Piadas de Sogras

Todos elogiaram a bondade e o respeito daquele genro que gastou uma nota preta para fazer uma rica lápide de mármore, para a sepultura da sogra.

Os elogios cessaram, no entanto, tão logo se conheceram os dizeres que ele mandou gravar:

"Aqui jaz e jaz bem. Descansa ela e eu também!".

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O homem encontra um amigo que há tempos não via, então pergunta:

— E aí Carlão como vai?

— Poxa rapaz, não posso falar agora, estou atrasado para uma audiência no fórum. estou respondendo A um processo criminal — disse ele.

Surpreso, o homem pergunta:

— Mas o que aconteceu?

— Dei uma facada em uma barata!

— Não é possível, por isso não podem te processar!

— O problema amigo, é que a barata estava na bunda da minha sogra!

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Um jovem rico, mas muito tímido, casou-se com uma moça muito bonita e de boa família. À noite foram para a cama e a noiva esperava que ele fizesse aquilo que todos os casais fazem na noite de núpcias. E não aconteceu nada, nem sequer um beijo. Nada! No dia seguinte a esposa foi à casa da mãe chorar a situação.

— Que é que aconteceu de ruim, minha filha? — pergunta a mãe.

— Ele não fez nada, mãe! Ensinei-o como devia fazer, ajudei-o e nada!

— Espera minha filha que eu vou resolver isso.

A sogra foi até a casa e falou para o genro:

— Minha filha está reclamando que você não agiu como um marido com ela ontem à noite.

O genro ficou quieto e a sogra continuou:

— Você não sabe como é que fazem os cães? É isso que você tem que fazer, igualzinho como um cachorro faz! Então logo a noite você faz com a minha filha como os cães fazem com as cadelas, e tudo vai correr bem!

No dia seguinte, a filha voltou a procurar a mãe e chorava mais que no dia anterior.

— Mãe, não sei o que você disse para o meu marido, mas ele ainda foi pior que na noite passada.

— O que é que ele fez? — pergunta a mãe.

— Ele tirou a roupa, tirou a minha roupa, cheirou meu cu, e depois foi mijar contra o armário do quarto.

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O sujeito entra num bar, senta-se à uma mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.

— Boa noite, o que o senhor toma?

— Eu tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.

— Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?

— Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari e mandar a minha sogra para o inferno.

— Não é nada disso, meu senhor! — continuou o garçom, ainda calmo.

— Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.

— Ah! é isso? Bem... o que é que você tem?

E o garçom:

— Eu? Nada, não! Só tô um pouco chateado porque o meu time perdeu pro São Caetano!

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Faltavam poucos dias para o casamento de Adolfo. A mãe da moça, uma quarentona escultural, estilo Luiza Brunet, lhe disse, no sofá da sala:

— Adolfo, quero que você saiba que eu sempre te achei um homem atraente e ... bem ... estou sem graça de falar ...

— Pode falar, dona Sônia! Fique à vontade!

— Bom, Adolfo, antes que você casasse, eu gostaria de fazer sexo com você!

Adolfo fica boquiaberto e ela prossegue:

— Eu vou lá pro quarto! Se você quiser ir embora, já sabe onde é a porta, se quiser me ter é só ir lá pro quarto, estarei te esperando ... gostoso!

Adolfo espera a sogra ir para o quarto, pensa por meio segundo e decide o caminho que vai tomar, corre para a porta e encontra, apoiado no seu carro, o seu sogro, marido da dona Sônia, sorridente.

— Parabéns, Adolfo! — disse ele — Queríamos saber se você era um homem fiel, honesto e leal e você passou pelo teste!

Então a sogra saiu da casa e também o cumprimentou.

Moral da história: É bem melhor carregar as camisinhas no carro do que no bolso.

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A garotinha encontra o tio com um lenço amarrado no rosto, passado por baixo do queixo:

— Oi, tio! Tá com dor de dente?

— Não. Eu estou de luto por minha sogra, que morreu faz dois dias. Só que, de vez em quando, não sei por quê, me dá uma vontade de rir!

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O camarada leva o cachorro ao veterinário e pede para cortar o rabo do bicho. O médico corta e o sujeito reclama que ainda ficou um pedacinho. O veterinário tenta argumentar que se cortar tudo fica muito feio, mas não adianta, o cara é inflexível. Quer que corte tudo, tudinho. O doutor acaba concordando, mas pergunta:

— Posso ao menos saber o motivo de tanta implicância com o rabo do pobrezinho?

— Não é implicância não, doutor! Acontece que minha sogra vai passar uns dias conosco, e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria lá em casa!

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A sogra chega ao portão e encontra o genro saindo com a mala, furioso.

— O que aconteceu, meu filho? — ela pergunta.

— Acontece que eu fui viajar e mandei um telegrama para sua filha avisando que voltaria hoje.

Chego em casa e o que eu encontro? Ela com outro sujeito. Nem mandando um telegrama ela me respeita mais. É o fim, estou indo embora para sempre!

— Calma — pede a sogra. — Deve haver algo errado nessa história. Minha filha jamais faria uma bobagem dessas. Espere um pouco que eu vou verificar.

Alguns momentos depois volta a sogra, sorridente.

— Não disse que havia alguma coisa errada? Minha filha não recebeu o seu telegrama!

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Um homem está muito perturbado e vai consultar o médico...

— Doutor, já fazem quatro semanas que eu não durmo direito. É um pesadelo. É terrível, doutor. É toda noite a mesma coisa, o mesmo pesadelo. Não estou mais aguentando isso. Acordo de noite assustado, molhado de suor. Não sei mais o que fazer.

— Como é esse pesadelo?

— É o seguinte: eu vejo a minha sogra. Ela vem me comer. Vem montada num monstro medonho. Aqueles olhos vermelhos saltando da cara, aquele corpo peludo, os dentes afiados, umas ventas horríveis, uma boca enorme ameaçando me engolir...

— Deve ser muito amedrontador — diz o médico.

— O senhor ainda não viu nada, agora deixa eu contar como era o monstro, doutor.

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Certo dia a sogra riquíssima resolveu fazer um teste com seus três genros para ver se eles realmente gostavam dela.

Ela chamou o primeiro para fazer um passeio de barco, fingi que cai no rio e o genro rapidamente pula na água e a salvou.

Quando ele chega em casa, abre a garagem e encontra uma BMW novinha, com um bilhete em cima: "Da sua sogra que te adora! "

No outro dia foi a vez do segundo. Eles foram para o mesmo passeio de barco, a sogra fingi que cai no rio e o genro rapidamente a salva.

Quando ele chega em casa, abre a garagem e, novamente, uma BMW novinha, com um bilhete em cima: "Da sua sogra que te adora! "

No outro dia foi a vez do terceiro genro. O mesmo passeio acontece, a sogra finge que cai no rio mas o genro não a salva e ela morre.

No dia seguinte, ao chegar em casa, ele abre a garagem e encontra uma Ferrari, com um bilhete em cima: "Do seu sogro que te adora! "

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Após realizar, com grande alegria, o enterro da sogra e tomar uma cana comemorando a morte da peste, aquele sujeito vem voltando para casa, quando passa perto de um edifício em construção. Nisso cai um tijolo lá do alto, quase o atingindo.

Imediatamente o genro olha para o alto e, entre assustado e revoltado comenta pra si:

— A peste já chegou no céu!

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E o delegado, para o genro da vítima:

— Eu não consigo entender como é que o senhor ao ver um homem agredindo a sua sogra, pôde permanecer de braços cruzados!

— Pois é, doutor! Eu até que estava com vontade de fazer alguma coisa, mas...

— Mas, o quê?

— Achei que dois caras batendo numa velhinha seria muita covardia!

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Um jovem escreveu a seguinte carta para o militar responsável pela dispensa do serviço militar.

Prezado Oficial Militar,

Venho por intermédio desta pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isto bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.

Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas.

Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta. Neste momento, começou a confusão.

A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).

Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra. A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta.

Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada).

Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo!

Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.

Se o Senhor tiver qualquer dúvida releia o texto várias vezes (ou tente desenhar um gráfico) para constatar que o meu argumento realmente verdadeiro e correto.

Assinado: Avô, pai e filho.

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