Piadas de Professor

Joãozinho estava fazendo a maior bagunça na classe e a professora de história resolve lhe aplicar uma reprimenda.

— Joãozinho, levante-se! Chamada oral!

Apavorado, ele levantou-se com as pernas tremendo.

— Quem foi que colocou fogo em Roma?

— Não fui eu, professora!

A professora ficou muito invocada e deu-lhe um zero. No dia seguinte, a mãe dele aparece na porta da escola para tirar satisfação.

— Eu queria saber — perguntou para a professora. — por que a senhora deu zero para o meu menino?

— É que eu perguntei para ele quem pôs fogo em Roma e ele me disse que não era ele!

E a mãe:

— Olha, dona! O meu menino pode ser meio malcriado, mas não tem mania de mentir! Se ele diz que não foi ele é porque não foi mesmo!

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Prova de matemática. As duas espertinhas que não haviam estudado porra nenhuma, resolvem cabular e passar o dia estudando para tentar fazer a prova no dia seguinte.

No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:

— Professor — diz a primeira. — Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.

Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?

— Claro! Não tem problema — diz o professor. — Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.

Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.

Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: "Em que rua o carro quebrou?".

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Na faculdade, a escultural professora estava acabando de dar as últimas orientações sobre a prova que haveria no dia seguinte.

— Eu não vou tolerar faltas! Não quero desculpas esfarrapadas... Só aceito faltas se os motivos forem de internação na UTI, doença incurável ou falecimento!

Silêncio geral na classe, até que alguém lá do fundo resolveu se manifestar:

— Professora... Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?

Depois que todos pararam de rir a professorinha se levantou, olhou para o engraçadinho e respondeu, tranquilamente:

— Eu sinto em lhe informar que isto não é um motivo justificado, pois a prova será com questões de múltipla escolha e eu permitirei que você venha para a classe e marque as respostas com a outra mão...

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Último dia de aula, os alunos resolvem presentear a professora.

O filho do dono de uma doceria entrega-lhe uma caixa. Ela dá uma sacudidinha:

— São bombons?

— Acertou, professora!

A filha do dono da livraria entrega-lhe o seu embrulho.

— Esse está pesado. Acho que é um livro...

— Acertou, professora!

O filho do dono do bar entrega-lhe o seu presente. Ela nota um pequeno vazamento na embalagem, passa o dedo, apanha uma gota, experimenta e arrisca:

— É um vinho?

— Não, professora.

Ela experimenta mais uma gota.

— É um uísque?

— Também, não...

— Desisto! O que você me deu?

E o menino:

— Um cachorrinho...

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Um grupo de alunos foi visitar o Jardim Zoológico. Quando chegaram na frente da jaula da hiena pararam curiosos para ouvir as explicações do mestre.

— Esta é a hiena — diz o professor — ela se alimenta de fezes dos outros animais, tem relações sexuais com o seu macho só uma vez por ano e ri o tempo todo. Alguém tem alguma dúvida?

— Eu tenho, professor — diz o Joãozinho, um pouco revoltado.

— Qual é a sua dúvida Joãozinho?

— É a seguinte, professor. Ela tem relações só uma vez por ano e ainda come merda... Então do que é que ri esta idiota?

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O professor de ciências explica o fenômeno da circulação sanguínea:

— Se eu ficar de cabeça para baixo, todo o sangue vai descer para minha cabeça e meu rosto vai ficar vermelho, não é mesmo?

— Sim, professor! — concorda a classe.

— Agora, alguém sabe me dizer por que é que os meus pés não ficam vermelhos quando estão no chão?

— Eu sei, professor — diz um aluno, levantando-se. — É porque os seus pés não são vazios.

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Na aula de português, a professora pede que os alunos façam um poema romântico como lição de casa. No dia seguinte, ela pergunta:

— Turma, alguém gostaria de ler o seu poema?

— Eu, professora! Eu!

— Você, Joãozinho? Tem certeza?

— Tenho, professora.

A professora fica desconfiada, mas pede que ele leia:

— Eu cavo, tu cavas, ele cava... Nós cavamos, vós cavais, eles...

— Pára tudo, Joãozinho! — diz a professora — Isso não é um poema romântico!

— É, pode não ser romântico — responde ele — Mas é bem profundo!

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A professora pediu que a classe fizesse uma redação sobre um tema muito comum para a cidade de Piraporinha do Sul: leite!

No dia da entrega das composições, a professora olha para os trabalho e se depara com a redação do Joãozinho:

— Ô Joãozinho, que historia é essa? Todos os seus colegas fizeram uma redação com mais de duas páginas sobre o leite e você não escreveu mais que cinco linhas?

O moleque, vira com o seu jeito traquinas de ser e fala:

— É que eu escrevi sobre o leite condensado, professora.

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Na sala de aula o maior silêncio quando, de repente, ouve-se a voz do Joãozinho:

— Puta que o pariu, mas que merda!

— O que é isso, Joãozinho? — adverte a professora. — Que modos são esses?

— Desculpe, professora! Mas é que eu estou com uma filha da puta de uma pulga dentro da porra da minha cueca e a lazarenta fica pulando toda a hora e isso me faz uma cócega do caralho!

— Joãozinho! Eu não admito que se fale palavrões!

— Ah é? Quero ver quando a senhora tiver com uma coceira na boceta!

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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

— O rei...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

— ... é forte...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

— e viril...

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

— Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

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