Piadas de Professor

É época dos exames finais e a professora mandou que os seus brilhantes alunos escrevessem uma redação, onde fossem tratados os seguintes temas: Monarquia, sexo, religião e mistério.

Joãozinho levanta a mão e diz que terminou. A professora sem acreditar pede que leia a sua redação.

Ele se levanta, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:

— Mandaram a rainha se foder. Meu Deus! Quem terá sido?

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No meio da aula de matemática a professora vê que Joãozinho está distraído e resolve fazer uma pergunta:

— Joãozinho! Quantos ovos tem uma dúzia?

— Não sei, fessora!

— Muito bonito, né? Vê se presta mais atenção na aula!

— Pode deixar, fessora! Será que eu posso fazer uma pergunta pra senhora também?

— Pode! — responde ela, desconfiada — O que você quer saber?

— A senhora sabe quantas tetas tem uma porca?

— Não! — respondeu a professora, pensativa.

— Viu, fessora? A senhora me pegou pelos ovos e eu te peguei pelas tetas!

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O professor de português explica aos alunos o que é um trocadilho e pede que as crianças dêem exemplos para ver se entenderam a lição:

— Carlinhos, faça um trocadilho — diz o mestre.

— Na vida tudo passa, até uva-passa. — responde.

— Parabéns. Agora você Mariazinha, faça outro.

— Nós morremos apenas uma vez, a Alanis morre sete.

— Nota dez. Agora você, Joãozinho.

— Eu morava na ilha de Paquetá e agora me mudei pra Ilha do Governador.

— Mas Joãozinho, isso não é um trocadilho. — argumenta o professor.

— Pode não ser um trocadilho, professor, mas é uma troca d'ilha.

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A professora chegou na sala de aula e logo começou a dizer o assunto que seria dado:

— Crianças, hoje nós vamos estudar os tempos verbais. Eu darei uma frase e algum de vocês vai me dizer em que tempo o verbo está, ok? A frase é: "Isso não devia ter acontecido." Em que tempo está?

Um certo garotinho, chamado Joãozinho, levantou a mão e respondeu:

— É preservativo imperfeito, professora!

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Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova oral, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor. Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro, e o Diretor ficou em pé, atrás do menino. A professora pergunta:

— Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil? — Enquanto isso a professora derruba o lápis no chão, e abaixa-se para pegar.

Quando a professora se levanta, pergunta:

— E, então, Joãozinho o que ele disse?

— Hummm... peitinhos maravilhosos!

— Não é nada disso! Zero! — diz a professora, nervosa.

Joãozinho vira-se pro diretor:

— Pô, cara! Se não sabe... não sopra!

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Na aula de Matemática, a professora pergunta:

— Havia três passarinhos no galho de uma árvore e você atira em um deles, quantos passarinhos ficam?

Joãozinho pensou e respondeu:

— Nenhum professora!

— Como nenhum, Joãozinho? Se tinha três e você matou um, logo ficaram dois.

— Não professora. É que com o barulho da arma, os outros dois voaram.

A professora pensou e disse:

— Tá aí, Joãozinho. Gostei da sua linha de raciocínio.

O Joãozinho não perdeu tempo e mandou:

— Professora, posso fazer uma pergunta, agora?

— Claro!

— Havia 3 mulheres tomando sorvete. A primeira estava mordendo o sorvete, a segunda o estava lambendo e a terceira o estava chupando. Qual das três era a casada?

A professora pensou, pensou e respondeu:

— A que estava chupando o sorvete.

— Não professora. A que tinha a aliança na mão esquerda! Mas gostei da sua linha de raciocínio...

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Durante a aula de Boas Maneiras, diz a professora:

— Zezinho, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse ir no banheiro, o que diria?

— Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.

— Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação. Juquinha, como você diria?

— Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.

— Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições. E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?

— Eu diria: "Minha prezada senhorita, peço licença para ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar".

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A professora pergunta pra Mariazinha:

— Mariazinha, qual é a profissão do seu pai?

— Ele é médico, cura as pessoas!

— Muito bem — disse a professora.

— E você, Zezinho, qual a profissão do seu pai?

— Ele é engenheiro, professora, projeta prédios e casas.

— Muito bem! E você, Joãozinho, o que faz o seu pai?

O Joãozinho, meio encabulado, fica vermelho, abaixa a cabeça e responde com vergonha:

— Ele é stripper numa casa de shows para gays no bairro do Morumbi, professora.

— Como? — Pergunta a professora, incrédula.

— É, professora, ele tira a roupa e fica um monte de gays passando a mão na bunda dele e botando dinheiro na sunga dele.

A professora, meio constrangida, encerra a aula e chama o Joãozinho no particular.

— Joãozinho, é verdade o que você disse sobre o seu pai? Ele me pareceu uma pessoa tão séria e trabalhadora.

— Não, professora, na verdade ele é jogador do Corinthians, mas eu fiquei com vergonha de falar na frente dos meus colegas!

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Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados:

A primeira lombriga em álcool, a segunda lombriga em fumo de cigarro, a terceira em esperma e a quarta em terra natural.

No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:

A primeira lombriga, em álcool, está morta. A segunda, no fumo do cigarro, está morta. A terceira, em esperma, está morta. A quarta, em terra natural, está viva.

O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial e pergunta à classe:

O que podemos aprender desta experiência?

Responde imediatamente o Joãozinho:

— Temos de beber, fumar e foder em abundância para não termos lombrigas!

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A professora diz:

— Você Fernandinho, me diz ai um bichinho de 4 pernas, anda no telhado, dorme no fogão, faz miau, tem bigode e uma azeitona no nariz.

O Fernandinho responde:

— Azeitona? Sei, não, fessora.

— É o gato! A azeitona, só botei pra complicar. Agora você Chiquinho: Me diz uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma goiaba em baixo.

Chiquinho responde:

— Goiaba? Sei, não, fessora.

— É o Bule! A goiaba, só botei pra complicar. Entenderam como é? Faz comigo agora, Joãozinho. Pergunta pra mim!

E o capetinha da classe pergunta:

— Ah, é?... Ah, é?... Pode deixar que eu pergunto... Deixa comigo... O que é uma coisa que é roliça, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de por na boca e tem duas bolas em baixo?

E a professora:

— O quê? Tá expulso da classe, seu safado!

Joãozinho responde:

— Nããããããão, fessora! É batom! As duas bolas, só botei pra complicar.

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Primeiro dia de aula, a nova professora se apresenta:

— Bom dia, crianças! Meu nome é Valgina e eu vou ser a professora de vocês este ano. Agora eu quero saber o nome de cada um de vocês.

E cada um foi levantando e dizendo o seu nome.

No dia seguinte, Joãozinho chega alguns minutos atrasado e assim que entra na classe, sorrateiro, a professora o surpreende:

— Bom dia, Joãozinho!

E ele, querendo ser simpático:

— Bom dia, dona Bucleta!

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O garoto chega no meio da aula:

— Desculpe o atraso professora.

Professora:

— Atrasado novamente? É sempre assim, se não chega atrasado na aula, falta. O que pretende ser se comportando desse jeito?

Garoto:

— Deputado, professora!

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Joãozinho chegou à sala de aula com um enorme galo na cabeça. A professora, preocupada, perguntou:

— O que aconteceu, Joãozinho?

— Atiraram ervilhas em mim.

— Mas como ervilhas tão pequenas podem fazer um estrago tão grande?

— É que elas ainda estavam dentro da lata.

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