Crocodilos Azuis
Um doente se queixa:
- Doutor, toda noite quando vou dormir eu vejo crocodilos azuis.
- O médico fala:
- Você já viu um psicólogo?
O homem responde:
- Não doutor. Só vejo crocodilos azuis mesmo.
Um doente se queixa:
- Doutor, toda noite quando vou dormir eu vejo crocodilos azuis.
- O médico fala:
- Você já viu um psicólogo?
O homem responde:
- Não doutor. Só vejo crocodilos azuis mesmo.
O sujeito trabalhava há anos em uma fábrica de conservas e um dia confessa para a mulher que era possuído de uma terrível compulsão: ele tinha uma vontade enorme de colocar seu pinto em um cortador de picles.
Espantada, a mulher sugere que ele procure um psicólogo. Mas ele reluta, diz que vai pensar e vai enrolando até que um dia ele chega em casa cabisbaixo, profundamente abatido:
— O que foi que aconteceu, querido? — pergunta-lhe a mulher se preparando para uma notícia ruim.
— Lembra-se da minha compulsão de enfiar o pinto no cortador de picles?
— Oh, não! — fez a mulher — Você não fez isso?
— Sim, eu fiz!
— Meu Deus, o que aconteceu?
— Fui despedido... — responde o marido.
— Mas, e o cortador de picles?
— Foi despedido também!
Um empresário de sucesso chega para a sua esposa, que é psicóloga, e diz:
— Querida, recebi uma intimação da Receita Federal. Caí na malha fina!
Você acha que devo comparecer à audiência com o fiscal, de jeans para parecer mais simples e informal, ou de terno e gravata, para passar uma imagem de seriedade?
— Querido, vou dizer a mesma coisa que minha mãe me disse quando perguntei a ela se, na noite de núpcias, devia usar calcinha de renda ou de seda.
— E o que foi que sua mãe disse?
— Tanto faz! Ele vai te foder de qualquer jeito mesmo.
Um psicólogo infantil estava na praça quando viu um homem com seu bebê chorando feito um não sei o quê. E o homem sempre repetindo calmamente:
— Calma, John. Só mais um pouco, John. Se controle, John. Já vamos chegar, John.
Depois de um tempo vendo essa cena, o psicólogo foi falar com o pai:
— O senhor está de parabéns! Consegue controlar muito bem seu filho.
— Meu filho? Quem disse que estou falando com meu filho? John sou eu!
O sujeito trabalhava há anos em uma fábrica de conservas e, um dia, confessou à mulher que estava possuído por uma terrível compulsão: a vontade incontrolável de colocar o pênis na cortadora de pepinos. Espantada, a esposa sugeriu que ele procurasse um psicólogo, mas o marido relutou, prometendo que iria pensar no assunto. Foi enrolando, enrolando, enrolando e chateando a esposa com aquele assunto, até que ela falou:
— Então coloca logo esse negócio na cortadora de pepinos, o problema é seu.
Um certo dia, ele chegou em casa cabisbaixo, profundamente abatido:
— O que foi que aconteceu, querido? — perguntou a mulher, preparando-se para o pior.
— Lembra-se de minha compulsão de enfiar o pênis na cortadora de pepinos?
— Oh, não! gritou a mulher, — você não fez isso?
— Sim, eu fiz!
— Meu Deus, o que aconteceu?
— Fui despedido... — respondeu o marido.
— Mas, e... a cortadora de pepinos? Te machucou?
— Não, ela também foi despedida!
O psicólogo fazia testes para admissão de novos candidatos em uma empresa de seleção.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
— Por que você contou de trás pra frente?
— É que eu trabalhava na Nasa!
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
— Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
— Porque eu trabalhava como carteiro.
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— Antes de começarmos, por favor me diga uma coisa, o que o senhor fazia no emprego anterior.
— Eu era funcionário público!
— Ok! O senhor pode contar até dez?
— É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Um psicólogo que vive em Ciudad Satélite chama por telefone as quatro da manhã seu colega que vive no Pedregal e diz:
— Pancho, vem com urgência, tenho um caso único no meu consultório.
— Mas como a estas horas; irei de manhã.
— Tem que ser agora, esta e uma grande oportunidade: único!
O médico do Pedregal, de pijama pega seu carro e chega a Ciudad Satélite:
— Mas o que pode ser tão urgente?
— Tenho um argentino no meu consultório...
— E o que tem, eu também atendo muitos!
— Sim, mas com complexo de inferioridade?
O sujeito se casou com uma mulher que era teimosa que nem uma mula. Depois de dois anos de casamento, à beira de um ataque de nervos, ele finalmente conseguiu convencê-la a consultar um psicanalista.
Na volta da primeira consulta, ansioso, ele pergunta:
— E então, meu amor? Como foi a consulta? Tudo bem?
— Tudo bem, uma ova! Precisei gastar todo o meu horário para convencer o psicólogo que o divã ficava melhor no meio da sala!
Um homem entra num restaurante e vê uma mulher muito bonita sozinha numa mesa. Ele se aproxima e pergunta:
— Estou vendo você sozinha nessa mesa. Posso sentar-me e fazer-lhe companhia?
Ao que a mulher responde bem alto:
— Trepar comigo? Você está pensando que eu sou o quê?
O rapaz ficou vermelho que nem um peru e saiu de fininho diante dos olhares gozadores de todos no restaurante.
Alguns minutos depois a mulher se levanta e vai até a mesa dele.
— Me desculpe pela forma como o tratei ainda há pouco! É que sou psicóloga e estou fazendo um trabalho sobre a reação das pessoas diante de situações inusitadas e...
— Mil Reais? — interrompe ele, gritando. — Você está maluca? Nenhuma puta vale isso!
Para acabar com discussões sobre qual é a melhor polícia do mundo foi realizada uma competição com o FBI, a Scotland Yard e uma seleção das PMs do Rio de Janeiro e São Paulo.
O teste era o seguinte: os organizadores soltariam um coelho na floresta e a polícia que achasse o bicho mais rapidamente ganhava.
O FBI foi o primeiro. Usando fotos de satélite, análise de DNA dos pêlos encontrados, helicópteros etc o coelho foi encontrado em 3 horas e 14 minutos.
Então foi a vez da Scotland Yard. Usando analistas de comportamento, psicólogos, estudiosos da espécie dos coelhos e cenouras com sonífero, eles capturaram o coelho em 1 hora e 30 minutos. O FBI ficou arrasado.
Então, finalmente, foi a vez da nossa PM. Com uma Veraneio 74, com o porta-malas amarrado por uma corda (o fecho da tampa caiu em 1982) 5 homens com o corpo pra fora do carro, batendo nas portas em alta velocidade, eles adentraram à floresta.
Voltaram em 23 minutos, deixando todos muito impressionados. Então eles abriram o porta-malas do camburão (desamarrando a corda) e lá dentro estava um gambá, todo encolhido, cheio de hematomas, gritando:
— Eu sou um coelho! Eu sou um coelho! Eu juro que sou um coelho!
O garotinho já estava com cinco anos de idade e a única coisa que ele falava era a palavra "truco". Até que um dia o pai resolveu levá-lo a um psicólogo.
Assim que ficou na sala sozinho com o garoto, o psicólogo tentou entabular conversa.
— Como você se chama?
— Truco!
— Qual é o seu nome?
— Truco!
— Aquele homem que está lá fora é o seu pai?
— Truco!
E assim foi durante quase uma hora. No final da seção, mal o psicólogo abre a porta, o pai vem correndo para saber o diagnóstico.
— O que é que ele tem? O que é que ele tem?
— Bem, não posso lhe afirmar com certeza mas, pela segurança que está demonstrando, ou está com o Zap ou com o 7 de Copas.
O sujeito foi a um psicólogo porque a mulher batia nele e toda a vizinhança o via como um frouxo.
— Mas é muito simples para você resolver isso — aconselhou-o o psicólogo — Toda vez que você estiver apanhando, basta ficar gritando: "Tome! Tome!", que todos os vizinhos vão associar o barulho dos socos e tapas com a sua voz e vão achar que é você que está batendo.
O cara gostou da idéia e na primeira oportunidade resolveu colocá-la em prática.
Chegou em casa tarde e assim que a mulher lhe deu a primeira pancada ele berrou: "Tome! Tome sua sem vergonha!". Ao ouvir isso, a mulher começou a bater cada vez mais e o cara gritava cada vez mais alto.
Até que uma hora ela se encheu e jogou-o pela janela, do 18º andar.
Antes de chegar ao chão, ele ainda gritou:
— E agora eu me vou embora e você nunca mais me procure!
Um sujeito não conseguia mais ter ereções. É, o bonequinho não levantava mais nem a base de batida de catuaba com amendoim. Se é que isso ajuda a levantar o boneco de alguém...
Então, ele segue o conselho do Pelé e vai procurar um médico. O doutor avalia o caso e lhe receita vários remédios, mas nenhum deles faz efeito.
Depois de seis meses de tentativas, o médico desiste e o encaminha para um psicólogo.
Mais seis meses de análise e nenhuma melhoria acontece, a não ser na conta do psicólogo. O analista, com dó do rapaz, indica uma bruxa. A última esperança do boneco de gelatina...
A bruxa, depois de entender qual é o problema, diz:
— Tenho o que o senhor precisa! — e, pegando um vidrinho cheio de pó, continua — Tome o conteúdo deste vidro e diga: "Um-dois-três".
O cara olha a velha com dúvida, então ela continua:
— Em questão de segundos, o senhor terá o mais belo e rígido membro. Mas cuidado! Isso só funciona uma vez por ano. Infelizmente, é a única coisa que posso lhe oferecer... Por módicos mil reais...
O sujeito esperava mais, pagando menos, mas... Como fazia mais de um ano que ele não descabelava o palhaço, o acordo foi feito. Antes de sair, o cara pergunta:
— E como é que eu faço para meu boneco ficar mole de novo?
— Fácil! É só repetir novamente: "Um, dois, três".
Quando o sujeito volta para casa, ele toma o pó. E uma vez na cama, ao lado da mulher ele diz "Um, dois, três" e, quase que imediatamente, o membro fica mais duro que nunca.
Ele sorri até as orelhas, vira-se para a mulher... Nessa hora ela pergunta para ele, sorrindo:
— Meu bem, porque você disse "Um, dois, três"?
O sujeito vai ao psicólogo e diz:
— Doutor! A minha mulher vive dizendo que eu sou louco só porque eu gosto de salsinhas!
— Mas isso não faz sentido! — responde ele — Eu também gosto de salsinhas!
— Legal! — exclama o paciente — Então vamos lá em casa ver a minha coleção! Eu já tenho mais de duzentas!
O psicólogo para o paciente:
— Acabo de analisar o seu teste de personalidade e tenho boas e más notícias.
— Diga-me primeiro a má notícia!
— Você tem fortes tendências homossexuais.
— E a boa?
— Você é uma gracinha!
O sujeito toda a noite mijava na cama, até que um dia sua mulher acabou convencendo-o de que ele deveria procurar um psicólogo.
Assim que sentou-se no divã, ele desabafou:
— Sabe o que acontece, doutor? Toda noite eu sonho que estou num bosque muito bonito, passeando e de repente surge um anjo que pega na minha mão, me leva atrás de uma moita e me manda mijar.
— Tudo bem, pois daqui em diante, toda a vez que o senhor tiver este sonho, e o anjo lhe pedir para mijar, você diz "não", ok?
— Combinado!
E naquela mesma noite ele sonhou que estava no bosque passeando e de repente surgiu um anjo que o pegou pela mão, levou-o atrás de uma moita e disse:
— Mija!
E ele:
— Não!
— Mija! — repetiu o anjo.
— Nãão!
— Miiijaaaa!
— Nãããããõoooo!
— Então, caga!
— Ahhhhhh!
Doutor, todas as noites eu vejo crocodilos azuis.
— Você já viu um psicólogo?
— Não, não. Só crocodilos azuis.
A bichinha vai ao psicólogo dizendo que quer mudar de vida.
— O que o levou a escolher esse tipo de vida? — pergunta-lhe o psicólogo.
— Não foi eu quem escolheu! Fui forçado a isso! Quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, estava brincando no jardim lá de casa, quando o meu primo veio por trás, me agarrou e abusou de mim ali mesmo! Foi um horror!
— Mas você não poderia ter escapado? Não tentou correr?
— Tentar eu tentei, mas de salto alto e saia justa, cadê velocidade?
Desconfiado com as constantes desmunhecadas do filho, o pai leva o garoto a um psicólogo para tirar suas dúvidas.
— Qual o vegetal que você mais gosta? — o psicólogo pergunta ao menino.
"Ele vai responder cenoura ou pepino", pensa o pai.
— Chuchu — responde o garoto.
O pai respira aliviado.
— Qual o seu número preferido? — torna o psicólogo.
"24", pensa o pai.
— Onze — responde o garoto.
O pai respira aliviado.
— Qual o animal que você mais gosta? — pergunta o psicólogo.
"Carneirinho", pensa o pai.
— Jacaré — responde o garoto.
— O que você quer ser quando crescer?
"Cabeleireiro", pensa o pai.
— Juiz de Direito — responde o garoto.
Aliviado, o pai se dirige ao psicólogo confiante:
— Então, doutor, me parece que o menino não tem tendências homossexuais!
— Ora, o seu filho é um veado nato! Veja as respostas dele: o chuchu, dá o ano inteiro; o número 11, é um atrás do outro; o jacaré se defende com o rabo e o juiz vive na Vara.
O sujeito casou-se com uma mulher que era teimosa que nem uma mula. Dois anos depois, à beira de um ataque de nervos, conseguiu convencê-la a consultar um psicanalista.
Na volta da primeira consulta, ansioso, ele pergunta:
— E então, meu amor? Como foi a consulta? Tudo bem?
— Tudo bem, uma ova! Precisei gastar todo o meu horário para convencer o psicólogo que o divã ficava muito melhor no meio da sala!
Certo dia quando seu Zé estava em casa mandando aquele paieiro, recebe a visita de uma psicóloga.
Ela então pergunta ao seu Zé se pode lhe fazer algumas perguntas. E ele desconfiado responde que sim. A psicóloga pergunta:
— Seu Zé o que o senhor acha da nudez?
— Bão demais sô! — responde Seu Zé.
— Ué porque? — pergunta a psicóloga.
Seu Zé responde:
— Mió nudeis do que no nosso ué!
Um advogado casou com uma mulher que havia sido casada oito vezes. Na noite de núpcias, no quarto do hotel a noiva disse:
— Por favor meu bem, seja gentil. Ainda sou virgem!
Perplexo, sabendo que ela havia sido casada oito vezes, o noivo pediu para que ela se explicasse.
— Ela respondeu:
— Meu primeiro marido era psicólogo. Ele só queria conversa sobre sexo;
— Meu segundo marido era ginecologista. Ele só queira examinar o local;
— Meu terceiro marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber;
— Meu quarto marido era gerente de vendas. Ele dizia que sabia que tinha o produto, mas não sabia como utiliza-lo;
— Meu quinto marido era engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método de utilização;
— Meu sexto marido era funcionário público. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele;
— Meu sétimo marido era técnico de informática. Ele dizia que se estava funcionando, era melhor ele não mexer;
— Meu oitavo marido era analista de suporte. Depois de dar uma olhada, ele disse que as peças estavam todas perfeitas, mas que não sabia porque o sistema não funcionava.
— Por isso agora estou me casando com um advogado.
— Por que eu? — Disse o advogado.
— Porque tenho certeza que você vai me foder!