Piadas de Português

O vizinho entra na casa do português e o encontra com uma corda amarrada na barriga:

— O que é isso? Por que esta com esta corda amarrada na barriga?

O português responde:

— Vou me suicidar!

— Mas com uma corda amarrada na barriga?

— Pois é! Eu coloquei no pescoço, mas começou a me faltar o ar!

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Um português decidiu comprar um carro novo com capacidade para mais de 7 pessoas. Foi até a loja e escolheu uma Besta, sem nem ver o nome do carro, apenas porque era o modelo mais novo e bonito.
Passados alguns dias, decide sair para passear com a esposa e exibir o carro novo. Fazia a maior festa, buzinava, mexia com o povo na rua e etc.. até que foi parado em uma blitz policial. O guarda então, pergunta:

— Cadê o documento da besta ?

O português responde:

— Está aqui, e lhe entrega a identidade.

O guarda então diz:

— O senhor se enganou, eu quero o documento da perua.

O português olha para sua mulher e diz:

— Ele quer o seu documento também!

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O português foi pro Japão e comprou um par de óculos cheio de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas. Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas, ele se encanta. Põe os óculos, pelada. Tira os óculos, vestidas. E assim foi Manuel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a Maria, sua mulher.
Quando chega em casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada. Abre a porta e vê Maria e um homem no sofá pelados. Tira os óculos, pelados. Põe os óculos, pelados. Tira, pelados. Põe, pelados.

E Manuel diz:

- Puta que pariu! Essa merda já quebrou!

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No cais, estavam dois navios ancorados. Um navio italiano e outro português. Uma bela noite, de céu estrelado e lua cheia, Manoel saiu no convés e passou a observar o navio italiano. Foi quando ouviu alguém chamá-lo:

— Manoeeeeellllll!

Ele ficou assustado e respondeu para o navio italiano:

— Sim, sou eu!

E a voz gritou de lá:

— Vai tomar no cu, Manoel!

Ele ficou nervoso. Uma fera. Na noite seguinte, resolveu ir lá conferir. Foi chegando ao convés e ouviu a voz novamente:

— Manoeeeeellllll!

— O quê?

— Vai tomar no cu, Manoel!

E isto se repetiu por várias noites. Até que ele se encheu, e foi reclamar com o comandante do navio. O comendante disse:

— Faça o seguinte: assim que tu chegares ao convés, grita Giovanni. Está cheio de Giovanni nos navios italianos. Aí, quando ele responder, tu o mandas tomar no cu, no teu lugar.

— Maravilha! — disse Manoel empolgado.

E lá se foi. De noite, chegou cedo ao convés e gritou para o navio dos italianos:

— Giovaaaaaaaaaanniiii!

Uma voz respondeu de lá:

— Quem me chama?

E ele:

— É o Manoel!

— Vai tomar no cu, Manoel!

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O português estava andando à noite num lugar muito perigoso, quando dois assaltantes encapuzados o abordaram e começaram a surrá-lo. Enquanto apanhava o português gritava:

— Socorro! Socooorrroooo! Alguém me ajude!

Eis que surge do nada um homem vestido de preto com uma máscara preta, chapéu preto e uma espada.

O homem luta com sua espada e faz uma marca de Z no peito de um dos bandidos. O outro bandido recebe uma marca de Z na sua testa. Eles fogem correndo. O português ainda no chão é ajudado pelo homem.

— Levanta Manoel!

Todo machucado, mas aliviado e salvo, Manoel agradece:

— Obrigado! Muito obrigado, Zuper-Homem!

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Estava tendo uma guerra entre portugueses e alemães, ambos os lados estavam camuflados e não era possível matar ninguém, até que um alemão teve uma ideia, ele chamaria pelo nome e os portugueses que aparecessem eles matariam. Então, o alemão gritou:

— Ô Manuel!

Uma grande quantidade de portugueses se levantou e os alemães metralharam todos.

Os portugueses, vendo que metade do exército tinha morrido resolveu revidar. Pensaram, tudo quanto é alemão se chama Fritz. Então gritaram:

— Ô Fritz!

O batalhão inteiro da Alemanha se levantou e gritou:

— Não tem nenhum Fritz aqui!

E os portugueses:

— Ah, se tivesse...

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No restaurante, Manoel se abre para o seu melhor amigo:

— Eu sou o gajo mais feliz do mundo! A minha mulher me ama de verdade!

— Ora pois — estranha ele — E por que você está falando isso justo agora?

— Ah, ontem eu fiquei de cama por causa de uma gripe forte e ela me surpreendeu!

— Continuo sem entender...

— Calma, deixa eu terminar! Ela estava tão feliz de eu estar em casa que não conseguia se conter! Pra qualquer pessoa que batia a nossa porta, até pro carteiro e pro leiteiro, ela gritava, cheia de entusiasmo: "O meu marido está em casa! O meu marido está em casa!"

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Três mulheres conversavam.

Disse a primeira:

— Sabem, o saco do José, meu marido, é frio...

Disse a segunda:

— Hoje, verei como é o saco do Manuel...

No dia seguinte, falou a segunda mulher:

— É, também o saco do Manuel é frio, que engraçado...

A terceira disse:

— Bem, hoje verei como é o saco do Joaquim...

No outro dia, Maria, mulher do Joaquim, foi encontrar as amigas. Ela estava toda quebrada, com os olhos roxos, cheia de hematomas.

— O que houve, Maria? perguntaram as duas.

— Imaginem. Peguei no saco do Joaquim e era quente. Disse-lhe apenas que como poderia o dele ser quente se o do Manuel e o do José eram frios...

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Joaquim vai até uma escola de idiomas e pede:

— Por favor, eu queria aprender chinês em um mês!

— Um mês? - pergunta a atendente assustada - Meu senhor, nós não temos cursos tão rápidos! É impossível aprender um idioma em tão pouco tempo! O senhor realmente precisa aprender com tanta urgência?

— Sabe o que é, senhorita? Eu adotei um chinesinho de 11 meses e logo logo o danadinho está falando! Se eu não aprender logo chinês, como vou entendeire o que o pequeno está dizendo?

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Joaquim chega ao Brasil em busca de trabalho e o que ele encontra é essa situação de desemprego, tudo consequência dessa tal de globalização neo-liberal. Procura, procura e só aparece um serviço numa dessas quadrilhas de, digamos, varejo de substâncias etc e tal. Mas, o que fazer? A crise é braba e tem de ser enfrentada com criatividade.

E o nosso querido Joaquim recebe o primeiro serviço: levar a um país vizinho uma carreta roubada, com uma carga roubada e trocar toda a mercadoria por droga. O chefe da quad..., perdão, o Supervisor de Operações dá as instruções: como ele deve fazer ao encontrar barreiras policiais, postos de fiscalização, quais as estradas alternativas e tudo o mais. E o Supervisor de Operações finaliza:

— Troque tudo por coca.

— Eu cuido disso, chefe— diz ele. — Não há por que te preocupares.

E lá se vai o Joaquim. Segue as instruções, provê os incentivos adequados a cada momento da viagem, segue pelas estradas alternativas etc etc. E não é que o gajo até que está se saindo muito bem?

Ao voltar ao Brasil, ele vai direto à Central de Operações da quad..., que coisa! perdão mais uma vez, o Joaquim vai direto à Central de Operações da Organização e apresenta-se ao Supervisor de Operações.

— Missão cumprida, senhoire — diz o Joaquim.

— Fez tudo conforme as instruções? — pergunta o supervisor.

— Tudo perfeito, chefe. Só houve um pequeno probleminha. Lá onde entreguei a mercadoria, não havia coca. Aí eu trouxe pepsi mesmo.

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A aeronave da BUFIL (Bruta União de Fortalezas que Isvoaçam o Litoral, segundo o comandante Zé Vasconcelos) está com problemas a bordo. Os motores fazem um barulho estranho. Preocupado, o comandante Manoel pega o celular e liga para a torre de controle.

— Alô, torre de controle. Aqui é o Manoel. Minha aeronave está com problemas no motor. Estou a perder altura. Aguardo instruções.

— Alô, Manoel. Aqui a torre de controle. Diga-nos sua posição e altura.

— Alô, torre de controle. Vou dizeire as informações que estás a pedir-me. Posição: sentado. Altura: um metro e setenta e dois sem as chinelas.

— Registado, Manoel. Agora, a rota.

— AROOOOUUUUTTT!

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A grande paixão do Joaquim, um português de origem lusitana, é o teatro. Ele é concluinte de um curso de interpretação e já participou de várias peças, mas todas elas como disciplinas do curso. Sua grande oportunidade ainda não havia chegado. Mas não por falta de esforço. Ele já havia visitado todas as companhias de teatro, viajou a outras cidades, esteve em todos os estúdios de televisão para tentar um papel, uma pontinha, uma figuração numa novela, mas não está fácil. A resposta é sempre a mesma: "nosso elenco está completo", "no momento não estamos contratando ninguém", essas desculpas. Mas ele é muito persistente. No dia seguinte, na outra semana, no outro mês lá está ele de novo, mais uma tentativa, mais uma conversa, mais uma esperança. "Quem sabe não é hoje?"

Eis que, um dia, surge a oportunidade de realizar o seu grande sonho. Ele é convidado, quer dizer, de tanto insistir ele conseguiu uma pontinha numa peça que será apresentada no principal teatro da cidade. Ele recebe o texto com a sua fala - uma fala. Não é exatamente o papel principal. Também não se pode dizer que é um papel secundário. Na verdade, ele tem uma entrada em cena e uma fala. Numa certa hora ele deve entrar e falar: "Aqui estou eu, minha rainha." É tudo. Ah! Que felicidade! Um grande astro vai surgir na constelação... A partir desse momento, Joaquim passa todo o tempo decorando o texto, testando inflexões, exercitando a voz, ensaiando a marcação, fazendo laboratório, essas coisas todas que os grandes astros e estrelas costumam fazer. Sua estreia vai ser um estouro! Ele não vê a hora de adentrar o palco e apresentar-se diante de uma plateia ávida por conhecer o seu grande talento. E chega o grande dia: a estreia. Lá está o Joaquim devidamente caracterizado a espera da hora de entrar em cena. Desde o primeiro minuto, ele fica bem pertinho do diretor. Colado nele.

— É agora? Entro? — pergunta ele logo no início do primeiro ato.

E o diretor:

— Não. Agora não. Espere.

E Joaquim, impaciente, pergunta a cada instante:

— Já entro?

— Agora?

— É minha hora?

E fica a torrar a paciência do diretor. E haja paciência...

— Vou?

— Comé-quié? Entro ou não entro?

No finzinho do terceiro ato o traidor mata o rei. Logo depois, deve entrar o nosso grande astro. E o diretor avisa:

— É agora. Vai.

Ele entra em cena e a rainha, a principal personagem representada por uma grande estrela, lá está a esperar a fala dele para dar sequência ao espetáculo.

O Joaquim finalmente diz a sua tão esperada e ensaiada fala:

— Aqui estou eu, minha rainha!

— Chegaste tarde! Mataram o rei!

O nosso grande astro faz uma reverência e completa:

— Eu bem que poderia ter evitado essa tragédia, minha rainha. Há muito tempo que eu queria entrar, mas aquele gajo ali não deixava.

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