Piadas de Psiquiatra

O sujeito chega no consultório do psiquiatra e desabafa:

— Doutor, preciso da sua ajuda! Acho que estou ficando louco! Já faz três noites que não consigo dormir de tanta preocupação!

— E qual o motivo de sua preocupação?

— Dinheiro, doutor!

— Ah! Mas é muito fácil. É só o senhor parar de pensar no assunto. Outro dia esteve aqui um camarada que também não conseguia dormir por causa das dívidas que tinha contraído com o tio. Falei pra ele que o tio é que deveria ficar preocupado, já que tinha dinheiro pra receber. Daí em diante, ele passou a dormir tranquilo!

— Pois é doutor, era o meu sobrinho!

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A loira conta pro psiquiatra:

— Sabe, doutor, eu estou completamente apaixonada pelo meu cachorro!

O médico tenta tranquilizá-la:

— Calma, eu e minha mulher também amamos nossos gatos... Você só tem este animal?

— Não, tenho uma cadela também!

— E você é apaixonada também pela sua cachorra? — pergunta o médico.

— O quê? — exclama a loira — O senhor tá pensando que eu sou lésbica, é?

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O psiquiatra diz ao paciente:

— Eu tenho duas notícias pra você. Uma boa e uma má...

— Ai, meu Deus...

— Quer saber as notícias ou não quer?

— Fala de uma vez, Doutor! Qual é a má notícia?

— Você tem mal de Alzheimer!

— Não acredito! Isso é terrível... E a boa?

— Você pode ir pra casa e esquecer isso!

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O sujeito vai ao psiquiatra e desabafa:

— Doutor, eu não aguento mais! A minha mulher está completamente maluca!

— Hum... Diga-me o que ela tem.

— Ela adotou cinquenta gatos pra deixar no nosso apartamento de 50 metros quadrados! E o pior de tudo é o fedor, porque as janelas ficam sempre fechadas!

— Hum... Mas por que você não abre as janelas?

— Tá louco? — grita o paciente, histérico — Vou deixar os meus trezentos pombos fugirem?

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O sujeito passou meses indo ao psiquiatra com a reclamação de que havia um imenso jacaré debaixo de sua cama.

O psiquiatra estava quase convencendo o paciente de que tudo não passava de uma alucinação quando, certo dia, este último deixou de comparecer às seções.

— Eu gostaria de falar com o Jorge! — disse o Doutor, ligando para a casa do paciente.

— O Jorge faleceu... — responderam do outro lado da linha — Foi comido por um jacaré no seu próprio quarto!

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Muito a contra-gosto, o pai leva o filho ao psiquiatra por imposição da professora que insistia em dizer que o menino era obcecado por sexo.

Então o psiquiatra pega uma folha de papel em branco, desenha duas retas paralelas e pergunta ao garoto:

— Que desenho é esse?

— E um casal fazendo sessenta-e-nove!

O médico, pega outra folha de papel e desenha um triângulo.

— E agora? — pergunta.

— São dois homens fazendo sexo com a mesma mulher! — responde o garoto.

Aí o psiquiatra chama o pai do garoto em um canto e comenta:

— Realmente, o seu filho tem obsessão por sexo... Eu lhe mostrei esses desenhos e ele disse...

— Ele tem obsessão por sexo? — interrompe o sujeito. — E quem foi que desenhou toda essa sacanagem?

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O sujeito desabafa no psiquiatra:

— Ai, Doutor... Eu tô ficando louco! Minha mulher é loira, tem 1.70 de altura, olhos verdes, seios fantásticos... Uma delícia!

— Até aí não vejo problema nenhum! — diagnostica o psiquiatra.

— Calma, Doutor... Deixa eu terminar... Ela tá me deixando maluco porque todas as noites vai no Bar do Pedro e dá o maior mole pra todos os homens! Vai pra cama com o primeiro homem que falar com ela! Eu não tô agüentando isso, Doutor! Pelo amor de Deus, o que eu faço?

— Relaxe! — aconselha ele — Respire fundo... E agora, diga pra mim, aonde exatamente fica esse Bar do Pedro?

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Uma linda mulher vai ao psiquiatra porque estava tendo graves problemas em sua vida sexual.

— Olha, doutor... — diz a mulher — por mim eu nem viria. Mas meu marido não está feliz e disse que eu preciso de ajuda.

O médico faz uma série de perguntas sobre a performance da mulher. Ele fica intrigado ao ver que, aparentemente, ela era fogosa e bastante liberal. Já sem muitas perguntas a fazer, o psiquiatra finalmente indaga:

— Você costuma olhar para o rosto do seu marido quando está fazendo sexo?

— Bem, sim, uma vez eu vi.

— E como ele estava?

— Muito zangado — respondeu ela.

Neste momento o psiquiatra sentiu que estava realmente conseguindo algo e disse:

— Acho que estamos tocando num ponto muito interessante. Vamos mais a fundo. Você disse que só viu o rosto de seu marido uma vez enquanto fazia sexo. Isso me parece inusitado. Como foi que aconteceu?

— Ele estava nos espiando pela janela!

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A paciente era maravilhosa e o médico um fauno. Quando ele tentou avançar, ela fugiu seminua para a sala de visitas.

— Socorro, acudam-me, esse médico é um tarado.

O médico, surpreso, rapidamente tomou uma atitude perspicaz. Abriu a porta e de alto e bom tom, disse aos clientes na sala:

— Não acreditem nessa mulher. Ela é neurótica. Só porque a aconselhei a procurar um psiquiatra ela saiu gritando que não era louca e fazendo esse escândalo todo, dizendo que eu sou um tarado.

A seguir bateu a porta, tocou a campainha, chamou a recepcionista e perguntou:

— Seja franca, fui convincente, os clientes acreditaram?

— Bem... doutor. Realmente o senhor falou com bastante energia e acredito que todos teriam acreditado, mas faltou um detalhe.

— Detalhe? Qual foi?

— O senhor se esqueceu de vestir as calcas.

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O psiquiatra ao cruzar o corredor do hospício se depara com um dos pacientes com a orelha colada na parede.

— O que está havendo? — pergunta ele.

— Psiu! Escuta só!

Curioso, o médico encosta a orelha na parede e após alguns segundos fala:

— Mas eu não estou escutando nada!

— Pois é! Já faz uma semana que está desse jeito!

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