Piadas de Velhos

Um homem de seus 70 anos está sentado num banco, chorando. Um sujeito chega e pergunta o que aconteceu. O velhinho responde:

— Estou apaixonado por uma moça de 22 anos...

— E o que tem isso de ruim? — pergunta o sujeito.

Soluçando, o velhinho responde:

— Você não vai entender. Todo dia, antes de ela sair para o trabalho, nós damos uma trepada. Na hora do almoço, ela volta para casa, nós transamos mais uma vez e ela prepara um dos meus pratos preferidos. De tarde, quando ela tem um tempinho, ela volta para casa para uma chupetinha — e olha que ela entende do assunto! E de noite, nós transamos a noite toda.

O velhinho para, incapaz de prosseguir. O sujeito abraça o velhinho e diz:

— Parece—me que vocês tem um relacionamento perfeito. Por que então o senhor está chorando?

O velhinho responde:

— Esqueci onde eu moro!

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É um casal de 80 anos, que está começando a ter problemas de memória. Eles vão ao médico para ser examinados. O médico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas.

À noite, quando estão os dois assistindo TV, o velhinho levanta e a mulher pergunta:

— Onde você vai?

— À cozinha — responde ele.

— Você não quer me trazer uma bola de sorvete? — pede ela.

— Lógico! — responde o marido solícito.

— Você não acha que seria bom escrever isso no caderno? — pergunta ela.

— Ah, vamos! Qualé? Ironiza o velhinho — Eu vou me lembrar disso!

Então ela acrescenta:

— Então coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer.

— Eu lembro disso, você quer uma bola de sorvete com calda de morango.

— Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantili em cima! — pede a velha — Mas lembre-se do que o médico nos disse... escreva isso no caderno!

Irritado, o velhinho exclama:

— Eu já disse que vou me lembrar!

Em seguida vai para a cozinha. Depois de uns vinte minutos, ele volta com um prato com uma omelete. A mulher olha para o prato e diz:

— Eu não disse que você iria esquecer? Cadê a torrada?

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Duas velhinhas bem velhinhas estão jogando sua canastra semanal. Uma delas olha para a outra e diz:

— Por favor, não me leve a mal. Nós somos amigas há tanto tempo e agora eu não consigo me lembrar do seu nome, veja só a minha cabeça. Qual é o seu nome, querida?

A outra olha fixamente para amiga, por uns dois minutos, coça a testa e diz:

— Você precisa dessa informação para quando?

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No quarto dia da lua-de-mel, a noiva de 21 anos já não aguenta mais a extraordinária performance do marido, de 75 anos. Para dar um tempo, aproveita que ele foi ao banheiro e desce ao bar do hotel.

A garçonete que atende o casal desde que eles haviam se hospedado fica assustada com a aparência da moça:

— Está com o aspecto terrível, meu bem, bem diferente de quando chegou. Afinal, o que está acontecendo?

— Nada, nada, apenas um mal-entendido — suspira a recém-casada. — Quando ele me disse que há cinquenta anos vinha economizando, eu pensei que estava falando de dinheiro.

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Uma velhinha vai ao médico pedindo para que ele ajude a revigorar o apetite sexual de seu marido para reviver os bons e velhos tempos.

— Que tal se tentarmos o Viagra? — arrisca o médico.

— Ah, não tem jeito, doutor... Meu marido não toma nem Aspirina para dor de cabeça.

— Não tem problema! — retruca ele — Misture o Viagra no lanche que ele mais gosta, sem que ele perceba e volte daqui a uma semana para me contar como foi.

Na semana seguinte, a velhinha volta ao médico dizendo:

— Ai, doutor! Foi horrível! Foi horrível!

— Mas o que aconteceu? — pergunta ele, assustado — A senhora seguiu minhas instruções?

— Sim, doutor... Fiz tudo como o senhor disse, misturei o Viagra no lanche sem que ele soubesse... Mas, doutor, o efeito desse negócio é muito rápido! No meio do lanche ele já levantou da cadeira, me jogou em cima da mesa, tirou minha roupa e transou comigo loucamente... Mas foi horrível, doutor... Horrível...

— Mas por que foi horrível? — insiste o médico — O sexo não foi bom?

— Foi o melhor sexo que já tivemos em 35 anos, doutor...

— Então qual o problema, minha senhora?

— Ai, doutor... Depois dessa acho que nunca mais vou ter cara pra entrar no McDonald's!

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Uma mulher, do alto dos seus bem conservados 50 anos, foi ao ginecologista com uma reclamação muito comum entre as mulheres dessa idade:

— Doutor, meu marido, depois de quase vinte anos de casamento, perdeu o interesse por min e não me procura mais. O que eu faço?

— Está vendo este frasco? É um remédio experimental, muito mais concentrado que o Viagra e, que por vir na forma líquida, é mais prático para ser administrado sem o conhecimento da pessoa. Agora faça o seguinte: pingue apenas uma gota no jantar do seu marido e você verá resultados em breve. Mas é importante: apenas uma gota!

— Volte daqui a duas semanas para me informar os resultados.

A mulher foi toda esperançosa para sua casa e, naquela mesma noite, colocou uma gotinha no prato de seu marido. Milagre! Aquela noite ele a procurou e transaram como coelhos!

Na segunda noite, excitada demais para se conter, resolveu experimentar duas gotinhas... E foi recompensada com a melhor noite de sua vida toda!

Na terceira noite, virou o conteúdo todo do frasco na comida...

Quinze dias depois, como não tinha notícias de sua paciente, o médico resolveu ligar para sua casa. Quem atendeu foi o filhinho:

— Bom dia, garoto. Sou o médico de sua mamãe, estou ligando para saber se está tudo bem aí na sua casa.

O menino respondeu:

— Bem não está não. A mamãe morreu com um sorriso estranho na cara, minha irmã fugiu, a empregada está grávida e o papai está no quintal há 2 horas falando: "Vem Totó, vem..."

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Aquele septuagenário estava vestindo o casaco quando sua esposa perguntou:

— Onde você vai?

— Vou ao médico, respondeu ele.

E ela:

— Por que? Você está doente?.

— Não. Vou ver se ele me receita esse tal de Viagra.

A esposa levantou-se da cadeira de balanço e tratou de vestir o casaco.

Ele perguntou:

— Onde você vai?

— Ver o médico também.

— Por que?

— Porque se você vai começar a usar essa coisa velha e enferrujada acho melhor tomar uma antitetânica.

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Um homem levou o seu pai velhinho para um asilo de idosos. Lá chegando, sentou o velhinho num sofá, na sala de espera, e foi à recepção falar com os atendentes.

O velhinho começou a pender, vagarosamente, para a esquerda. Um médico passou por perto e disse:

— Deixe-me ajudá-lo.

O médico empilhou vários travesseiros no lado esquerdo do velhinho para ajudá-lo a manter-se ereto.

O velhinho, então, começou a pender, vagarosamente, para a direita. Um funcionário percebeu e empilhou mais diversos travesseiros no lado direito ele.

O velhinho, daí, começou a pender para frente. Então, passou por ali uma enfermeira que empilhou vários travesseiros na frente dele. A essa altura, o filho retorna:

— E então, pai, este parece um lugar agradável, não?

O velhinho respondeu:

— Parece que sim. Todos são muito atenciosos... Só não deixam a gente peidar!

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O avô observa o neto brincando no quintal e vai perguntar o que ele está fazendo. O neto diz:

— Enfiando as minhocas de volta para a toca delas...

— E como é que você consegue, meu neto, o bicho é todo molenguento?

— É segredo vovô!

— Te dou dez reais para você me ensinar a fazer isso.

— Bem eu passo cola de madeira, estico a minhoca, espero secar até ficar dura... e aí é só colocar no buraco.

— Toma os dez reais...

No dia seguinte o avô chega para o neto, tira 100 reais do bolso e dá pro neto...

— Tá ficando esquecido, vô? O senhor já me deu 10 reais.

— Eu sei. Esses 100 foi a tua avó quem mandou...

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A velha chama os filhos para reclamar do comportamento anormal do marido. A coitada desabafa:

— Ultimamente, ele vem me procurando de manhã, à tarde e à noite! Eu já não aguento mais e queria
que vocês tomassem uma providência, urgentemente.

Prontamente os filhos foram conversar com o pai e ouviram dele a seguinte justificativa:

— Meu procedimento mudou conforme orientação médica! — e mostrou uma receita do médico.

Os filhos leram a receita e disseram:

— Pai, o senhor está interpretando mal! O doutor recomendou que o senhor comesse "AVEIA" de manhã, à tarde e à noite...

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Aquele velhinho que todo santo-dia almoçava no mesmo bar, quando chegava na última colherada de sopa, gritava que não ia pagar e mostrava um cabelo que teria encontrado no prato. Um cabelo duro e suspeito. Chateado, o dono do bar resolveu seguir o velhinho, depois da refeição, e viu que ele entrava em um bordel. Esperou a hora exata e, ao abrir a porta do quarto, pegou o velho com a boca na botija de uma linda mulher. Aí, ele gritou:

— Ah, velhote sem-vergonha! E depois dessa ainda não quer pagar a sopa!

E o velhinho:

— E daí? Se eu achar macarrão aqui, também não pago!

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Estava uma velhinha descansando com seu gato na cadeira de balança quando surge uma fada e diz que ela tem direito a três desejos.

— Puxa vida — diz a velhinha — eu gostaria de ser muito rica.

Puff, a cadeira de balanço se transforma em ouro puro.

— Uau! Agora eu queria me transformar numa jovem bonita como uma princesa.

Puff, ela se transforma numa jovem belíssima como uma princesa.

— E o seu terceiro desejo? — pergunta a fada.

— Dona Fada, eu quero que o meu gato seja transformado num lindo príncipe.

Puff, e diante dela, aparece um jovem varão mais formoso que o mais belo príncipe. A ex-velhinha fica embasbacada olhando para o ex-gato, agora perfeito galã de cinema. Então, com um sorriso de afrouxar os joelhos de qualquer mulher, o rapaz se aproxima e sussurra no ouvido da ex-velhinha:

— Garanto que agora você vai se arrepender de ter mandado me castrar quando eu era gato.

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Alencar era um velhinho legal, simpático e boa pinta. Um dia ele vai ao médico fazer sua consulta mensal. Chegando lá, ele diz:

— Doutor, aquele remédio que o senhor passou é ótimo! Eu me lembro de várias coisas do meu antigo trabalho. É uma experiência incrível!

— É mesmo? Saiba que fico muito feliz com isso. Mas o que o senhor fazia?

— Ah, doutor, eu era chefe de departamento, trabalhei 30 anos numa multinacional, uma empresa que tinha mais de cinco mil funcionários. Viu como minha memória está cada vez melhor?

— Está sim, parabéns! Logo logo o senhor estará 100%.

E o velhinho, como se mudasse de assunto:

— Pois é... mas afinal de contas, o senhor trabalha em que?

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Nem bem o dia amanheceu, a velhinha acordou para ir à feira. Quando passava diante da delegacia, viu uma fila de jovens garotas com as pernas de fora. Curiosa, abordou a última da fila:

— Me explica uma coisa, menina! Pra que essa fila?

A garota, com dezoito anos recém-completados, envergonhada, resolveu mentir:

— É pra pegar autorização para colher laranjas no sítio da prefeitura, trepando nas árvores!

— Oba! Eu adoro laranjas! — e postou-se logo atrás da ruivinha.

Quando chegou a vez da velhota, o delegado indignou-se:

— Mas vovó, a senhora nessa idade ainda trepa?

— Trepar eu não trepo, mas chupar eu chupo!

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