Piadas de Português

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Sem abrir os olhos

Depois de um mês do nascimento do seu filho, Manoel voltou na maternidade, com o bebê no colo:

- Doutor... O que está a aconteceu? Meu filho já nasceu faz um mês e nada de abrir o olho!

Depois de olhar para o garoto, que tinha cara de japinha, o médico diz:

- Seu Manoel... Eu acho que quem tem que abrir os olhos é o senhor!

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A Moto do Português

O português chegou no Brasil e queria comprar uma moto comprar uma moto, mas acabou indo parar num sítio. O caipira que era muito esperto vendeu um bode para o português como se fosse um tipo diferente de moto.

O português montou no bode e ao chegar na primeira descida percebeu que não sabia onde ficava o freio.

Procurou pra lá, pra cá e puxou o saco do bode. O bode imediatamente gritou:

- Béééééééé!

E o português disse:

- Vixe, aqui é a buzina!

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Adeus Para o Avião

Todo dia quando passava um avião sobre a casa do Manoel ele dizia:

- Tchau Araújo, adeus.

A Maria intrigada perguntou:

- Manoel, como sabes que é o Araujo que está lá?

- Ora Maria, quem viaja pelo mar não é marujo? Então, quem viaja pelo céu é Araújo.

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Pacto de Fidelidade

O português veio para o Brasil deixando na terrinha a sua querida mulher. Anos depois mandou buscá-la. Na noite em que os dois se encontraram, mortos de saudade, começaram a conversar:

- Como é, Maria? Você manteve o pacto de fidelidade que nos fizemos? Quero saber, Maria, porque eu cumpri. Eu fui cem por cento com você, Maria. Imagine, aqui, nesta terra quente, cheia de mulatas tão bonitas, eu fiquei firme, Maria. às vezes, ficava que já morrer de desespero. Aí não aguentava. Pegava uma mulata, levava pra casa. Ah, Maria, quantas vezes isso aconteceu... Aí, na hora agá, Maria, eu me lembrava de ti e, cheio de lágrimas nos olhos, saia de cima, Maria. E tu, Maria, como é que foi?

- Bem, Manoel, tu sabes... sair de baixo e muito mais difícil do que sair de cima.

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A Lição de Moral

O português estava reunido com os amigos, quando eles começaram a falar de lição de moral, e um dos amigos diz:

- Outro dia eu estava andando na rua, quando eu vi um moleque de 12 anos comendo um doce, e quando ele acabou, ele jogou o papel no chão.

E os amigos perguntaram:

- E o que você fez?

- Eu peguei ele pelo braço, fiz ele pegar o papel, levei ele até a lata de lixo e disse pra ele. É ai que se joga.

O português não se conteve e contou sua história.

- Aconteceu comigo também, mas foi com um homem, eu cheguei em minha casa e falei pra Maria. Maria, parece que tem algo dentro do guarda-roupa, está fazendo barulho. E quando eu abri a porta do guarda-roupa, eu vi um homem pelado agachado dentro dele.

E os amigos perguntaram.

- E o que você fez?

O português olhou sério para os amigos e disse:

- Eu peguei-o pelo braço, o levei até o banheiro, mostrei a privada e disse. É aí que se caga, e não dentro do meu guarda-roupa.

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Museu de Cérebros

O turista visita o Museu de Cérebros, em Portugal. Acondicionado numa redoma de vidro, conservado em formol, tá lá o cérebro de Einstein, orçado em vinte mil dólares. Mais à frente, o turista encontra exposto o cérebro de Isaac Newton, orçado em trinta mil dólares.

No final do corredor, guardado com toda segurança, o visitante se depara com um cérebro cujo valor é de dois milhões de dólares! Lê a pequena inscrição, abaixo da redoma: "Cérebro pertencente a Manoel, homem mais inteligente de Portugal".

Abismado com a discrepância de preços entre cérebros de figuras tão eminentes e o cérebro de um simples português, chama o guarda do Museu, também português, que lhe explica:

- Faz sentido ser caro. O Manoel não deixava de jeito nenhum que lhe arrancassem o seu cérebro.

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Dublê Português

Um dublê português estava fazendo o papel de Jason Voorhees. Os criadores do filme Sexta-Feira 13 mandaram o dublê colocar lentamente a faca no pescoço de uma atriz para depois gravar a cena e fazer efeito de câmera rápida e finalizar com animação 3D. O gravador gritou:

- Luz, câmera, ação!

O português colocou lentamente a faca no pescoço da atriz. Quando a ponta da faca encostou no pescoço, o cara da gravação gritou:

- Corta!

E o português cortou.

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Versão do Manoel

- Conte-me, Manoel, a sua versão dos fatos. - diz o juiz.

- Pois, foi assim: estava eu na cozinha com a faca a cortar o presunto. Nesse momento entrou a minha mulher, tropeçou, caiu sobre a faca e espetou-se no peito.

- Sim... - diz o juiz - Continue...

- Pois foi assim... sete vezes seguidas!

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Fugindo da Polícia Rodoviária

O italiano passeava tranquilo com sua Ferrari, pelas estradas de Portugal, rodando a mais ou menos 120 km/h, embora as placas indicassem que o limite era 100. Um guarda rodoviário a bordo de uma moto emparelha e faz sinal para que ele encoste. Mas o italiano resolve se divertir e puxa uma segunda, pisa fundo e some, deixando o guarda para trás.

Quilômetros à frente, o italiano encontra um enorme bloqueio policial e é obrigado a parar. Logo um guarda de arma punho aparece e dá voz de prisão:

- O senhor está preso por ter matado um guarda lá atrás.

- Mas como? Eu apenas fugi de seu colega!

- Sim mas fugiu tão rápido que ele desceu da moto, pensando que ela tinha parado.

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Zona de Turbulência

O português estava no avião, e quando passaram por uma área de turbulência, ele disse:

- Eu acho que vou vomitar!

O passageiro que estava ao lado aconselhou:

- É melhor você vomitar no saco.

O português abre a calça, vomita e diz:

- Obrigado pela dica, foi melhor mesmo.

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Quantos Pães

Dando um passeio na praça, o brasileiro se encontra com um velho amigo portuga e diz:

- Bom dia, Manoel!

- Bom dia - responde o portuga.

- Manoel, posso lhe fazer uma pergunta pra testar o seu Q.I.? - diz o brasileiro.

- Mas é claro, ora pois.

- Então me diga: Quantos pães você come de manhã em jejum?

- Ahh, não sei, gajo... são muitos.

- Mas é claro que sabe Manoel, você come pão todo dia e vem me dizer que não sabe - esbraveja o brasileiro.

- Pois está bem, são oito pães. - Pronto falei. - responde o portuga.

O brasileiro então cai na gargalhada e diz:

- Pare de ser burro, Manoel, você só come um pão em jejum, do segundo pão em diante você não está mais em jejum.

- Não é que você está certo mesmo. Miserável, viu... passou de um já não está mais em jejum.

- Mas quer saber de uma coisa, gostei... vou pegar o Joaquim agora mesmo.

O portuga corre então para a casa de Joaquim, chegando lá todo ansioso e repete a mesma pergunta a Joaquim:

- Joaquim me responda quantos pães você come em jejum de manhã?

Joaquim então todo confuso diz:

- Orais bolais Manoel, eu acho que não sei.

- Deixe de bobagem, Joaquim, mas é claro que tu sabes sim, vamos diga!

- Está bem Manoel, são quatro pães.

Manoel então fica quase um minuto calado, todo sem graça e diz:

- Orra Joaquim...

- O que foi Manoel?

- Se tu falasse oito eu lhe tinha uma resposta daquelas.

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Conselho da Sogra

O português chegou em sua casa, e pegou sua mulher na cama com dois brutamontes, verdadeiros guarda-roupas, indignado ele disse:

- O que é isso Maria, estais a me traíres?

- Não Manuel, estou apenas seguindo o conselho de sua mãe.

- Como assim.

- Lembras que tua mãe disse que no mundo de hoje, com tanta doença por ai, sexo só com segurança?

- Sim, e daí.

- Então eu contratei logo dois para não ter problema.

- Ah bom.

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Cavando Buracos

Dois portugueses estavam cavando um buraco para usar a areia na construção de uma casa. A dona da casa perguntou:

- Bom, como taparão depois este buraco, rapazes?

Um dos portugueses respondeu:

- Simples! A gente cava outro buraco para tirar a areia e entupiremos este com ela.

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Conhecendo o Picolé

O português veio passar férias no Brasil e conheceu uma delícia chamada picolé. No dia em que estava voltando para Portugal, resolveu levar alguns picolés para seus patrícios. Quando chegou reuniu a família e todos os amigos e foi dizendo:

- Pessoal veja a delícia que eu trouxe do Brasil! Chama-se picolé. O que mais gostei foi o de laranja, por isso trouxe uma mala cheinha para vocês. Aqui está.

Porém, quando o portuga abril a mala e só viu aquele líquido amarelo, ele exclamou:

- Estes brasileiros são mesmo uns gozadores. Além de chuparem todos os meus picolés e deixarem somente os palitos, ainda mijaram na minha mala!

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Português no Banheiro

O português em viagem na Bahia decide ir ao banheiro antes de sair do restaurante em que havia acabado de almoçar. Como o banheiro estava muito cheio e ele já estava apertado, decidiu ir em um banheiro ao lado do restaurante que ficava no meio de um matagal. Ele entrou, fechou a porta e chapiscou a louça com toda a sua força, mas logo que terminou, percebeu que não havia papel higiênico. Observando toda o banheiro ele vê uma enorme taturana na parede e exclama:

- Ora pois, baiano limpa a bunda é com uma escovinha!

Pegou a lagarta, limpou a bunda com ela e logo sentiu a queimação. Indignado ele reclama:

- Só podia ser coisa de baiano, até nisso tinham que colocar pimenta!

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Mulher Mais Burra

O inglês conta para o alemão:

- Minha mulher é muito burra. Comprou uma bicicleta e nem sabe andar nela.

O alemão respondeu:

- Burra é a minha, que construiu uma piscina e não sabe nadar.

Então, rolando de rir, o português conta:

- A minha ganhou de todas! Vai passar o Carnaval em Salvador, comprou uma caixa de camisinhas e nem pinto tem!

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Calcinha Comestível Para o Português

O português entra numa sex shop e é logo abordado pela vendedora:

- A moda agora são essas calcinhas comestíveis!

- Calcinhas comestíveis? - indagou o português.

- Sim, temos vários sabores, morango, tutti-frutti, menta... O senhor quer levar uma para experimentar?

- Está aí! Gostei da ideia, vou levar meia dúzia! Só que vou querer sabor de batata!

- Batata?

- É! É para combinar com o cheiro de bacalhau da Maria!

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Dilema do Bezerro

Um português tinha uma vaca e outro tinha um boi, quando um chegou perto do outro e disse:

- Olha cá sabes tu, eu tenho este boi, mas o meu boi parece até veado, parece um boi veado, fica sentado o dia inteiro e não me faz nada...

O outro diz:

- Esta vaca também...então vamos cruzar, e a produção nós dividimos, esta baim?

- Esta baim!

Cruzaram e nasceu um bezerro. O dono do boi disse:

- Anda cá, sabes tú que o bezerro é meu hã, é sim porque tua vaca sem meu boi nada fazia.

O outro retrucou:

- Não senhore o bezerro é meu, porque o teu boi sem minha vaca.

Ficaram naquela discussão e ao fim foram para o distrito. O delegado lá estava, e o português perguntou:

- Anda cá senhor doutor, olha, o senhor é uma vaca e eu sou um boi. Se eu trepo no senhor e nasce um bezerro, de quem é?

O delegado responde:

- É da puta que te pariu!

O português se virou pro outro e diz:

- Estais a ver, não é meu e nem teu, é da minha mãe!

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Carro na Enchente

Em um dia de chuva e de alagamentos, um rapaz avisa para o português.

- Manoel, a enchente vai levar o seu carro!

Sem perder a tranquilidade, Manoel responde:

- Pois você me acha burro? É claro que não vai levar, ora pois. A chave dele está aqui comigo.

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Teto Feio

O português leva uma garota para sua casa e lá eles já vão direto para o quarto. Após todo o amasso, ainda deitados na cama a garota olha para o teto e pergunta:

- Nossa Manoel, como esse teto está feio. Por que você não dá uma pintada nesse teto?

E Manoel responde furioso:

- E por que você não dá uma bucetada na parede?

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Pare de Comer Sua Mulher

Um brasileiro e um português com sua mulher estavam perdidos em uma ilha deserta, quando o brasileiro teve uma ideia:

— Vamos subir neste coqueiro para ver se conseguimos avistar algum navio. Eu subo primeiro, fico algum tempo e depois sobe você.

O português concordou e o brasileiro subiu. Chegando lá em cima, o brasileiro começou a gritar:

— Joaquim, para de comer tua mulher!

E o Joaquim, espantado disse que não estava comendo ela. E o brasileiro gritou de novo:

— Joaquim, pára de comer tua mulher!

— Já falei que não estou a comer ela!

E o brasileiro gritou para o português mais umas dez vezes, até que chegou a vez do Joaquim subir na árvore. Joaquim não tinha nem chegado na metade da árvore quando o brasileiro atacou a mulher de Joaquim e começou a comê-la. Joaquim olhou pra baixo e falou consigo mesmo:

— Ora pois! Não é que daqui parece que ele estais a comer minha mulher mesmo.