Piadas de Papagaios

O sujeito entra em um bar com um papagaio no ombro e muitas mulheres gostosas à sua volta.

— Garçom, me vê um Martini pra ruiva, uma tequila pra morena, uma cerveja pra loira e 10 cheesburgueres pro papagaio.

O garçom acha aquilo muito estranho, mas atende o pedido e assiste o papagaio comendo freneticamente.

No dia seguinte o mesmo sujeito aparece no bar com outras mulheres, o mesmo papagaio no ombro e repete o pedido. Novamente o garçom atende e assite a cena, abismado. No terceiro dia, o garçom não resiste e pergunta:

— Desculpe, amigo... Mas você pode me satisfazer uma curiosidade?

— Já sei... — adivinha o sujeito — Você quer saber por que o meu papagaio come tanto?

O garçom acena com a cabeça.

— Bom, um dia desses eu estava andando na rua e encontrei uma lâmpada mágica. Esfreguei e saiu um gênio que me disse pra fazer três pedidos. Primeiro eu pedi pra ser muito rico e hoje eu sou uma das pessoas mais ricas do país. Depois eu pedi pra viver cercado de mulheres maravilhosas e o gênio me mandou essas gatas que você está vendo. E, por último, eu pedi pra ter um passarinho insaciável. Aí o sacana me deu esse louro filho da puta!

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Primeira e única viagem do Titanic.

Na véspera do grande desastre, um dos passageiros, Mister M, o senhor de todos os sortilégios e azarilégios e príncipe dos dedo-duros, resolveu fazer um show.

Mas, para o seu desespero, durante todo o espetáculo um papagaio ficava antecipando o que o mágico ia fazer.

Mister M pegava a cartola e o papagaio emendava:

— Agora vem um coelho!

Dito e feito! Um coelho saía da cartola.

Mister M pegava um baralho e o papagaio:

— Agora ele vai tirar um Ás de Espada!

E lá vinha o Ás de Espada.

Irritadíssimo, Mister M tinha decidido terminar o espetáculo quando, de repente... pumba... o navio bate no Iceberg.

Já na água, flutuando sobre um dos destroços, o papagaio encontra Mister M, nadando desesperadamente e lhe diz:

— Porra! Essa de sumir o navio eu não conhecia!

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O cara tinha dois papagaios veados, um ativo e um passivo, mas os bichos eram muito parecidos e ele nunca sabia quem era quem.

Certo dia, quando eles estavam trepando, o cara teve a idéia cretina de tirar as penas da cabeça do que estava por baixo.

No dia seguinte, o sujeito deu uma festa. E lá estavam os dois papagaios brincando na gaiola, até que o passivo olhou pra baixo e viu um homem careca tomando uísque.

— Ei, você! — chamou o papagaio — Ô careca! Aqui em cima!

— Que foi, papagaio? — disse o careca, bem-humorado — Tá falando comigo?

— Tô sim... Puxa vida, que azar, hein!

— Azar por quê?

— Acha que eu não sei que te pegaram dando o rabo?

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Um homem comprou um papagaio e logo nos primeiros dias percebeu que o bicho só falava palavrão o tempo todo.

Pacientemente, tentou ensinar boas maneiras ao louro, mas nada resolvia.

Até que um dia, levantou de mal humor e quando passou diante da gaiola do papagaio, este resmungou:

— Bom dia, seu filho da puta!

Furioso, ele atirou o pobre animal dentro do freezer.

Para sua surpresa, alguns minutos depois ao abri-lo, ouviu o papagaio se desculpar:

— Perdoe-me pelo meu linguajar inadequado, meu caro senhor! Prometo que de hoje em diante, me emendarei e nunca mais tornarei a dizer um palavrão sequer.

Feliz da vida, o homem pegou o papagaio e já ia colocá-lo em sua gaiola, quando ouviu:

— Só por curiosidade, o que foi que o frango fez?

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O caminhoneiro estava levando uma carga enorme de galinhas do interior para a cidade.

Na cabine, pra lhe fazer companhia, estava o papagaio dele, o Arilson. No meio da estrada apareceu uma gostosona pedindo carona.

Necessitado, como todo caminhoneiro, ele parou na hora e levou o mulherão. Conversa vai, conversa vem e o caminhoneiro avançou o sinal.

— Pare com isso! — gritou a moça, indignada — Seu tarado!

O caminhoneiro não quis nem saber:

— Ou dá ou desce!

E a moça continuou negando.

Nisso ele jogou o papagaio pra carroceria do caminhão pra ele não ficar assistindo a cena de camarote. E continuou tentando. Mas nada da moça liberar.

— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce! — repetia ele.

E não é que a moça desceu?

Então ele seguiu viagem. Quando parou e foi conferir a carga, levou o maior susto! Os caixotes estavam todos vazios, não tinha nenhuma galinha na carroceria. Aliás, tinha só uma, no cantinho, encurralada pelo papagaio que repetia:

— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce!

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O papagaio da dona Maria só falava besteira. Era só abrir o bico e lá vinha palavrão. Um dia vê a dona tomando banho e grita:

— Eu vi a boceta da Maria... Vi a boceta da Maria!

Aí ela disse:

— Cala a boca senão costuro o seu cu.

Depois de uns dias, lá vem o papagaio desbocado de novo:

— Eu vi a boceta da Maria... Vi a boceta da Maria!

Dito e feito, ela cumpriu a promessa e costurou-lhe o cu.

Uma semana depois, olhando pela janela, ele vê uma mulher grávida e faz o seguinte comentário:

— Andou falando palavrão, hein!? Sua desbocada!

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Três irmãos saíram de casa com o objetivo de alcançar sucesso profissional fora do Brasil. Alguns anos mais tarde, já formados e com muito dinheiro, resolveram se reunir para discutir o que cada um daria de presente no Dia de Natal. O primeiro, formado em Agronomia, disse:

— Comprei uma casa enorme, com quatro suítes, piscina, sauna e etc...

O segundo, formado em Engenharia, não deixou por menos e disparou:

— Eu mandei para ela uma Ferrari 0 KM.

O terceiro, formado em Medicina, deu um sorriso e disse:

— Mandei para mamãe um raro papagaio marrom que consegue recitar mais de dezenove mil poesias, a Bíblia do inicio ao fim e consegue cantar mais de mil músicas que fizeram sucesso na década de 60/70/80. Foram 20 anos de treinamento com os maiores especialistas em cada assunto. Tive que doar mais de trezentos mil doláres para cada instituição responsável pelo desenvolvimento dessa ave, mas estou satisfeito... valeu a pena.

Após o Natal, os três filhos receberam uma carta de agradecimento pelos presentes:

"Fernando, agradeço de coração a mansão que você me deu de presente. Ela é muito grande e bonita porém, apenas utilizo um dos quartos e tenho que limpar a casa toda. Por esse motivo vou colocá-la à venda, e comprar uma casa bem pequena."

"Marcelo, eu estou um pouco velha para dirigir uma Ferrari, fico o dia inteiro dentro de casa, por esse motivo, vou vender o carro e com o dinheiro vou realizar um velho sonho: farei um Cruzeiro para a Europa.

"Querido Alonso, você foi o único filho que teve o bom senso para saber do que a sua mãe realmente gosta. Aquele franguinho estava delicioso. Muito obrigada!"

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Toda vez que o padre viajava, o papagaio aproveitava para ligar para a sua família no Amazonas. E ficava horas e horas pendurado no telefone. Até que um dia, o padre teve de voltar antes do esperado e pegou o bicho no flagra.

— Agora eu entendi porque quando viajo a conta telefônica vem tão cara!

— Currupaco! Currupaco! — fez o papagaio. — Não briga comigo não! Juro que não faço mais isso!

— Eu tenho certeza de que não vai mais fazer — ponderou o padre, — depois do castigo que eu vou lhe dar.

E pegando dois pregos enormes, pregou o bichinho na parede com as asas abertas.

— Pronto! Vai ficar aí durante uma semana pra aprender a se comportar.

O papagaio ralhou por algumas horas, mas depois se conformou. Afinal, uma semana não era tanto tempo. Nisso, percebeu que ao seu lado havia um crucifixo.

— Ei, cara! — disse, voltando-se para o crucifixo. — Há quanto tempo você está pregado aí?

Ao que Jesus respondeu:

— Há dois mil anos!

— Puta que o pariu! — surpreendeu-se o papagaio. — Você ligou pra onde?

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Um cara entra numa loja de animais, querendo comprar um papagaio e encontra três idênticos numa gaiola e pergunta o preço:

— O da esquerda custa 500 reais — diz o dono.

— Nossa, que caro! Por que vale tanto?

— Ele é um papagaio muito especial — explica. — Sabe operar um computador.

— Ah, sei... E o da direita, quanto vale?

— Esse custa 1000 reais.

— Nossa, mas por que custa tão caro?

— Ah, porque além de saber operar um computador, também domina Windows, Unix e Macintosh.

— Sei, interessante... E o papagaio do meio?

— Esse custa 5 mil reais!

— Que é isso! O que ele sabe fazer de tão especial?

— Na verdade — diz o dono, — nunca vi esse papagaio fazer porra nenhuma. Mas os outros dois o chamam de chefe...

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Uma senhora está farta de ficar sozinha a maioria do tempo e, procurando por companhia, resolve comprar um papagaio. Então ela entra em uma loja e pergunta o preço do animal, quando o dono da loja diz:

— Olha, eu tenho esse papagaio aqui e lhe vendo por 20 reais!

Ela fica feliz com o preço e resolve levar o bichinho, mas o dono da loja adverte:

— Esse papagaio pertencia a um prostíbulo, antes de eu tê-lo comprado. Portanto, ele fala algumas grosserias de vez em quando, mas é muito esperto.

Como a senhora estava muito determinada a comprar o papagaio, leva o bicho e o coloca em uma gaiola logo na entrada de sua casa.

O bicho olha em volta, em seguida olha para a senhora e diz:

— Nova casa. Nova cafetina.

A mulher fica um pouco espantada mas depois acha engraçado.

As filhas da senhora chegam da escola e o papagaio diz:

— Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas.

As meninas ficam espantadas, mas a mãe explica o caso e elas também acham engraçado.

Então o marido chega em casa à noite e o papagaio olha para ele e diz:

— Nova Casa. Nova Cafetina. Novas Putas. Oi Jorge! Mudou de puteiro?

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O dono de uma pequena granja estava cansado da história do papagaio ir todas as noites ao galinheiro e traçar as galinhas e resolveu lhe pregar uma peça: colocou um fio elétrico desencapado sob a porta.

Naquela noite, quando o papagaio ia entrando no galinheiro, pisou no fio e soltou um grito:

— Uaauuuuaaaa! Se isso tudo for tesão, hoje eu vou comer até o galo!

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Era uma vez um cara que vivia a vida que você pediu a Deus: tinha uma barraca de suco na beira da praia. O seu único companheiro de barraca era o Cráudio, seu papagaio. Certo dia o vendedor precisou sair pra comprar umas frutas. Então ele resolveu deixar o papagaio cuidando da barraca.

— Ó, Cráudio! Eu vou sair e já volto! Se alguém perguntar você fala que tem suco de abacaxi, caju e ameixa. Entendeu, né? Abacaxi, caju e ameixa!

Então o papagaio ficou sozinho e apareceu o primeiro cliente.

— Ô papagaio! — arriscou ele — Tem suco de que hoje, hein?

O papagaio não pensou duas vezes e disse:

— Abaixa aí, abra o cu e não se mexa!

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O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada:

— Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda!

— O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?

— Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!

— Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado?

— Sim, este mesmo!

— Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele... mas ele morreu de quê?

— Comeu carne estragada!

— Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?

— Ninguém... ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.

— Que cavalos?

— Dos seus cavalos puro-sangue! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça d'água.

— Puxando a carroça d'água? Que água?

— Para apagar o fogo!

— Fogo? Onde?

— Na sua casa... uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.

— Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade?

— Foi uma das velas do velório!

— Velório?

— É... o velório da sua mãe... ela chegou lá de madrugada sem avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!

— Ah, meu Deus...

O sujeito não aguentou e caiu duro no chão. O caseiro então comenta:

— Nunca vi alguém gostar tanto de um papagaio...

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O Joaquim e o Manoel concorriam entre si, cada um com o seu bar, em esquinas opostas ao mesmo cruzamento.

O primeiro levava vantagem porque tinha a porta um papagaio falador que era o encanto da freguesia.

Resolvido a não ficar em desvantagem, foi ao mercado onde Lhe impingiram um filhote de coruja implume, como se fosse um papagaio recém-nascido, receptivo a qualquer ensinamento.

Três meses depois, o bichinho já estava todo emplumado e adulto, quando um freguês perguntou:

— Como é Joaquim, o papagaio já está falando?

— Não meu amigo, mas parece inteligente, pois presta uma atenção. . .

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