Piadas de Políticos

O novo presidente da Argentina faz o discurso de posse em plena praça:

— No ano que vem, todos os argentinos poderão comprar sapatos novos.

Todos aplaudem.

Uma argentina que está bem na frente do palanque levanta a perna para mostrar o sapato velho e pergunta:

— Eu vou poder comprar sapatos novos, presidente?

— Sim, minha senhora. E calcinha também.

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Um político ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.

— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.

— O que é que você está querendo dizer? Eu sou um deputado muito importante — falou o político com a peculiar arrogância.

— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu?

— Ah, entendi.

O político pensou um pouco e falou:

— Mas eu não sei fazer nada, só faço trampolinagens, maracutaias, safadezas, essas coisas...

— Quanto é mesmo que o senhor quer sacar? O senhor quer em notas de cinquenta ou de cem reais?

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Essa aconteceu num desses currais eleitorais. Com ou sem urna eletrônica, dizem que essas coisas sempre ocorreram e vão continuar a ocorrer. Como os eleitos são os mesmos de sempre, os mortos continuam a votar e nada acontece. A não ser a frustração dessa triste viúva.

No dia seguinte à eleição, a mulher foi ao cemitério. Chegando ao túmulo do falecido marido, ela falou muito irritada:

— Seu desgraçado, insensível, miserável. Você não tem mais a menor atenção comigo. Ontem você foi votar lá na cidade e não teve sequer a consideração de me procurar.

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O político postou-se na praça do mercado e dirigiu-se a multidão:

— Oh povo deste lugar! Querem conhecimento sem dificuldade, verdade sem falsidade, realização sem esforço, progresso sem sacrifício?

Logo juntou-se um grande número de pessoas com todo mundo gritando:

— Queremos! Queremos!

— Era só para saber —, diz o político. — Podem confiar em mim, contarei tudo a respeito caso algum dia descubra algo assim.

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Vinha certo presidente e uma comitiva de seguranças caminhando em uma rua quando o presidente se viu apertado para urinar:

— E agora, companheiros, o que faço?

— Faz aí mesmo, presidente, disse um dos seus assessores. A gente faz uma barreirinha! Nisso, um guarda que passava viu o ato em via pública.

— Ahá! Apanhei-te! Isso é atentado ao pudor! Oh! Me desculpe Senhor Presidente, não vi que era o senhor...

— Não, companheiro, a Lei é para todos. O que eu estava fazendo é errado e você vai me multar e até prender se for o caso.

— Senhor Presidente, não vou prender o senhor...

— Vai sim, se tiver na Lei.

— Não, não vou...

— Vai!

— Senhor Presidente o senhor já fez tanta cagada, acha que eu vou prendê-lo por uma mijadinha de nada?

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Um político, daqueles bem picaretas e caras de pau, sobe no palanque e começa o discurso:

— Meus cidadão! Se eu fô eleito, vô construí as escola!

Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau português do candidato.

— Eu tombém vô construí as egreja, as creche...

O silêncio fica ainda mais constrangedor. Nessa hora, um assessor não aguenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:

— Chefe... Emprega o plural que você ganha mais votos!

O político se empolga e responde:

— Deixa comigo!

E recomeça o discurso:

— Eu vô empregá o plurá!... A mãe do plurá, o pai do plurá, toda a famía do plurá, porque eis merece!

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Em uma cidadezinha do interior um candidato a deputado chega e começa o discurso.

— Gente nessa cidade tem água encanada?

O povo responde:

— Não!

— Gente, nessa cidade tem saneamento básico?

O povo:

— Não!

— Gente nessa cidade tem hospital?

O povo mais uma vez diz:

— Não.

— Gente, muda dessa merda!

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O assessor chega até o gabinete do prefeito e diz:

— Senhor prefeito, aqui está a relação dos nomes das pessoas insatisfeitas com sua administração.

O prefeito pergunta:

— A relação está em ordem alfabética?

— Sim senhor... é uma lista telefônica do município.

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O político estava dando uma entrevista coletiva para um colégio. Um menino levanta-se e fala:

— Meu nome é Bruno e vou fazer duas perguntas: É verdade que o senhor contrata parentes para trabalhar sem concurso público? Toda vez que alquem encara você de frente desaparece?

Toca o sinal do intervalo, todos saem e 30 minutos depois retornam para a coletiva.

Outro menino se levanta e fala:

— Meu nome é Paulo e vou fazer quatro perguntas: É verdade que o senhor contrata parentes para trabalhar sem concurso público? Toda vez que alquem encara você de frente desaparece? Por que o sinal do intervalo bateu 30 minutos antes? Onde está o meu amigo Bruno?

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O presidente do Brasil foi visitar o presidente da Bolívia. Chegando lá, o presidente do Brasil começou a apresentar os ministros que o acompanhavam:

— Este é meu Ministro da Fazenda, este da Educação, este dos Esportes, e este da Saúde.

Então o presidente da Bolívia começou:

— Este é o meu Ministro da Fazenda, este da Marinha…

Nem acabou de dizer isto, e o presidente do Brasil começou a rir.

— O que foi? — perguntou o presidente da Bolívia.

E ele respondeu:

— É que você tem Ministro da Marinha e nem tem mar!

— Olha, fique quieto! Quando você me apresentou os Ministros da Saúde e da Educação eu não ri…

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Bill Clinton foi à Bagdad para discutir a paz com Sadam Russain. Os dois se cumprimentaram e foram direto ao palácio presidencial.

Chegando lá, Clinton deparou-se com duas grandes poltronas, posicionadas frente-a-frente, os dois sentaran-se e foi então que Clinton percebeu na poltrona de Sadam, haviam três botões próximos à sua mão.

Clinton fica desconfiado mas, desside que a paz e um assunto muito importante e deveria ser discutido mesmo estando ele receioso. Quando Clintom começa a falar, Sadam pressiona o primeiro botão, subitamente uma mão mecânica surge e prende Clinton pelas bochechas, dificultando a sua fala.

Sadam não se contém e cai na gargalhada, mas Clinton mesmo embarassado decide continuar, afinal a paz é importante.

Sadam pressiona, então o segundo botão. Subitamente, uma perna mecânica, com uma enorme bota, chuta Clintom na bunda. Sadam novamente começa a rir, apoiando-se nos braços de sua poltrona, batendos os pés no chão e balançando a cabeça "como uma criança" olhando para o teto.

Clintom agora, rubro de vergonha, decide mais uma vez tentar a paz é quando Sadam, finalmente pressiona o terceiro e último botão e outra perna mecânica, com uma enorme bota, chuta Clinton em suas particularidades (nem tão particulares assim). Clinton cai de joelhos e em eguida rola por sobre o tapete vermelho do palácio de Russaim para deleite do ditador, cujas gargalhadas podiam ser ouvidas por todos os corredores.

Clintom percebe então não ser possível dar continuidade à conversa, levanta-se e volta para Washington. Um mês depois é a vez de Sadam ir à Casa Branca para discutir a paz.

Chegando lá os dois se cumprimentam e vão direto à sala presidencial. Sadam então depara-se com duas poltronas frente-a-frente, a de Clintom com três botões. Ele então prepara-se para a vingança americana.

Quando Sadam começa a falar, Clinto pressiona o primeiro botão, Sadam se contrai de súbito, mas nada, absolutamente nada acontece. Clinton abre uma enorme gargahada, Sadam não entende, mas decide continuar a discutir a paz.

Clinton então, pressiona o segundo botão. Sadam pula da sua poltrona mas, novamente, nada acontece. Dessa vez Clinton é quem bate com os pés no chão, contendo-se para não se mijar. Sadam, perplexo, volta ao seu lugar e tenta retomar o diálogo.

Clintom então pressiona o terceiro botão. Sadam, mais uma vez pula mas nada, nada, acontece. Clinton cai no chão e rola por tras do birô, vermelho e sem ar de tanto rir.

Sadam, indignado, olha para ele e diz:

— Se é dessa forma que o senhor se porta, eu volto ao Iraque!

E Clinton, com lágrima nos olhos, de tanto rir, pergunta:

— Que Iraque?

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O presidente faz uma visita a uma escola em Brasília e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras. A professora pergunta ao presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra "Tragédia". Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia. Um garoto se levanta e diz:

— Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.

— Não - diz o presidente — isto seria um ACIDENTE.

Uma garotinha levanta a mão.

— Se um ônibus escolar levando cinqüenta crianças — pergunta ela — caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?

— Também não — explica o presidente — Neste caso, seria uma GRANDE PERDA.

A sala fica em silêncio. Nenhum voluntário. O presidente olha para a turma:

— Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?

Finalmente, lá no fundo da sala, um garotinho levanta a mão. Com uma voz tranquila ele diz:

— Se o avião presidencial, levando o senhor e dona Ruth, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!

— Fantástico! — exclama o presidente — Correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?

— Bem, — diz o garoto — porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

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Roriz, Cristóvão Buarque e FHC estavam viajando no mesmo trem. Lá pelas tantas o trem enguiçou e parou. A viagem era urgente e por isso os três ilustres passageiros resolveram pensar em conjunto para encontrar um solução para o problema.

O Cristóvão Buarque falou: "Vamos convocar todos os passageiros, unir nossas forças e achar uma solução que agrade a todos e que faça o trem andar. Se for necessário gastar algo com os reparos, fazer um orçamento participativo. Vamos educar as crianças de hoje para que falhas como essa de hoje não aconteçam no futuro".

Já o Roriz, veio com o seguinte discurso: "Acho que isso é má vontade do maquinista e do foguista ou então alguma atitude política para desestabilizar esta viagem. Por mim eu mandaria descer o cacete. Coloca a PM aí que eles voltam a trabalhar rapidinho. E aaai do passageiro que disser que viu alguma coisa."

E o FHC, muito tranqüilo, disse: "Porque não fechamos as cortinas e fingimos que o trem está andando?"

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