Piadas de Professor

A professora no final da aula pergunta para Mariazinha:

— Do que você tem medo Mariazinha?

A menina responde:

— Do lobisomem professora.

— E você Pedrinho?

— Do bicho-papão, fessora.

— E você Joãozinho?

— Do Malamen.

— Malamen? O que que é esse Malamen?

— Sabe fessora, todas as noites quando minha mãe está rezando ela fala: "E livrai-nos do Mal-amém".

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Uma professora em sala de aula começa a perguntar a seus alunos:

— Pedrinho, o que você vai ser quando crescer?

Pedrinho responde:

— Marinheiro.

E você Zezinho:

— Médico.

E você Chiquinho:

— Jogador de futebol.

E você Joãozinho:

— Eu quero ser peludo, professora.

— Peludo, muito peludo, peludão.

E a professora abismada pergunta:

— E porque você quer ser peludo, menino?

E o Joãozinho responde:

— Sabe que é professora, um pouquinho que minha irmã tem, ela sustenta todo mundo lá em casa.

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A professora no fim aula pede para que os alunos tragam para a próxima aula uma frase que contenha uma rima.

No outro dia pede para que os alunos leiam a frase e quando chega a vez de Joãozinho ele diz:

— Lá vai o canguru com uma flor no cu!

E a professora diz:

— Joãozinho, o que é isso? Pode refazer sua frase e nos apresente no final da aula.

E quando chega o final da aula a professora pede para ele ler a nova frase. E Joãozinho em alto e bom som fala:

— Lá vai o canguru com uma flor na bochecha, porque no cu a professora não deixa!

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A professora pediu a todos os alunos uma redação em homenagem ao dia das mães cujo tema era: "Mãe, só tem uma". No dia seguinte, todos os alunos haviam redigido seus trabalhos. A professora pediu então para que a Bia lesse sua redação.

— Ano passado eu estava brincando na pracinha quando caí e quebrei a minha perna. Minha mãe passou todos os dias cuidando de mim. Até faltou ao trabalho! Então fiquei boa logo. Mãe, só tem uma!

Então foi a vez de Vinícius ler a sua.

— Eu sempre tive muita dificuldade pra aprender. Tirava notas baixas e sempre ficava de recuperação. Mas aí minha mãe ficou me ensinando e me ajudando até que me tornei um dos melhores de minha turma!

Aí, claro, a vez de Joãozinho.

— Ontem tinha acabado de chegar em casa quando peguei minha mãe na cama com um cara. Ela se assustou mas disse: "Já que está aí, traga duas cervejinhas bem geladas!". Fui até a geladeira e vi que só tinha uma. Então gritei: "MÃE, SÓ TEM UMA!"

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Em um barco tinha um pirangueiro, um advogado e uma professora. O advogado perguntou ao pirangueiro:

— Você sabe ler?

E o pirangueiro respondeu:

— Não!

— Você acabou de perder metade de sua vida.

Passado um tempo a professora perguntou ao pirangueiro:

— Você sabe escrever?

E o pirangueiro respondeu:

— Não!

— Você acabou de perder a metade de sua vida.

Passou mais um tempo, lá no meio do rio o barco começou a afundar e o pirangueiro perguntou:

— Vocês sabem nadar?

E os dois responderam:

— Não! Socorro!

E o pirangueiro disse:

— Então vocês acabaram de perder a vida toda!

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A professora metida a esperta, faz uma pergunta a um dos alunos:

— Zezinho você sabe qual é o animal que é muito pesado, tem um tromba enorme e na ponta da tromba tem um palito de dente?

Responde Zezinho:

— Que tem um palito de dente na ponta da tromba... não professora, o que é?

Professora:

— É o elefante! O palito de dente no final da tromba é só pra dificultar.

Professora pergunta para Mariazinha:

— Quem sabe qual é o animal que é peludo faz miau e tem uma caneta no nariz?

Mariazinha:

— Que tem uma caneta no nariz, não sei professora.

Professora:

— É o gato! A caneta no nariz é só para dificultar.

De repente a professora ouve uma voz no fundo da sala:

— Professora...

— Sim Joãozinho.

— Já que a senhora se diz tão esperta, me responde essa: O que é uma coisa comprida que é vermelha na ponta que tem duas bolas em baixo e que as mulheres adoram por na boca?

A professora espantada diz:

— Joãozinho já pra fora...

— Não me leve a mal, professora... é o batom!! As bolas em baixo são só pra dificultar...

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A mãe de Joãozinho volta à casa da clínica onde teve gêmeos e é recebida por Joãozinho:

— Mamãe, mamãe! Eu contei para a professora que tive um irmãozinho e ela me liberou das últimas três horas de aula!

— E por que você não contou que eram dois irmãozinhos? — perguntou a mãe.

— Eu não sou trouxa, mãe! O outro irmãozinho eu reservei pra semana que vem!

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Na aula de Ciências, a professora diz:

— Anotem a lição de casa, crianças. Vocês vão ter que pesquisar o habitat natural das 70 espécies de animais que estão na página 23, também vão ter que dizer qual o país de origem de cada animal, quais seus predadores, suas presas, seus costumes e fazer uma redação sobre cada um... falando em animais, Martinha, o que dão as ovelhas?

— Lã, professora.

— Muito bem! Pedrinho, o que dão as galinhas?

— Ovos, Fessora!

— Parabéns! Joãozinho, o que dão as vacas?

— Lição de casa!

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Na aula de religião, a freira pergunta aos meninos e meninas da turma:

— Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?

Uma menina levanta o braço e diz:

— As mãos, irmã.

— E por quê?

— Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.

Nisto, Joãozinho pede licença à professora e contesta:

— Não são as mãos não! São os pés!

— Os pés, Joãozinho? E por quê? — pergunta a freira.

— Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: "Meu Deus, meu Deus, estou indo... estou indo"... Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando, porque senão ela ia mesmo...

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Na sala de aula, a professa pergunta:

— Qual a coisa mais pesada que existe?

— O elefante — responde a Aninha.

— A baleia — diz o Pedrinho.

— Um caminhão — diz o Paulino.

— É o pinto do meu pai!

— O que é isso, Joãozinho? Quem foi que te disse essa asneira?

— Minha mãe, professora! À noite, eu sempre ouço ela dizer pro meu pai: "Esse negócio nem Deus levanta!"

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Garoto de memória prodigiosa era aquele. Quando a professora pediu que cada aluno contasse a primeira coisa de que lembrava na vida, teve um que falou da festa do primeiro aniversário; outro, da chupeta que largou aos seis meses de vida; um terceiro, das cores de sua primeira roupinha, ainda no berçário. E chegou a vez dele:

— A primeira coisa que eu lembro é que fui a um piquenique com meu pai e voltei com a minha mãe.

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