Piadas Variadas

Na feira de arte, o turista escolhe um quadro:

— Gostei! Vou levar este!

— O senhor fez uma ótima escolha! Essa tela me custou dez anos de vida! — diz o pintor.

— Caramba! Dez anos? Deve ter dado um trabalhão! — diz o comprador.

— Ô se deu! Foram dois dias para pintar e o resto para conseguir vender!

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O sujeito estava num baile, flertando uma loirinha toda dengosa. Mas, como tinha um mau hálito terrível, não conseguia encontrar coragem para se aproximar. Então teve uma idéia brilhante, fingiu que foi até o banheiro, comprou um punhado de balas de hortelã e quinze minutos depois foi ter com a garota.

— Olá, gatinha! — e com um sorriso nos lábios. — Sabe o que eu estava comendo?

— Sei!

— O quê?

— Merda!

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Um sujeito entra no bar e diz para o dono:

— Eu queria que o senhor me pagasse uma bebida!

O dono responde que não com o maior descaso.

— Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu lhe mostrar, você me paga uma bebida?

O homem fica intrigado e pede que ele mostre. O cliente tira do casaco um baralho com cerca de 30 cm de tamanho.

O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve pagar uma bebida ao homem.

Alguns copos depois, o dono do bar resolve perguntar para o freguês onde é que ele conseguiu aquele baralho.

— É que encontrei um gênio que concede desejos!!

O homem fica empolgado e pede ao homem que lhe mostre o gênio, para ele poder pedir alguma coisa também.

O homem dá uma lâmpada ao sujeito, que esfrega até aparecer o tal gênio, dizendo o seguinte:

— Vou lhe conceder um único desejo, mas seja rápido porque eu quero dormir de novo!

O dono do bar, sem vacilar, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:

— Quero um milhão! Um milhão em notas!

O gênio estala os dedos e, de repente, o bar fica entulhado de botas.

— Botas? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa droga de gênio é surdo?

O homem responde:

— Claro! Ou você acha que alguma vez eu pedi um baralho de 30 cm?

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Chapeuzinho Vermelho está andando pela floresta, para levar seus docinhos para vovozinha, quando vê uma moita se mexendo. Sem conseguir conter a sua curiosidade, espia atrás da moita e dá de cara com o Lobo Mau.

— Bom dia, seu Lobo! Nossa que olhos grandes você tem! — observa ela.

— São para melhor te ver, Chapeuzinho! — responde o Lobo, cordial.

E ela continua o seu passeio. Pouco mais adiante, vê outra moita se mexendo. Corre para dar uma espiada e novamente encontra o Lobo Mau.

— Olá, seu Lobo! Nossa que nariz grande você tem! — observa.

— São para melhor sentir o seu perfume, Chapeuzinho! — responde ele, secamente.

E ela continua o seu passeio. Alguns minutos depois, vê outra moita se mexendo. Espia e outra vez dá de cara com o Lobo.

— Uau! Você de novo! Mas que orelhas grandes você tem! — observa.

— São para melhor te ouvir, Chapeuzinho! — responde ele, irritado.

E ela continua o seu passeio. Duzentos metros depois, vê outra moita se mexendo. Adivinha quem está lá? O próprio.

— Olá, seu Lobo! Mas que saco grande você tem! — observa.

— É pra te aturar, Chapeuzinho! Faz meia hora que eu estou querendo dar uma cagada e você não deixa!

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Diz o locutor de uma rádio:

— No último censo realizado pelo IBGE, ficou comprovado que a média da estatura brasileira é de 1,71 m e somente 1 a cada 10.000 brasileiros mede acima de 1,90 m.

Ao que alguém comenta:

— E é justamente este filho da puta que senta na minha frente toda vez que eu vou ao cinema!

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Um sujeito dá uma cantada numa garota e acaba levando-a para seu apartamento. As coisas começam a esquentar e ele tira a camisa dela. Em seguida, vai lavar as mãos. Ele tira as calças dela e vai lavar as mãos. Ele tira o sutiã e a calcinha dela e vai lavar as mãos.

— Você deve ser dentista — diz a moça.

— Sim, eu sou — responde o sujeito, surpreso — como você sabe?

— Você lava suas mãos o tempo inteiro, portanto eu achei...

Depois eles vão para a cama e fazem sexo.

— Sabe o que mais? — diz a moça — Acho que você deve ser um ótimo dentista.

— Por que você acha isso? — pergunta o sujeito.

— Porque não senti absolutamente nada!

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O rapaz da cidade foi morar na roça e arrumou um emprego numa fazenda.

Quando ele foi tirar leite da vaca pela primeira vez, voltou, depois de uma hora, com o balde vazio. O dono da fazenda perguntou:

— Uai! A vaca não deu nada?

— Deu, sim senhor... Deu 5 litros e depois deu um coice no balde!

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O sujeito foi fazer uma tatuagem e ordenou ao tatuador:

— Quero que você tatue uma nota de 100 reais no meu pênis!

— Você tá louco, cara? — perguntou o tatuador, perplexo — Isso aí vai doer pra cacete! Aliás, vai doer no cacete!

— Não tem problema — respondeu o corajoso — Vou fazer essa tatuagem em homenagem a quatro pessoas!

— É mesmo? Quem são esses doidos?

— Claro! Em primeiro lugar, em homenagem a mim, claro! Eu sou empresário e adoro ver o dinheiro crescer! Em segundo, em homenagem à minha mulher, que é economista e fica feliz vendo o dinheiro entrar e sair! Em terceiro, em homenagem à minha amante, que chupa todo o meu dinheiro! E, por último, em homenagem ao meus funcionários! Eu sempre disse pra eles que um dia eles vão encher o rabo de dinheiro!

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Um avião voava dentro da sua rota normal, quando, de repente, começou a sacolejar com violência. Nessa hora, o comandante, com aquela voz fria de profissional do ramo, fala pelo sistema interno de som da aeronave:

— Caros senhores passageiros, aqui quem fala e o comandante Martins. Informamos que estamos passando por uma terrível zona de turbulência, e pedimos aos nossos passageiros que se coloquem em posição fetal, ou seja, coloquem a cabeça entre os joelhos e abracem as próprias pernas.

De repente, o avião dá uma chacoalhada incrível e o piloto continua:

— Solicitamos também que, gentilmente, segurem a identidade entre os dentes para melhor identificação dos corpos.

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Em uma Conferência, aquele famoso cientista apresenta seu mais novo invento: uma máquina capaz de responder qualquer pergunta.

Incrédulo, um outro cientista pede para testá-la.

— Pode perguntar o que quiser! — desafia o inventor.

— Eu quero saber onde está meu pai, neste exato momento.

Depois de alguns minutos, a máquina responde:

— O seu pai está a bordo de um avião em viagem para Paris.

— Errado! O meu pai já morreu há vinte anos.

Antes de esperar pelas explicações do inventor, a própria máquina responde:

— Quem morreu há vinte anos foi o marido da sua mãe!

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Se mexer, pertence à Biologia.

Se feder, pertence à Química.

Se não funcionar, pertence à Física.

Se ninguém entende, é Matemática.

Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.

Se não mexe, não fede, não funciona, ninguém entende e não faz sentido... Com certeza é Informática!

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Dois caçadores estavam sentados sob uma árvore descansando, quando ouvem um rugido.

— Meu Deus, um leão! — gritou um deles.

Mais do que depressa o outro começa a calçar as suas botas.

— Por que você está calçando as botas? — pergunta o outro. — Você não acha que é capaz de correr mais do que o leão, acha?

— Não! Mas acho que sou capaz de correr mais do que você!

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Locutor:

— Quem ligar agora e fazer uma frase com uma palavra que não exista no dicionário ganha duas entradas para o cinema. Alô, quem é?

Ouvinte:

— Sérgio, do Jardim Magnólia.

— Olá, Sérgio... já conhece a brincadeira? Qual é a sua palavra?

— Ah! A palavra é vaice!

— Vaice? Como escreve?

— V-A-I-C-E.

— Espera um pouco... deixa eu consultar o dicionário... É, realmente esta palavra não existe. Agora faça uma frase com essa palavra e se a frase fizer sentido e descobrirmos o que significa a palavra você ganha!

— Ok, lá vai... Vaice fuder!

E nesse momento desliga o telefone.

Locutor:

— Que é isso, pessoal! Vamos colaborar... afinal existem crianças ouvindo... Vamos tentar outra ligação. Alô! Quem é?

— Joselito, do Perobal!

-Olá, Joselito... Já conhece a brincadeira? Qual é a sua palavra?

— Eudi.

— Eudi? Como se escreve?

— E-U-D-I.

O locutor pede o o ouvinte esperar um pouco...

— Deixa eu consultar o dicionário... Deixa eu ver... Deixa eu ver... eudesmano... eudesmol.... eudésmia... eudiapneustia... eudiapnêustico... É, realmente esta palavra não existe. Agora faça uma frase com essa palavra e se a frase fizer sentido e descobrirmos o que segnifica a palabra você ganha!

— Ok, lá vai... Sou Eudi novo e Vaice fuder!

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No primeiro dia, o novo recruta é informado pelos amigos dos procedimentos costumeiros para aliviar as suas necessidades sexuais.

— Atrás daquele galpão — diz um dos soldados — existe um barril, com um buraco bem apertado. Toda vez que você quiser, poderá ir lá...

— Que legal! Posso ir qualquer dia?

— Sim... menos às quartas-feiras.

— Por quê?

— Porque às quartas-feiras é o seu dia de ficar no barril.

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