Piadas de Velhos

Um homem no auge dos seus 60 anos, sai com uma gata escultural de 25. Leva-a a um restaurante 5 estrelas, depois a uma danceteria, também de primeira, e por último, num motel chiquérrimo de cobertura dúplex e hidro. Depois do bem-bom, o ricaço dá um lindo anel de ouro a ela. Tomando um uísque importado 12 anos, ela pergunta:

- Meu amor, você me acha cara?

Ele responde:

- Querida, nessa idade que estou não tem jeito: ou é cara ou é coroa!

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Estava chovendo muito e uma grande poça havia se formado na frente de um pub irlandês. Um velho estava ao lado da poça segurando uma vara com uma corda na ponta e a sacudiu para cima e para baixo na água. Um cavalheiro curioso perguntou o que ele estava fazendo.

- Pescando -, respondeu o velho.

- Velho tolo - pensou o cavalheiro, então ele convidou o velho para tomar uma bebida no bar.

Sentindo que ele deveria começar uma conversa, enquanto eles estavam bebendo uísque, o cavalheiro pergunta:

- E quantos você já pegou?

- Você é o oitavo!

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Um jovem perguntou para um velho homem rico como ele conseguiu todo aquele dinheiro. O velho colocou seu colete de lã e disse:

- Bem, meu filho, era 1932. O pior momento da Grande Depressão. Eu estava praticamente sem nada, só havia sobrado 5 centavos. Investi esses 5 centavos em uma maçã. Passei o dia inteiro polindo a maçã e, ao final do dia, vendi a maçã por dez centavos. Na manhã seguinte, eu investi esses dez centavos em duas maçãs. Passei o dia inteiro polindo-as e depois as vendendo às cinco horas por 20 centavos. E eu continuei este sistema por um mês, quando eu tinha acumulado uma fortuna de US$ 1,37. Foi aí então que o pai da minha mulher morreu e nos deixou dois milhões de dólares.

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Um programa de TV entrevistava um velhinho em uma pacata cidade, quando o repórter pergunta:

- Quantos anos tem o senhor?

- Tenho 109 anos.

O repórter espantado questiona:

- E o senhor com essa idade mora sozinho?

- Não. Eu moro com a minha mãe - responde o velho.

Espantado por saber que a mãe do senhor ainda estava viva, o repórter fica interessado em entrevistá-la:

- E a sua mãe está aí?

E o velho responde:

- Não está. Ela foi visitar minha avó.

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Na década de 80, havia um programa de TV onde um repórter andava pelo interior do país, conversando com personagens locais.

Em um episódio, ele encontrou um velho homem que esculpia elaboradas bengalas. O repórter pegou um pedaço de madeira que tinha um belo tucunaré pulando por uma alça, e perguntou para o velho:

- Então me diga, como é que você faz para esculpir algo tão complexo?

O velho olhou para cima de sua bancada e disse:

- Bem, é muito simples. Primeiro você pega um pedaço de madeira, depois é só você ir cortando todos os pedacinhos que não se parecem com um peixe.

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O menino visita o avô na pequena cidade onde avô viveu toda a sua vida. Vovô o leva pelo do lago em um barco a remo, e aponta para uma torre distante. Vovô diz:

- Vê essa torre? Eu construí essa torre! Coloquei cada tijolo, e hoje continua a ser a torre mais alta da cidade. E é reconhecida como um marco histórico. Mas eles me chamam de João o construtor de torre? Não!

Ele continua remando e aponta para uma ponte perto da foz de um rio que flui para o lago.

- Vê essa ponte? Eu construí essa ponte! Por 5 anos, juntei todas as pedras em um raio de 5 quilômetros, e as pessoas dependem dela todos os dias. Mas eles me chamam de João, o construtor de pontes? Não!

Ele continua remando, e aponta para o lago.

- Vê este lago? Eu cavei este lago! Trabalhei com uma pá por 10 anos, canalizando a água do córrego, e a enchi com trutas que até hoje alimentam a todos. Você acha que eles me chamam de João o cavador de lagos? Não! Mas se você fode uma cabra...

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Um velho vaqueiro contou ao seu neto:

- O segredo para uma vida longa e saudável é colocar uma pitada de pólvora em seu mingau de aveia todos os dias.

O neto levou este conselho a sério, e todos os dias para o resto de sua vida colocou uma pitada de pólvora em sua aveia todas as manhãs. Quando ele morreu com 132 anos de idade, deixou para trás 5 filhos, 12 netos, 35 bisnetos, 78 trinetos, e um buraco de 20 metros onde o crematório costumava ser.

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Um jovem rapaz fez alguns trabalhos para um fazendeiro e quando terminou, recebeu um ganso como pagamento. Ele colocou o ganso debaixo do braço e começou a caminhar para casa. Como ele estava de passagem pela cidade, notou que um filme que ele queria ver estava passando no cinema. Uma vez que eles não permitem a entrada de animais, ele enfiou o ganso dentro da calça, pagou o seu bilhete e assim que as luzes se apagaram encontrou um assento no cinema lotado, ao lado de duas senhoras idosas.

O ganso começou a se movimentar e não querendo ser descoberto, o jovem abriu a braguilha discretamente para que o ganso conseguisse respirar. Pouco tempo depois, uma das velhinhas cutucou a outra:

- Edna, o rapaz sentado ao meu lado está com a braguilha aberta e algo está saindo!

- Marta, - respondeu a amiga - eu garanto que já vi vários desses.

- Bem, você nunca viu um como esse antes. Está comendo minha pipoca!

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O caipira estava pescando no rio com a vara de pescar na mão e uma folhinha de capim na boca. De repente chega uma velhinha numa cadeira de rodas, se aproxima dele e puxa conversa. Conversa vai, conversa vem até que a velhinha diz:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui abraçada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um abraço na velha e depois volta pra pescaria.

Depois de algum tempo a velha torna a dizer:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui beijada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um beijo na velha e depois volta pra pescaria.

Depois de mais algum tempo a velha diz:

- Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui amassada.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um amasso na velha e depois volta pra pescaria.

Passou-se mais um tempo e a velha diz:

Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui fodida.

O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, coloca a velha na grama, quebra a cadeira de rodas, a joga no rio e diz pra velha:

- Agora a senhora tá fodida! Quero ver a senhora voltar a pé.

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A velhinha chegou na delegacia e o delegado lhe deu os parabéns.

— Muito bem vovó, a senhora com a sua idade pegou o tarado que estava apavorando a região.

— Obrigado meu filho, é que quando eu era jovem, fui campeã de artes marciais.

— A senhora bateu bastante nele, ele está bem machucado, me diga uma coisa, ele tentou violentá-la?

— É meu filho, ele não queria, mas eu consegui!

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Uma voz feminina sussura:

— Padre, perdoa-me porque pequei...

— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?

— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.

— Como é isso, filha?

— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.

— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.

— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.

— Bem, filha, como são essas sensações?

— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.

— Sério?

— Sim, padre, deseja relaxar...O melhor seria deitar-me...

— Como, filha?

— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.

— E que mais?

— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.

— Continue, minha filha.

— Talvez um pouco de calor me alivie.

— Calor?

— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.

— E com frequência é essa tentação?

— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.

— Filha?

— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.

— Por exemplo, eu?

— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.

— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.

— Setenta e quatro, padre.

— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.

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A velhinha morreu e foi parar nos portões do céu. Lá encontrou um assistente de São Pedro que lhe mostrou duas portas, e falou que uma dava para a entrada do céu e a outra para a do inferno. Calmamente, como convém a um anjo, disse para a velhinha:

— A senhora aguarde um pouquinho, pois aquela moça ali está na sua frente.

Passados alguns minutos da entrada da jovem, ouve-se gritos e muito barulho. Assustada, a velhinha pergunta:

— Meu Deus! O que é isso?

O anjo, muito calmo, responde:

— Não é nada, não. É que, como ela foi muito boa, estão fazendo um buraco nas costas dela para colocarem as asinhas...

Passados mais alguns minutos, novos gritos e barulheira. A velha, já angustiada, perguntou:

— Cruz credo! Meu Deus! O que vem a ser isso?

O anjo respondeu:

— Não é nada, não. Estão fazendo um buraquinho na cabeça dela para colocar a auréola...

A velhinha se levantou da cadeira e foi em direção à porta do inferno. O assistente, assustado, grita:

— Não entre aí! Se a senhora for para o inferno o diabo vai te foder!

A velhinha, sem perder a pose, exclama:

— Não importa. Pelo menos esse buraco já está feito!

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No dia em que Zé completava seu aniversário de 76 anos ele resolveu que iria ficar nu em casa durante o dia inteiro. Em um certo momento ele para na frente do espelho e olhando sua cabeça começar a falar:

— Parabéns cabeça, que me deu tantas ideias durante a vida, você faz 76 anos.

Depois olhando seus braços ele diz:

— Parabéns braços, vocês que me ajudaram a escrever tantas histórias, vocês fazem 76 anos.

Depois olhando suas pernas ele diz:

— Parabéns pernas, que me levaram a vários lugares e me susteram essa vida toda, vocês fazem 76 anos.

Depois olhando para seu bilau ele finaliza:

— É meu amigo, se você estivesse vivo faria 76 anos.

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