Piadas de Políticos

Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:

— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.

O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:

— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.

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Querendo tirar proveito da situação, uma revista sensacionalista resolveu fazer uma pesquisa entre as cidadãs americanas, perguntando se elas gostariam de fazer sexo com o presidente Bill Clinton.

Segundo os resultados da pesquisa, 2,3% das entrevistadas, disseram que sim; 3,7% responderam talvez, enquanto 94% responderam nunca mais!

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A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo. Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta: "Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo". Mas pesquisa foi um grande fracasso.

Todos os países europeus não entenderam o que era "escassez".

Os africanos não sabiam o que era "alimento".

Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era "opinião".

Os argentinos mal sabem o significado de "por favor".

Os norte-americanos nem imaginam o que significa "resto do mundo".

O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é "honestamente".

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A esposa de George Bush morreu e foi para o céu. Enquanto estava em frente a São Pedro nos Portões Celestiais, ela viu uma enorme parede com relógios atrás dele.

Ela perguntou:

— Que são todos aqueles relógios?

São Pedro respondeu:

— São Relógios de Mentiras. Todo mundo na Terra tem um Relógio de Mentiras. A cada vez que você mente, os ponteiros de seu relógio se movem.

— Oh! — disse ela — De quem é aquele relógio ali?

— É o de Madre Teresa. Os ponteiros nunca se moveram, indicando que ela nunca mentiu.

E aquele, é de quem?

— É o de Abraão Lincoln. Os ponteiros só se moveram duas vezes, indicando que ele só mentiu duas vezes em toda a sua vida.

Ela pergunta:

— E cadê o Relógio do meu marido?

— Ah! O do Bush está na minha sala. Estou usando-o como ventilador de teto.

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Um conhecido político foi visitar um correligionário no interior da Bahia. A conversa estava animada e, o anfitrião tagarelava num português corretíssimo. Aliás, humilhava o convidado com a espontaneidade e a grande versatilidade vernacular. Ao se despedirem, ao acompanhar o político até o avião, o letrado falou:

— Boa viagem, insigne partinte.

O político, para mostrar que também dominava a fina flor do Lácio, inculta e bela, retribuiu:

— Até breve, insigne ficante!

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O estilo de administração do senhor presidente estava inibindo a iniciativa dos seus auxiliares mais próximos.

Estavam o presidente e sua densa ministra da economia passeando pelo Palácio do Planalto. A ministra estava sempre preocupada em olhar o presidente de frente, quando tropeçou e caiu. E, exclamou:

— Oh, meu Deus!

O presidente olhou-a fixo e severo, e disse:

— Por enquanto, pode me chamar de Senhor Presidente!

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Um médico britânico diz:

— A medicina, em meu país, está tão avançada que nós podemos retirar o cérebro de um homem, colocá-lo em outro homem, e fazer com que ele possa estar procurando emprego, em seis semanas.

Um médico alemão diz:

— Isto não é nada. Nós podemos retirar o cérebro de uma pessoa, colocá-lo em outra, e fazer com que ela esteja se preparando para a guerra, em quatro semanas.

O médico americano, para não ser superado, diz:

— Vocês, meus caros, estão muito atrás. Nós, recentemente, retiramos um homem sem cérebro, do Texas, o colocamos, na Casa Branca, e, agora, temos a metade do país procurando emprego, e a outra metade se preparando para a guerra.

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O rapaz termina o segundo grau e não tem vontade de fazer uma faculdade. O pai, meio mão de ferro, dá um apertão:

— Ahh, não quer estudar? Bem, perfeito. Vadio dentro de casa eu não mantenho, então vai trabalhar...

O velho, que tem muitos amigos, fala com um deles, que fala com outro até que ele consegue uma audiência com um político que foi seu colega lá na época de muito tempo atrás:

— Rodriguez, meu velho amigo! Você se lembra do meu filho? Pois é, terminou o segundo grau e anda meio à toa, não quer estudar. Será que você não consegue nada pro rapaz não ficar em casa vagabundeando?

Aos 3 dias, Rodriguez liga:

— Zé, já tenho. Assessor na Comissão de Saúde no Congresso, 9.000 por mês, pra começar.

— Está louco! O rapaz recém terminou o colégio, não vai querer estudar mais, consegue algo mais abaixo.

Dois dias depois:

— Zé, secretário de um deputado, salário modesto, 5.000, tá bom assim?

— Nãooooo, Rodriguez, algo com um salário menor, eu quero que o rapaz tenha vontade de estudar depois... Consiga outra coisa.

— Olha Zé, a única coisa que eu posso conseguir é um carguinho de ajudante de arquivo, alguma coisa de informática, mas aí o salário é uma merreca, 2.800 por mês e nada mais.

— Rodriguez, isso não, por favor, alguma coisa entre 800 a 1.000 pra começar.

— Isso é impossível Zé!

— Mas, por quê?

— Porque esses são por concurso!

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E dizem que o político estava fazendo comício numa tribo indígena.

— Se eu for eleito, vou fazer com que sejam preservadas as Reservas Indígenas!

— Huzzanga! — gritavam os índios.

— Se eu for eleito, os índios vão ter direito a saúde gratuita!

— Huzzanga!

— Se eu for eleito, os índios vão ser muito mais respeitados!

— Huzzanga!

Assim que encerrou o discurso, pede para ter uma audiência em particular com o Chefe da Tribo e é conduzido por um indiozinho bastante jovem.

— Vamos por aqui, senhor. — Aconselha-o o guia. — Esse caminho é menos acidentado, mas tome cuidado para não pisar na huzzanga das vacas.

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Certo Padre recebia um jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia. Um político da região e membro da comunidade foi convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso.

O político se atrasou. O sacerdote, então, decidiu proferir umas palavras:

"A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a firma onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe.

Também em outras ocasiões se dedicava ao trafico e a venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido uma doença à própria irmã".

"Fiquei assustadíssimo...

Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio".

Justo nesse momento chega o político, e foi lhe dado a palavra para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre.

Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo:

"Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia...

Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele ..."


Moral da história: Nunca chegue atrasado.

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— Vamos, rápido! — diz o assaltante, arma em punho.

— Passe pra cá todo o seu dinheiro!

— Alto lá! — diz a vítima.

— Sabe com quem está falando? Eu sou um homem público!

— Tudo bem, vamos, rápido! Passe pra cá todo o meu dinheiro!

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