Piadas de Professor

O mudo está andando na rua e de repente vê uma placa: "Escola para mudos — Aprenda a falar em poucas aulas".

Imediatamente entrou no prédio, pagou a taxa da matrícula e esperou ansioso pela primeira aula. Logo o professor entrou e ordenou:

— Tire a roupa e fique de quatro!

Constrangido, o mudo obedeceu.

Então o professor, desceu as calças e mandou-lhe a vara.

O mudo:

— Aaaaaaa...

E o professor:

— Muito bem, pode se vestir! Amanhã você volta para aprender o B.

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Na escola, no meio da aula, a professora, de saia, leva um tombo. A turma cai na gargalhada e então a professora pergunta:

— Pedro, o que você viu?

— Vi suas canelas, professora!

— Está um dia suspenso! E você, Rodrigo, o que viu?

— Suas coxas!

— Está uma semana suspenso! E você, Joãozinho?

Joãozinho levanta-se da cadeira e diz:

— Tchau, turma! Até o ano que vem!

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Em prova oral do curso de medicina, o professor pergunta:

— Quantos rins nós temos?

— Quatro! Responde o aluno.

— Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre o erro dos alunos.

— Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala de aula! — ordena o professor a seu auxiliar.

— E para mim um cafezinho! — replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

Exasperou-se o professor, então, expulsando o aluno da sala.

Ao sair da sala, teve ainda a suprema audácia de corrigir o furioso mestre:

— O senhor me perguntou quantos rins "nós" temos.

"Nós" temos quatro: dois meus e dois teus; tenha um bom apetite e delicie-se com o capim!

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Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.

Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.

— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.

Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.

Então ele continuou:

— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.

Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.

E ele concluiu:

— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.

Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Nessa hora um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.

A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.

Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.

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A professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas. Para que Joãozinho não atrapalhe, ela o coloca no grupo dos inteligentes. Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:

— Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas!

Começa a disputa...

— Quem descobriu a América?

O grupo de Joãozinho responde:

— Cristóvão Colombo!

E o Joãozinho grita:

— Eu não falei? Bando de orelhudos, 1 a 0!

A professora o repreende:

— Cala a boca, Joãozinho!

Segunda pergunta:

— Que idioma se fala na Espanha?

O grupo de Joãozinho responde:

— Espanhol, fessora!

E o Joãozinho:

— Viram só, seus filhos duma égua? 2 a 0!

A professora o repreende mais uma vez:

— Cala a boca, Joãozinho!

Terceira pergunta:

— Como Cristóvão Colombo chegou à América?

O grupo de Joãozinho responde:

— Nas caravelas.

Joãozinho, emocionadíssimo, diz:

— Eu bem que avisei, seus sacos de merda! 3 a 0!

A professora, de saco cheio, grita:

— Joãzinho! Levanta e sai, porra!

E ele, de imediato:

— Pênis, fessora! Show! 4 a 0, seus babacas!

Indignada, ela voltar a gritar:

— Joãozinho, sai e não volta mais!

Joãozinho responde contente:

— O cocô, fessora! Ha ha ha! Se ferraram, 5 a 0! Ganhamos!

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Na escola, a professora vira-se para os alunos e pergunta:

— Mariazinha, diga o nome de uma fruta que começa por M, e é ótimo?

— Maçã?

— Ótimo, Ótimo! Luisinho, agora um que começa por P?

— Pêra?

— Ótimo, ótimo! Joãozinho, agora você, um por O!

Joãozinho pensa, pensa... E solta:

— Orgasmo!

— Joãozinho, orgasmo não é uma fruta!

— Eu sei, mas é ótimo, ótimo!

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Joãozinho chega em casa e entrega para a mãe um bilhete com um recado da professora: "D. Marta, o seu filho é um menino muito inteligente, mas tem um problema seríssimo: ele passa o tempo todo bolinando as garotas."

Ao que a mãe escreve na parte de baixo: "Dona Julieta, se a senhora encontrar uma solução para esse problema, por favor me diga qual é, pois tenho o mesmo problema com o pai dele!"

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Na semana da Independência, a professora pediu para que os alunos fossem à lousa e ilustrassem partes do Hino Nacional...

Ela disse:

— Mariazinha venha você, faça um desenho.

Mariazinha foi ao quadro negro e desenhou um berço com um bebê dentro. A professora pergunta:

— O que isso quer dizer Mariazinha?

Mariazinha entusiasmada responde: "deitado eternamente em berço esplêndido!"

Os colegas aplaudem Mariazinha e a professora se emociona com a criatividade da menina. Empolgada, decide chamar mais um aluno, agora um menino:

— Joãozinho, venha desenhar na lousa um trecho que você acha importante no Hino Nacional.

Joãozinho vai à lousa e desenha um menininho com um pênis enorme!

A professora desconcertada, o repreende severamente e pergunta:

— Me fala, moleque mal-educado, qual a relação entre o Hino Nacional, e o pênis enorme desse garoto?

Joãozinho se explica:

— Ué, professora: "gigante pela própria natureza!"

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Num baile beneficente do colégio, Joãozinho resolve tirar a irmã de uma das professoras para dançar.

— A senhorita poderia me dar o prazer desta dança? — convida ele, cheio de galanteios.

— Eu não danço com criança! — responde ela, secamente.

E ele, sem perder o rebolado:

— Mil perdões, eu não sabia que a senhora está grávida!

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A professora numa sala de escola estadual , onde haviam crianças de todas as classes sociais, ensinava o uso da expressão "é óbvio". Explicou, explicou, e então começou a pedir que os alunos dessem exemplos em voz alta para a classe:

Primeiro, Albert, menino rico da classe alta deu seu exemplo:

— Hoje, quando acordei, olhei para o estacionamento, e vi que apenas a BMW estava estacionada... então, "é óbvio" que papai foi trabalhar com a Ferrari...

Depois, foi a vez de Carlinhos, menino de classe media da cidade:

— Hoje na hora do almoço, vi que tinha apenas um ovo na frigideira, pensei: "é óbvio" que todo mundo já almoçou, só sobrou meu ovo...

Então, pra terminar, Joãozinho, que morava na favela, deu seu exemplo:

— Ontem de noite, depois que minha mãe acabo de cumê os bagaço das laranja que sobrô do almoço, ela pegô o jornal e foi pro banheiro. Aí eu pensei cumigo: "é óbvio" que ela vai cagá, ela num sabe lê...

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Primeiro dia de aula na faculdade de medicina. Diz o professor:

— Para se tornar um bom médico é preciso de dois requisitos imprescindíveis: ser um excelente observador e nunca sentir nojo de nenhum paciente.

Dizendo isso, conduziu os alunos até a sala de autópsia, descobriu o cadáver nu de um mendigo sobre uma mesa e ordenou:

— Agora, vamos fazer um teste! Façam exatamente o que eu fizer!

Em seguida, enfiou um dedo no ânus do cadáver e imediatamente levou-o à boca. Fazendo um esforço sobrenatural para disfarçar a cara de nojo, os alunos repetiram o gesto do professor.

— Muito bem! — disse, ao final, o professor. — No teste de nojo vocês passaram, mas no de observação todos falharam, pois ninguém percebeu que eu enfiei o dedo indicador e lambi o dedo médio!

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Três caras morrem num acidente de carro e vão para o céu. Lá, eles tem que responder à seguinte pergunta:

— Você está no caixão... Sua família e seus amigos estão à sua volta, chorando. O que você gostaria de ouvi-los dizer sobre você?

O primeiro respondeu:

— Eu gostaria que dissessem que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família.

O segundo:

— Eu gostaria que dissessem que fui um esposo maravilhoso e um professor de grande influência no futuro de nossas crianças.

E o terceiro:

— Eu gostaria que eles dissessem: "Olha! Olha! Ele tá se mexendo!"

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