Piadas de Polícia

A escola leva os seus alunos até uma delegacia para que os alunos aprendam como a polícia trabalha.

Joãozinho vê um cartaz com várias fotos dos assaltantes mais procurados. Ele aponta para uma das fotos e pergunta ao policial:

— Esse bandido é realmente perigoso?

— É sim, filho — responde o guarda. — Os investigadores estão caçando-o já faz oito meses.

Joãozinho responde:

— Por que vocês não o prenderam quando tiraram a foto?

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Joãozinho está passeando com a sua cachorrinha no parque, quando ela resolve fazer o seu xixi bem diante da porta de uma guarita.

Ao ver aquilo, o guarda fica furioso e adverte:

— A próxima vez que a sua cachorra fizer isso, vou meter o cacete nela!

E o Joãozinho:

— Legal, seu guarda! Eu sempre quis ter um cachorrinho policial!

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O bêbado subiu no poste e por mais que pedissem para descer ele não dava ouvidos. Chamaram um policial e eles começaram a discutir:

— Desce daí rapaz!

— Não desço, não desço!

— Então eu vou subir e fazer você descer no tapa!

— Sendo assim eu vou descer.

Chegando no chão o policial pergunta:

— Quem é você?

— Seu guarda o senhor não me conhece? Eu sou o rapaz que estava lá em cima.

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Um sujeito vinha à noite dirigindo sua Brasília 77 na estrada quando a coitada pifou. Sem conseguir consertar o defeito, ficou fazendo sinal esperando que alguém parasse para lhe prestar socorro. Depois de algum tempo, finalmente um carro para. Era um Porsche 911. O motorista fala para o sujeito da Brasília:

— Vamos rebocar essa lata velha, que só tem oficina daqui a uns 15 quilômetros!

Sem alternativa, o sujeito amarra sua peça de museu no reboque do Porsche e segue viagem na lata velha. Depois de alguns quilômetros, passa uma Mercedes, em alta velocidade, dando uma fechada no Porsche. O motorista do Porsche fica furioso e parte em perseguição da Mercedes, esquecendo que estava rebocando outro carro, para desespero do dono da Brasília, que tenta chamar a atenção do motorista do Porsche acionando freneticamente o farol alto.

Os três carros passam por um posto da polícia rodoviária em altíssima velocidade. Nisso o policial de plantão avisa pelo rádio para o posto seguinte:

— Rapaz, você não acredita. Acabou de passar uma Mercedes aqui a toda velocidade, batendo pega com um Porsche!

O guarda do posto seguinte avisa:

— Ok, vou bloquear a estrada!

E o policial continua, estupefato:

— E o pior é que tem uma Brasília colada no fundo do Porsche, dando sinal de luz e pedindo passagem!

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Uma velha feia entra na delegacia.

— Vim dar uma queixa. Na porta da igreja, tem um homem exibicionista, nu debaixo de uma capa. E quando eu passei ele abriu a capa, vi que ele tinha um instrumento enorme e duro e me disse:

— Vamos fazer um amorzinho beleza?

— Eu acho que ele está bêbado ou é maluco.

O policial levanta os olhos, vê a mulher, abaixa os olhos novamente e diz:

— É a senhora tem razão.

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O motoqueiro está a 200 por hora na estrada quando estoura o zíper da sua jaqueta. Para evitar o frio no peito, ele resolve vesti-la ao contrário.

Após 2 quilômetros a moto derrapa e ele voa para o meio do mato.

Logo após vem um carro com dois portugueses, que vão socorrer o coitado.

Em seguida chega a polícia, que pergunta aos portugueses:

— Ele morreu na hora?

— Não, morreu agora há pouco, quando tentávamos virar o pescoço dele para o lado certo!

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O genro vai até o posto de polícia e fala ao oficial que o atende:

— Eu vim dar queixa do desaparecimento da minha sogra.

O policial pergunta:

— Faz quanto tempo ela sumiu? Mais que 48 horas?

— Faz duas semanas, doutor — responde o genro.

— E por que você demorou tanto tempo para prestar queixa?

— É que eu não conseguia acreditar que eu tivesse dado tanta sorte!

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A polícia está dando a maior batida por conta de um assalto ocorrido no banco, quando param uma Kombi cheia de japoneses.

— Desce todo mundo! — ordena o policial. — Mãos na cabeça!

Eles obedecem em silêncio.

— Agora um por um, vai falando o nome — torna o policial.

E eles:

— Sartamo Obanko.

— Matamo Okasha.

— Kontiro Nosako.

— Katamo Osnique.

— Saimo Koreno.

— Fugimo Nakombi.

— Osguarda Pararo.

— Tomamo Noku.

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Uma missão da máfia internacional deu errado e foram detidos, em um presídio dos Estados Unidos, um alemão, um brasileiro e um português.

— Vocês ficarão em solitária por 30 anos! — disse o delegado, em voz alta — E tem direito a um único pedido! Vamos, digam o que vocês querem... Mas digam logo!

— Bem, eu quero ter uma biblioteca completa na minha cela! — disse o alemão — Eu não posso ficar sem estudar, sem pesquisar...

O brasileiro foi o segundo a se pronunciar:

— Eu quero uma mulher gostosa na minha cela! Eu não posso ficar sem mulher!

— E eu quero um caminhão de maços de cigarros! — disse o portuga — Eu não posso ficar sem fumar!

Os pedidos foram atendidos e as celas foram trancadas e, trinta anos depois, os policiais foram soltar os presidiários. Ao abrir a cela do alemão, eles o viram entretido em seus livros, cercado de centenas de formulações e teses científicas.

A segunda cela a ser aberta foi a do brasileiro. Ele estava relaxado, deitado no chão, cercado de filhos e a mulher já estava grávida de novo. Quando abriram a última cela, eles encontraram os maços de cigarro ainda fechados e o português com um cigarro na mão, dizendo:

— Fósforo! Fósforo! Pelo amor de Deus, alguém tem um palito de fósforo?

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A loira, a morena e a ruiva estavam assaltando um mercado, fizeram a limpeza total e quando estavam fugindo, a polícia chegou. Elas encontraram um balcão abandonado e tinham três armários, cada uma entrou em um e os policiais entraram. Bateram na porta da ruiva, ela pensou rápido e disse:

— Miau, miau.

O policial desistiu daquele armário, e bateu no outro da Morena que falou:

— Au, au, au.

O policial desistiu desse também, e foi no da loira, a loira então disse:

— É um pato.

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Sempre que um bebum ia fazer a barba na barbearia do Manoel ele contava uma piada em que o português se dava mal e como Manuel era português não gostava disso, mas certa vez quando ele foi fazer a sua barba, Manoel ameaçou de cortar a sua cabeça se ele contasse uma historia em que o português se dava mal.

E o bebum começou a contar uma piada:

— Um brasileiro e um português estavam fugindo da polícia quando entraram em um beco e encontraram dois barris enquanto o brasileiro entrou no de merda o português entrou no de mel, Manoel gostou e terminou de fazer a barba do bebum depois que tinha terminado falou:

— Putz! O brasileiro se deu mal, mais o que aconteceu no fim?

O bebum completou:

— Como a polícia não podia reconhece-los mandou que um lambesse o outro até ficarem limpos.

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O rapaz vai ao cinema com um amigo e, a certa altura, o desafia:

— Duvida eu dar um tapa na cabeça deste careca?

E o amigo, mais que depressa:

— Duvido!

O rapaz lasca um tapa no careca e diz:

— Ô Oliveira! Quanto tempo... puxa, que saudades!

E o careca:

— Que é isso, rapaz?! Eu não sou o Oliveira e não te conheço!

— Puxa, mil desculpas! É que o senhor é a cara do Oliveira.

Passados cinco minutos, o rapaz vira-se para o amigo novamente e diz:

— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?

— Duvido!

O rapaz lasca um outro tapa no careca e diz:

— Ô Oliveira, deixa de frescura... eu sei que é você...

Aí o sujeito se enfeza, levanta-se e, com o dedo em riste, dispara:

— Escuta aqui, ô seu sujeitinho safado, se você tocar em mim novamente eu vou chamar a polícia!

— Pô, desculpa mesmo! É que o Oliveira é muito brincalhão e eu pensei que...

— Não me interessa o que você pensou! Me deixe em paz, senão vou chamar a polícia!

Então, o careca saiu e foi sentar lá na frente.

Aí o rapaz vira-se para o amigo e diz:

— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?

— Duvido.

Ele vai lá, tasca um tremendo tapa na cabeça do coitado e diz:

— Ô Oliveira, você tá aqui! Puxa, te confundi com outro cara ali atrás e quase que eu apanho!

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Um brasileiro entra na policia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:

— Vim entregar-me. Cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.

— Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.

— Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.

— Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?

— Mas ele estava no acostamento.

— Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.

— Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!

— Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.

— Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.

— O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.

— Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo!

— Tudo mentira, esses argentinos mentem muito!

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