Piadas de Políticos

Fidel morre e chega no céu, mas não estava na lista. Assim, São Pedro o manda ao inferno. Quando chega lá, o Diabo em pessoa o recebe e diz:

— Olá, Fidel, seja bem-vindo. Eu estava te esperando. Aqui você vai se sentir em casa.

— Obrigado, Satanás, mas estive primeiro no céu e esqueci minhas malas lá em cima.

— Não se preocupe. Vou enviar dois diabinhos para pegar suas coisas.

Os dois diabinhos chegam às portas do céu, mas as encontram fechadas porque São Pedro tinha saído para almoçar.

— Olha, é melhor pularmos o muro. Aí pegamos as malas sem perturbar ninguém.

Então, os dois diabinhos começam a escalar o muro. Dois anjinhos passavam por ali e ao verem os diabinhos, um comenta com o outro:

— Pô, não faz nem dez minutos que Fidel está no inferno e já temos refugiados!

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O novo presidente da Argentina faz o discurso de posse em plena praça:

— No ano que vem, todos os argentinos poderão comprar sapatos novos.

Todos aplaudem.

Uma argentina que está bem na frente do palanque levanta a perna para mostrar o sapato velho e pergunta:

— Eu vou poder comprar sapatos novos, presidente?

— Sim, minha senhora. E calcinha também.

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Um político ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.

— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.

— O que é que você está querendo dizer? Eu sou um deputado muito importante — falou o político com a peculiar arrogância.

— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu?

— Ah, entendi.

O político pensou um pouco e falou:

— Mas eu não sei fazer nada, só faço trampolinagens, maracutaias, safadezas, essas coisas...

— Quanto é mesmo que o senhor quer sacar? O senhor quer em notas de cinquenta ou de cem reais?

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Essa aconteceu num desses currais eleitorais. Com ou sem urna eletrônica, dizem que essas coisas sempre ocorreram e vão continuar a ocorrer. Como os eleitos são os mesmos de sempre, os mortos continuam a votar e nada acontece. A não ser a frustração dessa triste viúva.

No dia seguinte à eleição, a mulher foi ao cemitério. Chegando ao túmulo do falecido marido, ela falou muito irritada:

— Seu desgraçado, insensível, miserável. Você não tem mais a menor atenção comigo. Ontem você foi votar lá na cidade e não teve sequer a consideração de me procurar.

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O político postou-se na praça do mercado e dirigiu-se a multidão:

— Oh povo deste lugar! Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço, progresso sem sacrifício?

Logo juntou-se um grande número de pessoas com todo mundo gritando:

— Queremos! Queremos!

— Era só para saber —, diz o político. — Podem confiar em mim, contarei tudo a respeito caso algum dia descubra algo assim.

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Vinha certo presidente e uma comitiva de seguranças caminhando em uma rua quando o presidente se viu apertado para urinar:

— E agora, companheiros, o que faço?

— Faz aí mesmo, presidente, disse um dos seus assessores. A gente faz uma barreirinha! Nisso, um guarda que passava viu o ato em via pública.

— Ahá! Apanhei-te! Isso é atentado ao pudor! Oh! Me desculpe Senhor Presidente, não vi que era o senhor...

— Não, companheiro, a Lei é para todos. O que eu estava fazendo é errado e você vai me multar e até prender se for o caso.

— Senhor Presidente, não vou prender o senhor...

— Vai sim, se tiver na Lei.

— Não, não vou...

— Vai!

— Senhor Presidente o senhor já fez tanta cagada, acha que eu vou prendê-lo por uma mijadinha de nada?

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Um político, daqueles bem picaretas e caras de pau, sobe no palanque e começa o discurso:

— Meus cidadão! Se eu fô eleito, vô construí as escola!

Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau português do candidato.

— Eu tombém vô construí as egreja, as creche...

O silêncio fica ainda mais constrangedor. Nessa hora, um assessor não aguenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:

— Chefe... Emprega o plural que você ganha mais votos!

O político se empolga e responde:

— Deixa comigo!

E recomeça o discurso:

— Eu vô empregá o plurá!... A mãe do plurá, o pai do plurá, toda a famía do plurá, porque eis merece!

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Em uma cidadezinha do interior um candidato a deputado chega e começa o discurso.

— Gente nessa cidade tem água encanada?

O povo responde:

— Não!

— Gente, nessa cidade tem saneamento básico?

O povo:

— Não!

— Gente nessa cidade tem hospital?

O povo mais uma vez diz:

— Não.

— Gente, muda dessa merda!

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O assessor chega até o gabinete do prefeito e diz:

— Senhor prefeito, aqui está a relação dos nomes das pessoas insatisfeitas com sua administração.

O prefeito pergunta:

— A relação está em ordem alfabética?

— Sim senhor... é uma lista telefônica do município.

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O político estava dando uma entrevista coletiva para um colégio. Um menino levanta-se e fala:

— Meu nome é Bruno e vou fazer duas perguntas: É verdade que o senhor contrata parentes para trabalhar sem concurso público? Toda vez que alquem encara você de frente desaparece?

Toca o sinal do intervalo, todos saem e 30 minutos depois retornam para a coletiva.

Outro menino se levanta e fala:

— Meu nome é Paulo e vou fazer quatro perguntas: É verdade que o senhor contrata parentes para trabalhar sem concurso público? Toda vez que alquem encara você de frente desaparece? Por que o sinal do intervalo bateu 30 minutos antes? Onde está o meu amigo Bruno?

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O presidente do Brasil foi visitar o presidente da Bolívia. Chegando lá, o presidente do Brasil começou a apresentar os ministros que o acompanhavam:

— Este é meu Ministro da Fazenda, este da Educação, este dos Esportes, e este da Saúde.

Então o presidente da Bolívia começou:

— Este é o meu Ministro da Fazenda, este da Marinha…

Nem acabou de dizer isto, e o presidente do Brasil começou a rir.

— O que foi? — perguntou o presidente da Bolívia.

E ele respondeu:

— É que você tem Ministro da Marinha e nem tem mar!

— Olha, fique quieto! Quando você me apresentou os Ministros da Saúde e da Educação eu não ri…

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Bill Clinton foi à Bagdad para discutir a paz com Sadam Russain. Os dois se cumprimentaram e foram direto ao palácio presidencial.

Chegando lá, Clinton deparou-se com duas grandes poltronas, posicionadas frente-a-frente, os dois sentaran-se e foi então que Clinton percebeu na poltrona de Sadam, haviam três botões próximos à sua mão.

Clinton fica desconfiado mas, desside que a paz e um assunto muito importante e deveria ser discutido mesmo estando ele receioso. Quando Clintom começa a falar, Sadam pressiona o primeiro botão, subitamente uma mão mecânica surge e prende Clinton pelas bochechas, dificultando a sua fala.

Sadam não se contém e cai na gargalhada, mas Clinton mesmo embarassado decide continuar, afinal a paz é importante.

Sadam pressiona, então o segundo botão. Subitamente, uma perna mecânica, com uma enorme bota, chuta Clintom na bunda. Sadam novamente começa a rir, apoiando-se nos braços de sua poltrona, batendos os pés no chão e balançando a cabeça "como uma criança" olhando para o teto.

Clintom agora, rubro de vergonha, decide mais uma vez tentar a paz é quando Sadam, finalmente pressiona o terceiro e último botão e outra perna mecânica, com uma enorme bota, chuta Clinton em suas particularidades (nem tão particulares assim). Clinton cai de joelhos e em eguida rola por sobre o tapete vermelho do palácio de Russaim para deleite do ditador, cujas gargalhadas podiam ser ouvidas por todos os corredores.

Clintom percebe então não ser possível dar continuidade à conversa, levanta-se e volta para Washington. Um mês depois é a vez de Sadam ir à Casa Branca para discutir a paz.

Chegando lá os dois se cumprimentam e vão direto à sala presidencial. Sadam então depara-se com duas poltronas frente-a-frente, a de Clintom com três botões. Ele então prepara-se para a vingança americana.

Quando Sadam começa a falar, Clinto pressiona o primeiro botão, Sadam se contrai de súbito, mas nada, absolutamente nada acontece. Clinton abre uma enorme gargahada, Sadam não entende, mas decide continuar a discutir a paz.

Clinton então, pressiona o segundo botão. Sadam pula da sua poltrona mas, novamente, nada acontece. Dessa vez Clinton é quem bate com os pés no chão, contendo-se para não se mijar. Sadam, perplexo, volta ao seu lugar e tenta retomar o diálogo.

Clintom então pressiona o terceiro botão. Sadam, mais uma vez pula mas nada, nada, acontece. Clinton cai no chão e rola por tras do birô, vermelho e sem ar de tanto rir.

Sadam, indignado, olha para ele e diz:

— Se é dessa forma que o senhor se porta, eu volto ao Iraque!

E Clinton, com lágrima nos olhos, de tanto rir, pergunta:

— Que Iraque?

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O presidente faz uma visita a uma escola em Brasília e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia". Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:

— Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

— Não - diz o presidente — isto seria um ACIDENTE.

Uma garotinha levanta a mão.

— Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças — pergunta ela — caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

— Também não — explica o presidente — Neste caso, seria uma GRANDE PERDA.

A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. O presidente olha para a turma:

— Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranquila ele diz:

— Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Ruth, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

— Fantástico! — exclama o presidente — Correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

— Bem, — diz o garoto — porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

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