Piadas Variadas

Três distintos sujeitos, um brasileiro, um alemão e um americano, foram os únicos sobreviventes de um navio naufragado e como geralmente acontece nesse tipo de piadas manjadas, foram parar em uma ilha deserta.

Depois de uma semana sem comer nada nem ninguém, eles começaram a ficar desesperados, até que, em uma bela tarde, o americano se levantou, pegou o seu canivete e gritou:

— Vamos matar a fome! — e cortou o seu antebraço, para que eles dividissem a carne.

Todos comeram, felizes, até que, depois de mais uma semana de fome, chegou a vez do alemão. No meio da madrugada, ele se levantou e gritou:

— Vamos matar a fome! — e cortou uma fatia da sua coxa branca!

Todos se deliciaram, mas a carne logo acabou. O tempo foi passando, a fome foi apertando, até que um dia, quando estava amanhecendo, o alemão intimou o brasileiro:

— Então, você não vai contribuir para matar a fome de todos?

O brasileiro se levantou e começou a discursar:

— Sei que nós só estamos vivos graças ao antebraço e à coxa que comemos nas últimas semanas. Portanto, tenho consciência de que preciso fazer a minha parte e vou aproveitar para variar a nosso cardápio. Terminando de dizer isso, ele abaixou as calças, tirou o seu órgão pra fora e gritou:

— Vamos matar a fome!

O alemão viu o membro avantajado do brasileiro e exclamou:

— Oba! Vamos comer lingüiça no café da manhã!

— Lingüiça coisa nenhuma... — disse o brasileiro, balançando a cabeça — Agora todo mundo vai tomar leitinho!

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A moça passeava às margens do lago, quando, de repente, apareceu um sapo dizendo:

— Olhe, eu sou um engenheiro e fui transformado em um sapo por uma bruxa malvada. Se você me beijar, eu me caso com você e seremos felizes para sempre!

A mocinha toda contente, pegou o sapo e o colocou no bolso da jaqueta. Enquanto ela ia a caminho de casa, o sapo começou a ficar impaciente e perguntou:

— Ei, você não vai me beijar?

Ela respondeu:

— De jeito nenhum! Faço muito mais dinheiro com um sapo falante do que com um marido engenheiro.

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Domingo à tarde, sem nada para fazer, Deus resolve ir visitar Adão. A certa altura da conversa Ele pergunta:

— E a Eva?

— Ela não está muito bem, Senhor! Sabe... aqueles sangramentos que ocorrem todos os meses.

— Sim, mas cadê ela?

— Ela foi se lavar no rio!

— No Rio?

— Não, no rio!

— Droga! Agora não vou mais conseguir tirar aquele cheiro dos peixes!

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Até que era uma viagem tranquila. Mas, de repente, o avião deu uma sacolejada e tremeu todo assustando os passageiros. Aí ouviu-se a voz do comandante:

— Senhores passageiros: fiquem tranquilos. Houve um pequeno acidente e perdemos um dos motores. Mas não se preocupem, pois esta aeronave é capaz de voar com apenas 3 dos seus 4 motores. Relaxem e tenham uma boa viagem.

Uff! Ainda bem, pensaram os passageiros. E a paz voltou ao avião e aos seus ocupantes. De repente, outra vibração. Os passageiros entraram em pânico. E, mais uma vez, a voz tranquilizadora do comandante:

— Senhores passageiros, ocorreu um pequeno acidente, um dos motores ficou seriamente avariado e tivemos que desligá-lo. Mas não se preocupem, pois esta aeronave é capaz de voar com apenas 2 dos seus 4 motores. Relaxem e tenham uma boa viagem.

Foi difícil recuperar a serenidade, mas depois de algum tempo sem que nada mais acontecesse, os passageiros começaram a relaxar. Mais algum tempo e ouviu-se uma tremenda explosão. O avião sacolejou, tremeu, inclinou-se para um lado, inclinou-se para o outro, deu uma queda brusca, recuperou-se. Os comissários gritaram, as aeromoças gritaram. Os passageiros entraram em pânico.

Outra vez, a voz tranquilizadora do comandante:

— Senhores passageiros, perdemos um dos dois motores que ainda funcionavam, mas não se preocupem porque estamos tomando as providências que o caso exige. Relaxem, não há motivos para pânico ou alarme. Mantenham-se em seus lugares.

Apesar da voz confiante do comandante, os passageiros ficaram alarmados. E agora?

De repente, a porta da cabine se abre e saem, apressadamente, o comandante e o co-piloto. Cada um deles tem uma mochila enorme nas mãos. Eles prendem a mochila nas costas e se dirigem para a porta do avião.

Um dos passageiros fala:

— Peraí, seu comandante. O senhor disse que não havia motivo para pânico, mas o senhor está aí se preparando para quê? Isso aí não é um paraquedas?

— É sim — responde o comandante calmamente. — Mas não há motivo para pânico. Voltem para os seus lugares, apertem os cintos e relaxem que nós vamos buscar ajuda.

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Morrendo de curiosidade, o sujeito entrou em um banheiro feminino de um sofisticado Shopping Center, para entender por que as mulheres gastavam tanto tempo no banheiro. Ao lado do vaso sanitário ele encontrou 4 botões, identificados como AM, SAQ, BTR e RAT. Ele não conteve sua curiosidade e apertou o primeiro botão: AM. Imediatamente ele recebeu um jato de Água Morna nas partes baixas! Achou perfeito!

— Por isso as mulheres demoram tanto no banheiro!

Maravilhado, ele prosseguiu com os botões e apertou SAQ. Mais do que depressa ele sentiu outro jato, mas agora de ar. Era a Secagem de Ar Quente!

— Não acredito! Só vou frequentar o banheiro feminino agora!

Empolgado, apertou BTR e entrou em êxtase com a Borrifada de Talco Refrescante!

— Ah, isso é muito bom...

Então, ansioso para ver qual era a função do último botão, ficou bem relaxado e apertou o RAT. Acordou no hospital, cercado por médicos e, assustado, perguntou:

— O que aconteceu? Onde estou?

Um deles disse:

— Você foi trazido pelos seguranças do Shopping.

E a enfermeira completou:

— Tudo porque você inventou de apertar o botão RAT!

— Mas afinal, o que faz o botão RAT? — perguntou o enfermo, desesperado.

A enfermeira olhou com dó e disse:

— Removedor Automático de Tampax!

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Marcão era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo. Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava. Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja. Pela manhã, o vigia deu a triste notícia:

— É com profundo sofrimento que informo que o Marcão se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e infelizmente morreu afogado.

Um grande amigo de Marcão com a voz muito triste pergunta:

— Meu Deus! Será que ele sofreu?

O vigia então responde:

— Acredito que não, porque segundo as imagens da câmera de segurança, ele chegou a sair três vezes do tonel para mijar.

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O infeliz pecador morreu e foi parar na porta do Inferno. Lá um capetinha auxiliar lhe fez a seguinte pergunta:

— Você quer ir pro inferno brasileiro ou para o inferno americano?

E o infeliz, pergunta:

— Qual é a diferença?

— Bom. Existe um muro que separa os dois infernos. No inferno brasileiro, você terá que comer uma lata de 20Kg de merda no café da manhã, no almoço, e no jantar.

— Depois o diabo te espeta até a fogo infernal, e lá você irá dormir. No americano, é igual, só que ao invés de uma lata, você terá que comer somente um pires.

O infeliz não pensou duas vezes, e foi para o inferno americano.

Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes. Enquanto isso, no outro lado do muro, ouvia-se um som de pagode, muitas gargalhadas, enfim, uma festa muito animada. Não se contendo, o infeliz sobe no muro e chama alguém.

— Ei, como vocês conseguem festejar? Aqui o pessoal come um pires de Merda e vive triste, enquanto vocês comem uma lata de 20Kg e vivem dando risada!

— Bom, é que aqui é Brasil, né? Um dia falta lata! No outro falta Merda! No outro, o diabo não vem! No outro é feriado! No outro, falta lenha pro fogo e assim vai. E é só festa!

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Próximos à um lago de água geladíssima, estava um brasileiro, um americano e um francês. Na outra margem, dois amigos conversavam:

— Eu te dou 100 pratas se você conseguir fazer com que aquelas três pessoas pulem nessa água gelada.

O outro, sem perder tempo, foi logo falar com os três turistas. Após algum tempo os três pularam na água. E o outro perguntou:

— Tudo bem, eu te pago os 100, mas me conta, como você fez pra eles pularem?

— Fácil! Para o americano eu disse que era lei, para o francês, que era moda e para o brasileiro eu disse que era proibido!

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Dois pênis discutem diante da porta de um cinema.

— Vamos assistir esse aqui! — diz o primeiro, apontando para um cartaz.

— Não, eu quero assistir aquele outro — discorda o segundo.

— Mas esse daí é pornográfico!

— E daí?

— Daí que vamos ter de ficar em pé!

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O sujeito entra na loja do Habib e pede:

— Eu gostaria de um quadro com um desenho de São Jorge!

Habib olha dos lados, procura o quadro e só encontra um com a estampa de São Pedro.

— Aqui está, o senhor quer que embrulhe?

— Mas esse não é o São Jorge — protesta o sujeito.

— Mas é claro que é o São Jorge, meu amigo! Eu vendo esse tipo de quadros há mais de 20 anos e conheço todos muito bem!

— Mas então, cadê o cavalo dele?

— Cavalo? O senhor está desatualizado! São Jorge não usa mais cavalos, comprou um carro agora. Olha a chave na mão dele!

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Naquela noite, o ceguinho resolve se divertir e vai a um bordel.

— Quero a moça mais bonita da casa! — pede ele.

Já no quarto, entusiasmado com o perfume da dama, ele tira a roupa e pergunta:

— Você faz 69?

— Vou fazer mês que vem — responde ela.

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Início das aulas no Internato Misto. O diretor do estabelecimento faz seu discurso habitual de boas vindas, acrescido de algumas recomendações importantes:

— A entrada do dormitório feminino é proibida para todos os rapazes, assim como a entrada do dormitório masculino é proibida para todas as moças. Quem for pego infringindo esta regra deverá pagar uma multa de 200 Reais. Na segunda infração a multa será de 600 e na terceira, 1.200 Reais.

Alguma pergunta?

Um jovem levanta o braço e pergunta timidamente:

— E um passe anual sai por quanto?

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A velhinha toda encarquilhada ia pagando uma promessa e subindo de joelhos os 452 degraus da Igreja Nossa Senhora da Penha. Quando já cumprida mais da metade da empreitada, perdeu o equilíbrio e despencou lá de cima. Ao estatelar-se no chão, estava morta!

Juntou a maior multidão pra ver o que sobrara da velhinha e foi quando uma mulher berrou para um rapaz:

— E você que estava perto dela, seu sem-vergonha, por que não segurou a pobre da velhinha?

— Eu não! Sei lá se ela tava pagando promessa!

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O cara tinha a infelicidade de se chamar Claro. E sempre foi apaixonado pela Júlia, uma morena escultural de olhos verdes, seios fartos e bundinha empinada. Mas Júlia foi namorar justo com o seu melhor amigo, Clóvis, e com o tempo os dois acabaram casando.

Como Claro sempre sonhou em ver aquela gostosona pelada, teve uma idéia maluca: descobriu que o casal ia passar a noite de núpcias no Hotel Babacu, no décimo andar e resolveu ficar escondido no quarto.

E assim ele fez. Até que o casal entrou no quarto e começou a sacanagem. Claro não acreditava no que estava vendo. Júlia, a mulher dos seus sonhos, tirando o vestido e dando pro seu melhor amigo. Mas como era ela gostosa! Depois da primeira trepada, Clóvis pediu pra esposa:

— Ju, agora faz o seguinte. Acende aquela vela que tá no castiçal que agora eu quero dar uma no claro.

Claro se jogou pela janela.

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