Piadas de Professor

A professora vê o Joãozinho sentado quieto e pergunta:

— Joãozinho o que houve? É alguma matéria que eu ensino? Português, Matemática?

— É química professora.

— Mas eu não ensino química.

— Por isso mesmo, não há química entre nós...

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O professor estava aplicando uma prova numa turma de ensino médio. Já perto de terminar o horário Joãozinho diz:

— Fessor, posso fazer uma pergunta?

— Se for sobre a prova, pode.

— Ah Fessor, não é sobre a prova não.

— Então, não pode.

— Ah Fessor, deixe aí vai...

Ele insistiu tanto que o professor concordou:

— Tá bom, Joãozinho, pergunte.

— Fessor, quando você faz amor, o senhor beija na boca?

Ele sem entender nada, repreendeu o aluno:

— Isso não é coisa que se fale, Joãozinho.

— Fessor, responda ai. É importante pra mim.

Percebendo que a turma toda estava atenta a conversa, ele resolveu responder a pergunta.

— Sim, Joãozinho. Quando eu faço amor eu beijo na boca.

— Fessor, me beije na boca!

E o professor ficou completamente encabulado:

— Que é isso, Joãozinho? Por que eu beijaria você?

— Ah Fessor, é que sua prova me fudeu todinho!

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— Um professor de Física quis pregar uma peça em seus alunos e lhes disse:

— Aqui vai um problema: Um avião saiu de Amsterdam com uma velocidade de 800 km/h, à pressão de 1.004,5 milibares; a umidade relativa do ar era de 66% e a temperatura 20,4 graus Celsius. A tripulação era composta por 2 pilotos e 5 aeromoças; a capacidade era de 145 assentos para passageiros e o banheiro estava ocupado. A pergunta é... Quantos anos eu tenho? — E deu aquele risinho de quem se sente superior.

— Os alunos ficam assombrados. O silêncio é total.

Então o Joãozinho lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:

— 44 anos, professor!

— O professor, muito surpreso, o olha e diz:

— Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos.

— Mas como você calculou?

— E Joãozinho:

— Bem, eu deduzi porque eu tenho um primo que é meio viado, e ele tem 22 anos...

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Na sala de aula, o professor estava analisando, com seus alunos, aquele famoso poema de Carlos Drummond de Andrade:

“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.”

Depois de ter explicado exaustivamente que, ao analisarmos um poema, podemos detectar as características da personalidade do autor, implícitas no texto, o professor pergunta:

— Joãozinho, qual a característica de Carlos Drummond de Andrade que você pode perceber neste poema?

— Uai, professor, eu tô matutando aqui: ou ele era traficante ou usuário...

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Após ouvir a explicação sobre a origem da vida, o nascimento de uma criança e a história da cegonha, Joãozinho diz à professora:

— Humm... Então quer dizer que meu pai transou com uma cegonha, né? Então, por que ele faz tanta confusão quando me pega com uma galinha?

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É o primeiro de ia de aula e a professora quer saber o que os pais dos alunos fazem.

— Agora, eu quero saber qual a profissão do pai de cada um de vocês. Alberto, o que é que o seu pai faz?

— Ele é comerciante, professora.

— Ah, muito bem. E você, Bartolomeu? O que o seu pai faz?

— Ele é gerente do banco, professora.

E assim ela vai percorrendo a lista de chamada até que chega a vez de Juquinha.

— Juquinha, o que é que seu pai faz?

— Professora, sniff! sniff! meu pai morreu na semana passada.

— Ah, eu não sabia, Juquinha. Os meus pêsames. Mas o que ele fazia antes de morrer?

— Toss, toss, arrghhh! Arrghh! Plufft!

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O garoto chega à escola se esvaindo em lágrimas e a professora vai consolá-lo.

— Pobrezinho! O que houve com você, meu fofinho?

— Papai cortou a cabeça dos 6 gatinhos que nasceram ontem lá em casa.

— Oh! Que maldade! Como se faz uma coisa dessas? Seu pai não tem respeito pela vida dos animais?

— Tem não, professora. E o pior é que a mamãe havia me prometido que quem ia cortar as cabeças era eu.

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O professor de ciências era muito bravo. Um dia ele levou para a aula uma pata de um pássaro. Apontou para um aluno e perguntou:

— Olhando esta pata de pássaro responda-me: qual é a família, gênero e espécie do animal?

— Como é que eu vou saber isso tudo com uma pata?

— Seu ignorante — gritou o professor. — Você está suspenso!

E pegando uma caneta e um papel, perguntou ao menino:

— Qual é o seu nome completo?

O menino estendeu a mão para o professor e disse:

— Adivinha!

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A turma de alfabetização da escola vai receber a visita do secretário de educação e a professora está preocupadíssima com o Joãozinho que é sempre o desbocado.

— Joãozinho, atenção, não vai me envergonhar na presença do secretário, hein? É melhor ficar de boca fechada.

— Tá bem, professora!

O secretário chega e conversa com os alunos, pergunta se já sabem ler, se gostam da professora etc e tal. Dirigindo-se a Joãozinho, fala:

— E você, já lê bem?

— Leio sim senhor.

— E qual a palavra mais bonita que você aprendeu?

A professora gela, e Joãozinho responde:

— Cubanos.

Ela respira aliviada.

— E por quê? — insiste o secretário.

— Porque começa com cu, acaba com anus, e ninguém me tira da cabeça que esse B do meio não seja de bunda.

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A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sexo ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:

A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.

A do Gerson "falava" da masturbação.

A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.

E chegou a vez do Joãozinho:

— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?

— Fiz sim, professora!

— Então, leia sua redação!

E o Joãozinho começou a ler alto:

"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"

Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!

A professora chocada pergunta:

— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sexo?

Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:

— O Malaquias era foda!

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