Piadas de Garçom

Num chiquérrimo restaurante francês o garçom fala para o gerente:

— Chefe! Corre aquí, o português tá se engasgando com uma espinha de peixe. O senhor não vai fazer nada?

O chefe com toda a sua sabedoria responde:

— Claro que vou. Vá lá e peça a conta rápido antes que ele morra!

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Um empresário estava no meio de uma viagem pela Amazônia, quando entrou em um restaurante e pediu o cardápio. Depois de ler todo o menu e não se interessar por nenhum prato, ele pediu uma sugestão ao garçom:

— O prato que os turistas mais gostam é Hipoglós, senhor.

— Hipoglós? — gritou ele, assustado — Que tipo de prato é esse?

Muito tranqüilo, o garçom respondeu:

— Pacú assado, senhor!

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Dois bêbados estavam num desses bares nas coberturas dos prédios. De repente, um falou para o outro:

— Você sabia que este prédio tem uma peculiaridade muito interessante? Se eu pular daqui, existe uma corrente de ar tão forte que é capaz de me empurrar de volta aqui para cima!

— Impossível. Duvido!

— Vou provar pra você!

O bêbado pulou e, em alguns segundos retornou. O outro bêbado, fascinado, também pulou, só que se esborrachou lá embaixo.

Pouco depois, o garçom atende o bêbado que restou:

— Porra, super-homem, você quando bebe fica escroto pra caralho, hein?

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Uma loira foi em um bar e pediu uma cerveja "long nec", mas ela não tinha a mínima idéia de como se abria aquilo.

— Garçom, por favor, cara! Como é que abre isso, cara?

— É só torcer! — respondeu ele.

Então a loira colocou a cerveja em cima do balcão, se concentrou e começou a gritar:

— Eô, eô, a cerveja é o terror! Eô, eô, a cerveja é o terror!

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As três bichas foram a um restaurante especializado em frutos do mar.

— Pois não? — pergunta o garçom.

— Nós queremos ostras!

— E como vocês querem as ostras?

— A minha eu quero com sal! — pede a primeira.

— A minha com limão! — pede a segunda.

E a terceira, a mais bicha entre as bichas, dispara:

— A minha eu quero com pérola!

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Um bem-sucedido empresário brasileiro que sempre ia sozinho a Paris em suas viagens de negócios, um dia, atendendo aos apelos da mulher, concorda em levá-la.

Assim que chegaram, a mulher quis conhecer os famosos cabarés.

— Não! — protestou o marido. — De jeito nenhum! Eu não gosto dessas coisas e não fica bem para uma mulher direita...

O protesto foi em vão. Todo mundo sabe que quando uma mulher quer, dois não brigam.

Ao entrar no cabaré, o porteiro o cumprimentou:

— Boa noite, Senhor Pedro, seja bem-vindo!

A mulher olhou-o carrancuda.

Em seguida foi a vez do garçom:

— A mesa de sempre, Senhor Pedro?

A mulher ficou furiosa, mas ele conseguiu contornar a situação.Pouco depois, uma moça entrou no palco e começou a fazer um strip-tease. No meio do espetáculo ela vira-se para a platéia e diz com voz sussurante:

— Alguém quer me ajudar a tirar a minha calcinha?

— Eu! Eu! Eu! — gritava a platéia.

— E o senhor, Senhor Pedro? Não vai querer? — perguntou ela.

Ao ouvir aquilo, a mulher dele partiu para a agressão:

— Seu cretino duma figa — e começou a esmurrá-lo.

Alguns segundos depois, o dono da boate foi apartar a briga:

— Senho Pedro, se essa vagabunda estiver incomodando-o, eu mando botá-la para fora!

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Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:

— Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?

— Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.

— O quê? — perguntou ele, assustado — Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?

— Sim senhor... Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!

Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:

— Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?

— Os testículos? — perguntou o garçom, desconfiado.

— Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!

Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.

— Novamente o prato estava uma delícia! — diz ele ao garçom — mas desta vez os testículos estavam bem menores!

— É verdade, senhor — concordou o garçom — mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.

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Certo dia estavam reunidos o pai, a mãe e o filhinho assistindo TV. O filho olha para mãe e diz todo delicadamente.

— Maãe! Bota meu café.

O pai todo angustiado por ter um filho delicado diz:

— Ô seu porra! Vá para o banheiro e fique de frente para espelho dizendo bem alto até engrossar a voz: "Bota um café"!

O filho foi todo triste para o banheiro e ficou duas horas em frete ao espelho repetindo repetindo a frase, até que conseguiu engrossar a voz.

Chegando na sala de sua casa ele diz em voz grossa:

— Bota um café aí maaaaaaãe!

O pai todo alegre diz:

— Filho vamos no bar provar que você é macho.

E lá se fora os dois. No bar repleto de homens da vizinhança o filho bate no balcão e diz em voz alta:

— Bota um café aí, garçom da porra!

O garçom todo assustado pergunta:

— Com açúcar ou adoçante?

O filhinho responde todo delicado:

— Aí gente, eu não treinei isso!

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Um caminhoneiro, no meio de uma longa viagem, para no restaurante Frangoso, o seu predileto, louco de vontade de comer uma boa galinha caipira. Entre as opções do menu ele encontra todos os tipos de galinha, mas chama o garçom e ordena:

— Quero a boa e velha galinha caipira ensopada! Mas antes eu quero ver a galinha!

O garçom vai até a cozinha, pega uma galinha e traz até a mesa. O motorista enfia o dedo no orifício de saída dos ovos da galinha, esfrega os dedos, cheira e diz, convicto:

— Negativo! Esta não é galinha caipira. Esta é da granja Três Irmãos! Quero comer galinha caipira!

O garçom traz outra galinha e o motorista repete o procedimento e, mais uma vez, protesta:

— De jeito nenhum! Esta não é galinha caipira. É do sítio Estrela Azul, em Bragança Paulista.

O garçom novamente traz outra galinha e mais uma vez o motorista cheira os dedos, pensa um pouco e diz:

— Ah, agora sim! Essa é a verdadeira galinha caipira! Pode mandar fazer...

O garçom volta para a cozinha para mandar preparar a galinha do freguês quando um bêbado que estava esparramado na mesa ao lado se levanta, vai até a mesa do motorista, baixa as calças e implora:

— Meu amigo, esqueci onde moro. Dá para o senhor ver meu endereço?

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O sujeito está num barzinho no seu primeiro encontro, com uma garota conhecida através dos classificados de um jornal. Decepcionado com os dotes da moça, quando ela pede licença para ir ao banheiro, chama o garçom, entrega-lhe um papel com um número de telefone e pede para que ele lhe ligue dentro de cinco minutos.

Assim que a moça volta, o celular do rapaz toca, ele atende, balbucia algumas palavras e diz com ar entristecido:

— Lamento, tenho de ir... minha avó acaba de falecer!

— Puxa que bom! — responde a moça. — Se demorasse um pouquinho mais, seria a minha!

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Um camarada estava morrendo de fome e entrou no primeiro restaurante que viu pela frente. Ao chegar ele desesperado chama o garçom, que lhe entrega o menu e lhe fala:

— O senhor deseja alguma coisa de entrada?

— Sim, eu gostaria de uma sopa.

Passam-se alguns minutos e lá vem o garçom com a sopa. Mas com um detalhe: para carregar o prato o garçom enfiava o dedão dentro da sopa. O cara ao ver isso achou estranho, mas resolveu não comentar, pois afinal era a primeira vez e ele não estava com muito saco de reclamar.

Depois de algum tempo o camarada terminou a sopa e pediu pro garçom uma feijoada de almoço. Passado algum tempo lá vem o garçom com a feijoada. E lá veio o garçom com o dedão dentro do feijão. O camarada ao ver isso ficou puto, mas como estava com muita fome resolveu não reclamar e comer a feijoada assim mesmo, que era para não comprar briga com o garçom.

Terminada a feijoada o garçom pergunta se ele quer alguma sobremesa, ao que ele responde que não, mas que gostaria de um cafezinho. E lá vem o garçom com o cafezinho, e mais uma vez com o dedão dentro do cafezinho... A essa altura, fome já saciada, o cara não se agüentou:

— Porra cara, porque é que sempre quando eu te peço alguma coisa você tem que trazer com seu dedão enfiado dentro?

— Eu explico doutor. E que esse dedão daqui, que enfiei na sua comida, está com uma tremenda frieira. O meu médico disse então que eu deveria sempre mantê-lo num lugar quente...

— Se você quer lugar quente, porque é que não enfia no seu cu?

— Pois é doutor, o dedo estava lá, mas tive que tirar porque o senhor me chamou para te servir...

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Em uma favela no Rio, um grupo de traficantes armados chega em um boteco. Um homem bem baixinho e magro esta sentado no balcão e observa o grupo recém-chegado.

O primeiro traficante chama o garçom e fala em um tom ameaçador:

— Uma cerveja, senããão...

Todos os outros traficantes o imitam e o garçom serve a todos. O baixinho, vendo aquilo, se dirige para o garçom e, com a voz mais firme possível, diz também:

— Uma cerveja, senããão...

O garçom, com uma voz de desprezo:

— Senão o quê?

O baixinho com uma voz bem tímida responde:

— Ah... Senão pode ser uma Coca-Cola mesmo...

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