Piadas de Professor

Na faculdade, a escultural professora estava acabando de dar as últimas orientações sobre a prova que haveria no dia seguinte.

— Eu não vou tolerar faltas! Não quero desculpas esfarrapadas... Só aceito faltas se os motivos forem de internação na UTI, doença incurável ou falecimento!

Silêncio geral na classe, até que alguém lá do fundo resolveu se manifestar:

— Professora... Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?

Depois que todos pararam de rir a professorinha se levantou, olhou para o engraçadinho e respondeu, tranquilamente:

— Eu sinto em lhe informar que isto não é um motivo justificado, pois a prova será com questões de múltipla escolha e eu permitirei que você venha para a classe e marque as respostas com a outra mão...

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Último dia de aula, os alunos resolvem presentear a professora.

O filho do dono de uma doceria entrega-lhe uma caixa. Ela dá uma sacudidinha:

— São bombons?

— Acertou, professora!

A filha do dono da livraria entrega-lhe o seu embrulho.

— Esse está pesado. Acho que é um livro...

— Acertou, professora!

O filho do dono do bar entrega-lhe o seu presente. Ela nota um pequeno vazamento na embalagem, passa o dedo, apanha uma gota, experimenta e arrisca:

— É um vinho?

— Não, professora.

Ela experimenta mais uma gota.

— É um uísque?

— Também, não...

— Desisto! O que você me deu?

E o menino:

— Um cachorrinho...

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Um grupo de alunos foi visitar o Jardim Zoológico. Quando chegaram na frente da jaula da hiena pararam curiosos para ouvir as explicações do mestre.

— Esta é a hiena — diz o professor — ela se alimenta de fezes dos outros animais, tem relações sexuais com o seu macho só uma vez por ano e ri o tempo todo. Alguém tem alguma dúvida?

— Eu tenho, professor — diz o Joãozinho, um pouco revoltado.

— Qual é a sua dúvida Joãozinho?

— É a seguinte, professor. Ela tem relações só uma vez por ano e ainda come merda... Então do que é que ri esta idiota?

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O professor de ciências explica o fenômeno da circulação sanguínea:

— Se eu ficar de cabeça para baixo, todo o sangue vai descer para minha cabeça e meu rosto vai ficar vermelho, não é mesmo?

— Sim, professor! — concorda a classe.

— Agora, alguém sabe me dizer por que é que os meus pés não ficam vermelhos quando estão no chão?

— Eu sei, professor — diz um aluno, levantando-se. — É porque os seus pés não são vazios.

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Na aula de português, a professora pede que os alunos façam um poema romântico como lição de casa. No dia seguinte, ela pergunta:

— Turma, alguém gostaria de ler o seu poema?

— Eu, professora! Eu!

— Você, Joãozinho? Tem certeza?

— Tenho, professora.

A professora fica desconfiada, mas pede que ele leia:

— Eu cavo, tu cavas, ele cava... Nós cavamos, vós cavais, eles...

— Pára tudo, Joãozinho! — diz a professora — Isso não é um poema romântico!

— É, pode não ser romântico — responde ele — Mas é bem profundo!

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A professora pediu que a classe fizesse uma redação sobre um tema muito comum para a cidade de Piraporinha do Sul: leite!

No dia da entrega das composições, a professora olha para os trabalho e se depara com a redação do Joãozinho:

— Ô Joãozinho, que historia é essa? Todos os seus colegas fizeram uma redação com mais de duas páginas sobre o leite e você não escreveu mais que cinco linhas?

O moleque, vira com o seu jeito traquinas de ser e fala:

— É que eu escrevi sobre o leite condensado, professora.

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Na sala de aula o maior silêncio quando, de repente, ouve-se a voz do Joãozinho:

— Puta que o pariu, mas que merda!

— O que é isso, Joãozinho? — adverte a professora. — Que modos são esses?

— Desculpe, professora! Mas é que eu estou com uma filha da puta de uma pulga dentro da porra da minha cueca e a lazarenta fica pulando toda a hora e isso me faz uma cócega do caralho!

— Joãozinho! Eu não admito que se fale palavrões!

— Ah é? Quero ver quando a senhora tiver com uma coceira na boceta!

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Em certa escola, na Idade da Pedra, a professora distribui um pedaço de pedra, um martelinho e um cinzel para cada aluno e começa a fazer o ditado.

— O rei...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava uma coroa.

— ... é forte...

Pléc, pléc, pléc. Todo mundo grava um leão.

— e viril...

Todo mundo pensativo, de repente a voz de Joãozinho quebra o silêncio:

— Professora! Viril se escreve com um ou dois testículos?

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Na sala de aula, a professora pergunta:

— Alguém de vocês sabe quem é a pessoa mais rápida do mundo?

— É o Schumacher! — se arrisca Pedrinho.

— É o Rubinho! — diz Mariazinha.

Todos caem na gargalhada.

— Eu sei! — grita Joãozinho, com convicção — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!

— Sua tiiiiia? — pergunta a professora, espantada — Por quê?

— Quando ela sobe na balança ela vai de zero a cem em menos de um segundo!

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O professor de ciências naturais resolve fazer uma prova oral. Chama a aluna:

— Existe uma parte do corpo do homem que pode se dilatar até sete vezes o seu tamanho. Qual é essa parte?

— Não posso dizer, professor... — responde a aluna envergonhada.

— Por não responder, leva zero. A resposta certa é pupilas. A julgar pela sua resposta, a senhorita tem muita imaginação e, com certeza, não tardará a ter também uma grande decepção!

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