murcho...

— Não me diga que você também é paciente do Doutor Silva!

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Chega a vez do sujeito no médico, como o médico é novo na cidade ele entra desconfiado. Logo que põe a cara na porta o médico sentencia.

— Você está com diabetes.

— Que é isso doutor, eu já fui em muitos médicos e nunca nenhum deles me disse isso, principalmente
sem me examinar. O senhor não sabe nem o meu nome.

— Nem preciso saber, tu tá com diabetes. O seu problema é só esse.

— Mas doutor o senhor não vai me examinar ou pedir um exame de laboratório?

— Se você faz questão leva esse vidrinho e traz a sua primeira urina de amanhã.

— Mas não precisa levar no laboratório?

— Não pode trazer que eu mesmo examino.

— Esse médico tá de sacanagem comigo, eu vou à forra — pensou o paciente.

No dia seguinte o cara dá uma mijadinha no vidro, e pede à filha, à esposa, ao filho e ao cachorro
para fazerem o mesmo, depois ainda pega umas gotas de óleo do carro e leva tudo junto no vidro
para o doutor.

No consultório assim que ele entra o médico já manda.

— Da cá o exame.

O médico olha o vidrinho, ali mesmo sentado em sua mesa, contra a luz do teto.

— O senhor não vai colocar no microscópio?

— Não precisa, daqui eu já vi tudo. Sua esposa tem sífilis, sua filha está grávida, seu filho tem AIDS, seu cachorro tem raiva, o motor do seu carro está fundindo, e você continua com diabetes.

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