Piadas de Turco

Estava o turco pai concertando algumas coisinhas dentro de casa, quando vira para o filho e pede:

— Filhinho, vai lá na casa do nosso vizinho judeu e pede a ele o martelo emprestado.

Daí a pouco o turquinho retorna sem nada nas mãos.

— Mas o que foi que aconteceu, cadê o martelo?

— O judeu disse que não empresta porque vai gastar.

— Pô mas que coisa hein? Bem que brasileiro fala que Judeu é pão-duro, não emprestar o martelo porque vai gastar! Essa é demais... Então meu filho, pega o nosso mesmo.

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A esposa grita para o marido:

— Querido, aquele turco pra quem você tá devendo tá aqui outra vez!

— Já vou, querida! Fala pra ele pegar uma cadeira e sentar um pouquinho...

— Já falei para ele pegar a cadeira. Mas ele quer pegar a TV, o DVD e o microondas!

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O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente:

— Eu quer fazê uma embréstimo!

Surpreso, o gerente pergunta para Salim:

— Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto?

— Uma real.

— Um real? Ah, isso eu mesmo te dou.

— Não, não! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!

— Bem, são 12% de juros, para 30 dias...

— Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina?

— Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas.

— Bode begá meu Mercedes zerinha, que tá lá fora e deixá guardado no Garagem da banco, até eu bagá a embréstimo. Tá bom azim?

— Feito!

Chegando em casa, Salim diz para Jamile:

— Bronto, nóis já bode viajá bra Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagá doze zentavos.

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O Turco vai se confessar:

— Padre, há 20 anos eu abriguei um refugiado de guerra. Qual o meu pecado?

— Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!

— Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.

— Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze 3 Ave-Marias e um Padre-nosso...

— Só mais uma pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?

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Um turco pegou dinheiro emprestado para um judeu. Mas o turco sempre se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer e por outro lado o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passava-se o tempo e o turco enrolando e se escondendo do judeu e este na captura do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco encurralado não encontrou outra saída, pegou um revólver encostou na sua cabeça e disse:

— Eu posso ir para o inferno mas, não pago esta dívida!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:

— Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão. O português que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:

— Pois eu não perco esta briga por nada...

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