Piadas de Português

Naquele dia ensolarado, Manuel esquece as chaves dentro do carro, após travar a porta. Com um pedaço de arame, através do vão de uma das janelas, e com o auxilio de Maria, inicia a delicada operação. E a Maria vai dando as indicações:

— Mais a direita, Manuel... um pouquinho mais para a frente... falta pouco... isso!

Após retirar as chaves finalmente o Manuel abre a porta do carro. E quando a Maria comenta:

— Ainda bem Manuel! Eu já não agüentava mais de calor aqui dentro!

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Na demolição de uma casa antiga em Portugal encontraram uma múmia portuguesa, com o rosto virado para uma das paredes. Com muito cuidado tiraram a múmia da parede. Estupefatos, e orgulhosos observaram que ela possuía um cinturão de ouro, escrito o seguinte:

Manoel, 1971 — Campeão Mundial de Esconde-Esconde!

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O freguês entra no bar do Manuel e lê o cartaz afixado na parede:

— Pão simples custa 5 reais, o pão com manteiga custa 8 reais e o pão sem manteiga custa 10 reais.

Estranhando, o freguês pergunta:

— O Manuel, por que o pão sem manteiga não custa o mesmo que o pão simples?

— Porque da mais trabalho, ora! A gente tem que colocaire a manteiga depois tiraire!

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O Manuel vai a uma festa grã-fina. Ressabiado, com medo de dar algum fora, fica observando como os demais convidados se comportam. O jeito correto de beber, de comer. Observa alguém já satisfeito, palitando os dentes, com discrição.

Mais tarde, o anfitrião, vem cumprimenta-lo:

— E ai, Manuel? Está sendo bem servido?

— Olhe, pá? Eu nunca comi tão bem!

Só daqueles palitinhos, que as pessoas comem escondido, tapando a boca com as mãos, eu já comi uns quinze...

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O Manuel chega no chaveiro e pede:

— Seria possível o senhoire abrir a porta do meu carro, pois travou-se com as chaves dentro?

— Pois não, senhor. Se puder aguardar um instante...

— Mas seja breve, por favoire. Parece que vai choveire e o meu carro não possui capota!

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O Manuel e a Maria resolvem ir ao Teatro Municipal. Percebendo estarem atrasados, o marido pede a mulher que se apresse. Após muitos retoques, a Maria termina de se arrumar e eles se dirigem as pressas para o teatro.

Ao entrarem, o apresentador está anunciando:

— Ouviremos a Quinta Sinfonia de Beethoven.

Irritado, o Manuel ralha com a Maria:

— Estas vendo, mulher? Por tua causa perdemos as outras quatro!

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A Maria vai ao médico:

— Ai doutoire! Eu não consigo dormire. Se durmo virada para cima, sou atacada por forte doire de cabeça. Se viro para um lado, atacam-me os rins. Se viro para o outro ataca-me uma doire no baço. O que e que eu faço, o doutoire?

— Porque a senhora não experimenta dormir de bruços?

— Porque, aí me ataca o Manuel!

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Ao vir par o Brasil, o Manuel fica fascinado com a caixa de fósforos e resolve mandar uma de presente para a Maria, em Portugal, junto com uma carta explicando o seu uso. Dias depois, recebe um telegrama de Maria:

— Não funciona. Incrédulo, o Manuel comenta:

— Mas como? Eu testei um por um...

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O Manuel se emprega como ajudante numa oficina mecânica. O dono o chama para a primeira tarefa:

— Tô consertando o pisca-alerta deste carro. Vai lá atrás e me diz se está funcionando.

E o Manuel, olhando com atenção para a lanterna traseira:

— Tá funcionando, não tá funcionando, tá funcionando, não tá funcionando...

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O Manuel chega em casa, numa tarde, e da com um pinguim em seu jardim. Sem nunca ter visto um antes, ele fica todo atrapalhado, sem saber o que fazer, e pede ajuda para um vizinho, que o aconselha:

— Olha, Manuel, o melhor que você tem a fazer e levá-lo ao Jardim Zoológico.

No dia seguinte, o vizinho encontra com o Manuel passeando com o pinguim, levando-o rua abaixo por uma cordinha amarrada no pescoço e se surpreende.

— Ô, Manuel! Onde você vai com o bicho? Você não o levou ao zoológico ontem?

— Levei sim e ele adorou. Hoje, estou a levá-lo ao Playcenter.

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O carro do Manuel enguiça e ele vai com o filho caçula no mecânico. Após verificar o motor do velho carro, o mecânico diz:

— O problema está no freio. Vou ter que mexer no burrinho.

O Manuel puxa o garoto para trás e se altera:

— Não, senhoire! No garoto ninguém mexe!

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— Ó, Maria, estou a morrer de cansaço. Vim correndo atrás do ônibus e, sem nunca o alcançaire, acabei chegando até aqui. Meu consolo e que economizei vinte pratas.

— Mas tu és burro mesmo, hein, Manuel? Por que não correste atrás de um táxi? Terias economizado muito mais!

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O Manuel vai ao Rio de Janeiro. Os amigos o advertem que lá os motoristas de ônibus e táxi costumam voar com seus veículos. Chegando na Cidade Maravilhosa, Manuel pega um táxi:

— Avenida Brasil, por favor.

— Que altura?

— Se tu fores a mais de dois metros, eu pulo desse troco, ó raios!

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O pneu do carro do Manuel fura diante de um hospício. Ele desce e tira as porcas da roda, mas elas escorregam para dentro de um bueiro. Um dos internos assiste a cena do lado de dentro das grades do manicômio e aconselha ao Manuel:

— Tire uma porca de cada uma das três rodas para segurar a que ficou solta, até chegar a um posto.

— Fenomenal! Muito boa idéia. Obrigado! Olhe, eu nem sei por que tu estas aí dentro.

— Eu estou aqui porque sou doido, não porque sou burro!

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