Piadas de Professor

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Nome da Alfaiataria

O professor de português, recém-chegado naquela cidadezinha, resolve fazer um terno. Ao passar por uma alfaiataria, ele lê o letreiro: Arfaiataria Aguia di Oro.

Ao entrar, ele cumprimenta o proprietário e, tentando ser gentil, tece um elogio:

— Parabéns! Gostei do nome que você colocou na sua loja. Águia de Ouro! É um nome imponente!

O caipira olha para ele com ar desconfiado e responde:

— Discurpi seu dotô! Pode ser imponente, mas o sinhô falô errado. Não é "Águia di oro" e sim "Agúia di oro"!

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Queda do Lápis

Chiquinho estava muito excitado à frente da professora. Toda hora parava de copiar, o lápis caía de sua mão, ele baixava para pegá-lo, depois sentava-se na beiradinha da carteira como se fosse cair, olhava para baixo e pra frente, fechava os olhos e quase desmaiava. A professora não se conteve:

— Chiquinho, sente-se direito.

Ele ficou revoltado:

— Senta direito a senhora!

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Atrasado Novamente

Joãozinho entra de fininho na sala de aula e é surpreendido pela professora:

— Atrasado de novo, Joãozinho?

— Pois é, professora... Acontece!

— Acontece? — exclama ela, exaltada — Você anda muito indisciplinado, garoto! Quando não chega atrasado nas aulas, falta. O que você pretende ser se comportando assim?

— Político, professora!

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Ajuda do Joãozinho

Joãozinho chega na aula com o olho roxo e a professora pergunta:

— Joãozinho, o que aconteceu com você? Você está com o olho todo roxo!

— É professora, eu estava no busão vindo pra aula e do meu lado tinha uma gorda. Aí, quando ela levantou, eu vi que a saia dela tava enfiada no bumbum, então eu fui lá e tirei. Aí ela me deu um soco na cara.

— Joãozinho, que coisa feia nunca mais faça isso!

No outro dia, aparece ele com o outro olho roxo e a professora logo pergunta:

— Joãozinho, o que aconteceu desta vez?

— Professora, sabe aquela gorda?

— Sei.

— Então, ela sentou do meu lado de novo. Quando ela levantou, a saia tava lá outra vez. Aí um menino foi lá e tirou! Como eu sabia que ela não gostava, enfiei de novo!

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Piolho Morto

Joãozinho na escola não parava de coçar a cabeça. E coçava, coçava, coçava... Até que uma hora a professora de Joãozinho perguntou:

— Joãozinho, por você está coçando tanto essa sua cabeça?

E joãozinho respondeu:

— É por causa de um piolho morto!

E a professa espantada perguntou:

— Tudo isso por causa de um piolho morto!

E Joãozinho:

— É que os parentes vieram para o velório!

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Desenho de Um Pênis

Ao entrar na sala de aula, a professora vê um pênis desenhado no quadro. Sem perder a compostura, imediatamente ela apaga o desenho e começa a aula.

No dia seguinte, o mesmo desenho, só que ainda maior. Ela torna a apagá-lo e não faz nenhum comentário.

No outro dia, o desenho já está ocupando quase o quadro todo, e embaixo ela lê os seguintes dizeres: "Quanto mais você esfrega, mais ele cresce!"

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Loira Super Dotada

A aluna do primeiro ano primário chega em casa toda eufórica:

— Mamãe, Mamãe! Hoje a professora ensinou a contar de 1 a 10! As meninas aprenderam a contar de 1 a 5 e os meninos de 6 a 10, mas como eu sou uma loira super dotada aprendi a contar de 1 a 10!

— Muito bem — diz a mamãe.

No dia seguinte...

— Mamãe, Mamãe! Hoje a professora ensinou o alfabeto! As meninas aprenderam do A ao M e os meninos do N ao Z, mas como eu sou uma loira super dotada aprendi o alfabeto inteiro!

— Muito bem — diz a mamãe.

No dia seguinte...

— Mamãe, Mamãe! Hoje a professora foi nos ensinar a nadar na piscina da escola!

— Que ótimo, minha filha! E como foi?

— Foi legal, mamãe... Eu aprendi a nadar! Mas quando nós fomos trocar de roupa eu notei que todas as meninas tinham uns peitinhos pequenos e eu tinha uns peitões enormes! É porque eu sou uma loira super dotada, mamãe?

— Não, minha filha... É porque você tem 23 anos!

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Donos das Frases

Último dia de aula, a professora quer ir embora mais cedo e propõe o seguinte aos alunos:

— Eu vou falar uma frase, aquele que conseguir acertar quem foi o autor, pode ir embora!

— Oba! — exclamou Joãozinho, doido para ir para casa mais cedo.

E a professora:

— Quem disse: "Independência ou morte"?

Joãozinho ia se levantar, quando a Aninha disse:

— Foi D. Pedro I, professora!

— Muito bem, pode sair!

— Filha da puta! — pensou, Joãozinho.

— Quem disse: "Ser ou não ser eis a questão"?

Joãozinho ia se levantar, quando a Alicinha disse:

— Foi Shakespeare, professora!

— Muito bem, pode sair!

— Filha da puta! — pensou, Joãozinho.

— Quem disse: "A imaginação é mais que o conhecimento"?

Joãozinho se levantou, mas a Mariazinha foi mais rápida:

— Foi Einstein, professora!

— Muito bem, pode sair!

Aí Joãozinho não se conteve e deixou escapar:

— Vaca, filha da puta!

— Quem disse isso? — perguntou a professora.

E o Joãozinho:

— Foi Bill Clinton, professora!

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Começo da Carreira

A jornalista entrevista um famoso deputado:

— Deputado, o senhor pode nos dizer como começou a sua carreira de político?

— Ah! Foi logo na infância... eu ainda estudava no primário...

— No primário?! — espantou-se a jornalista.

— Sim! Um dia meu pai me chamou e disse: "Filho, a partir de hoje eu vou lhe dar mil cruzeiros toda as vezes que você tirar uma nota maior que 7". Então, eu cheguei para a minha professora e falei: "Escuta, dona Clotilde, a senhora não gostaria de ganhar quinhentos cruzeiros de vez em quando?".

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Queda da Professora

Na escola, no meio da aula, a professora, de saia, leva um tombo. A turma cai na gargalhada e então a professora pergunta:

— Pedro, o que você viu?

— Vi suas canelas, professora!

— Está um dia suspenso! E você, Rodrigo, o que viu?

— Suas coxas!

— Está uma semana suspenso! E você, Joãozinho?

Joãozinho levanta-se da cadeira e diz:

— Tchau, turma! Até o ano que vem!

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Disputa de Perguntas

A professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas. Para que Joãozinho não atrapalhe, ela o coloca no grupo dos inteligentes. Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:

— Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas!

Começa a disputa...

— Quem descobriu a América?

O grupo de Joãozinho responde:

— Cristóvão Colombo!

E o Joãozinho grita:

— Eu não falei? Bando de orelhudos, 1 a 0!

A professora o repreende:

— Cala a boca, Joãozinho!

Segunda pergunta:

— Que idioma se fala na Espanha?

O grupo de Joãozinho responde:

— Espanhol, fessora!

E o Joãozinho:

— Viram só, seus filhos duma égua? 2 a 0!

A professora o repreende mais uma vez:

— Cala a boca, Joãozinho!

Terceira pergunta:

— Como Cristóvão Colombo chegou à América?

O grupo de Joãozinho responde:

— Nas caravelas.

Joãozinho, emocionadíssimo, diz:

— Eu bem que avisei, seus sacos de merda! 3 a 0!

A professora, de saco cheio, grita:

— Joãzinho! Levanta e sai, porra!

E ele, de imediato:

— Pênis, fessora! Show! 4 a 0, seus babacas!

Indignada, ela voltar a gritar:

— Joãozinho, sai e não volta mais!

Joãozinho responde contente:

— O cocô, fessora! Ha ha ha! Se ferraram, 5 a 0! Ganhamos!

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Aprenda a Falar

O mudo está andando na rua e de repente vê uma placa: "Escola para mudos — Aprenda a falar em poucas aulas".

Imediatamente entrou no prédio, pagou a taxa da matrícula e esperou ansioso pela primeira aula. Logo o professor entrou e ordenou:

— Tire a roupa e fique de quatro!

Constrangido, o mudo obedeceu.

Então o professor, desceu as calças e mandou-lhe a vara.

O mudo:

— Aaaaaaa...

E o professor:

— Muito bem, pode se vestir! Amanhã você volta para aprender o B.

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Número de Rins

Em prova oral do curso de medicina, o professor pergunta:

— Quantos rins nós temos?

— Quatro! Responde o aluno.

— Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre o erro dos alunos.

— Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala de aula! — ordena o professor a seu auxiliar.

— E para mim um cafezinho! — replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

Exasperou-se o professor, então, expulsando o aluno da sala.

Ao sair da sala, teve ainda a suprema audácia de corrigir o furioso mestre:

— O senhor me perguntou quantos rins "nós" temos.

"Nós" temos quatro: dois meus e dois teus; tenha um bom apetite e delicie-se com o capim!

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Preenchendo a Vida

Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.

Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.

Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.

Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.

— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.

Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.

Então ele continuou:

— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.

Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.

E ele concluiu:

— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.

Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!

Nessa hora um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.

A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.

Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.

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Hino Nacional

Na semana da Independência, a professora pediu para que os alunos fossem à lousa e ilustrassem partes do Hino Nacional...

Ela disse:

— Mariazinha venha você, faça um desenho.

Mariazinha foi ao quadro negro e desenhou um berço com um bebê dentro. A professora pergunta:

— O que isso quer dizer Mariazinha?

Mariazinha entusiasmada responde: "deitado eternamente em berço esplêndido!"

Os colegas aplaudem Mariazinha e a professora se emociona com a criatividade da menina. Empolgada, decide chamar mais um aluno, agora um menino:

— Joãozinho, venha desenhar na lousa um trecho que você acha importante no Hino Nacional.

Joãozinho vai à lousa e desenha um menininho com um pênis enorme!

A professora desconcertada, o repreende severamente e pergunta:

— Me fala, moleque mal-educado, qual a relação entre o Hino Nacional, e o pênis enorme desse garoto?

Joãozinho se explica:

— Ué, professora: "gigante pela própria natureza!"

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Nome de Fruta

Na escola, a professora vira-se para os alunos e pergunta:

— Mariazinha, diga o nome de uma fruta que começa por M, e é ótimo?

— Maçã?

— Ótimo, Ótimo! Luisinho, agora um que começa por P?

— Pêra?

— Ótimo, ótimo! Joãozinho, agora você, um por O!

Joãozinho pensa, pensa... E solta:

— Orgasmo!

— Joãozinho, orgasmo não é uma fruta!

— Eu sei, mas é ótimo, ótimo!

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Dança no Baile

Num baile beneficente do colégio, Joãozinho resolve tirar a irmã de uma das professoras para dançar.

— A senhorita poderia me dar o prazer desta dança? — convida ele, cheio de galanteios.

— Eu não danço com criança! — responde ela, secamente.

E ele, sem perder o rebolado:

— Mil perdões, eu não sabia que a senhora está grávida!

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Bolinando as Garotas

Joãozinho chega em casa e entrega para a mãe um bilhete com um recado da professora: "D. Marta, o seu filho é um menino muito inteligente, mas tem um problema seríssimo: ele passa o tempo todo bolinando as garotas."

Ao que a mãe escreve na parte de baixo: "Dona Julieta, se a senhora encontrar uma solução para esse problema, por favor me diga qual é, pois tenho o mesmo problema com o pai dele!"

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É Óbvio

A professora numa sala de escola estadual , onde haviam crianças de todas as classes sociais, ensinava o uso da expressão "é óbvio". Explicou, explicou, e então começou a pedir que os alunos dessem exemplos em voz alta para a classe:

Primeiro, Albert, menino rico da classe alta deu seu exemplo:

— Hoje, quando acordei, olhei para o estacionamento, e vi que apenas a BMW estava estacionada... então, "é óbvio" que papai foi trabalhar com a Ferrari...

Depois, foi a vez de Carlinhos, menino de classe media da cidade:

— Hoje na hora do almoço, vi que tinha apenas um ovo na frigideira, pensei: "é óbvio" que todo mundo já almoçou, só sobrou meu ovo...

Então, pra terminar, Joãozinho, que morava na favela, deu seu exemplo:

— Ontem de noite, depois que minha mãe acabo de cumê os bagaço das laranja que sobrô do almoço, ela pegô o jornal e foi pro banheiro. Aí eu pensei cumigo: "é óbvio" que ela vai cagá, ela num sabe lê...

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Palavras de Despedida

Três caras morrem num acidente de carro e vão para o céu. Lá, eles tem que responder à seguinte pergunta:

— Você está no caixão... Sua família e seus amigos estão à sua volta, chorando. O que você gostaria de ouvi-los dizer sobre você?

O primeiro respondeu:

— Eu gostaria que dissessem que eu fui um grande médico e um ótimo pai de família.

O segundo:

— Eu gostaria que dissessem que fui um esposo maravilhoso e um professor de grande influência no futuro de nossas crianças.

E o terceiro:

— Eu gostaria que eles dissessem: "Olha! Olha! Ele tá se mexendo!"

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Faculdade de Medicina

Primeiro dia de aula na faculdade de medicina. Diz o professor:

— Para se tornar um bom médico é preciso de dois requisitos imprescindíveis: ser um excelente observador e nunca sentir nojo de nenhum paciente.

Dizendo isso, conduziu os alunos até a sala de autópsia, descobriu o cadáver nu de um mendigo sobre uma mesa e ordenou:

— Agora, vamos fazer um teste! Façam exatamente o que eu fizer!

Em seguida, enfiou um dedo no ânus do cadáver e imediatamente levou-o à boca. Fazendo um esforço sobrenatural para disfarçar a cara de nojo, os alunos repetiram o gesto do professor.

— Muito bem! — disse, ao final, o professor. — No teste de nojo vocês passaram, mas no de observação todos falharam, pois ninguém percebeu que eu enfiei o dedo indicador e lambi o dedo médio!