Piadas de Pobre

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Lula e Jesus

Lula discursava para milhares de pessoas, quando de repente aparece Jesus Cristo baixando lentamente do céu. Quando chega ao lado de Lula, lhe diz algo ao ouvido. Então Lula, dirigindo-se à multidão, diz:

- Atenção companheiros! O companheiro Jesus Cristo aqui quer dizer umas palavras para vocês.

Jesus pega o microfone e diz:

- Povo brasileiro, este homem que tem barba como eu, não lhes deu o pão do conhecimento da mesma forma que eu fiz?

O povo responde:

- Sim!

- Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e peixes para dar de comer a todos, este homem inventou o fome zero para que todos pudessem se alimentar?

- Sim! - respondeu o povo.

- Não é verdade que assegurou tratamento médico e remédios para os pobres, assim como eu curei os enfermos?

O povo grita:

- Sim!

- Não foi traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judas?

O povo então gritou ainda mais forte:

- Sim!

- Então o que vocês estão esperando para crucificá-lo?

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Sumindo Com o Dinheiro

A mãe que não havia encontrado os 10 reais que havia deixado na mesinha, diz ao filho:

- Meu filho. Só eu e você estivemos aqui e meu dinheiro sumiu.

A mãe começou a bater o pé...

- E daí? - perguntou o filho.

- Você pegou, devolve!

- Não dá mãe, eu peguei e dei para um menino muito pobre que tava com fome e queria ir na padaria comprar um bolo.

- Quem é esse menino?

- Eu!

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Barulho no Cemitério

Tarde da noite, o padre passa perto dum cemitério e leva o maior susto quando escuta:

- Hum, hum, hum!

O padre para, reza um Pai Nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:

- Do que é que essa pobre alma está precisando?

- Papel higiênico!

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Cotoco Nadador

Cotoco não tinha os dois braços e as duas pernas, mas isso não o impediu de praticar natação. Ele começou a nadar com as orelhas e virou uma celebridade, virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Ratinho, ganhou destaque no Globo Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Paralímpicos.

Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente treinada joga Cotoco na piscina, mas para
espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.

Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma a sua volta, Cotoco vai recuperando o fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que
cotoco consegue finalmente dizer:

- Quem foi... o miserável que me... colocou... porcaria... dessa touca?

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O Buraco do Coveiro

No cemitério o coveiro cavava uma nova cova, mas estava tão distraído que não percebeu que cavava demais. Após algum tempo ele olhou para cima e percebeu que não conseguiria sair dali sozinho. Ele gritou para pedir ajuda, mas ninguém apareceu. Passaram-se várias horas e ele já estava desesperado e com muito frio. Ele então escuta o som de passos e grita mais uma vez por ajuda, até que um bêbado se aproxima do buraco.

- O que aconteceu? - pergunta o bêbado.

- Você tem que me ajudar, eu estou preso nesse buraco, morrendo de frio - explica o coveiro.

O bêbado responde:

- É claro que está com frio, tiraram toda a terra de cima de você. Não se preocupe, pobre mortinho, vou te ajudar!

E o bêbado cuidadosamente começou a enterrar o coveiro.

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O Bêbado e os Pastores

Dois pastores estão perdidos e um deles pergunta para um homem que está visivelmente bêbado:

- Com licença, você sabe me informar onde fica a farmácia?

E o bêbado explica:

- Claro, fica ali na esquina virando a direita.

Os pastores agradecem, começam a seguir o caminho mas um pergunta ao outro:

- Será que não deveríamos ajudar aquele pobre homem que tomou o caminho da bebida?

E o outro pastor responde:

- É verdade. Temos o dever de ensinar a palavra do Senhor e ajudar aquele homem.

Eles voltam até o bêbado e perguntam:

- Moço, você gostaria que te ensinássemos o caminho de Deus?

E o bêbado responde:

- Vocês não sabem nem o caminho da farmácia, imagine o caminho de Deus...

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Gambá Para o Jantar

Um casal muito pobre estava na rua esperando o ônibus, quando um gambá passa vagarosamente ao lado e o homem tem uma ideia:

- Vamos pegar esse gambá para casa para o jantar?

A mulher diz:

- Jamais vamos levar isso no ônibus! Onde colocaríamos esse bicho?

- É só colocar embaixo da sua saia - diz o homem.

- E a catinga? - pergunta a mulher.

O marido diz:

- O gambá que se dane.

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O Bode na Sala

Um pai de família passando por sérias dificuldades, que morava numa casinha muito pequena e com muitos filhos, foi pedir ajuda ao pároco da sua cidade. Após escutar seu drama, o padre lhe deu um bode com a recomendação de que, durante uma semana, o homem mantivesse o mesmo na sua sala. Após este prazo, o pobre coitado deveria então retornar a igreja. Passada uma semana, o cidadão retornou.

O padre perguntou:

- E então? As coisas melhoraram?

- Não, seu padre. Não melhorou nada… O bode está nos atrapalhando bastante.

- Então, devolva o bode e volte daqui a uma semana. Disse o padre.

O sujeito devolveu o bode e uma semana depois retornou.

Novamente o padre perguntou:

- E então? As coisas melhoraram?

- Agora sim, seu padre, a minha vida nunca foi tão maravilhosa. Sem o bode a gente tem espaço na sala e não tem mais aquele mau cheiro.

E lá foi o feliz homem de volta à sua casa, agradecido a Deus pela vida que levava.

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O Exterminador de Baratas

Joãozinho chega todo feliz à casa e vai logo contar ao pai a sua última descoberta ''científica''.

- Pai, eu acabei de arrumar uma formula infalível para matar barata.

- E como é mesmo - indaga o pobre pai do menino.

- É muito simples. Você pega sal, um copo de pinga, um palio e uma pedra. Coloca em fila formando um sequência. Primeiro, a barata vai comer o sal pensando que é açúcar, ficará com sede e vai beber a pinga, ficará bêbada, tropeçará no palito, baterá a cabeça na pedra e morre! Pronto, é tiro e queda!

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Namoro do Rico e Namoro do Pobre

RICO NAMORANDO:
- Oi, amor!
- Oi, vida!
- Vamos sair pra jantar?
- Claro amor. Vai vir me buscar de quê?
- De Land Rover.
- É claro amor.
- Aww... Te amo!

POBRE NAMORANDO:
- E aí, safada!
- Fala, miséria.
- Onde você tá, cabrita?
- Tô tomando sol na laje.
- Bora da uns rolé na quebrada hoje?
- Depende. Vai me buscar de quê?
- A pé né, ainda não aprendi a voar.

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Sem Calcinha na Missa

A mocinha foi à missa usando uma minúscula mini saia e sem calcinha. Sentou-se na primeira fila. O padre celebrou toda a missa vendo aquela jovem. Ao final da celebração, ele a chamou em particular e disse:

- Minha filha, como é que você faz uma coisa dessas?

- Aqui é casa de oração e respeito, como é que você vem pra cá usando uma mini saia tão curta e ainda sem calcinha?

A mocinha, então respondeu:

- Sabe, padre, eu queria muito vir assistir à missa e como sou pobre e não tenho dinheiro pra comprar calcinha, eu vim assim mesmo.

O padre pegou a carteira, tirou uma nota de cem reais, deu para a moça e disse:

- Toma aqui, compre umas calcinhas para você!

Chegando em casa, a moça contou para a mãe o que tinha acontecido e que o padre havia lhe dado cem reais. A mãe então resolveu fazer a mesma coisa pra ver se também ganhava um dinheiro. Na semana seguinte, lá foi ela usando mini saia e sem calcinha para a missa do mesmo padre e sentou-se na primeira fila. Ao terminar a celebração o padre a chamou em particular e a repreendeu:

- Minha senhora, como é que você faz uma coisa dessas?

- Aqui é casa de oração e respeito, como é que você vem pra cá usando uma mini saia tão curta e ainda sem calcinha?

Ela respondeu:

- Sabe, padre, eu queria muito vir assistir à missa e como sou pobre e não tenho dinheiro pra comprar calcinha, eu vim assim mesmo.

O padre pegou a carteira, tirou uma nota de dois reais, deu para a senhora e disse:

- Tome aqui, compre um aparelho de barbear que a senhora está precisando.

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Tentação no Confessionário

Uma voz feminina sussura:

— Padre, perdoa-me porque pequei...

— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?

— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.

— Como é isso, filha?

— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.

— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.

— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.

— Bem, filha, como são essas sensações?

— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.

— Sério?

— Sim, padre, deseja relaxar...O melhor seria deitar-me...

— Como, filha?

— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.

— E que mais?

— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.

— Continue, minha filha.

— Talvez um pouco de calor me alivie.

— Calor?

— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.

— E com frequência é essa tentação?

— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.

— Filha?

— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.

— Por exemplo, eu?

— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.

— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.

— Setenta e quatro, padre.

— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.

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Esmola pro Ceguinho

Um homem, na companhia de um cachorro, pede dinheiro na rua e carrega uma placa onde está escrita e seguinte frase:

"Dê esmola ao pobre ceguinho, pelo amor de Deus."

Um ladrão vê o mendigo e fica observando-o durante um bom tempo. Quando percebe que a caixinha do homem já está cheia de dinheiro, decide roubá-la. Sem medo de ser notado pelo cego, o malandro vai em direção a ele e, no momento em que vai pôr as mãos na grana, é surpreendido pelo sujeito, que começa a lhe dar uma tremenda surra.

O ladrão, então, grita indignado:

— Mas você não é cego?

— Não, cego é o cachorro!

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Jogando Praga

Uma senhora pobre, foi a uma festa de macumba. Chegando lá tinha baixado um espirito na mãe-de-santo, e ele pediu a essa senhora:

— Me traga uma garrafa com champanhe pra mim.

E a senhora respondeu:

— Ora eu não compro champanhe pra mim, vou comprar pra você?

E a mãe-de-santo:

— Então vou te jogar uma praga. Você vai ter dor de dente 3 dias e 3 noites seguidos.

E a senhora dando muita risada tirou as dentaduras da boca e disse:

— Você vai jogar a praga na dentadura de cima ou na de baixo.

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Meu Pai Tem Tudo

Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:

— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes...

— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha?

Júlia reflete e diz:

— Bem, não...

A professora disse:

— Viu, não podemos ter tudo.

— Professora —, disse Artur —, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,...

— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular?

Depois de refletir, Artur responde:

— Bem, não...

— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.

Joãozinho levanta o dedo e diz:

— Professora, meu pai, agora, tem tudo.

— Será? — disse a professora.

— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse: "Era só o que me faltava!"

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Ultrapassado Pela Brasília

Um argentino muito rico andava muito rápido com a sua Ferrari, mas de repente um pobre brasileiro o ultrapassa com sua Brasília caindo aos pedaços. O argentino irritado acelerou ao máximo sua máquina e já ultrapassava novamente a Brasília. Alinhando ao lado da Brasília, o argentino debochando diz:

— E agora, o que vai fazer?

O brasileiro responde:

— Engatar a segunda!

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Onde Fica o Banheiro?

Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:

"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W.C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."

O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W.C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.

"Dear Sir,
Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.

Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.

Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sexo ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."

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Crime do Cabeçudo

Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça Grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de Laranjas. Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente. Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

— Tudo bom, Cabeçudo?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele. Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora. A família da vítima era Rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas. Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de "Zé Caneado", advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre. Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Quando todo mundo pensou que ele IA continuar a defesa, ele repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:

— Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

E o promotor:

— A defesa está tentando ridicularizar esta corte!

O juiz:

— Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…

Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

O juiz não aguentou:

— Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.

Foi então que o Zé Caneado disse:

— Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar... Vejam que se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão... pensem então na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo!

Cabeçudo foi absolvido, e o Zé voltou a tomar suas cachaças em Paz.

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Conteúdo Escrotal de Testículos

Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.

Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.

Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.

Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:

— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!

O calejado senhor respondeu:

— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!

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Perdidos no Deserto

Um dia um padre e uma freira estavam cruzando o deserto como missionários de uma igreja, que atende os pobres. De repente o cavalo em que eles estavam cai morto no meio do deserto, e depois de dias perdidos no deserto sem água os dois entram em desespero:

— Padre e agora, estamos sem cavalo e sem água perdidos a dias, o que vamos fazer?

— O jeito é confessarmo-nos antes de morrer, nossos desejos de vida.

— É mesmo! E qual é o seu desejo padre?

— Sabe, eu nunca vi uma freira sem as vestes, eu gostaria de ver uma agora!

A freira para atender o pedido do padre fez um último sacrifício e tirou toda suas vestes e ficou completamente nua. E o padre só olhando e fala:

— Hum! E você irmã qual o seu desejo?

— Eu também nunca vi um padre pelado, eu gostaria de ver um agora!

E o padre retirou a suas vestes todo empolgado, e com seu membro erguido. A freira olha o meio das pernas do padre espantada e fala:

— Padre! O que é esse negócio grande no meio de suas pernas?

— Irmã, isso é um membro viril e que introduzido num buraco gera uma vida!

A freira toda empolgada:

— Então, o que está esperando, enfia logo no cu do cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira agente daqui!

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Desenho da Filhinha

Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:

— Onde é que você viu isso, Mariazinha?

— Na sua mão, mãezinha.

— O quê??? O que você anda aprontando sua...

A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.

— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.

Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.

Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.

— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.

— A tesoura da mamãe...

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Trabalho nos Estados Unidos

Um nordestino que morava em uma região muito pobre reclamava com um cumpadre do sofrimento que é a seca, a sede e, principalmente, a fome! O compadre, que era meio irresponsável, falou:

— Porque que você não vai para os Estados Unidos bichinho? Lá num tem seca nem fome e todo mundo é rico!

O nordestino perguntou:

— Mas cumu que eu vou prá lá?

E o cumpadre:

— Ora, arrume emprego em um navio que vá para lá!

O nordestino arrumou sua trouxa e se mandou para os Estados Unidos, matando-se de trabalhar em um navio cargueiro.

Chegando em Nova Iorque o nordestino além de fome começou a sofrer com o frio, porque não conseguia arrumar emprego pois não falava uma só palavra em inglês... Ele estava sentado em uma calçada, congelado e faminto, esperando pela morte, quando passou um mexicano e perguntou:

— O que acontece Muchacho? Queres ir para o meu circo?

O nordestino então, com dificuldade de andar foi até o circo, que era aquecido, onde tomou um banho quente, trocou de roupa, fez uma farta refeição e foi dormir para recuperar as forças. Quando acordou foi procurar o mexicano:

— O que posso fazer para recompensá-lo?

O mexicano respondeu:

— Quero que vistas uma pele de leão e entres no picadeiro para lutares com uma jiboia!

O nordestino recuou um passo, mas pensou que se não fosse o mexicano já estaria morto...

Na hora do espetáculo o mexicano anunciou:

— E agora, a sensacional luta do leão africano com a jiboia da amazônia!

O nordestino, vestido de leão, entrou no picadeiro urrando, mas quando viu a imensa cobra entrando do outro lado ajoelhou-se e disse:

— Meu padim padre Cícero, de Juazeiro no Ceará, não deixe essa cobra me matar!

A cobra colocou as mãos na cintura e disse:

— Ó chente bichinho, tu é de lá também?

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Contato com Deus

Certa vez um homem pobre que não se conformava com sua condição, rezou muito e conseguiu um contato com Deus. Encontrando Deus, ele pergunta:

— Deus, quanto vale para o senhor um minuto?

— Para mim, meu filho, um minuto vale um milhão de anos...

— E quanto vale um centavo para o senhor, meu Deus?

— Um centavo, para mim, vale um milhão de reais, meu filho.

— Por favor, meu Deus, eu lhe peço que me dê um centavo!

— Tudo bem, filho. Espere só um segundo.

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Carona Assustadora

Numa noite escura e de temporal, estava uma loira, de nome Paty, na beira de uma estrada secundária mal iluminada pedindo carona. Nenhum carro passava e a tempestade estava tão furiosa que a pobre Paty não conseguia ver dois palmos à frente do nariz!

Subitamente, Paty viu um carro aproximar-se dela e parar.

Radiante, saltou de imediato para dentro do carro e, fechando a porta, se deparou com o fato de não haver ninguém no local do motorista!

O carro reiniciou então a marcha lentamente e Paty, olhando para a estrada, vê uma curva aproximar-se perigosamente.

Aterrorizada e ainda não refeita do choque de se encontrar num carro fantasma, começa a rezar fervorosamente para que a sua vida seja poupada.

Neste instante, quando a curva se encontra a apenas uns escassos metros do carro, uma misteriosa mão surge pela janela do carro e move o volante.

Paralisada pelo terror, Paty continua a observar as constantes aparições da mão à cada curva do caminho.

Até que, reunindo as escassas forças que ainda possuía, salta do carro, se ralando toda e sai em disparada, desesperada, para a cidade mais próxima.

Cansada, encharcada e em estado de choque, entra num café onde emborca de imediato dois drinques: um Martini e Blood Mary, relatando debilmente o que havia acontecido, perante o olhar estarrecido dos outros clientes.

Naquele instante, dois homens entraram no mesmo café, absolutamente encharcados. Imediatamente um deles avisa para o outro:

— Olha lá a loira idiota que entrou no nosso carro enquanto a gente o estava empurrando!

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Piada Para Se Salvar

Quatro soldados de diferentes países — um americano, um japonês, um espanhol e um português — encontravam-se presos em um campo de concentração.

O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste em que todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento.

E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade o portuga, clamou: "Matem esse americano sem graça!"

E lá se foi o pobre gringo...

O próximo era o japonês: contou a piada mais engraçada que conhecia.

Mais uma vez, todos riram, menos o portuga. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou: "Matem esse japonês que não sabe contar piadas!"

E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o portuga caiu na risada. E passou a rir sem parar. O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:

— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada... Do que está rindo?

— Muito boa a piada do americano!

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Pesando o Bebê

Era uma maternidade muito pobre. Tão pobre e mal equipada que não tinha sequer uma balança para pesar os bebês que nasciam.

Um dia, uma mãe quis saber o peso do recém-nascido e o jeito foi o pai levar o bebê para pesar no açougue do outro lado da rua. O pai chegou lá e explicou o que queria: saber o peso do bebezinho. O açougueiro pegou o bebezinho com muito cuidado e levou ele lá pra trás do balcão. Alguns minutos depois ele voltou:

— Um quilo e meio, bem pesado. Sem ossos!

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Pedindo Piedade

Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.

— Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.

— Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.

Quando o pessoal sai o rapaz diz:

— O seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus!

— Cala a boca e fica quieto aí!

Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:

— Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.

— Deixa ele aí que eu já resolvo.

Daí a pouco chega outro pobre coitado:

— Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!

— Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.

Mais alguns minutos entra outro:

— Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.

Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:

— Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O cara do cu sou eu, tá?

Moral da História: Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um grande problema.

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Tizunga ou Morte

Um turista passeava-se numa floresta tropical qualquer. O que ele desconhecia por completo é que aquelas matas eram habitadas por várias tribos canibais. Quando ele passou pela primeira tribo foi capturado e levado ao chefe.

O chefe perguntou:

— Então hôme branco, cê quer Tizunga ou prefere morrer?

O coitado do homem, pensou: "Estão me dando uma chance de viver! Vou aceitar qualquer coisa, menos que me matem!"

Então disse:

— Quero Tizunga, grande chefe.

— Tizunga com ele, meus guerreiros — disse o chefe da tribo.

E assim toda a legião de guerreiros foi à bunda do turista. O coitado foi deflorado ali em frente de toda a tribo.

Depois da última malhada o homem foi liberto. Todo dolorido ele continuou o seu caminho pelas matas. Alguns quilômetros depois deu de cara com outra tribo canibal. Mesmo procedimento, o chefe perguntou:

— O hôme branco qué Tizunga ou qué morrer?

— Oh chefe, piedade, já fui rasgado numa tribo la atrás...

— São as regras, forasteiro.

— Então prefiro Tizunga. Tudo menos minha vida!

— Meus bravos guerreiros, Tizunga no hôme branco!

Novamente o pobre homem foi violentado por trás, mais de 50 guerreiros fizeram a festa. Mais para lá do que para cá, o homem seguiu viagem.

Para seu azar, mais na frente encontrou a terceira tribo... e se repete a pergunta de praxe, o homem em desespero respondeu:

— Ah não, não aguento mais... eu prefiro morrer a ter que aguentar seus guerreiros, chefe!

Então o chefe da tribo disse para os guerreiros:

— Esse daqui é brabo, prefere morrer. Então meus guerreiros, Tizunga até morrer!

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Menino Pobre

João era um menino pobre que mandou uma carta para Papai Noel. Assim que a carta chegou ao correio, os funcionários, sem terem para quem mandar a carta, resolveram abri-la. Nela, João dizia que não queria presentes e sim R$ 200,00 para comprar remédios para sua mãezinha que estava muito doente. Disse também que era pobre, porém trabalhador, e que tinha sido um bom menino durante o ano.

O pessoal do correio, sensibilizado com tamanha pureza, fez uma vaquinha e, cata daqui, pede de lá, angariou R$ 100,00, que foram enviados a João em nome de Papai Noel. Passado algum tempo, eis que chega uma outra carta de João para Papai Noel. A carta dizia: "Caro Papai Noel, muito obrigado pelo dinheiro que o senhor me mandou. Minha mãe já está melhor e manda agradecer. Gostaria apenas de lhe pedir um favor: da próxima vez que o senhor mandar dinheiro para mim, entregue diretamente no meu endereço, pois aqueles filhos da mãe do correio passaram a mão em metade da minha grana!"