Piadas Variadas

Claudinei era casado com uma mulher loira, de olhos azuis, um corpão... Uma mulher de parar o quarteirão. E o pai de Claudinei, Seu Alcides, tinha a maior fama de velho tarado.

Certo dia Seu Alcides foi até a casa do filho e a mulher atendeu a porta vestindo uma camisola transparente. O velho ficou louco e, pra completar, Claudinei não estava em casa.

— É hoje — pensou ele.

Depois de insistir por alguns minutos ele estava na cama com a nora. Ela estava se sentia um pouco culpada, mas o velho era bom no xaveco.

Pra tirar e culpa ele ficava repetindo, enquanto fazia o trabalho:

— Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora... Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora!

Ele estava empolgadíssimo e cada vez repetia com mais vontade:
– Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora! Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora!

E assim foi se repetindo, até que Claudinei surpreendeu Seu Alcides, por trás, dizendo:

– Entra e sai! Não faz mal que é meu pai! Entra e sai! Não faz mal que é meu pai!

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O sujeito estaciona um Vectra na porta do açougue, desce e pergunta:

— O senhor tem filé mignon?

— Tenho sim!

— Então me dá 20 quilos!

Em seguida, estaciona um Santana no mesmo local:

— O senhor tem picanha?

— Tenho sim!

— Então me dá 5 quilos!

Em seguida, estaciona um fusquinha todo ferrado:

— O senhor tem braço?

— Tenho sim!

— Então levanta que isso é um assalto!

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O rapaz tirou aquela morena fenomenal para dançar, mas assim que ela sussurrou o seu nome, ele percebeu que ela tinha um mau hálito terrível. Conversa vai, conversa vem, o rapaz já não aguenta mais e resolve tirar a dúvida:

— Desculpe-me a indelicadeza, mas o que você comeu no jantar? O seu hálito está horrível!

— Ah! É que eu tenho uma ponte aqui atrás...

— Então tá explicado! Vai ver que tem alguém cagando debaixo dela!

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Aderbaldo vai num bar e vê que seu pior inimigo, Arquimedes, está na mesa ao lado. De repente ele ouve certas coisas que não lhe agradam e resolve ir até lá.

— Não vai não, benhê! — disse a mulher dele, que odeia brigas.

Mas não adiantou nada. Chegando lá, Aderbaldo diz:

— Escuta aqui, eu acabei de escutar a palavra "idiota"... Quero saber se você está se referindo à minha pessoa!

Todos na mesa caem na risada e Arquimedes diz:

— Por acaso você está pensando que é o único idiota no mundo?

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Um dia o pai de um rapaz foi ao seu filho e disse:

— Filho, arranjei uma esposa para você.

O filho respondeu:

— Mas pai, eu mesmo quero escolher minha esposa.

E o pai disse:

— Mas ela é filha do Bill Gates.

O filho respondeu:

— Se é filha do Bill Gates eu aceito casar com ela.

Então o pai negociador foi até Bill Gates e falou:

— Tenho um marido pra sua filha.

Bill Gates respondeu:

— Mas minha filha é muito nova pra se casar.

O Pai negociador então respondeu:

— Mas ele é presidente do Congresso Nacional.

Bill Gates respondeu:

— Se é presidente o Congresso Nacional, Eu deixo se casar com minha filha.

O pai negociador foi até um presidente do Congresso e disse:

— Eu tenho um candidato pra você.

O presidente respondeu:

— Mas já estamos lotados de candidatos.

Então o Pai negociador respondeu:

— Mas ele é marido da filha de Bill Gates.

O presidente falou:

— Bom, se é marido da filha de Bill Gates ele pode ser candidato.


Moral da história: Tudo na vida se negocia!

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A Chapeuzinho Vermelho foi visitar a avó, depois de muito tempo sem ver a velhinha:

— Vovó, como a senhora tem olhos grandes...

— É para lhe ver melhor, minha querida!

— Nossa, vovó, que orelhas tão grandes são essas?

— São para ouvi-la melhor, netinha...

— E que dentes enormes a senhora tem!

— Êpa! Espera aí! Você veio aqui para me visitar ou para me pôr defeitos?

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Um mosquito para a mãe:

— Ô mãe, me deixa ir ao teatro!

— Não, filho, aquilo é perigoso!

— Ô mãe, me deixa ir ao teatro!

— Não, filho, é perigoso, já disse!

— Ô mãe, me deixa ir ao teatro!

— Pronto, filho, vai. Mas muito cuidado com as palmas!

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Um curioso estava à porta do cemitério quando viu entrar três caixões e, logo atrás, um tipo muito bem vestido com um cachecol de gesso ao pescoço. Curioso como era, chegou perto do tipo e perguntou:

— Quem é o sujeito do primeiro caixão?

— Esse era o meu sogro, que Deus o tenha. Era podre de rico. Tinha milhões no banco e propriedades no interior.

— E no segundo caixão?

— A minha sogra, coitada. Herdou uma enorme fortuna da família. Já era muito rica antes de se casar.

— E no último?

— Era a minha mulher, que descanse em paz. Era filha única, herdeira única coitada, morreu...

— Ah, agora entendi. Tu também estava no carro quando se deu o desastre. Por isso está com isso no pescoço.

— Você está doido ou o quê? Deus me livre! Eu só mandei fazer esta merda para ver se consigo parar de rir!

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Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase: "Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!"

Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar: "Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."

O pessoal de Administração não deixou por menos: "Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!"

E a Turma de Agronomia mandou esta: "Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"

E não termina por aí!

Depois foi o pessoal de Publicidade: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?"

Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?"

Mas a frase campeã foi realmente a da Economia: "De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"

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Pinóquio tinha uma namorada humana e, sempre que eles tentavam transar, tinham que parar no meio:

— Ai, caramba! — reclamava ela — As farpas do seu pênis de madeira estão me machucando!

Um dia o seu criador Gepetto passou pela sala e viu o boneco todo tristonho.

— O que foi, meu filho? — Perguntou o velho.

— Ah, pai. Tô tendo uns problemas aí com minha namorada. É um saco esse negócio de ser boneco. Toda hora ela reclama que têm farpas no meu pênis!

— Mas esse problema é fácil de resolver! — disse Gepetto mexendo nas suas ferramentas — É só eu esfregar uma lixa no seu membro, para aparar as arestas... Deixa comigo!

— Peraí, pai! — disse Pinóquio, meio sem graça — Se o senhor não se importar eu mesmo posso fazer isso... Sabe como é, né? Eu fico constrangido!

Gepetto entendeu e deu uma lixa novinha ao boneco. Algumas semanas depois, lembrou-se do caso e foi ter um papo com o filho de madeira:

— E a namorada, filho, como vai?

— Ah, pai... Não tenho mais namorada...

— Mas por quê? — perguntou ele, inconformado.

— Ah, pai... Ela terminou tudo... Acho que eu lixei demais!

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O sujeito todo maltrapilho bate à porta de um dos mais caros bordéis do Rio.

— Pois não? — pergunta a cafetina.

— Eu queria falar com a Natasha.

— A Natasha? Ela cobra mil reais por hora!

— Então vou querer três horas.

— Três horas? — desconfia a mulher. — Pagamento adiantado.

O sujeito tira um pacote de dinheiro do bolso da jaqueta e coloca-o na mão da mulher.

Ela confere o dinheiro e leva-o até o quarto da moça.

Duas horas e cinqüenta e cinco minutos depois, inteiramente saciado, o sujeito descansa no colo dela.

— O senhor também é russo? — pergunta a moça, reconhecendo o sotaque do sujeito.

— Sim, de Riga.

— Riga? Eu tenho uma irmã que mora em Riga!

— Eu sei! Foi ela quem me pediu para lhe entregar os três mil reais.

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Tarde da noite, o sujeito ia passando perto de um cemitério quando ouve:

— Pléc, pléc, pléc...

Acelera o passo, mas o barulho parece aumentar.

— Pléc, pléc, pléc...

Curioso e assustado, estica o pescoço por sobre o muro e vê um homem com uma talhadeira e um martelo sentado em um dos túmulos, talhando a lápide.

— Puxa — murmura, aliviado. — O senhor me pregou um susto e tanto!

— Desculpe — responde o homem, e continua o trabalho.

— Afinal, o que o senhor está fazendo? — torna a perguntar o sujeito.

— Estou corrigindo o meu nome... escreveram errado na lápide!

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A garota de 17 anos diz para a mãe que a menstruação está atrasada há 2 meses.

Super preocupada, a mãe vai à farmácia e compra um kit exame de gravidez para a filha e o resultado é positivo. Aí começa a confusão.

— Quero saber quem foi o canalha. E agora, vá já falar pro seu pai.

A garota pega o telefone e faz uma ligação. Meia hora depois, pára na frente da casa uma Ferrari último modelo e sai um tipo maduro, cabelo meio branco, vestido com um terno elegante. Já na sala, o homem se senta na frente do pai e da mãe da moça e diz:

— Bom dia. Sua filha já me informou do problema. Devido à minha situação familiar, eu não posso me casar com ela, mais cuidarei de todos os detalhes. Se for menina, posso dar 3 lojas, 2 apartamentos, uma casa na praia e uma conta com 500 mil dólares. Se for menino eu dou 2 fábricas e a conta com os 500 mil dólares. No caso de serem gêmeos, também vou dar as 2 fábricas e 250 mil dólares por cabeça. Mas no caso de um aborto...

Nessa hora, o pai da moça, que estava calado o tempo todo, se levanta, põe a mão no ombro do homem e diz:

— No caso de acontecer essa tragédia, você come ela de novo.

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O piloto de um Boing 747 faz contato com a torre:

— Atenção torre! Atenção torre! Emergência! As duas turbinas direitas estão em chamas, por favor, me dê instruções do que fazer!

— Corte a alimentação das turbinas.

— Impossível, a chave está emperrada!

— Então, tente um pouso de emergência no Aeroporto mais próximo!

— Impossível, o sistema hidráulico pifou!

— Então, repita comigo: Pai nosso que estais no céu...

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A gatinha, superproduzida, está de saída. A mãe, muito preocupada, lhe diz:

— Volte cedo, hein minha filha!

E a garota protesta:

— Mãe! Eu não sou mais uma criança, né?

— Pois então! — concorda a mãe — Justamente por isso!

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