Piadas de Português

A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e pergunta para si mesma:

— Será que minha filha está bebendo?

A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se questiona:

— Será que minha filha começou a fumar?

A mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:

— Meu Deus! Será que minha filha tem pinto?

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No bar do português, todo o pessoal sacaneava com a cara dele, contando várias piadas de português. Mas certo dia, o dono do bar se revoltou e disse:

— Eu não quero mais ouvir nenhuma piada de português nesse bar.

Então um cliente se levantou e disse:

— Ei português, e de japonês, pode?

O português pensou, pensou e disse:

— Sim, de japonês pode.

Então o cliente começou:

— Era uma vez dois japoneses, um se chamava Joaquim e outro Manoel...

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O Manoel perde o emprego, chega em casa aborrecido e comenta com a mulher:

— Maria, não vai ter jeito! Com o tanto de dívidas que temos, você precisará ir para a rua para arranjar um dinheirinho!

— Mas, Manoel, eu nunca fiz isso! Não sei como lidar com os clientes!

— Não, se preocupe, Maria! Eu vou te ajudar! Ficarei do outro lado da rua e lhe darei todas as instruções necessárias!

O primeiro cliente chega num tremendo carrão. Maria se debruça na janela para combinar o programa e logo grita para o Manoel, do outro lado da rua:

— Manoel, ele tá perguntando quanto é que custa!

— Diz que custa R$ 100,00.

— Manoel, ele diz que não tem R$ 100,00.

— Maria, pergunta para ele quanto é que ele tem!

— Ele diz que só tem R$ 25,00.

— Por esse preço, Maria, só dá pra fazer o oral!

O cliente concorda e Maria inicia o trabalho. Dois minutos depois, ao perceber que o cliente tinha um pênis enorme, Maria põe a cabeça para fora do carro e grita pra o Manoel:

— Manoel, tu tens R$ 75,00 para emprestar para ele?

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Num concerto da Banda U2 em Lisboa, Portugal, o vocalista Bono pediu silêncio ao público. Em seguida começou a bater palmas, no ritmo da música que os colegas de banda tocavam de fundo.

Ele foi batendo palmas... a música ficando mais suave.... Ele olhou pros demais músicos e eles também silenciaram... Só as palmas ritmadas do Bono ecoavam pelo estádio lotado.

Ele foi se movimentando até o microfone e olhando para as pessoas, todas quietas... prestando atenção, tentando entender o que ele queria dizer. Então ele disse, num tom muito sério:

— Eu quero que vocês pensem nisso... A cada batida de minhas mãos, uma criança morre na África!

E no ritmo da música suave, ele continuou batendo palmas... Então surgiu uma voz de um portuga, nas arquibancadas, em alto volume gritando desesperado:

— Ora pois, então para de bater palmas, ó filho da puta!

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O órgão de aviação americano — US Federal Aviation Administration — preparou um interessantíssimo site, descrevendo um de seus mais engenhosos dispositivos. O mesmo buscava testar a resistência do vidro dos pára-brisas de suas aeronaves, e consistia em uma espécie de canhão que disparava um frango morto na direção do vidro do avião sob teste. O disparo era exato, e reproduzia a velocidade com a qual uma ave se chocaria com um avião em vôo. Teoricamente, se o pára-brisas resistisse à prova de impacto, então certamente suportaria uma colisão com um pássaro em vôo. Na prática, o dispositivo funcionou perfeitamente, com centenas de provas efetuadas nos EUA.

Estudiosos portugueses, que estavam desenvolvendo uma locomotiva super veloz, encontraram este site e se interessaram pelo canhão de frangos, pensando em aplicar a idéia aos pára-brisas de seu novo trem Hi-Tech, já em fase final de projeto. Entraram em contato com a US-FAA, conseguiram um canhão emprestado, e começaram a efetuar os testes.

Já no primeiro tiro, o frango estraçalhou o vidro frontal do trem, quebrou o painel de instrumentos, arrebentou a cadeira do maquinista, feriu dois técnicos e voou até o fundo da locomotiva, estatelando-se na parede traseira, deixando uma profunda marca no metal.

Os portugueses ficaram completamente perplexos com o surpreendente e violento resultado. Documentaram a cena em detalhes. Produziram fotos digitais, gravaram declarações de testemunhas oculares, elaboraram documentos técnicos, e enviaram todas estas informações em um arquivo compactado para a US-FAA via e-mail, perguntando o que é que haviam feito de errado. Os técnicos americanos estudaram cuidadosamente a documentação recebida e responderam, em um e-mail seco e direto: DESCONGELEM O FRANGO!

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Ouve-se o som de dois tiros e um pato cai mesmo entre a fronteira de Portugal e Espanha. Dois caçadores precipitam-se para a ave e chegam lá ao mesmo tempo. Ambos começam a reclamar a posse da ave. A dada altura, diz o espanhol:

— Então fazemos assim: Eu te como e depois você me come. O que gritar menos leva o pato.

— Está bem!

O espanhol começa a pegar o português e este cerra os dentes para não gritar e aguenta, vermelho, até ao fim.

No fim, o português levanta-se a custo e diz:

— Vá, agora sou eu.

— Não, deixa lá... Eu nem gosto de pato!

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Certo dia Manoel estava em seu escritório, quando de repente entrou um fiscal do imposto de renda. O fiscal começou a falar:

— Seu Manoel, estou aqui porque tem algo de errado com sua declaração de renda. O senhor não tem emprego nenhum, não investe em nada, não tem imóveis, e mesmo assim teve uma renda enorme no ano passado. De onde é que veio sua renda? Nós da receita estamos desconfiados de envolvimento com drogas, pois esse dinheiro todo não aparece do nada.

— Que drogas nada meu amigo — respondeu Manoel. — Eu ganho meu dinheiro fazendo apostas.

— Fazendo apostas? Como é que você pode ganhar todo esse dinheirão somente fazendo apostas? Quem aposta um dia perde outro dia ganha...

— Pois é, mas eu só faço apostas que sei que ganho.

— Ah, isso é impossível. Sempre tem uma aposta que se perde.

— Ah é? Pois então vou fazer uma aposta com você. Aposto 10 dólares que consigo morder meu olho esquerdo!

— Morder seu próprio olho? Isso é impossível! Nisso eu aposto, pois sei que você não pode morder seu próprio olho.

— Então tá apostado?

— Apostado.

E o Manoel tira seu olho esquerdo, que era de vidro, e da uma mordida. E o fiscal, estupefato, responde:

— Ta, tudo bem, você mordeu seu olho esquerdo e ganho a aposta, mas mesmo assim, se fizer as contas, isso seria muito pouco para que você tivesse toda a renda que tem por ano. Nem que apostasse de 5 em cinco minutos.

Ao que o Manuel replica:

— Ora, então vamos fazer outra aposta. Aposto que consigo morder meu olho direito!

— Ah, isso sei que você não consegue. Afinal, você não é cego, e o olho esquerdo é de vidro. Portanto o olho direito não pode ser de vidro. Aposto 50 dólares que você não consegue!

— Apostado.

E o Manuel tira sua dentadura e da uma mordida no olho direito. O fiscal já estava puto, pois tinha perdido nessa brincadeira 60 dólares, e agora estava disposto a fazer qualquer coisa para provar que o português estava envolvido em algo ilegal, que não somente apostas.

Até que, sem esperar, ele ouve o Manuel falar:

— Você quer saber como é que ganho todo esse dinheiro? Não é com apostas pequenas como essa, não. É com apostas grandes. Por exemplo, aposto 10 mil dólares como você tem hemorroidas!

— Ah, não. Dessa vez eu tenho certeza absoluta. Não tenho mesmo hemorroidas. Isso não tem jeito. Dessa vez você perdeu 10 mil dólares. Apostado.

— Bem, então tenho que comprovar que você tem hemorroidas. Você tem que ficar de quatro nessa mesa, com as calcas arriadas, para eu fazer o teste.

O fiscal então, mesmo não gostando muito da ideia — mas pelos dez mil dólares-, arriou as calcas e ficou de quatro na mesa. Nesse meio tempo o português enfiou o dedo no ânus do fiscal, cutucou para um lado, cutucou pro outro, e disse:

— É, você tem razão: Você não tem hemorroidas!

— Tá vendo! Agora me explica: como é que você pode ter todo esse dinheiro se você acabou de perder uma aposta de 10 mil dólares? Agora você vai em cana!

— Calma. Explico. Perdi sua aposta de 10 mil, sim, não nego. Mas tá vendo aqueles cinco caras na janela do prédio do outro lado? Apostei cem mil dólares com cada um que se o fiscal do imposto de renda viesse aqui eu enfiava o dedo no cu dele!

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O Manuel vai pela primeira vez ao cinema. Chega na bilheteria e compra uma entrada. Daí a pouquinho, volta e pede mais uma. Não passam mais dois minutos, vem comprar outra. A bilheteira chia:

— Pô, meu! Por que você não compra todas de uma vez?

— Não me culpe, senhorita! E que tem um gajo ali na porta que, toda vez, me toma o bilhete e rasga!

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Maria não conseguia atingir o orgasmo quando transava com o marido dela. Certo dia, ela fala pra ele:

— Ô Joaquim, na noite passada noite eu tive um sonho incrível. Estávamos a transaire e em cima do armário tinha um negão com um leque que nos abanava e eu senti tanto prazeire.

Os dois decidem realizar o sonho e saem a procura e encontram um negão na esquina. Oferecem a ele quinhentos reais, se ele aceitar abanar os dois de cima do armário enquanto transam. O cara aceita e os três correm pro quarto.

O casal começa a transar e o negão fica lá em cima do armário abanando com leque. Mas a coisa toda não dá nenhum resultado. Maria então diz ao Juquim:

— Talvez seja melhor inverter os papeis. Ficas em cima do armário e ele vem aqui.

O Joaquim, meio desconfiado, acaba aceitando o trabalho de abanar. O negão desce e o portuga sobe. Pouco tempo depois a Maria grita de prazer e atinge o orgasmo. Quando os dois terminam, o Juquim desce do armário, vira para o negão e fala:

— Tu não sabes trabalhar. Viste como é que se abana? Imbecil!

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O Manuel, em visita ao Brasil, ouviu falar de um tal de 69 que os casais faziam e ficou curioso, pois disseram que era bom, coisa e tal. Como não tinha namorada, arranjou uma puta e levou pro hotel, e foi logo pedindo:

— Eu gostaria de fazer o tal de sessenta e nove. Topaste?

A mundana topou e lá estavam os dois na posição, quando, de repente (e sem querer) a puta solta um belo peido bem na cara do Manuel. O coitado achou estranho, não gostou muito, mas também não reclamou e continuaram.

De repente, vem outro peido na cara do português, que já estava meio ressabiado; mas como tudo era novidade, continuou na posição do 69. Alguns instantes depois lá vem outro peido na cara do Gajo; que muito bravo, levanta de sopetão e diz:

— Oh raios ! Pode parar, que não vou agüentar os outros 66...

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De um grave acidente aéreo entre um 737 e um helicóptero o único sobrevivente foi um português que era o piloto do helicóptero. Indagado pelo departamento de controle aéreo sobre como havia ocorrido a tragédia, ele explicou :

— Pois, eu estava a levar um casal para um passeio panorâmico pela cidade. Como eu já conhecia bem o trajeto, as vezes me distraia a olhar pelo espelhinho o casal sentado na parte traseira do helicóptero.

E continuou:

— Para minha surpresa, numa dessas olhadas, vi que a moça estava com a mão no instrumento do rapaz, fazendo uns movimentos estranhos. De repente ela abriu a calca dele e tirou para fora. Ela continuava passando a mão quando subitamente o rapaz gritou: "Olha o Jato!". Pois, aí eu me abaixei...

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O Manuel vinha andando pelo zoológico, que estava visitando pela primeira vez, espantado com os bichos estranhos que via ali. O bicho-preguiça, por exemplo, que o Manuel achou que tinha as patas viradas para cima...

Pois o Manuel ia comendo amendoim pelo caminho, quando passa pela jaula do elefante. Intrigado, o Manuel se aproxima:

— Ora raios e coriscos, onde ficara a cabeça deste animal?

Quando o elefante vapt e toma-lhe o saco de amendoins com a tromba e o enfia na boca. Dali a alguns minutos estava o Manuel na sala da gerência do zoológico, exigindo que o elefante fosse imediatamente tirado de exibição.

— E uma afronta! — dizia o Manuel — Um duplo mau exemplo!

— Duplo? — Perguntou curioso o gerente.

— Além de ladrão, pervertido! — respondeu o Manuel — Roubou-me o saco de amendoins com o rabo e nem lhe conto onde o enfiou!

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Um português foi contratado para pintar uma rodovia.

No primeiro dia ele conseguiu pintar 45 Km de faixa. Todos ficaram surpresos com a velocidade do cara.

No dia seguinte ele só conseguir pintar 5 Km. Acharam que o português estava apenas cansado e pediram para ele descansar um dia.

No outro dia ele fez apenas 1 Km. O patrão ficou espantado e foi perguntar qual era o problema.

— Hei Manuel, porque cada dia que passa você fica mais devagar?

— Bem doutor, no começo estava fácil, mas quando a lata de tinta começou a ficar longe o negócio ficou feio....

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Há 27 anos o Manuel só frequentava aquele restaurante. De repente, começa a ir ao concorrente, do outro lado da rua. O dono do primeiro estranha e o aborda na rua:

— Ô Manuel, que foi que houve? Nossas refeições não lhe agradam mais?

— Não. Não há nada de errado com elas. Estou apenas a obedecer as ordens do meu dentista.

— Dentista?

— Exatamente. Quando lhe mostrei os dentes que doíam, ele me mandou passar a comer só do outro lado!

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Naquele dia ensolarado, Manuel esquece as chaves dentro do carro, após travar a porta. Com um pedaço de arame, através do vão de uma das janelas, e com o auxilio de Maria, inicia a delicada operação. E a Maria vai dando as indicações:

— Mais a direita, Manuel... um pouquinho mais para a frente... falta pouco... isso!

Após retirar as chaves finalmente o Manuel abre a porta do carro. E quando a Maria comenta:

— Ainda bem Manuel! Eu já não agüentava mais de calor aqui dentro!

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