Piadas de Natal

No fórum, o juiz indaga o réu:

- O senhor está sendo acusado de quê?

- Estou sendo acusado porque resolvi fazer as compras de natal antes do tempo certo.

- Como assim? Isso não é crime! O quão antes você tava fazendo as compras?

- Antes das lojas abrirem…

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O menino estava com muita vontade de comer um chocolate. Levantou-se da cama para ir falar com sua mãe, que estava cozinhando para a ceia de Natal. Seu filho falou:

- Mamãe, mamãe, me dê um chocolate.

Sua mãe respondeu:

- Pegue, está na geladeira.

Seu filho:

- Mas mamãe, mamãe não tenho braços.

Ela respondeu:

- Sem mãos sem chocolates.

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A professora pergunta pro Joãozinho:

- Joãozinho, qual é a capital do Ceará?

Joãozinho responde:

- Mike Tyson.

A professora reclama:

- Não é Mike Tyson, é Fortaleza.

Joãozinho explica:

- Então, professora, falam por aí que Mike Tyson é uma Fortaleza.

A professora então dá outra chance ao Joãozinho e pergunta:

- Qual é a capital do Rio Grande do Sul?

Ele responde:

- Festa no cais.

Novamente a professora reclama:

- Não é essa a resposta, é Porto Alegre.

Joãozinho explica:

- Professora, é que quando tem uma festa no cais fica o Porto Alegre.

A professora não aguentou:

- Agora Joãozinho eu quero o contrário, me diga qualquer capital do Brasil.

Ele pensou um pouco e falou:

- Papai Noel.

- Que capital é essa Joãozinho? - pergunta a professora.

E Joãozinho explica:

- Natal, capital do Rio Grande do Norte.

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Um cara compra dois presentes de Natal para suas esposa. A mulher abre o primeiro presente:

- Veja só, um par de chinelos -, diz ela, enquanto se move rapidamente para o segundo presente. - Um vibrador? -, diz ela em estado de choque.

- Sim -, responde o marido. - Assim se você não gostar dos chinelos, então vá se foder!

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Um japonês e um finlandês estavam em um bar. Em um momento eles começaram a discutir e eventualmente, decidiram sair e resolver as coisas como homens.

Dez minutos mais tarde, o homem finlandês retomou a consciência e se viu deitado no chão no beco atrás do bar. Ele se levantou, entrou no bar, e percebeu que o japonês ainda estava lá. Então se dirigiu até o japonês e perguntou:

- Que diabos foi aquilo?

- Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Karatê, - respondeu o japonês.

Ambos continuaram a beber e depois de algum tempo, eles mais uma vez tiveram uma discussão. Mais uma vez eles decidiram resolver as coisas do lado de fora. Momentos depois, o homem finlandês acorda no beco, como antes.

- Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Judô, - disse o japonês quando o homem finlandês voltou.

Eles continuaram a beber, e, para surpresa de ninguém, começaram a discutir novamente. E saíram para resolver as coisas. Mas desta vez, foi o japonês que se viu batido no beco. Quando ele voltou para dentro, o homem finlandês disse:

- Algo também da sua terra natal, chamado de golpe de Nokia 3310.

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— Mãe, me dá um relógio por favor.

— Pra que se o Natal tá longe?

— Ah, mãe! Sabe aquela minha namorada argentina, a Juanita?

— Sim…

— Então… Um dia eu pedi pra ela tirá a sainha e ela tirô. Pedi pra ela tirá a blusinha, ela tirô. Pedi pra ela tira a calcinha, ela tirô e ficou peladinha. Aí ela disse: "E a ora?". Aí eu não tinha relógio pra dizer que horas eram!

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Na festa de casamento o noivo apertado, ficou com vontade de ir ao banheiro. Chegando lá, no mictório, ele deu de cara com o pai da noiva, mas mesmo assim abriu a braguilha para fazer xixi. Quando o pai da noiva viu o tamanho do pau do noivo, ficou espantado, porque além de ser enorme, percebeu que estava escrito no pau a palavra BUCO. Assustado, com aquela aberração da natureza, o pai foi correndo falar com a noiva:

— Filha, você não ira casar com esse homem de jeito nenhum!

— Por que papai?

— Porque, acabei de ver o pau dele no banheiro, e nunca ví coisa igual... É muito grande… Imagina você, que além disso estava escrito a palavra BUCO no pênis dele!

— Haaa papi, você só leu isso, porque estava mole… Se estivesse duro daria para ler a frase inteira, que é: "LEMBRANÇA DA MINHA TERRA NATAL, PERNAMBUCO"

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Uma semana depois do Natal, o primo granfino foi visitar o primo caipira. Chegando lá ele disse:

— Oi primo. Como passou o natal? E o que ganhou de presente?

E o primo caipira respondeu:

— Ah, eu passei bem. Não ganhei nada não.

O primo granfino falou:

— Eu ganhei um iPod.

E o primo caipira respondeu:

— Oh, também ganhei isso aí da sua irmã, a prima.

— Mas como? De que marca? — Perguntou o granfino.

— É que no dia do Natal, eu e a prima tava tomando banho de cachoeira. Aí eu fui devagarinho, cheguei por trás e a prima falou: Aí pode. Mas ó primo, não sei se isso tem marca não. Mais aqui nóis chama de cu mesmo…

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Uma loira linda e maravilhosa tinha uma fantasia sexual esquisita. Era doidinha pra transar com o Papai Noel.

Na noite de Natal ela vestiu a sua camisola mais sexy, cobriu-se de perfume e sentou-se ao lado da lareira para esperar o bom velhinho.

Por volta das duas da madrugada, lá vem o bom velhinho descendo pela chaminé. Assim que ele põe os pés no chão, ela corre para abraçá-lo e sussurra em seu ouvido:

— Papai Noel, passa a noite comigo?

— Ho... ho... ho... — fez ele. — Infelizmente não posso! Tenho um monte de presentes para entregar.

Então, ela tira a camisola e fica só de calcinha.

— Ah! Passa vai...

— Infelizmente, não vai dar! — responde o Papai Noel, suspirando.

Ela tira a calcinha.

— Ah! Passa vai...

O Papai Noel coça a cabeça, pensa um pouquinho e responde:

— Passar a noite não posso... mas pelo menos uma rapidinha vamos ter que dar, porque senão eu não consigo passar pela chaminé...

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As duas dançarinas no grupo É o Tchum estavam fazendo o maior sucesso no Brasil inteiro.

Sempre nas colunas sociais, nas festas de elite, nos principais desfiles, programas de televisão, eventos...

Certo dia um jornalista estagiário resolveu desvendar um mistério: por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?

Então ele foi até a cidade natal das moças.

Uma cidadezinha muito humilde no interior da Paraíba e, inconformado com o sucesso das moças, que tiveram uma origem tão pobre e agora estavam no auge da fama, ele perguntou a uma velha moradora da cidade:

— Minha senhora, na sua opinião, por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?

— Ah, elas podem... Elas podem...

— Sim, elas são bonitas, têm um corpo escultural! Mas, me diga, como elas conseguiram, tendo nascido aqui nessa cidadezinha, estar tão famosas, em todas as colunas sociais, bem-relacionadas, ricas...

— Ah, moço... Essas meninas podem...

— Mas elas vivem cheias de jóias, com vestidos caríssimos, dirigindo carros importados! Será que não existe uma explicação pra esse estouro?

— Claro que existe... Elas podem...

Vendo que não ia conseguir grande coisa com a velhinha, o repórter se despediu:

— OK, senhora! Muito obrigado pela participação!

— Ah, de nada, meu pilho!

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Joãozinho estava brincando com seu arco e flecha, que tinha ganhado no Natal.

De repende ele soltou uma flecha que caiu no quintal da Dona Maria.

— Dona Maria — fala Joãozinho — posso pegar a flecha que caiu no seu quintal?

— Não, me fala onde que tá que eu pego!

— Er... Não, Dona Maria, deixa que eu pego.

— Fala onde que tá logo, menino, se não eu não pego mais.

— Tá bom, tá bom... Tá no seu gato!

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Três irmãos saíram de casa com o objetivo de alcançar sucesso profissional fora do Brasil. Alguns anos mais tarde, já formados e com muito dinheiro, resolveram se reunir para discutir o que cada um daria de presente no Dia de Natal. O primeiro, formado em Agronomia, disse:

— Comprei uma casa enorme, com quatro suítes, piscina, sauna e etc...

O segundo, formado em Engenharia, não deixou por menos e disparou:

— Eu mandei para ela uma Ferrari 0 KM.

O terceiro, formado em Medicina, deu um sorriso e disse:

— Mandei para mamãe um raro papagaio marrom que consegue recitar mais de dezenove mil poesias, a Bíblia do inicio ao fim e consegue cantar mais de mil músicas que fizeram sucesso na década de 60/70/80. Foram 20 anos de treinamento com os maiores especialistas em cada assunto. Tive que doar mais de trezentos mil doláres para cada instituição responsável pelo desenvolvimento dessa ave, mas estou satisfeito... valeu a pena.

Após o Natal, os três filhos receberam uma carta de agradecimento pelos presentes:

"Fernando, agradeço de coração a mansão que você me deu de presente. Ela é muito grande e bonita porém, apenas utilizo um dos quartos e tenho que limpar a casa toda. Por esse motivo vou colocá-la à venda, e comprar uma casa bem pequena."

"Marcelo, eu estou um pouco velha para dirigir uma Ferrari, fico o dia inteiro dentro de casa, por esse motivo, vou vender o carro e com o dinheiro vou realizar um velho sonho: farei um Cruzeiro para a Europa.

"Querido Alonso, você foi o único filho que teve o bom senso para saber do que a sua mãe realmente gosta. Aquele franguinho estava delicioso. Muito obrigada!"

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