Piadas de Português

Depois dos exames escritos foi então o português para sua primeira aula prática de direção:

— Muito bem senhor Manoel, eu já expliquei para o senhor todos os comandos do automóvel. Pode começar a conduzir o veículo.

O português saiu devagarzinho no inicio, depois foi pegando confiança e até que estava indo bem.

— Senhor Manoel, cuidado ai com o pedestre!

— Oopa! — e desvia.

— Senhor Manoel, o cãozinho!

— Oopa! — e desvia novamente.

— Senhor Manoel, o buraco!

— Oopa! — mais uma vez desviando.

— Senhor Manoel, cuidado com a ponte!

— Oopa! — e, é claro... desvia.

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Estavam um português, um italiano, e um francês no deserto. Depois de muito andar, eles encontram uma lâmpada mágica, e o gênio lhes concedeu 3 pedidos, sendo um para cada um.

O primeiro foi o italiano:

— Eu quero ir de volta para a minha terra.

Puft, foi ele para a Itália.

O segundo o francês:

— Eu quero ir de volta para a minha terra.

Puft, foi ele para a França.

E por último, o português:

— Ah, mas eu estou me sentindo tão sozinho... pois traga eles de volta.

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Depois de um tempo desempregado, Manoel consegui emprego na companhia de energia elétrica. Seu serviço não era difícil: Fazia um buraco na calçada e "plantava" os postes de iluminação. No primeiro dia, todos os funcionários em fila para a avaliação com o chefe:

— Você, quantos postes colocou?

— Quinze, senhor!

— Muito bem, e você?

— Dezoito postes, senhor!

— Ótimo! E você, Manoel quantos postes colocou?

— Três postes, chefe!

— Três? Você não fica envergonhado? Um colega seu colocou quinze postes, outro dezoito e você só três?

— É, mas eu fui o único que fez o serviço direito! Os postes que eles colocaram ficaram quase todos pra fora!

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Sempre que um bebum ia fazer a barba na barbearia do Manoel ele contava uma piada em que o português se dava mal e como Manuel era português não gostava disso, mas certa vez quando ele foi fazer a sua barba, Manoel ameaçou de cortar a sua cabeça se ele contasse uma historia em que o português se dava mal.

E o bebum começou a contar uma piada:

— Um brasileiro e um português estavam fugindo da polícia quando entraram em um beco e encontraram dois barris enquanto o brasileiro entrou no de merda o português entrou no de mel, Manoel gostou e terminou de fazer a barba do bebum depois que tinha terminado falou:

— Putz! O brasileiro se deu mal, mais o que aconteceu no fim?

O bebum completou:

— Como a polícia não podia reconhece-los mandou que um lambesse o outro até ficarem limpos.

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O português estava subindo e descendo uma escada de madeira apoiada na parede. Ele tinha uma fita métrica na mão e sempre que ia tentar medir a escada a fita caia. Ele apoiava a fita na parte de baixo da escada, subia e a fita saia do lugar. O brasileiro, vendo o martírio do português então pergunta:

— Ô portuga! Por que você não deita essa escada no chão; ai você vai conseguir medi-la com mais facilidade !

E o português:

— Ô raios! É que eu não quero medir o comprimento da escada, e sim sua altura!

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Dois portugueses conversam:

— Ó Manuel! Como vão tuas hemorroidas?

— Estão bem melhores!

— Ah é? E como conseguistes isso?

— Eu tenho um enfermeiro que cuida muito bem de mim! É o seguinte: primeiro ele me põe de quatro, vem por trás e coloca a mão direita no meu ombro direito.

— E depois?

— Depois, coloca a mão esquerda no meu ombro esquerdo e pra arrematar, me faz uma massagem no rabo, introduzindo o dedo!

— Introduzindo o dedo de qual mão, Manuel?

— Ó, raios! Eu não tinha pensado nisso!

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Estava o português o italiano e o brasileiro no alto de um edifício em construção e na hora do almoço eles se sentaram na sacada do alto do edifício. E o brasileiro diz:

— Se minha mulher colocou novamente feijoada na minha marmita eu juro que eu pulo daqui de cima.

Ele abriu a marmita e era feijoada, e ele pulou. Então falou o italiano:

— Se minha mulher colocou macarronada na minha marmita eu também vou pular deste edifício.

E quando abriu a marmita era macarronada e então ele também pulou. O português já coçando a cabeça também disse:

— Se eu abrir esta marmita e for novamente bacalhoada eu também pularei daqui do alto.

Quando abriu bacalhoada e ele também pulou. No velório a mulher do brasileiro diz:

— Era só ele ter dito que eu trocava o cardápio mas não precisava ter se matado.

E a mulher do italiano diz a mesma coisa.

Então Maria a viúva do Manoel, visivelmente confusa diz:

— Eu não sei por que ele cometeu tal ato, se era ele mesmo que fazia sua marmita!

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Um empresário português bilionário, inventor de uma máquina totalmente automática na qual se colocava um burro vivo por uma abertura e no final do processo saiam caixas de linguiça prontas para serem vendidas, resolveu mostrar a fabrica por herdeiro.

Depois de mostrar todo o funcionamento do empreendimento disse ao filho:

— Pois é meu filho, isto será tudo teu, um dia!

O rapazola fascinado com o que viu, perguntou ao papai:

— Meu querido pai, se no lugar de eu colocar um burro naquela entrada, eu colocar caixas de linguiças, lá no final vai sair um burro?

O pai pensou alguns instantes e respondeu:

— A única máquina que eu conheço que se enfiando uma linguiça depois sai um burro é a tua mãe!

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Em Lisboa, após um incêndio no pequeno prédio, os bombeiros, verificando os destroços, encontram apenas um morto. E justamente o avô do Manuel, que estava de cabeça para baixo, com o dedo indicador apontando para um dos cantos do ambiente. Ao seu lado, um extintor de incêndio, com a seguinte instrução:

Em caso de incêndio, vire de cabeça para baixo e aponte para a chama.

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Um dia um japonês um brasileiro e um português estavam perdidos na floresta e foram encontrados por canibais, e o rei disse:

— Nós não vamos comer vocês se trouxerem uma fruta.

E os três foram pela floresta atrás de uma, chegou o japonês com uma maçã.

O rei disse:

— Eu vou enfiar a fruta na sua bunda, e se você gritar nós cortamos sua cabeça.

Ele enfiou e o japonês gritou, cortaram a cabeça e ele foi pro céu.

Aí o brasileiro chegou com uma cereja, enfiaram na bunda dele e ele deu risada, cortaram a cabeça e ele foi pro céu.

O japonês curioso perguntou:

— O brasileiro, por que você deu risada em vez de gritar?

— É porque eu vi o português chegando todo feliz com uma melancia!

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Um português foi preso numa cela em frente à de um leproso. Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas. Até que certa vez, caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela. Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela. Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela. Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela. Aí, o português não agüentou mais e pediu uma audiência com o diretor.

— Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos...

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Depois de muitas tentativas, Manoel finalmente consegue entrar para a Aeronáutica Lusitana, na divisão de pára-quedismo. Logo na primeira semana ele participa de uma aula 100% prática e o instrutor dá as últimas recomendações:

— Nós estamos a dois mil metros de altura e o seu equipamento foi totalmente checado, Manoel. Quando você saltar por aquela porta, puxe a primeira cordinha e o pára-quedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se, ainda assim, o pára-quedas não se abrir, o que é praticamente impossível, puxe a terceira cordinha e ele se abrirá. Lá embaixo, haverá um jipe à sua espera, que o levará de volta ao quartel. Entendido?

Manoel faz sinal de positivo e salta. Rapidamente ele puxa a primeira cordinha mas o pára-quedas não se abre. Então ele puxa a segunda e nada. Finalmente, ele puxa a terceira cordinha e, mais uma vez, o equipamento falha. Então ele começa a ficar preocupado:

— Ai, que azar! Agora só falta o jipe não estar lá embaixo...

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Dois portugueses, um chamado Manuel e outro Joaquim resolveram roubar um banco. No dia do assalto, cada um pegou um saco e foi pra um lado. Depois de 5 anos os dois se encontraram:

— Como vai Joaquim, a quanto tempo, você ainda tem dinheiro?

— Sim! E você?

— Só tenho notas promissórias que só vou terminar de pagar o ano que vem.

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O português estava sozinho dentro de um ônibus. Num certo instante o ônibus entra numa rua fazendo com que o português fique do lado do sol. O trocador sugere:

— Por que você não troca de lugar?

O português:

— Com quem?

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